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quarta-feira, 13 de julho de 2016

E mandaram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras de paz e verdade. Ester 9:30





Esse trecho do Livro de Ester nos remete à origem do que ainda hoje  conhecemos como festa de Purim, celebrada em Israel e nas casas dos judeus em todo o mundo. Essa festa é a celebração da vitória da rainha Ester sobre Hamã, o inimigo dos judeus. Diz respeito às cartas que Mardoqueu escreveu e enviou a todos os judeus que se achavam nas províncias do rei Assuero, ordenando-lhes que comemorassem o dia catorze e quinze do mês de adar, todos os anos, como os dias em que os judeus tiveram sossego dos seus inimigos, e o mês em que sua tristeza foi transformada em alegria, seu luto em festa para que os fizessem dias de banquetes e de alegria, e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros, e dádivas aos pobres. Essa festa é um marco e um motivo de ação de graças, em lembrança e agradecimento a Deus por ter usado pessoas de fé para livrarem os judeus das ameaças do inimigo. O inimigo neste momento era Hamã, cuja intenção era exterminar todos os judeus e cujas cartas escritas para condenar o povo foram neutralizadas pelas cartas do rei, que ordenou que o mau intento, que assentara contra os judeus, recaísse contra a própria cabeça de Hamã. O sentido que hoje damos à Festa de Purim é relativo aos nossos inimigos espirituais, que cairão nas armadilhas armadas para nós, pois aquilo que preparou para nós será para ele mesmo, tal como correu com Hamã na tentativa de condenar os judeus. Em agradecimento constante a Deus que nos dá o livramento, guardemos na memória a vitória do Senhor em nossa vida.

Mas quero lembrar-vos, como a quem já uma vez soube isto, que, havendo o Senhor salvo um povo, tirando-o da terra do Egito, destruiu depois os que não creram; Judas 1:5

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