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sábado, 14 de novembro de 2009

Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. (133:1)






Amado(a), é desejo de nosso Pai celestial que vivamos em família, que desfrutemos dessa agradável união. O salmista dedica esse salmo a falar dessa graça concedida a nós, que é a oportunidade de sermos recebidos em família e de partilharmos as alegrias da vida em comunidade, sabendo que não é uma apenas uma comunidade em que desiguais dividem o mesmo espaço. Mas vivem em comunhão e partilham os mesmos valores, princípios e deveres. Viver em união é muito mais do que um ajuntamento de pessoas que não discutem, ou não manifestam desavenças. Viver em união é ter um objetivo comum. É dividir momentos de alegria e de tristeza, porque, como afirmou o sábio Salomão, “há momentos para tudo debaixo do céu”. Nos momentos de risos, que tenhamos irmãos para rir conosco, um riso de alegria e de júbilo em que Deus também se alegre com Seus filhos. Um riso celestial, não um riso mundano que dá lugar à ressaca e ao arrependimento. Nos momentos de aflição, que tenhamos com quem desabafar e chorar nossas tristezas, sabendo que seremos amparados pelo amor de Jesus que se manifesta no irmão que sente também a nossa dor. Que compartilha nosso sofrimento, com a misericórdia de Deus, pois sofre junto a nossa angústia. O grande desafio cristão hoje é saber viver esse versículo. É não fazer da igreja um lugar de encontro social. Um lugar de aparências de vida cristã. E a fórmula é bem simples: viver e não apenas recitar os dois primeiros mandamentos, fazendo o que está descrito em Atos dos Apóstolos 2:42: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.”
É isso, amado(a), perseverar no caminho do Senhor, viver em comunhão com os irmãos, dividindo para somar e não deixar de orar. Eis o grande segredo da edificação e do crescimento pessoal e da Igreja.

Graça e Paz!

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