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sábado, 5 de dezembro de 2009

Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios. (Salmos 141:3)






Amado(a), nossa língua pode ser bênção, mas se também pode ser um veneno letal. Quantas vezes por nossas palavras destruímos sonhos, envenenamos vidas, desviamos caminhos? A morte e a vida estão no poder da língua, afirma Salomão em Provérbios 18; 21. Por isso precisamos cuidar para não desonrarmos ao Senhor com as nossas palavras; pois por meio delas seremos justificados ou condenados (Mateus 12; 36,37).
Tiago 3:2 afirma que “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo”. Por isso precisamos, como o salmista, pedir ao Senhor que nos oriente com relação ao uso de nossas palavras. A língua é um pequeno órgão que concentra alto poder de bênção ou maldição, pois com ela o homem é capaz de elevar ou destruir, trazer vida ou matar, agregar ou desagregar. Ela é indispensável nos relacionamentos, extremante necessária na comunicação e para a informação. Mas é necessário que a usemos de forma positiva, sabendo que temos nela o poder de construir ou destruir pessoas e relacionamentos. Pensar 10 vezes antes de falar qualquer coisa recomenda Tiago 1.19. Jamais devemos reproduzir coisas que ouvimos de terceiros sem sua autorização. Se houver necessidade de informar algo a uma pessoa, é necessário que tenhamos certeza do que estamos dizendo, pois nem tudo que ouvimos é a expressão da verdade, nem tudo é para ser comentado ou passado adiante. Precisamos ter ouvidos seletivos para discernir o que deve ser reproduzido e o que deve calado. O que se ouve deve ser avaliado, pois nem tudo vem de Deus. É importante desenvolvermos a capacidade de ouvir, porque muitas vezes o desabafo do irmão é fonte de alívio e cura para as dores da alma, mas devemos estar atentos e escolhermos as pessoas certas e a hora oportuna.
Graça e Paz!

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