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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Maná: Palavra Diária para Edificação





No último dia da criação, disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gênesis 1:26).

Amado(a), quando Deus formou o homem do pó e deu a ele vida, compartilhando de Seu próprio fôlego Ele deu um “toque pessoal” e permitiu que o homem fosse o único, dentre toda a Sua criação, a ter tanto uma parte material (corpo) como uma imaterial (alma/espírito) e a ter semelhança com Ele.
Ter a “imagem” e “semelhança” de Deus significa que fomos feitos para nos parecermos com Ele.
A imagem de Deus se refere à parte imaterial do homem. É uma semelhança mental, moral e social. Diferentemente das outras criaturas, fomos criados para ter comunhão com o Criador.
Moralmente, o homem foi criado como um reflexo da santidade de Deus. Eis porque, depois de ver Sua criação Deus disse que tudo era “muito bom” (Gênesis 1:31). Nossa consciência, ou “bússola moral” é um vestígio daquele estado original.
Adão, o primeiro homem, por ter sido criado a imagem e semelhança de Deus teve liberdade de escolha, mas escolheu transgredir Adão fez uma má escolha em se rebelar contra seu Criador e não assumiu a responsabilidade de sua escolha infeliz, passando –a para a mulher. Apesar de ter sido dada a ele uma natureza reta, ele optou por dar ouvidos a outras voz que não a do Senhor. Fazendo isto, ele manchou a imagem de Deus dentro de si, e passou adiante esta semelhança maculada a todos os seus filhos, pois essa desobediência refletiu-se na carga genética e chegou até nós de geração em geração.
(Romanos 5:12). Hoje, ainda trazemos conosco a imagem de Deus (Tiago 3:9), mas também trazemos as marcas do pecado. Mentalmente, moralmente, socialmente e fisicamente, mostramos os efeitos, pois não somos perfeitos. Ainda hoje temos o direito de escolher, como Adão, a quem obedecer. De igual modo, somos responsáveis pelas conseqüências que dessa escolha advém. Podemos escolher o caminho da santidade, temos a liberdade de fazermos o que quisermos, mas podemos dizer aos vícios, à prostituição, à mentira, à desonestidade.
O primeiro homem escolheu mal e a humanidade recebeu as conseqüências dessa escolha. Mas Deus, em Sua infinita misericórdia traçou um plano de salvação e incluiu Seu filho unigênito, que, diferentemente de Adão, escolheu a santidade e assumir a nossa culpa. Por conta dessa escolha continuamos livres e aptos a ter comunhão com nosso Criador, pois quando Deus redime uma pessoa, Ele a restaura em nós a Sua imagem original, criando o novo homem, formado em verdadeira justiça e santidade. (Efésios 4:24; Colossenses 3:10).
Amado(a), como você tem cuidado dessa imagem do Criador dentro de si? A quem você tem dado ouvidos: à voz da consciência, que é o Espírito Santo de Deus, deixado em nós até a consumação dos séculos, ou à serpente que ainda hoje se apresenta com voz sedutora, atraindo para si os que, como Adão, escolhem desobedecer e acabam caindo em laços de morte?


Graça e Paz!

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