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sexta-feira, 19 de agosto de 2011


“Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de verdade.” (1 João 3.18)

Amado(a), Deus nos criou para relacionamentos e deseja que os experimentemos no que eles têm de melhor. Entretanto, mesmo que desejemos relacionamentos profundos, autênticos, marcados por integridade e comunicação franca, poucas vezes os experimentamos. Alguns ocasionalmente, uma vez na vida, ou nunca. Muitos são os que pautam seus relacionamentos por hostilidades expressadas e mágoas ocultas. Embora diversos fatores contribuam para isso, certamente a causa de tanto desacerto é o fato de violamos os requisitos básicos dos relacionamentos autênticos. E um deles é a honestidade. Dizer a verdade aos outros é a base dos relacionamentos genuínos. Falar a verdade sempre foi e sempre será o caminho para relacionamentos autênticos. Mas falar a verdade não significa comunicar grosseiramente as nossas diferenças ou descontentamento. Significa mostrar ao outro o que sente, crê, ou espera, aceitando a sua reação, que nem sempre está em sintonia com a nossa forma de pensar.
Ansiamos por relacionamentos nos quais possamos ser completamente honestos, abertos e vulneráveis. Nos quais possamos partilhar sucessos e fracassos, qualidades e defeitos. Nos quais possamos expor nossas dúvidas e temores. Nos quais possamos trocar confidências e esperar fidelidade. Mas nos esquecemos que o verdadeiro relacionamento só pode se basear no princípio da fidelidade e do respeito que começa em nós. Quem não ama a si mesmo e não respeita os seus limites não pode esperar isso de outrem.
Graça e Paz!

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