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terça-feira, 6 de junho de 2017

E na noite seguinte, apresentando-se-lhe o Senhor, disse: Paulo, tem ânimo; porque, como de mim testificaste em Jerusalém, assim importa que testifiques também em Roma. Atos 23:11


O Apóstolo Paulo é falsamente acusado pelos judeus, mas não desistiu de sua missão e compromisso com o Evangelho. Ele sabia que teria que ser determinado para que pudesse testemunhar não só entre os seus, mas também para que pudesse fazer chegar em Roma o Evangelho do Senhor Jesus. E tendo sido resgatado pelos soldados romanos do espancamento que quase o matou teve a oportunidade para falar com seus acusadores. Contudo, ele só foi ouvido até o momento em que ele começa a falar sobre o amor de Deus pelos gentios. A Bíblia relata que Paulo precisou se defender perante o povo, perante o sinédrio, perante os governadores romanos e até perante César. Na perspectiva do julgamento humano, ficamos surpresos e tentados a condenar sua atitude, com o prejulgamento de que ele era um perseguidor da Igreja. A inexplicável mudança de Saulo, era entendida pelos seus julgadores sob outro ponto de vista: de uma conduta correta e devota de um judeu rigoroso ele passou a seguir uma sociedade blasfema e infame de cristãos. Sem conhecer as circunstâncias de sua conversão o sumo sacerdote julgava que ele agia por mal. Ainda hoje vivemos situação semelhante e precisamos nos posicionar como nos ensina o apóstolo. A sociedade nos julga e nos tem por insanos, fanáticos ou ignorantes quando falamos do Evangelho de Cristo a quem só conhece rituais e dogmas. Mas nossa missão deve se espelhar na atitude de Paulo. Devemos agir, não em nossa própria força, mas pedindo a orientação de Deus, conforme nos ensina o salmista


Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus. O teu Espírito é bom; guie-me por terra plana. Salmos 143:10

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