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sexta-feira, 28 de julho de 2017

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 1 Coríntios 13:4-7



Nesse texto bastante conhecido Paulo nos apresenta o amor como fruto do Espírito e nos mostra as características importantes dele que fazem com que seja um dom sobremodo excelente. Aquele que exerce o dom do amor tolera pessoas difíceis de quem é fácil desistir, ou ignorar; não retribui da mesma forma quem os trata mal; não é invejoso; não trata com leviandade, nem se ensoberbece. O amor não age de um modo injusto ou impróprio. Aquele que ama, como ensina o apóstolo, se dispõe a pôr de lado seus próprios interesses ou direitos pelo bem do outro. Não se exaspera, nem se ira facilmente. Não suspeita mal; não tem prazer no mal, não se alegra diante da queda do próximo. Nesse sentido, tudo sofre, crê, espera, suporta... O amor, conforme nos ensina Paulo, fundamentado na sua própria experiência com o Evangelho de Cristo, é o fundamento de todos os atos que agradam a Deus. Assim, o amor suporta qualquer dificuldade ou rejeição, e, a despeito de qualquer adversidade, simplesmente persiste e nunca falha. O amor, sobre o qual nos fala Paulo, não é um sentimento, mas a essência do Criador que nos diz por meio do profeta Jeremias 31:3

Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. Jeremias 31:3


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