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quinta-feira, 8 de novembro de 2012



Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Gálatas 6:3

Esse trecho da carta de Paulo aos Gálatas  trata de um aspecto muito em voga na sociedade e tratado de forma equivocada quando relacionado à Bíblia. É comum ouvirmos que Deus condena ou abomina a vaidade. O que é fato, mas é preciso entendermos o que é essa vaidade. Não se trata, como muitos pensam, de cuidar dos cabelos, do corpo ou de usar joias, roupas e adornos. Não há nada de mal em se embelezar, em cuidar do corpo, afinal, nosso ele é templo do Espírito e deve ser bem tratado. À  luz da Bíblia a vaidade não se significa se embelezar ou andar bem arrumado, com adornos , mesmo que isso, de acordo com Salomão, também seja vaidade, mas no sentido de que tudo passa. O que Deus condena é a vaidade, no sentido de ser falso ou idólatra ou inútil.  Menosprezar alguém ou pensar que é mais santo ou mais importante do que outrem é vaidade reprovada por Jesus. A vaidade é um termo genérico para coisas vazias. A própria vida se torna vaidade quando Jesus não é o seu fundamento. Dinheiro, status, joias e aparências são vaidade, quando não são um fim em si mesmo e não um meio de glorificar a Deus. Ser vaidoso é ser desprovido de humildade e  Jesus classificou o orgulho dos líderes religiosos e a arrogância dos políticos de seu tempo como  pura vaidade. Até mesmo a arrogância e o pensar ser melhor do que os outros são consideradas vaidade para Deus o salmista bem afirmou “”O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são vaidade”. Salmos 94:11.

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