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terça-feira, 8 de março de 2016

Quando entre ti houver algum pobre, de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na terra que o Senhor teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a tua mão a teu irmão que for pobre; Deuteronômio 15:7


 A Palavra de Deus nos exorta sempre a expressarmos em nossas atitudes o caráter do Criador. E se a essência de um Deus invisível, mas presente é o amor, é pelo amor a Deus que também devemos expressar nosso amor ao próximo. Assim devemos exercitar a prática de boas obras em favor dos necessitados e sofredores da família da fé e também daqueles que são colocados em nosso meio, cujas necessidades conhecemos. Moisés conclamou a comunidade a seu cuidado a cuidar de seus membros e Jesus Cristo colocou sobre Sua igreja o dever de cuidar dos necessitados dentre seus próprios membros. A Igreja, portanto, tem a responsabilidade de cuidar de seus pobres e necessitados, pois como os membros de uma  família secular devem cuidar uns dos outros, também a família da fé, a exemplo  de Cristo deve cuidar daqueles que passam por alguma forma de necessidade. E pobre não significa somente aquele que é privado de bens materiais. Há pobres espiritualmente que carecem de atenção e cuidados. São os que, mesmo tendo condições financeiras, necessitam de ajuda emocional ou espiritual. São os que arruínam a si mesmos por uma conduta independente e distante das orientações de Deus. A esses pobres devemos aconselhar com amor e sabedoria, na admoestação do Senhor. É inquestionável que devemos ajudar os demais casos em que houver necessidade material. Devemos nos lembrar sempre de que tudo o que temos não nos pertence, somos apenas despenseiros de Deus.


"Por isso, enquanto tivermos oportunidade, façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé." Gálatas 6:10.

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