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terça-feira, 21 de junho de 2016

“De maneira que não discernia o povo as vozes do júbilo de alegria das vozes do choro do povo; porque o povo jubilava com tão altas vozes, que o som se ouvia de muito longe.” (Esdras 3:13).


Depois de muitos anos de cativeiro na Babilônia, em decorrência da desobediência e apostasia e depois de alguns anos de desanimo e abandono da reconstrução,  o povo encontra motivo de alegria. Era preciso resgatar a Glória do Templo planejado por Davi e construído por seu filho Salomão, e que foi destruído pelo rei Nabucodonosor, quando levou o povo judeu cativo para a Babilônia. O templo simboliza a presença do Senhor, e o povo de Deus havia se deixado levar cativo pelos outros povos, porque fez alianças espúrias, desviou-se dos princípios ensinados por Moisés. Quando o próprio Templo passou a ser o centro das atenções, e não o Deus motivo de sua construção, não restou pedra sobre pedra dele e nem da cidade de Jerusalém. E mais uma vez os judeus foram subjugados por outra nação. Hoje nós somos o Templo de Deus. E não podemos baixar a guarda e deixar que o inimigo destrua o nosso santuário. O Santuário é nosso espírito. A corrupção e a idolatria dos israelitas fizeram com que  Deus permitisse que o povo fosse derrotado pelos babilônios, sob o comando do rei Nabucodonosor, em 586 a.C. Precisamos aprender com Israel e não cometer os mesmos erros. A Bíblia nos mostra que quando o povo de Deus é derrotado, a causa principal nunca é o poder do inimigo, mas a sua própria fraqueza produzida pela desobediência e pelo pecado. A alegria do Senhor é a nossa força. Para nos mantermos firmes, não precisamos jamais procurar a alegria do mundo que nos corrompe, mas fazer como nos ensina o apóstolo em Efésios 3:16-20

 Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera (Efésios 3:20).

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