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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


Em tudo dai graças, porque está é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. (I Tessalonicenses 5:18)

Nosso Deus tem nos dado tudo que precisamos. Ele tem nos dado paz, amor, provisão, cuidado, alimento, vestes, amigos, familiares .... Ainda que o ímpio aparentemente possua muito mais, precisamos nos lembrar de que temos o maior tesouro desse mundo: a paz de Cristo. Nenhum bem material se compara ao que o Senhor Deus tem nos dado. Por essa razão, no momento em que o mundo festeja ao seu modo, os cristãos devem fazer diferente e em vez da festa mundana, iniciar o ano agradecendo ao Pai pelas bênçãos recebidas e até mesmo pelos infortúnios que nos fizeram mais forte durante o ano que se acaba. É isso que o apóstolo nos ensina. Muitos têm se ocupado em pedir e não se lembram de agradecer. O Senhor não tem deixado nos faltar nada. Muitos têm colocado sua esperança nas coisas do mundo, mas “Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto”, afirma o profeta Jeremias 17:7-8. Ao fazermos o balanço de como foi nossa vida este ano, ao mexermos em nossas gavetas  para uma faxina, precisamos nos lembrar que a verdadeira e eficaz limpeza é aquela que fazemos em nossos corações. É tempo de contabilizar nossas bênçãos, de verificar os motivos de nossas perdas. Para saber como agir no próximo ano, em vez de confiarmos em superstições ou em mega prêmios da virada, será bem mais proveitoso colocarmos nossa confiança em Deus e nos  fazermos as seguintes perguntas: neste ano que  hoje finda eu fui mais vezes à casa de Deus ou a lugares nos quais Ele não entraria? Eu fui fiel e leal com meus amigos, bem mais do que os desprezei? Eu abençoei mais do que magoei? Eu disse aos meus pais, aos meus irmãos e aos meus filhos o quanto eu os amo, ou eu banalizei essa declaração fazendo-a repetidas vezes a pessoas com as quais eu sequer convivi ou procurei amar verdadeiramente? Eu retribuí com amor e atenção o amor e o carinho que me deram, ou julguei que o dinheiro pagaria minha dívida? Eu respeitei o sentimento de meus semelhantes, comportando-me com eles como eu gostaria que fizessem comigo, ou eu fui arrogante e insensível, trazendo mais lágrimas do que sorriso aos que conviveram comigo? Eu falei do amor de Deus para as pessoas, orando e perseverando em oração para que elas se convertessem a Deus? Eu dei testemunho de cristão aos meus amigos, colegas e familiares, pregando com minhas atitudes, ou apenas vesti uma couraça de “crente” e saí por aí mostrando como um cristão não deve se comportar? Os amigos que fiz ao longo do ano, ainda constam em minhas relações, ou apenas em meus álbuns de fotografia? Eu fui fiel a Deus e as pessoas com as quais me comprometi, ou agi como se Deus e as pessoas fossem apenas um objeto de uso pessoal, descartável e transferível, quando eu não os quisesse por perto? Eu tive um verdadeiro encontro com Deus, ou fiz apenas parte de mais um evento social? Eu mostrei ao mundo que sou nova criatura, ou termino o ano fazendo as mesmas coisas de sempre? Eu paguei minhas dívidas a Deus e aos homens, como uma pessoa digna e honrada, ou continuo achando que não devo nada a ninguém, nem mesmo amor e consideração?  Feitos esses questionamentos, contabilize agora suas vitórias  e suas perdas: Os amigos de hoje são os mesmos, ou você nem se lembra quem eles eram? O seu lar foi edificado, restaurado e abençoado pelo Senhor, ou maculado pela sua infidelidade e inconstância? Sua vida financeira melhorou porque você foi fiel a Deus e Ele o abençoou, ou você espalhou seus ganhos com futilidades? Quando você recebeu uma bênção de Deus, aonde foi comemorar: em um culto de ação de graças entre os irmãos que oraram e jejuaram pelo seu pedido, ou entre mundanos, nas rodas dos escarnecedores? Quando você esteve só e sem dinheiro, foi buscar abrigo e ajuda entre os irmãos que compartilham da mesma fé. E quanto se sentiu seguro e com a carteira cheia, com quem compartilhou? Isso  não é uma previsão astrológica, mas é um check list necessário para que você saiba como será seu próximo ano. A lei da semeadura é certa: aquilo que o homem plantar, isso também colherá. 

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