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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em benignidade para todos os que te invocam. Salmos 86:5


O salmista viveu a experiência de receber o perdão de Deus de uma forma tão intensa que expressou isso em cânticos e em sua forma de viver. Ele nos mostra que Deus é pródigo em  perdoar a qualquer que lhe peça perdão porque grande é a misericórdia de Deus que, por com benignidade; apaga as nossas  transgressões, segundo a multidão das suas misericórdias. Mas é necessário pedir para que o pecado seja perdoado. Deus acolhe indistintamente quem se arrepende e confessa o seu pecado e dele se afasta para começar uma nova vida, por isso o salmista diz nos Salmos 51:7-12 “Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniquidades. Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário”. Lemos em 1 João 1:9 que “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. E, perdoados, estamos limpos e aptos a também perdoar os outros. E ainda que pareça impossível a orientação de Jesus é que devemos perdoar sempre conforme Ele registra em Mateus 18:21-22 “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete.” 

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