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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

“Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada um príncipe entre eles.” (Números 13:2).



Essa foi a ordem de Deus dada diretamente a Moisés para espionar os inimigos do povo de Israel. E Moisés foi bem claro ao cumprir o que Deus lhe ordenou indicando doze príncipes líderes do povo de Israel para observarem tudo sem serem vistos e fazer um relatório completo sobre a terra e o povo que nela habitava. Ao voltarem, depois de quarenta dias, os príncipes de Israel informaram a Moisés e a toda a congregação que a terra de fato era especial e nela havia fartura, mas apesar de tudo o que viram e da possibilidade de habitarem uma terra próspera deram uma grande demonstração de incredulidade. Aqueles mesmos homens que precisaram se juntar para transportar o cacho de uvas para mostrar a Moisés o quanto a terra era farta se intimidaram com o povo que habitava Canaã considerando-o poderoso demais. A terra prometida era habitada por gigantes e não seria fácil conquistá-la, mas eles sabiam que Deus havia prometido aquela terra aos patriarcas e que quando Deus promete não falha. É esse sentimento que não pode prevalecer no meio do povo de Deus. Quem conhece Aquele que promete não pode temer o inimigo, sentindo-se pequenos. A incredulidade leva o cristão ao complexo de inferioridade, ao contrário da fé que nos impulsiona a lutar, a não nos conformarmos com uma situação adversa, a não nos intimidarmos diante do inimigo. Deus quer o melhor para nossas vidas e todos os pensamentos Dele a nosso respeito são de paz. Precisamos crer para que possamos dizer como Calebe: 

“Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela.” (Números 13:30).

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