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quarta-feira, 21 de novembro de 2012


Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos. Mateus 8:22

Este versículo nos leva a questionar: por que Jesus disse isto? É obvio que mortos não podem agir como vivos, por isso devemos interpretar as palavras de Jesus como se referissem àqueles que, têm o ânimo natural, mas estão mortos espiritualmente. Andam  por aí, mas sem vida em si, pois Jesus se refere a real vida que realmente devemos possuir. Quantas pessoas estão nesta condição?  Vemos a nossa volta mulheres que julgam ser livres porque julgam que são donas de seus corpos, mas jazem no pecado e na inconsciência de serem escravas do desejo alheio. Julgam ter alcançado a tão sonhada liberdade feminina, mas tudo o que conseguiram foi  a libertinagem e a desonra. Vemos homens que venderam a dignidade e se tornaram escravos dos vícios, dos desejos da carne, enquanto pensam que estão aproveitando a vida. Sem Deus estão mortos em seus pecados, ainda que pareçam vivos perante a sociedade que a cada vez os subjugam. Quando olhamos para o nosso semelhante, vemos tantos mortos à nossa volta. Não conseguem ouvir a palavra da verdade, julgam conhecê-la, mesmo sendo tragados pela mentira que o mundo dita. Estão espiritualmente mortos e vivem sem esperança ou perspectivas.  Em vários momentos a Bíblia nos alerta sobre esse tipo de morte que tem atingido a um grande número de pessoas, até mesmos nas igrejas onde é pregado sobre o “caminho, a verdade e a vida”. em Efésios 5:14 Paulo afirma “Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá”. Levantar dentre os mortos é acordar para a verdade, é aceitar a palavra de vida eterna. Em Lucas 15:24 a parábola do filho pródigo nos ensina que viver é muito mais do que ter o sopro vital, é desfrutar da mesa do Pai “Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se”.  Em Romanos 7:9, Paulo diz sobre o que era no tempo em não conhecia a verdade de Cristo “E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri”.  Viver em pecado é estar em estado de morte. Mas, olhemos também para os ensinamentos de Paulo em Efésios 2:1-5 – “E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados, em que noutro tempo andastes segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades do ar, do espírito que agora opera nos filhos da desobediência. Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)”. Assim, para que pudéssemos ser revivificados tivemos que “passar da morte para a vida” pelo arrependimento e pelo batismo das águas. Por isso o Senhor Jesus  disse  a Nicodemos: “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3). Viver é muito mais do que passar pelo mundo, mergulhados nos prazeres que ele oferece. Estar vivo é desfrutar da vida plena que só Jesus pode oferecer.

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