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domingo, 28 de dezembro de 2014

“Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto”. Jeremias 17:7-8

Não raramente vemos as pessoas se perderem, destruírem o que conquistaram porque se estribam em seu próprio entendimento, agindo com arrogância e orgulho tal que deixam de olhar para Deus e de seguir os conselhos dos profetas do Senhor. O apóstolo Pedro afirma que aqueles que conhecem a palavra e dela se desvia encontra-se em pior estado do que antes quando andava nas trevas. Por isso, precisamos ficar atentos para conhecer e aceitar os planos de Deus para nossas vidas para não cairmos nas armadilhas de satanás. “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama”. (2 Pedro 2: 20-22) Ao fazermos o balanço de como foi nossa vida este ano, ao mexermos em nossos armários para uma faxina, precisamos nos lembrar que a verdadeira e eficaz limpeza é aquela que fazemos em nossos corações. Os melhores projetos são os voltados para a nossa vida espiritual segundo os conselhos do Senhor. É tempo de contabilizar nossas bênçãos, de verificar os motivos de nossas perdas. Verificamos que nossas atitudes têm se repetido e, consequentemente, os resultados não são diferentes de ano para ano, é sinal de que precisamos mudar de estratégia. Então, para saber como agir no próximo ano, em vez de confiarmos em superstições ou em mega prêmios da virada, será bem mais proveitoso colocarmos nossa confiança em Deus e nos fazermos as seguintes perguntas: neste ano que hoje finda: fui mais vezes à casa de Deus ou a lugares nos quais Ele não entraria? Fui fiel e leal com meus amigos, bem mais do que os desprezei? Abençoei mais do que magoei? Eu deixei de pagar minhas contas, julgando por mim mesmo que em primeiro lugar estava o meu conforto do que a necessidade de meus credores? Retribuí com amor e atenção o amor e o carinho que me deram, ou julguei que o dinheiro pagaria minha dívida? Respeitei o sentimento de meus semelhantes, comportando-me com eles como eu gostaria que fizessem comigo, ou eu fui arrogante e insensível, trazendo mais lágrimas do que sorriso aos que conviveram comigo? A resposta a essas perguntas lhe dirá o que precisa ser feito, o que deve ser mudado e o que pode continuar.

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