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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Porém ele deixou o conselho que os anciãos lhe tinham dado, e teve conselho com os jovens que haviam crescido com ele, que estavam diante dele. (1 Reis 12:8)




A história de Davi e Jônatas nos mostra como a verdadeira amizade está acima de interesses pessoais. Jônatas seria rei depois da morte de Saul, se Davi não tivesse sido o escolhido por Deus. Mas Jônatas manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida, mesmo tendo perdido o direito ao trono. Quando Saul tentou matar Davi, foi Jônatas quem protegeu o seu amigo (1 Samuel 20). Davi depois da morte de Jônatas soube ser grato e mostrou bondade para com Mefibosete, filho aleijado de seu amigo. (2 Samuel 9). Contudo, escolher amigos e preservar bons amigos é uma escolha pessoal. Vemos que um dos filhos de Davi, Ammon, não escolheu seus amigos como o fez o seu pai. Em vez de cultivar amizades boas e saudáveis, ele escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3) que não lhe deu bons conselhos. Em vez de corrigir e ajudar o seu primo, sua atitude fez com que Amnon fosse incentivado a agir de maneira errada de forma a magoar profundamente o seu pai (2 Samuel 13:4-21). O desfecho desta história mostra que o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Vemos também que um neto de Davi, que se tornou rei depois da morte de Salomão em vez de procurar conselhos entre os homens mais velhos e experientes (1 Reis 12:7-11) preferiu valorizar a amizade de seus colegas. A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão.

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