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terça-feira, 27 de janeiro de 2015

“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2).


Bíblia narra, no evangelho de Marcos 10:46- a história de um homem cego que mendigava à beira do caminho. Esse  homem era cego e mendigo, e desprezado pela sociedade. Fazendo  uma analogia com as nossas vidas, podemos entender que quando não enxergamos verdadeiramente a fonte de vida eterna, somos mendigos. Passamos pela vida aceitando as migalhas do mundo, enquanto poderíamos gozar de tudo aquilo que nos é direito de herdeiros do Rei. Somos cegos, quando, mesmo tendo todas as evidencias diante de nós, insistimos em manter uma venda nos olhos e em não enxergar os buracos no caminho, as sujeiras que o mundo nos oferece como iguaria. Enquanto poderíamos nos assentar à mesa do Pai. Mas vemos que Bartimeu, embora fosse cego e mendigo, não era surdo, nem mudo. Ao ver Jesus passar ele clamou “Jesus filho de Davi tenha compaixão de mim”.  Se também nós abrirmos a nossa boca Ele nos atenderá, pois nos diz “clama a mim e eu te responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não o sabes” (Jeremias 33:3). O profeta Isaias 35:5-6 nos diz Então os olhos dos cegos serão abertos, e os ouvidos dos surdos se abrirão”. O profeta afirma que chegará um dia em que os olhos dos cegos e os ouvidos dos surdos se abrirão, mas certamente ele não fala da cegueira e da surdez literal e sim da surdez e cegueira metafórica. Cegos são aqueles que podendo ver, não conseguem discernir o que estão vendo. A cegueira ou a surdez não são fenômenos físicos, mas espirituais e é sobre isso que nos fala o profeta. Somente pela ação do Espírito isso pode ser desfeito, somente assim os olhos dos cegos  e os ouvidos dos surdos se abrirão para que a vida de mendicância seja deixada para trás e se possa dizer 
       
"...só sei que eu era cego e agora vejo..." João 9:1-34

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