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domingo, 7 de agosto de 2011

Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos. Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face no espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita, que traz a liberdade, e persevera na pratica dessa lei, não esquecendo o que ouviu, mas praticando-a, será feliz naquilo que fizer. Se alguém se considera religioso, mas não refreia a sua língua, engana-se a si mesmo. Sua religião não tem valor algum. (Tiago 1.22-26)


Amado(a), às vezes nos frustramos com as pessoas com quem convivemos porque algumas delas nos mostram o que não são. Falam sobre integridade e caráter, mas em pouco tempo mostram que seu discurso e aparência são diferentes da realidade. Infelizmente, algumas pessoas, estão satisfeitas em usar uma máscara do que,provavelmente, gostariam de ser, mas de fato não são, ou para obter vantagens ou convencer durante algum tempo daquilo que não são. Vivem enganando os outros e a si mesmo. Infelizmente, muitos usam o rótulo de evangélicos, e carregam uma Bíblia que não lê, ou se lê é apenas os recortes que lhe interessam. Muitos pregam adesivos evangélicos no carro, sinais do peixe no porta do porta-malas, carregam na pasta livros religiosos, sintonizam estações evangélicas ou colocam CDs de músicas gospel, sem de fato ter a vida de Jesus no seu interior, porque vivem de aparência e pensam que enganam aos outros. Essas pessoas são prisioneiras e não sabem. Não dão à Palavra a verdadeira importância. Vão à igreja quando lhes convém. Dizem ser evangélicos, mas negam o evangelho em suas atitudes cotidianas e alguns chegam a envergonhar o evangelho com sua conduta promíscua ou indiferente. Não assumem os compromissos e nem honram a palavra empenhada. Infelizmente, essas pessoas se esquecem de as máscaras servem para enganar aos outros, e por vezes a nós mesmos, mas jamais a Deus que conhece os nossos pensamentos.
Às vezes, mas por pouco tempo, conseguimos algum êxito, e convencemos a nós mesmo que fizemos o melhor, que estávamos lutando por um ideal, que nossa consciência está tranquila. Mas, não há como fugir da voz de Deus que nos fala no silêncio.
Precisamos nos perguntar sempre: Jesus faria o que eu faço? Ele se alegraria com minha atitude? As pessoas confiam em você à primeira vista e seguem confiando com tempo, depois de conhecerem a sua intimidade?
Você pode se afirmar vitorioso(a), reconhecendo honestamente suas falhas e erros, mas tentando sempre acertar ou lá no íntimo sabe que é fracassado(a) porque não consegue cumprir com determinação a decisão de jogar honestamente, correndo o risco de perder, a usar uma máscara para ganhar?
Amado(a), não é demais sempre orarmos como salmista “Senhor livra-me dos lábios mentirosos e da língua traiçoeira?” (Salmos 120:2)




Graça e Paz!

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