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domingo, 9 de março de 2014

“Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura”. (Isaías 42:8).




 
Apesar de encontrarmos em várias religiões uma condução contrária, dada a interpretação equivocada ou por ignorância da Palavra de Deus, esse versículo entre outros, deixa claro que Deus não aprova a criação de imagens e nem a adoração a outros nomes que não o Seu. Por essa razão, Jesus jamais deu uma ênfase especial ao papel de sua mãe, provavelmente para evitar que um dia ela fosse adorada como deusa, por meio de estátuas fabricadas pelos homens, ou colocada como mediadora entre Deus e os homens. Esse papel é unicamente de Jesus e qualquer outra interpretação entra em choque com a Palavra de Deus. Nas Bodas de Caná quando Maria pede a Jesus que resolva o problema do vinho que acabara, vemos que ela própria ensina aos cristãos: “Façam tudo o que Ele (Jesus) mandar” (João 2:5). Não vemos em nenhum trecho da Bíblia uma recomendação de Jesus aos discípulos para que intercedam à Maria, ou uma orientação em relação ao fato de que devêssemos recorrer a ela para que Ele ou o Pai nos atendessem, depois de Sua de ressurreição. Maria foi uma mulher ímpar, bem aventurada e digna de ser admirada e respeitada, mas não pode receber a honra e a glória que cabem a Seu Filho. É isso que o profeta Isaías ensina. É isso que Deus espera que os homens entendam.

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