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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Junto dos rios de babilônia, ali nos assentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião. (137:1)



Amado(a), o povo no cativeiro sente saudades de Sião, e não consegue cantar com alegria na babilônia, por isso chora. Essa saudade é natural porque eles reconhecem a falta de algo que lhes é caro. Assim é conosco quando nos damos conta do que deixamos para trás, quando damos ouvido às vozes do mundo. Quando a babilônia se sobrepõe às coisas do Senhor, tomamos caminhos que nos fazem sair do alvo e a conseqüência desse desvio é o choro, que vem inevitavelmente.
Distante de nossa família, daqueles que nos amam de forma incondicional, daqueles que estão do nosso lado nos momentos difíceis sem nos cobrar, nossa lembrança nos leva a confrontar as nossas falhas e a compreender onde erramos. Junto dos rios de babilônia vemos o quão tolos somos por não ouvir a palavra de Deus, por não buscar orientação com pessoas preparadas e cuja vida testemunha a voz do Senhor no comando. Nossos líderes, nossos pais, e não aqueles que se aproximam de nós apenas nos momentos de bonança para, tão logo nos tirar a paz e a alegria e sugar nossas energias.
Muitas vezes somos insensatos e nos deixamos aprisionar pelas coisas do mundo e o que nos parece agradável no início torna-se o nosso cativeiro. A nossa babilônia de choro, e vemos, com dor, que o nosso tesouro ficou em Sião. Sião é a alegria, o nosso porto seguro, a nossa estrutura sólida, mas não sabemos valorizar, a não ser quando nos deparamos com a dor, quando o inimigo mostra a sua verdadeira face e nos vemos indefesos. Mas a boa notícia, amado(a), é que Deus não nos abandona e nos carrega no colo quando precisamos. Pense nisto, se você está passando por um momento de choro junto ao rio, saiba que Deus enxugará suas lágrimas e fará com você se fortaleça nesta luta. Ele lhe mostrará o ribeiro de águas cristalinas, sem contaminação. Um manancial que não seca, cujas águas brotam do trono do Altíssimo.
Graça e Paz!

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