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terça-feira, 28 de março de 2017

E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão; E, quando chegou perto da porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único de sua mãe, que era viúva; e com ela ia uma grande multidão da cidade. E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o que fora defunto assentou-se, e começou a falar. E entregou-o à sua mãe. (Lucas 7:11-15)


Vemos nessa passagem Jesus realizando mais um de Seus milagres diante de uma multidão curiosa, perplexa e carente de conforto. E Jesus não só realizou a proeza que a muitos parecia impossível, Ele devolveu a confiança àquela mulher e à multidão que os seguiam. Mas o que nos chama à atenção na narrativa de Lucas é o encontro de duas multidões. A multidão que acompanhava Jesus e certamente estava alegre, pois Ele é só si só motivo de alegria, e a multidão que seguia aquela mulher com o seu duplo sofrimento: uma viúva que ia a enterrar seu único filho. O mais impressionante desse episódio é que o milagre aconteceu na vida daquela viúva sem que precisasse dizer uma palavra. Jesus conhecia a necessidade e o sofrimento daquela mulher e o encontro das multidões se deu no último momento quando tudo parecia acabado para ela. Aprendemos com essa história que mesmo seguindo uma multidão triste, Jesus vem ao nosso encontro e chega no momento exato, não se atrasa ou chega adiantado. Ele conhece nosso sofrimento, nosso choro, nossa dor, e vem ao nosso encontro em direção ao nosso problema, seja qual for, a fim de renovar nossa esperança e nos diz: “Não chores”. Ele tem a resposta para o que nos tira a paz, a alegria, o  ânimo... Crendo, podemos afirmar como o salmista

O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã. Salmos 30:5



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