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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem ajude. Salmos 22:11


Essas palavras de Davi são como um jargão para muitos que vivem momentos de angústia e aflição. Por não encontrarem uma saída natural julgam que estão sós ou desamparados e, assim como o salmista, que inicia esses salmos suplicando a Deus por socorro “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido? “ (Salmos 22:1),  não tardarão a reconhecer que Deus não lhe desampara, mesmo quando parece estar em silêncio. Observe o que cantou o salmista em outro momento, nos Salmos 66:16  “Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Deus, e eu contarei o que ele tem feito à minha alma”,  quando percebeu que Deus ouviu as suas súplicas, como bem assegurou o profeta Isaías 55:3 quando  trouxe ao povo a palavra do Senhor: “Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as firmes beneficências de Davi.” Foi por conhecer o sofrimento e com ele as misericórdias do Pai que Davi expressou em diversos momentos ”Vinde, e vede as obras de Deus: é tremendo nos seus feitos para com os filhos dos homens”. (Salmos 66:5); “Vinde, meninos, ouvi-me; eu vos ensinarei o temor do Senhor”. (Salmos 34:11); “Vinde, cantemos ao SENHOR; jubilemos à rocha da nossa salvação”. (Salmos 95:1). Se você também está sentido como Davi, preste atenção às palavras de Jesus registradas em Mateus 11:28 “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” e lembre-se: Ele não está com os braços pregados na Cruz. Seus braços estão abertos para acolher a todos quantos  respondem a esse chamado e creem no que está dito em Lucas 1:37 “Porque para Deus nada é impossível”.

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