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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

“Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel” Atos 9:15





O Espírito Santo nos diz que nós somos escolhidos para levar ao nosso local de trabalho as bênçãos de Deus. O mundo espiritual já está avisado que o Senhor nos comissionou para ser vaso escolhido, conforme nos mostra por meio da experiência de Jeremias, descendo à Olaria, quando Deus mostra ao profeta os detalhes da construção de vasos em Jeremias 18: 1-3: A palavra do SENHOR, que veio a Jeremias, dizendo: Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras. E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas. O profeta viu como é a confecção e como o oleiro agiu em relação ao vaso que se partiu em suas mãos. Jeremias 18: 4-6 Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer. Então veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o SENHOR. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel. Nenhum vaso nasce vaso. Para se chegar à forma de vaso, há que se passar por 5 fases. E é passando por essas cinco fases que Deus nos mostra como podemos ser usados como somos pessoas escolhidas para levar coisas boas. A primeira fase: A escolha. Dentre os inúmeros tipos de barro apenas alguns servem para a confecção de vasos. Nos vários tipos de pessoas, Deus nos escolheu como geração eleita. Somos escolhidos, por isso devemos sair do estado de timidez e se estamos aqui é para passarmos da primeira fase. Segunda fase: Curtimento- para o vaso não se quebrar tem que ter liga e para isso tem que ser curtido. Quanto maior o curtimento, maior a liga e quanto mais liga, mais forte será o vaso. Quando Deus nos deixa na espera Ele está nos curtindo. E esse tempo é proporcional ao tamanho da obra que quer realizar em nós. Se ele nos deixa mais tempo no curtimento é porque nos quer mais fortes. Terceira fase: Pisamento- e a fase mais dura, pela qual ninguém quer passar. É quando o barro é tirado do curtimento, e está pronto para ser pisado. E isso é feito para que sejam retiradas todas as bolhas. Deus quer nos usar, mas para isso temos que ser pisados. As bolhas de ar são responsáveis pela quebra do vaso. Muitas vezes Deus permite que sejamos desprezados, humilhados, feridos, deixa que nos pisem, para que lá na frente ninguém nos quebre. Quando Deus deixa que nos pisem não é para sermos destruídos, mas para que sejamos fortalecidos. Se as pessoas lá fora nos pisam, pensando que estão por cima porque nos pisam, na verdade estão sendo usadas por Deus para nos fazer inquebráveis. Quarta fase: Acréscimo- quando o oleiro acrescenta outras coisas no vaso: água, palha, pedrinhas trituradas e faz uma mistura para o vaso ficar mais forte. É o momento em que Deus coloca em nós a água do Espírito, quando Ele traz o renovo. Deus não quer homens e mulheres que não tenham consistência, firmeza. Acrescentemos santidade, humildade, compromisso, submissão e não seremos defeituosos ao receber esses acréscimos em nosso barro. Quinta fase: Molde- a que deixa o vaso do jeito que o oleiro quer. É a fase mais bonita, porque estamos na total dependência de Deus. Ele nos leva aonde quer. Estica, encolhe e acerta. Mas ele dá a forma somente se nos rendermos a Ele. Deus quer que tenhamos forma de servos. E quando estivermos prontos vem a água de Deus, o óleo do Espírito porque já seremos um vaso preparado para ser usado por Ele.

Contudo, Senhor, tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; tu és o oleiro. Todos nós somos obra das tuas mãos.  Isaías 64:8

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