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sexta-feira, 3 de abril de 2015

“Cristo nos resgatou da MALDIÇÃO da Lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: MALDITO TODO AQUELE QUE FOR PENDURADO NO MADEIRO”. (Gálatas 3:13).


Em tempo em que os cristãos de todas as origens e denominações comemoram a ressurreição de Cristo, precisamos refletir sobre o significado da cruz e sobre o que ela de fato representa na vida de um cristão que conhece a Palavra de Deus e não se deixa levar por interpretações que desviam nossas atitudes da vontade de Deus. O Seu plano de salvação incluiu a cruz, pois nela Jesus foi crucificado, fazendo-se maldição por nós, mas a cruz em si não tem poder algum. Seja ela feita de madeira, de metal, de pedras preciosas ou de barro. A cruz é sinal de morte e não de vida, se desvincularmos dela o sacrifício de Jesus, pois por si só ela é apenas um objeto que não deve ser fruto de veneração. Por essa razão não faz sentido o hábito de fazer o sinal da cruz diante de uma Igreja, assim como não faz sentido deixar uma imagem de Jesus pendurada na cruz e cultuar essa imagem. A cruz deve ser símbolo de vida, lembrando que isso só foi possível porque Jesus não está mais pendurado nela. Então, Por que ficar relembrando a morte e não ressureição de Cristo? O Senhor Jesus não está mais na cruz. Ele esteve lá apenas por um pequeno momento, para cumprir um plano de salvação. Então não faz sentido deixa-Lo crucificado e venerar essa cruz, que deve tão somente ser um símbolo em memória da Sua morte e ressurreição. Não é cruz que irá nos proteger, ela não é amuleto ou fonte de energia ou poder. Idolatrar a cruz desagrada a Deus. Devemos somente honrar e adorar a Jesus. Uma cruz no pescoço é apenas um adorno, um símbolo da vitória de Cristo, mas é idolatria quando ocupa o lugar da nossa adoração, e Paulo nos ensina em I Coríntios 10:14 a fugir de todo tipo de idolatria
“Portanto, meu amados, Fugi da idolatria”.  

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