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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Mesmo estando ele a encher a sua barriga, Deus mandará sobre ele o ardor da sua ira, e a fará chover sobre ele quando for comer. Jó 20:23


O livro de Jó é repleto de argumentos que enfatizam a perenidade da vida e o destino dos ímpios. A argumentação de Zofar, um dos amigos de Jó expressa a situação do governo moral do mundo por Deus, apesar de ser incoerente com a situação de Jó. Vemos nesse diálogo uma semelhança com o que acontece em tempos atuais com pessoas que estando erradas  estão convencidas de que estão certas e por essa razão provocam discussões acaloradas e que levam a inimizades. Muitas vezes ainda que a luz da Palavra mostre o erro, há quem insista em permanecer nas trevas afirmando estar vendo a luz. O amigo de Jó insiste na teologia das obras e do merecimento como aplicação da justiça. Sabemos que é justo recebermos aquilo que plantamos, pois quem pratica algo é responsável pelo que praticou. Todavia, a Bíblia afirma que que não há nenhum justo diante de Deus. Todos nós pecamos e fomos concebidos em pecado, portanto, incapazes de pagar pela salvação ou agradar a Deus de forma a sermos considerados justos diante dele. Somos salvos pela Graça, porque Jesus Cristo morreu por nós, pecadores. Ele é a nossa justiça. Ele não nos torna justos, mas nos justifica diante de Deus ao sofrer por nós a condenação que era nossa. Por isso, pela Graça, buscamos a santificação, agindo como eleitos do Senhor.


Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Romanos 8:33

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