Traduza este blog

segunda-feira, 18 de junho de 2012


Vaidade de vaidades, diz o pregador, vaidade de vaidades! Tudo é vaidade. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol? (Eclesiastes 1:2-3)

Salomão ao final de sua vida faz um balanço do que viu, viveu e conheceu e, ao escrever o livro de Eclesiastes, apresenta alguns pensamentos básicos: a sua busca pelo valor real na vida, concluindo que tudo é vaidade; as razões para as frustrações na vida; a melhor forma para viver a vida apesar dela ser vazia. Para esse reio, conhecido como o mais sábio a vida é insatisfatória, não importa quão bem sucedidas nossas buscas possam ser. Nenhuma realização, aquisição, status ou condição humana são satisfatórios, porque tudo na vida é passageiro e ninguém, por mais sábio que seja pode prever ou garantir o sucesso de seus empreendimentos.

A mesma coisa acontece aos homens bons e aos maus. A melhor pessoa nem sempre ganha. Às vezes a vitória é apenas uma questão de sorte. Toda luta e conquista um dia cai no esquecimento. As ponderações de Salomão nos levam a refletir o quão efêmera são as nossas conquistas e quão tolas são nossas obstinações em dedicar nosso tempo a elas. Nenhuma satisfação. As pessoas muitas vezes pensam, "quando eu tiver conquistado isso ou aquilo serei feliz". Mas quando conseguem o que procuravam continuam infelizes. Isso porque as coisas desta vida nunca satisfazem; nosso vazio é existencial e reflete a lacuna do homem que nem sempre sabe que sente a falta de Deus. A vida é vazia, a menos que façamos de Dele a nossa vida. Ele deve ser a única meta de nossa existência. Sem ele descemos no vazio e no desencanto, mais cedo ou mais tarde, porque como afirma o pregador, tudo é vaidade.











Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradecemos o seu comentário!