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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado; mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem. João 19:11



Pilatos de fato tinha autoridade devidamente constituída e reconhecida por Jesus para mata-Lo. Ele não estava mentindo, mas isso não intimidou Jesus, porque Ele sabia que a autoridade de Pilatos era dada por Deus e fazia parte do Plano Salvífico. Jesus tinha plena consciência de que não estava nas mãos de Pilatos e sim nas mãos de Deus. Essa é a lição maior deste texto e que nos faz refletir sobre a importância de confiarmos ao Pai o destino dos nossos julgamentos. Todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus, diz o apóstolo Paulo em Romanos 8:31, mas isso significa também as coisas que nos pareçam más ou injustas. O poder temporário de nossos acusadores não é maior do que a soberania Daquele a quem confiamos nossas vidas. E o nosso conforto não vem da operação injusta daqueles que dizem ser nossos defensores. Vem do Senhor, e nada pode nos separar de Cristo porque “em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:35-37). Porque cremos na Palavra de Deus e nas Suas promessas, assim como José, podemos afirmar aos nossos inimigos, aos que têm autoridade sobre nós:

Vós bem intentastes mal contra mim; porém Deus o intentou para bem, para fazer como se vê neste dia, para conservar muita gente com vida. (Gênesis 50:20)
  

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