
Amado(a), muitos cristãos, atualmente, não têm o temor de Deus em seus corações e não se acercam da graça liberada pelo Espírito Santo àqueles que se deixam invadir por esse temor, como mostra o sábio: "Pela misericórdia e pela verdade se purifica a iniquidade; e, pelo temor do Senhor, os homens se desviam do mal" (Provérbios 16:6). "Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal" (3:7). "O temor do Senhor é uma fonte de vida para preservar dos laços da morte" (14:27). Nos salmos 25:14, Davi mostra que o temor de Deus, se refere a muito mais do que respeito e medo reverente. "O segredo do Senhor é para os que o temem; e Ele lhes fará saber o seu concerto" Isso significa que não podemos receber a total revelação da aliança de Deus até que o temor do Senhor esteja profundamente arraigado em nós, pois toda revelação está associada ao temor. Sem o temor de Deus, não podemos experimentar uma duradoura libertação do pecado. No entanto, temos assistido até mesmo dentro das igrejas, a invasão da permissividade. O pecado, natural na sociedade promíscua, tem sido tolerado na igreja com naturalidade. A Santa Ceia é um momento social para muitos que não discernem o corpo de Cristo. Aqueles que vivem em prostituição, em adultério ou em mentiras partilham desse momento sem a verdadeira compreensão de seu sentido e seguem na semana escandalizando o evangelho, fazendo com o mundo enxergue os cristãos como hipócritas que dizem uma coisa e fazem o mesmo que os ímpios.
Como pode alguém se dizer convertido(a), apaixonado por Jesus, e permanecer no pecado, sabendo que contraria a palavra? Como seguidores de Cristo, afirmamos que somos livres do poder do pecado; testemunhamos que o sangue de Jesus nos redimiu da escravidão e da iniqüidade, mas mesmo assim muitos que se dizem cristãos continuam amarrados à luxúria, hábitos mundanos, como bebedeiras, pornografias, ressentimentos, amarguras. Muitos estão aos domingos, adorando nas igrejas, levantando as mãos em louvor a Deus e pronunciando hipocritamente que são evangélicos, crentes, cristãos, convertidos...
Afirmam a outros que o poder de Cristo liberta da iniqüidade, mas não abandonam seus pecados íntimos, seguem suas vidas como antes, não há oração, aconselhamento ou sermão de convencimento que mude sua conduta. O pecado continua dominando seus corações como uma serpente, até tomar controle de toda sua vida. E o pior é que acabam trazendo sobre si uma carga agonizante de culpa e condenação, uma vez que já não estão com a venda da ignorância. .
Amado(a), reflita sobre seu comportamento e pense que quanto mais tempo consentimos com o pecado que nos assedia, mais forte ele se agarra a nós. Ele nunca morre por si mesmo. É preciso determinação para extirpá-lo de nossas vidas. Se não é arrancado pela raiz e destruído, ele toma posse de toda nossa vida. Primeiro afetando a consciência causando a perda do discernimento. Assim achamos normal viver algo que contraria a palavra de Deus e temos justificativa para nossas ações. A voz do pecado ganha o nosso ouvido e aos poucos ela começa a justificar a lascívia, dando até argumentos bíblicos como justificativa. O fim disso que desenvolvemos resistência aos sermões e não respondemos mais à condenação do Espírito Santo.
Mas preste atenção ao que diz o versículo em epigrafe, amado(a), Deus visitará nossa transgressão e não pecado que fique encoberto. Deixe o Espírito Santo falar ao seu coração e, assim, quando o temor de Deus tiver se apoderado totalmente de você, então terá pavor do perigo e das conseqüências do pecado. E verá que o tempo todo Deus tem sido misericordioso enquanto trabalha em você, cumprindo o que Ele prometeu: libertá-lo do domínio e da escravidão do pecado.
Graça e Paz!
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