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domingo, 14 de agosto de 2016

Até quando te esquecerás de mim, SENHOR? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Salmos 13:1


Davi passou por vários momentos de luta, provações e dor em sua vida. Em vários deles vemos que a depressão e o sentimento de abandono tomaram conta dele. Assim como Davi, em aos sofrimentos, temos a impressão de que estamos entregues a nós mesmos e perguntamos: “Até quando, Senhor? Em tempos de depressão o sentimento de abandono acaba afetando a nossa fé e achamos que as injustiças, as provações e tudo o que nos causa uma ansiedade profunda fazem-nos sentir cada vez mais sozinhos, afastados dos amigos e também de Deus. Isto isso nos angustia e dá espaço para que o inimigo atue. Nessas horas ele faz de tudo para nos convencer de que Deus se esqueceu de nós e que não se importa com nossa dor. Identificamo-nos com Davi no clamor da sua ansiedade, na dor e na súplica, mas também nele temos que buscar solução para curar nossas feridas da alma. Ele deposita toda a sua angústia e impotência diante do sofrimento, e reconhece a ação restauradora do Senhor. Assim como ele temos que enfrentar as situações difíceis com a mesma autenticidade. Não podemos negar nossos desapontamentos ou inquietações, mas também não podemos deixar de reconhecer os livramentos e o amor do Senhor. Ele ouve nossos gritos de ansiedade e tem o controle de nossas provações. Não deixará, portanto, que passemos por uma dor maior do que possamos suportar, conforme nos diz Paulo em 1 Coríntios 10:13. E diante das circunstancias que nos fazem perguntar: Até quando?, lembremo-nos do que nos diz Tiago 1:12


"Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam."

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