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terça-feira, 10 de novembro de 2015

“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as”. (Efésios 5: 11).


A exortação do apóstolo é para que não sejamos coniventes com o pecado. Aquele que compactua, ou que faz vista grossa diante do erro também peca. Ser conivente é ser cúmplice. Quando fingimos que não vemos o pecado, ou quando encobrimos o mal praticado por outrem também somos cúmplices. Quando não tomamos nenhuma atitude oposta diante do que acontece, quando escolhemos a neutralidade da omissão,  e nada falamos e nada fazemos, diante do erro, somos culpados também. A Bíblia nos mostra vários casos de pecado por conivência e que geraram consequências ruins. Um exemplo é o caso de Sara quando aceitou mentir que era irmã de Abraão (Gênesis 20:5). Diante do pecado, jamais podemos nos calar, mesmo que isso nos custe o emprego, o relacionamento, a tranquilidade... O apóstolo Paulo nos  ensina a não nos conformarmos com a situação. E o sábio deixa bem claro qual deve ser a nossa atitude 

 “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”. (Provérbio 28:13).

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