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sexta-feira, 22 de julho de 2011


“Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque pelas tuas palavras serás justificado e pelas tuas palavras serás condenado” (Mateus 12:36-37).


Amado(a), Jesus nos adverte sobre o poder de nossas palavras e sobre o quanto somos responsáveis pelo que proferimos. Platão dizia que a palavra é “Pharmakon”, a palavra grega que equivale à ideia original de farmácia. Um lugar que vende veneno, remédio ou cosméticos. A palavra, para esse filósofo, pode ter o poder de matar, curar ou mascarar. Se a usamos na dose equilibrada, podemos gerar vida, estimulando nosso próximo, mas a mesma palavra que cura também pode matar, quando a usamos para agredir, para acusar ou para amaldiçoar. Também podemos esconder ou maquiar algo, se a usamos como um cosmético. Para o bem ou para o mal, seremos responsabilizados pelo uso que fazemos da palavra e prestaremos conta disso. Às vezes Deus nos dá a incumbência de remédio na vida de alguém e isso implica saber dosar a palavra para que ela, seja usada na porção de cura. Nesse caso é necessário ter o discernimento para saber quando admoestar para que a pessoa não dê um passo errado, ou corrija os seus passos e quando é necessário apenas usar a dose do conforto, do apoio e do estímulo. Para isso precisamos estar em sintonia com o Espírito Santo que nos apontará como agir, pois há momentos em que será necessário usar de remédio amargo e outros em que será essencial que usemos de doçura.
Graça e Paz!

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