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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do Senhor; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que observam as falsas vaidades deixam a sua misericórdia. Jonas 2:7-8



No livro de Jonas vemos que a situação do profeta, idêntica à dos moradores de Nínive, é também semelhante à nossa: somos todos carentes da misericórdia de Deus. Vemos também que Deus trata Jonas da mesma maneira que ele queria que os ninivitas fossem tratados, e por isso remove sua graça de Jonas. Nisso também nos espelhamos, pois somos muito ágeis em julgar o comportamento alheio, cobrando de Deus juízo e castigo ao tempo em que justificamos nossas falhas, ainda que elas estejam ancoradas nas mesmas bases que condenamos nos outros. As nossas vaidades, nosso orgulho e presunção nos afastam de Deus e nos fazem ir em direção oposta à Sua Vontade. Mas conhecendo a história desse profeta tido como obstinado e desobediente, podemos refletir sobre a nossa história e sobre como Deus age com justiça e coerência. Vemos que tanto o profeta Jonas, quanto Israel e Nínive foram alvos da misericórdia divina, mas também do Seu tratamento justo. Vemos que Jonas foi chamado para pregar a Palavra de Deus em Nínive, e o julgamos mal porque a princípio fugiu. Mas a fuga de Jonas não é diferente da nossa atitude hoje, quando nos recusamos a ir aonde Deus nos manda e a falar àqueles que carecem de Sua misericórdia, sendo nós mesmos carentes.  Clamamos por um sinal de Deus, mas esse sinal já nos foi dado, conforme nos mostra o próprio Jesus em Mateus 12:41


Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é maior do que Jonas. 

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