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terça-feira, 10 de julho de 2012

“Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado”. (Romanos 11:22)

Quem deseja a benignidade do Senhor, deve  também ser benigno  e bondoso com aqueles que estão em seu caminho. Agir com o coração limpo e derramar amor sobre as pessoas, pois a benignidade caminha junto com a bondade que é a excelência moral e espiritual, em todos os aspectos, criada pelo Espírito. Ela se refere especialmente à generosidade de coração e de ações. Paulo recomenda que os cristãos exercitem a benignidade em suas relações em 2 Coríntios 6:6 “Na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido”. Esse fruto do Espírito se manifesta em nós para que possamos ser melhores em nossa vida social, entre os irmãos e os ímpios. Vivemos cercados de pessoas e todas elas têm suas fraquezas, suas necessidades. Tendo muito ou pouco todos de uma forma ou de outra são carentes, principalmente do amor e da benignidade  manifestada por Deus. Observemos o que diz Paulo em sua carta aos Romanos 2:4 “Ou desprezas tu as riquezas da sua benignidade, e paciência e longanimidade, ignorando que a benignidade de Deus te leva ao arrependimento?” É pelo  reflexo da benignidade do Senhor que muitas vezes somos levados ao arrependimento e endireitamos nossos caminhos. Deus nos chama ao arrependimento e nos leva a desejar a Sua presença. Porque temos, pela graça do Senhor, o desejo de ter comunhão com o Pai e com os irmãos.

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