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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Manda, pois, a Josué, e anima-o, e fortalece-o; porque ele passará adiante deste povo, e o fará possuir a terra que verás. Deuteronômio 3:28


Este versículo que mostra a recomendação de Deus a Moisés ao final de sua missão fala-nos muito sobre uma outra missão implícita na missão principal de Moisés como o libertador do povo de Deus: a preparação eficiente e saudável de discípulos para dar continuidade à Obra. Ao lermos atentamente a história do êxodo do povo, veremos que o plano de Deus não começa no final da travessia, mas antes mesmos do nascimento e da saga desses homens usados por Ele para conduzir Seu povo à terra prometida. Vemos também que embora Moisés tenha sido escolhido e preservado para ser o libertador do seu povo, ele não estava sozinho. Deus usou várias pessoas à sua volta e até mesmo os próprios inimigos. Joquebede e Anrão enfrentaram a possibilidade de morte prematura de Moisés e com a intrepidez de Miriã  o preservaram para que a própria filha do Faraó que o condenou à morte o salvasse e o preparasse como príncipe e estrategista hábil para a batalha que libertaria os escravos hebreus da tirania do Egito. Porém, Moisés começou o que ele mesmo sabia por Deus que não terminaria. E a lição que dele recebemos é a de humildade e de sábia liderança, pois soube passar o bastão sem reter as instruções e sem tristeza ou orgulho. Moisés nos mostrou ao final de sua vida que foi um grande soldado, um hábil estrategista, mas sobretudo foi um excelente professor, cumprindo o que nos exorta Paulo em Romanos 12:7


Aquele que ensina, esmere-se no fazê-lo.

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