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sábado, 12 de junho de 2010


O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; (I Coríntios 13: 4-8)


Amado(a), Neste trecho, Deus nos mostra, por intermédio do apóstolo Paulo as características do amor que devemos manifestar em nossas vidas. O amor é sofredor. Isso significa que as ofensas recebidas não devem ser entendidas como guerra, mas como possibilidade de compreender e aceitar o que se passa com o outro. Se compreendemos esta qualidade de amar alguém, sabemos processar a dor em crescimento e amadurecimento do amor. O amor é benigno. Por isso, em vez de criticar, de humilhar, devemos ressaltar as qualidades de forma que as falhas apontadas não apaguem o valor dos aspectos positivos. O amor não é invejoso. Nesse caso, não gera disputa, nem insegurança quando a outra pessoa tem algo a mais ou ocupa uma posição melhor do que a nossa. O amor não trata com leviandade. Isso significa não deixar que o outro se sinta inferior ou deixado de lado. Isso significa não abalar a honra do outro, ou falar mal nas costas, rebaixando ou difamando a pessoa. O amor não se ensoberbece. Se temos essa característica do amor, então não somos orgulhosa, nem arrogante diante de quem amamos. Damos honra à pessoa, sem esperar que ela faça o mesmo. O amor não se porta com indecência, por isso não somos grosseiros, sarcásticos ou críticos, tampouco somos exibicionistas ou banalizamos nossas relações com sensualidade, infidelidade ou atitudes imorais. Nosso amor deve ser demonstrado com cortesia nos mínimos gestos. No dia-a-dia, não apenas em datas especiais. O amor não busca os seus interesses. Quem ama dessa forma não focaliza em si próprio, mas em quem ama, buscando seu bem em todas as circunstâncias, independente de como é tratado, sem ser possessivo, ou exigindo os seus direitos. O amor não se irrita. Não procura ficar sempre na defensiva, nem se dar o troco, agindo com suscetibilidade e melindres. O amor não suspeita mal. Quando amamos verdadeiramente, demonstrarmos confiança e capacidade de perdoar. Não procuramos nos vingar pagando o mal com o mal. O amor não folga com a injustiça. Assim, nunca nos regozijamos com as falhas do outro, nem quando recebe a justa punição, ou quando é injustiçado. O amor folga com a verdade. Isso significa agir com lealdade e valorizar o outro pela sua honestidade, mesmo que suas atitudes sejam contra nós. O amor tudo sofre. Assim, somos capazes de suportar qualquer tipo de provação ou angústia pelo bem daquele a quem amamos. O amor tudo crê. Com este amor, confiamos na pessoa e cremos no potencial da pessoa e no seu valor diante de Deus. O amor tudo espera. Quem ama realmente, crê que Deus está agindo na vida da pessoa amada, trabalhando e moldando como o oleiro faz com o barro e assim nunca desanima, quando as circunstâncias são contrária. Antes damos forma ao outro e nos fortalecemos em Deus, esperando que Ele, não outra pessoa, afaste os obstáculos. O amor tudo suporta. Pela pessoa amada, suportamos críticas, dificuldades financeiras, até mesmo a ausência. Isso jamais nos desanima, porque estamos alicerçados no amor de Deus, não no amor mundano que contraria a todas essas características.
Amado(a), você tem desenvolvido nas suas relações essas características? Antes de dizer “eu te amo”, pense nisto!

Graça e Paz!

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