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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões. Marcos 11:17

Marcos trata do episódio que Jesus expulsou os mercadores do Templo, e se referia ao local destinado à adoração naquele tempo: o Templo erguido com essa finalidade. Todavia, precisamos entender que hoje não existe hoje um lugar físico especifico que tenha essa definição, mas sim um lugar onde dois ou três são congregados pelo Espírito em nome de Jesus. Se antes os judeus tinham o Templo em Jerusalém como o lugar em que adoravam em verdade, e não em espírito, hoje os cristãos podem adorar em espírito, onde o Espírito nos ajuntar. Quando Jesus cumpriu o Plano de Salvação, Ele nos prometeu que estaria  entre nós até a consumação dos séculos, mas precisamos saber que o simples fato de um grupo dizer que está congregado em nome do Senhor não significa que isso ocorra de fato. Não basta a um grupo se reunir e se congregar, é preciso antes que as pessoas estejam congregadas pelo Espírito. E isso requer que o Senhorio de Cristo seja reconhecido e que Ele esteja à frente da congregação. Não é o lugar físico de adoração que merece a atenção, ou quem se apresenta como líder. Importa Aquele que está no Altar e que pode receber a nossa oração. Aquele que nos alegrará.

Também os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar; porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos. (Isaias 56:7)

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