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terça-feira, 23 de maio de 2017

E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela primeira vez, chamados cristãos. (Atos 11:26)



O apóstolo Lucas, autor de Atos, foi, além de médico, um historiador, pesquisador e observador e, imbuído da nobre missão que recebeu, usou esses dons para registrar o início e o caminhar da Igreja de Cristo. No texto em epígrafe, Lucas faz uma observação sobre a forma pejorativa com que os seguidores de Cristo passaram a ser chamados na região de Antioquia. O objetivo foi claramente de ridicularizar aqueles que insistiam em obedecer a Cristo, o Nazareno crucificado entre dois ladrões e cujo corpo não foi encontrado no sepulcro depois do terceiro dia de seu sepultamento. A intenção de apelidar aqueles homens de cristãos, que significa pequeno Cristo, foi pejorativa, uma zombaria que, em vez de incomodar, foi aceita com orgulho por aqueles homens que se sentiam honrados em continuar a missão do Mestre. Assim, os “cristãos” se orgulharam do seu apelido que conquistou respeito e dignidade. Mas o apontamento de Lucas no Livro de Atos nos faz refletir sobre como os cristãos da atualidade estão honrando esse nome. Precisamos ponderar se quando o mundo se refere aos cristãos hoje o tem feito em sinal de honra ou desonra. A história dos cristãos contemporâneos mostra-nos que eram perseguidos justamente porque, a exemplo dos cristãos da Igreja Primitiva, insistiam em imitar a Cristo e a obedecer à Palavra de Deus. Hoje, ser chamado de cristão soa como elogio ou como crítica? O que estamos fazendo para honrar ou difamar o nome de Cristo? Precisamos nos certificar de que o nome de Deus não seja caluniado por nossas atitudes
  

Porque todos os povos andam, cada um em nome do seu deus; mas nós andaremos em nome do Senhor nosso Deus, para todo o sempre. Miquéias 4:5


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