sábado, 31 de dezembro de 2016

“Vede, eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor. Ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos aos pais, para que não venha e fira a terra com maldição”. Malaquias 4:5-6


Com estes versículos, o Antigo Testamento é encerrado e também um tempo de profecias. Malaquias foi o último dos profetas até a vinda de Joao Batista anunciado por ele e por Isaías. Se procurarmos informações veremos que houve um silêncio profético por cerca de quatrocentos anos. Mas sabemos que Deus é fiel e cumpre Sua Palavra. O silêncio entre Malaquias e João Batista equivale ao tempo ou espaço entre o dia e a noite, entre uma geração e outra, resguardadas as devidas proporções. Malaquias nos fala sobre o encontro de gerações, analogamente, podemos entender que há um abismo que separa uma geração de outra e que também equivale ao escuro da noite. Mas à noite, enquanto descansamos, Deus prepara a luz do dia. Entre as revelações do Antigo Testamento, encerradas com o Livro de Malaquias que anuncia a Boa Nova e O Novo Testamento ou Nova Aliança há um período em que Deus parece ter se esquecido dos homens. Mas na verdade esse tempo equivale à noite que precede o dia, o abismo em trevas que precede o dia em que viria à luz o Desejado das Nações. Aquele anunciado pelos profetas, cujo caminho foi mostrado por João Batista. Em geral, ao final do ano, estamos propensos a fazer um balanço de nossas vidas e a fazer planos para novas perspectivas no próximo ano. Para colhermos bênçãos e não maldição, e para eliminarmos o abismo que há entre nossos desejos e a vontade de Deus, devemos compreender a mensagem de esperança entregue por Malaquias: ela está materializada Naquele de quem João Batista foi precursor. Com Ele está o poder de transformar as trevas em luz, pois Ele é a própria Luz. Só Ele pode converter os corações dos filhos aos pais, ensinando-nos o caminho a seguir, sem o conflito das gerações, eliminando o abismo que nos separa do Pai.


“E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus. Irá adiante dele no espírito e poder de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, converter os rebeldes à prudência dos justos, e preparar ao Senhor um povo bem disposto”. Lucas 1:16-17

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que agimos aleivosamente cada um contra seu irmão, profanando a aliança de nossos pais? Malaquias 2:10


O Livro de Malaquias é o último do Antigo Testamento.  Esse profeta, cujo nome quer dizer “meu mensageiro”, recebeu a missão de comunicar as últimas mensagens do Senhor ao seu povo antes do nascimento de Jesus. Assim como outros profetas, Malaquias exortou o povo ao arrependimento, combateu a negligência com a Casa de Deus e a hipocrisia dos líderes religiosos. Mas, diferentemente de Esdras e Neemias, seus contemporâneos, Malaquias trouxe ao povo uma mensagem de esperança, pois nos fala sobre a vinda do Messias, preparada por outro profeta: João Batista. No texto em epígrafe, esse profeta condena a negligência dos sacerdotes e mostra a necessidade de buscarmos a santidade diante do Senhor. Malaquias nos faz refletir sobre a grandeza de Deus e de como somos fracos quando não retribuímos o Seu amor de Pai, sendo filhos obedientes e que, sobretudo, honram ao Pai. O profeta nos exorta a sermos fieis e a não abandonarmos a aliança estabelecida com o Senhor. Ele nos mostra que nenhuma aliança deve ser quebrada, e isso inclui a aliança matrimonial que não deve ser rompida pela infidelidade, condenada por Deus de todas as formas. A Bíblia nos ensina a buscar a santificação e a não violarmos as Leis do Senhor, por isso Paulo nos exorta em Romanos 12:2
E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Romanos 12:2

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é o meu Deus. Zacarias 13:9


O profeta Zacarias nos fala sobre limpeza e purificação, e isso inclui a extinção dos ídolos e falsos profetas que tomaram o lugar Daquele que deve habitar em nós. Ele nos fala sobre o fim dos tempos e nos mostra que seremos provados por Deus, por isso usa a analogia com a purificação do ouro e da prata. E só depois de sermos purificados, passando pelo fogo, se invocarmos o Nome do Senhor seremos ouvidos. Mas, lembrando o que registrou Moisés em Números 31, vemos que Deus só prova no fogo o que resiste ao fogo. Por isso, entendemos que se passamos pelo fogo é porque Deus nos tem como filhos e a provação do Senhor em nossa vida vem para nos edificar e nos aproximar Dele! Se o Senhor permite que passemos pelo fogo, que incêndios assolem nossas vidas, precisamos reconhecer que isso significa a expressão de Seu amor em fazer com que sejamos provados e aprovados na era da graça, pois temos o Espírito como consolador. Que possamos aceitar as provas do Senhor para ser purificados, compreendendo a mensagem de 1 Pedro 4:12-13


“Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária estivesse acontecendo; pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois coparticipantes dos sofrimentos de Cristo, para que também na revelação de sua glória vos alegreis exultando” .

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que o teu rei virá a ti, justo e Salvador, pobre, e montado sobre um jumento, e sobre um jumentinho, filho de jumenta. Zacarias 9:9


Quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, o profeta Zacarias predisse a vinda do Rei de Israel, quando escreveu para os judeus após o exilio que estavam seguindo os mesmos passos de seus antepassados, por isso Deus usou o profeta para que os exortassem a converter dos vossos maus caminhos e das más obras. Suas palavras são para exortação, repreensão e incentivo nos tempos difíceis que enfrentavam. Zacarias invoca a consciência coletiva para a justiça social e ensina ao povo a praticar a justiça para com as viúvas, com os pobres, os órfãos e os estrangeiros. Ao anunciar o júbilo com a vinda do Messias, Zacarias coloca os gentios no plano de salvação e nos ensina sobre como fazer um verdadeiro culto ao Senhor e como buscar o Reino de Deus em primeiro lugar. Em tempos de frustração com os desmandos e corrupção generalizada, o profeta Zacarias nos traz consolo e esperança na construção de um mundo melhor, ao mesmo tempo em que nos incentiva a aguardar a construção de uma cidade justa onde reinará o Verdadeiro Governante. A profecia de Zacarias, cujo nome significa “o Senhor se lembra” é mencionada em Mateus 21, quando Jesus fez Sua entrada triunfal em Jerusalém, montado em uma jumenta e seu jumentinho emprestados, tal qual foi a manjedoura onde nasceu. Jesus serviu-se do jumentinho no qual nenhum homem jamais montara para ser apresentado como Rei e trazer esperança de vida aos que ansiavam pela verdadeira liberdade. Apesar das falhas daqueles que retornaram do exílio, Deus não falharia em cumprir as suas promessas e por isso se lembra da Aliança que fez com aqueles que escolhem obedecê-Lo.
O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. 2 Pedro 3:9

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

E farei tremer todas as nações, e virão coisas preciosas de todas as nações, e encherei esta casa de glória, diz o Senhor dos Exércitos. Ageu 2:7


O livro de Ageu é um dos menores na Bíblia e foi escrito quando os judeus já haviam retornado do cativeiro na Babilônia, mas, esquecidos da razão do seu regresso, deixaram que o templo de Deus ficasse em ruínas enquanto se preocupavam em edificar as suas próprias casas. Por isso o profeta chamou a atenção do povo para que não se esquecessem de que deveriam colocar Deus acima de todas as coisas. Hoje em dia, vemos situação semelhante quando nos deixamos envolver na luta pela existência e nos esquecermos de qual deve ser a nossa primeira prioridade. Deus, por meio de Ageu, anunciou um grande abalo das nações no dia do Senhor, quando o templo fosse cheio da Sua presença e prometeu que o esplendor do presente templo seria mais grandioso do que a glória do anterior. Ele mesmo providenciaria o que fosse necessário para o esplendor do templo para que fosse digno de Sua Presença. O profeta Ageu nos ensina que Deus não precisa de nós, mas nos criou para a Sua honra e glória. Fomos escolhidos pelo Senhor para sermos vasos de bênçãos e uma fonte de luz, basta, para tal, que sejamos fiéis e que façamos o que nos exorta Jesus em Mateus 6:33

 “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vestis-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. Ageu 1:6


A situação de muitas pessoas nos dias de hoje é muito semelhante à da época do profeta Ageu, usado para exortar o povo depois do exílio a seguir a Palavra do Senhor. Assim como os israelitas, as pessoas semeiam muito, mas colhem pouco; comem, e não se fartam; bebem, mas não se saciam; se vestem, mas não se aquecem e veem seu salário desaparecendo sem uma justificativa plausível. Sem saberem explicar onde foi parar o dinheiro, que parece simplesmente ter sido devorado. Essa é a sensação de muitas pessoas. Em tempos de balanço de final de anos, em geral, as pessoas fazem planos para uma mudança de postura para o próximo ano, então é o momento ideal para levar essa reflexão e considerar o que nos ensina o profeta Ageu. O profeta nos convida a aplicarmos os nossos corações aos nossos caminhos e analisarmos o que fizemos durante o ano para encontrarmos as respostas sobre por que nosso dinheiro parece sumir de nossos bolsos, como um saco furado. Ele nos convida a refletir sobre como estamos trabalhando, com que fim e objetivos, e com que sinceridade. Aplicando os nossos corações aos nossos caminhos, encontraremos muitas respostas às questões colocadas a Deus. Precisamos nos perguntar qual o lugar que estamos dando a Deus nas nossas vidas, quanto tempo Lhe consagramos, que bens Lhe devolvemos, do muito que nos dá. Será que usamos os bens que Ele nos permite administrar como mordomos a serviço de Sua Obra, devolvendo-Lhe as primícias do que nos dá, inclusive de nosso tempo, ou dedicamo-Lhes apenas as migalhas do nos sobra? Se analisarmos nossa vida com sinceridade e verdade,  veremos que a grande parte dos problemas que temos de enfrentar provém da  má mordomia que fazemos das nossas vidas. Entretanto, não podemos nos esquecer de que o princípio da mordomia não deve aplicado somente aos nossos bens materiais, mas ao nosso tempo, nosso corpo, coração e mente como nos ensina Paulo em 1 Coríntios 6:19
“Acaso não sabeis que o vosso corpo é Santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?.”
Igreja Cristã Manancial de Vida http://icmv.com.br/site/  

domingo, 25 de dezembro de 2016

Eis que naquele tempo procederei contra todos os que te afligem, e salvarei a que coxeia, e recolherei a que foi expulsa; e deles farei um louvor e um nome em toda a terra em que foram envergonhados. Sofonias 3:19


O texto em epígrafe, parte do livro de Sofonias, traz o anúncio do final dos tempos e a definitiva vigência da eternidade com Deus. O profeta nos faz refletir sobre o fato de que, enquanto estivermos vivendo no tempo secular, certamente, não compreenderemos a eternidade. Mas Jesus, quando nos diz em João que a vida eterna é conhecer ao Criador como único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, por Ele enviado para a remissão dos nossos pecados nos ajuda a compreender a vida eterna de uma forma que pode ser vivenciada aqui mesmo na Terra. Podemos compreender a mensagem de Sofonias no contexto do nascimento de Jesus como a manifestação do amor e da justiça de Deus, como esperança de uma grande restauração após o tempo de destruição e exílio. Jesus se fez carne, independentemente da época em que se comemora o advento, para que a justiça e a graça de Deus se materialize e se processe em vida eterna. Nós cristãos devemos compreender o significado do Natal como um tempo de reconhecimento dessa graça divina sem nos esquecer da mensagem profética de Sofonias que nos fala sobre a maneira como Deus age conosco. Ele nos fala por Sua Palavra, ou por outros meios, e nos mostra a Sua vontade para obedecermos. Em relação à festa de Natal, cientes de que estamos em um contexto cultural diferente do contexto judaico, entendemos que a melhor forma de obedecermos à Palavra do Senhor não é nos isolando das comemorações, mas mostrarmos com amor que, mesmo assumindo os atributos do Senhor, Papai Noel não existe. Mas Jesus existe e veio ao mundo para nos salvar. Este é o verdadeiro espírito do natal: mostrar que o Espírito Santo que veio dar testemunho de Cristo. Assim, ainda que reconheçamos que 25 de dezembro muito provavelmente não seja a data precisa do nascimento de Cristo, compreendemos que o mais importante é que Cristo nasceu realmente. Portanto, essa é também uma data oportuna para pregarmos a Cristo para todo o mundo, como nos exorta o apóstolo em II Timoteo 4:2


A tempo e a fora de tempo. Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda longanimidade e ensino. 

sábado, 24 de dezembro de 2016

O Senhor afastou os teus juízos, exterminou o teu inimigo; o Senhor, o rei de Israel, está no meio de ti; tu não verás mais mal algum. Sofonias 3:15


Deus  sempre teve um extremo cuidado com Seu povo e mesmo quando este lhe volta as costas o Senhor o chama de volta e oferece o perdão. A vontade de Deus é que todos sintam o Seu amor e a sua misericórdia, por isso enviou-nos Seu Filho para a nossa redenção. Antes, enviou vários profetas para chamar o povo à razão e para que voltassem ao caminho. Porque não ouviram e preferiram seguir seus próprios rumos, muitos se perderam, mas a Bíblia nos mostra que Deus deseja que o homem retome seu propósito e a aliança feita com Ele, por isso falou por meio do profeta Sofonias 2:3: “Buscai o SENHOR, vós todos os mansos da terra, que cumpris o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; porventura, lograreis esconder-vos no dia da ira do SENHOR” e aqueles que aceitam este convite divino recebem sua graça salvadora, manifesta pela presença do Messias que se fez  homem e nos reconciliou com o Criador. Quando estamos em situação de angústia, diante do inimigo que nos constrange, lembremo-nos sempre de que o Senhor não habitou entre os homens em vão. Ele afastou o inimigo de nossas almas e continua no meio de nós e em momentos de queda e de agonia Ele nos estende os braços e nos diz

Levantai-vos, e não tenhais medo. Mateus 17:7 b

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Buscai ao Senhor, vós todos os mansos da terra, que tendes posto por obra o seu juízo; buscai a justiça, buscai a mansidão; pode ser que sejais escondidos no dia da ira do Senhor. Sofonias 2:3


O profeta Sofonias proclama o julgamento contra as nações além de Judá, como parte de um programa de Deus para punir os crimes contra a humanidade que essas nações cometiam. Ele chama à atenção para o “Dia do Senhor”, quando a humanidade será julgada por seus pecados e pela aceitação dos valores éticos, morais e espirituais dos pagãos. Em sua mensagem vemos a exortação para que busquemos ao Senhor enquanto há tempo, compreendendo os sinais da natureza que antecedem ao dia do juízo. Ele nos ensina que devemos nos manter no caminho do Senhor, firmados na Sua justiça e nos Seus preceitos, pois o exemplo de orgulho e arrogância das nações que desprezaram Israel nos mostra que isso precede à queda. A intenção do Senhor é a mesma nos dias de hoje. Ele deseja restaurar a Aliança, livrando-nos da corrupção político-espiritual que nos traz consequências permanentes., por isso Sofonias insiste para que os justos busquem ao Senhor, a fim de que sejam poupados pela misericórdia no dia da ira de Deus.

Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis. Colossenses 3:24

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Porque ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; ainda que decepcione o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja gado; Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação. Habacuque 3:17-18


Habacuque faz uma declaração de entrega e de confiança em Deus e nos ensina que há determinados momentos em que temos que colocar em prática a fé desse profeta. Habacuque nos mostra que verdadeiramente tinha intimidade com Deus e por isso não importava o momento nem a situação que ele estava vivendo, tinha a certeza que o Senhor supriria todas as suas necessidades. Habacuque nos ensina a ter um coração voltado para Deus e a exercitar a nossa fé a cada dia, para que coloquemos Deus no controle de todas as situações, mesmo aqueles que sob o olhar humano possam parecer impossíveis de serem resolvidas. Quando o profeta diz que mesmo que não pudesse extrair o remédio da flor da figueira, ainda que não houvesse o vinho, simbolizando alegria, ainda que faltasse o azeite e o alimento, e nos currais não houvesse gado, para extrair a carne e o pelo para que pudesse se vestir ainda assim ele se alegraria no Senhor e exultaria no Deus da sua salvação. Habacuque no ensina a confiar e a nos alegrar no Senhor apesar das circunstâncias adversas, assim como recomenda Paulo em Filipenses 4:4

Alegrai-vos no Senhor. Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é imagem de fundição que ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos? Habacuque 2:18



Deus condena a idolatria e a uso de esculturas e imagens para adoração e culto. Isso é claro em várias passagens bíblicas, desde o livro de Êxodo 20:3, quando passou a Moisés o mandamento “Não terás outros deuses diante de mim” o Senhor deixou claro reiteradas vezes que não devemos ter, fazer, cultuar, temer, venerar, carregar em procissão ou nos ajoelhar diante de uma imagem ou escultura. São vários os versículos que contêm essa orientação. Em Números 33:52 Moisés orienta-nos a destruir as imagens, pinturas e altares; em Levítico 26:1 a não fazermos e não nos inclinarmos diante da obra humana; em Êxodo 20:4 reitera essa ordem; em Deuteronômio 27:15 chama de maldito o homem que fizer imagem de escultura, e induzir o povo à adoração. O profeta Isaías 42:8 ensina que o Senhor não aceita o louvor às imagens de escultura, pois sendo único não divide a Sua glória e Seu nome. E destaca que nada sabem os que conduzem imagens em procissões e rogam a um deus que não pode salvar. (Isaías 45:20). O profeta Jeremias 10:3-5-ensina-nos a não temermos essas criaturas feitas pelas mãos e vaidade humanas, porque nada podem fazem de bom nem de mal. O profeta Habacuque reitera a Palavra de Deus levando-nos à reflexão de que somente devemos adorar ao Deus vivo, sem a necessidade de imagens, considerando o que nos ensina o apóstolo João


Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém. (1 João 5:21)

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Não há cura para a tua ferida, a tua chaga é dolorosa. Todos os que ouvirem a tua fama baterão as palmas sobre ti; porque, sobre quem não passou continuamente a tua malícia? Naum 3:19


O profeta Naum nos mostra que Deus é paciente e tardio para se irar, contudo, Ele não muda e não contemporiza com o pecado. Ele dá a cada pessoa, ou nação o tempo para que Sua Palavra seja conhecida e manifesta, mas não é condescende ou procrastina para fazer cumprir a Sua vontade. Deus não se deixa escarnecer e a Bíblia nos mostra que toda vez que um país se afasta dEle para servir aos seus próprios interesses, Ele avança com julgamento. E isso continua acontecendo até os dias atuais. Vemos países outrora guiados pelos princípios bíblicos mudarem a direção e por isso Deus determina o castigo. Vemos que desde sua criação o homem vem se rebelando contra as ordens, os preceitos e os mandamentos divinos. Desde o primeiro casal, severamente punido com a perda dos dons sobrenaturais e com a convivência com o Criador, depois disso a humanidade conheceu a morte, como consequência do  pecado. Com o assassinato de Abel, por irmão Caim, a humanidade se vê caminhando nas vias do mal, e muitos têm escolhido o caminho da perdição, da desobediência e da revolta contra Deus. por causa desse comportamento do homem e do mau uso do livre arbítrio, Deus passou a usar de sua justiça para punir o pecador com penas temporais nesta Terra e também com a condenação às penas eternas do inferno. Mas Deus também usa de misericórdia e não retém o perdão àqueles que se arrependem


Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia. Romanos 11:32

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Mas agora quebrarei o seu jugo de sobre ti, e romperei os teus laços. Naum 1:13



Assim como o profeta Jonas, Naum teve a missão de pregar ao povo de Nínive, trazendo-lhe a sentença divina em razão de sua depravação e desprezo pela Palavra de Deus. Se com a palavra levada por Jonas houve arrependimento e perdão pela misericórdia de Deus, passados os anos o Senhor enviou outro profeta porque Nínive voltou ao pecado, desta vez sem perdão. O profeta Naum nos faz refletir sobre o limite da tolerância de Deus. Naum não foi comissionado a chamar o povo ao arrependimento, como fez Jonas, mas a levar a sentença condenatória a um povo cruel e sanguinário. Deus usou esse profeta para pronunciar a destruição iminente de Nínive e isso nos mostra que nenhuma nação tão ímpia, como os assírios, está livre do juízo divino. Mas vemos também que o profeta entrega uma mensagem de consolo ao povo de Deus. Segundo os padrões do mundo, para se conquistar algo não importam os meios, por isso ainda hoje vemos tanta crueldade, tanta violência, ainda que travestida de bondade. Os poderosos desse mundo, assim como os assírios, não se importam com o mal que causam, desde que satisfaçam o seu desejo de poder. Mas para eles a lição de Naum, e a condenação divina virá, com certeza, pois Deus não muda e preserva a aliança com aqueles que Nele esperam


Porque ele completará a obra e abreviá-la-á em justiça; porque o Senhor fará breve a obra sobre a terra. Romanos 9:28

domingo, 18 de dezembro de 2016

Eu, porém, olharei para o Senhor; esperarei no Deus da minha salvação; o meu Deus me ouvirá. Miquéias 7:7


Há três verbos importantes nesse texto, os quais devem ser observados com atenção. Esperar é uma ação que, nos tempos modernos, causa incômodo e insatisfação, pois para a correria do dia a dia significa atraso, perda de tempo e de dinheiro. Mas esperar no sentido empregado pelo profeta deriva da palavra esperança e nos remete ao verbo esperançar. Mas atentemos para o fato de que esse verbo vem após o verbo olhar acompanhado de um complemento: olhar para Deus. Isso já nos dá a medida de nossa esperança e a confiança de que Ele exercerá a ação do próximo verbo: Ele nos ouvirá por certo. Esperar não tem o sentido de ficar quieto, inerte, aguardando as coisas acontecerem, como fazemos quando estamos na sala de espera do médico, do dentista ou com a senha de um atendimento ao público. Esperamos do verbo esperançar com nossos olhos voltados para o Senhor que tem o carimbo de liberação daquilo que esperamos: a cura de uma enfermidade, a libertação das drogas, a conversão alguém, a aprovação em um vestibular ou concurso, a promoção no trabalho, o cônjuge abençoado, a volta de um ente querido, o fim da crise moral e financeira por que passa o país... Essa espera é de todos, mas a diferença está em Quem colocamos nossa esperança. Quando depositando a nossa confiança e esperança em nosso próprio mérito ou mesmo em homens como nós, certamente nos frustraremos. Quando esperamos olhando para Deus Ele nos ouve e nos atende, garante o profeta. Mas esperar requer disposição, disciplina, fé, dependência de Deus, humildade e quebrantamento. A mensagem de Miqueias nos leva a refletir sobre o objeto de nossa esperança, certos de que em Deus não esperamos no vazio, sem perspectiva, mas com a convicção de que todas as coisas serão realizadas da melhor forma nas mãos de Deus, pois como afirma 2 Pedro 3:9:



O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. 

sábado, 17 de dezembro de 2016

Porque todos os povos andam, cada um em nome do seu deus; mas nós andaremos em nome do Senhor nosso Deus, para todo o sempre. Miqueias 4:5



Estamos vivendo tempos em que as pessoas seguem suas vidas conforme seus interesses, fazendo o que bem querem, segundos os desejos do coração, sem considerar a vontade do Criador. Como diz o profeta no texto em epígrafe, a criatura se esquece de dar honras ao Seu Criador e se coloca no centro, criando para sua adoração outros deuses. Deuses de barro, de personalidade humana, criaturas ou objetos de veneração egoísta e consumista. E assim as pessoas prosseguem, o mundo  caminha em seu ritmo, países e pessoas se sobressaem ou caem em desgraça e, em meio a essas mudanças, deuses humanos são construídos e entronizados a cada dia:  o deus-dinheiro, o deus-vaidade, o deus-egocêntrico, o deus-maldade, o deus-mal caráter, o deus-soberbo, o deus-hipócrita, o deus-estatus, o deus-sensualidade, dentre tantos outros criados pela prepotência humana e alimentados pelas obras da carne descritas em Gálatas 5:19-21: adultério, fornicação, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Mas o profeta faz uma distinção entre os que criam e seguem seus deuses e aqueles que escolhem servir e honrar ao Deus Altíssimo. Se escolhemos estar deste lado, então devemos testemunhar o fruto do Espírito como nos ensina o apóstolo Paulo em Gálatas 5:22: 

Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

E disse eu: Ouvi, peço-vos, ó chefes de Jacó, e vós, príncipes da casa de Israel; não é a vós que pertence saber o juízo? Miquéias 3:1


A mensagem de Miquéias é a mais atual possível, pois assim como no tempo do profeta era endereçada àqueles que ocupavam posições administrativas e judiciais no estado e chamava à razão os governantes e magistrados para que servissem ao povo e dispensassem justiça a cada indivíduo, pois a função dessas pessoas era o serviço. Contudo, assim como nos dias de hoje, vemos que que as pessoas investidas nas mais altas posições de autoridade, com o fim de servir, abusam de seus cargos, furtando o próprio povo a quem supostamente deveriam estar protegendo. Quem deveria defender o direito do povo, usando seus cargos e do discurso democrático desfruta de fartura e de luxo enquanto os outros morrem de fome, padecem nos hospitais e nas ruas, sucumbem com a violência, e são vítimas do próprio governo. Miqueias tem a missão de denunciar os líderes desonestos da nação que a pretexto de edificar uma cidade próspera e uma nação progressista, espoliavam os mais pobres. Assim como muitos nos dias atuais, os chefes, líderes políticos, e até mesmo os eclesiásticos e religiosos eram corruptos, e só se preocupavam em ajuntar riquezas. Não diferente do momento atual, as injustiças sociais no período de Miquéias eram muito grandes e por isso foram duramente atacadas por Miqueias, a mando do Senhor. Por isso, devemos atentar para a mensagem desse profeta e considerar que ele clama por justiça, misericórdia e fidelidade. Não podemos nos esquecer de que Deus é o mesmo e que não deixará impune aqueles que transgridem. Como povo devemos reavivar a esperança de que, os que estão investidos de poder e agem como os denunciados por Miqueias haverão de prestar contas, se não ouvem os profetas e se não praticam a justiça. Como líderes somos servidores, então, precisamos atentar para a nossa obrigação de garantir os direitos do povo e não de nos garantir privilégios, lembrando-nos do que nos disse Tiago 1:27

A religião pura e imaculada para com Deus e Pai, é esta: Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Subirá diante deles o que abrirá o caminho; eles romperão, e entrarão pela porta, e sairão por ela; e o rei irá adiante deles, e o Senhor à testa deles. Miqueias 2:13


O profeta Miqueias chama o povo à obediência e em especial, no texto em epígrafe, compara o rei que vai adiante do povo e o Senhor. Ele nos apresenta o Rei que trará ao povo a liberdade e a salvação do cativeiro. Mas também trata com o povo sobre quebra da Aliança que se traduziu na injustiça social e apostasia religiosa. Ainda hoje o Senhor quer restabelecer essa Aliança e nos chama, por intermédio de Sua Palavra e de Seus profetas, ao arrependimento e à obediência aos Seus princípios. Vemos que nada na Bíblia, ou nenhum episódio ali relatado é por acaso. Deus preparou a salvação durante toda a história. O profeta Miquéias descreve uma época de grande corrupção em todos os níveis da sociedade e nos mostra que aqueles que estavam no poder eram corruptos, desonestos e comprometidos com o pecado, pois os fundamentos da moral haviam sido destruídos. Hoje, semelhantemente àquele tempo em que viveu o profeta, vemos que os homens de autoridade vendem a justiça, e sem nenhum remorso ou arrependimento aceitam suborno. Os governantes se esquecem do povo, os legisladores legislam em causa própria e a fé e o temor do Senhor desaparecem da sociedade onde a corrupção toma conta das instituições desde a família. Por essa razão o apóstolo Paulo nos ensina a viver no temor do Senhor e nos afastar de homens que se corrompem na busca do que é efêmero e se esquecem dos princípios de Deus.



Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. (2 Timóteo 3:1-5)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

E não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais? Jonas 4:11


Deus fala conosco pela experiência de Jonas. Muitas vezes fechamos os ouvidos ou desobedecemos deliberadamente às ordens do Senhor e nos vemos em situações semelhantes às vividas pelo profeta. Mas assim como teve misericórdia de Nínive e tratou a rebeldia do profeta Deus dá nova chance aos pecadores. A história de Jonas nos faz refletir sobre a extensão do amor do Criador por seus filhos, embora tenham eles vivido em pecado e rebelião contra suas Leis. Compreendemos também que não podemos fugir de Deus e nem de nossos próprios problemas, assim como não podemos permitir que nossos próprios preconceitos pessoais nos impeçam de pregar a palavra de Deus. A reação de Jonas e a admoestação de Deus ao profeta quando esse se indignou pela compaixão demonstrada por Deus aos ninivitas nos mostra que Deus coloca o arrependimento sincero acima de qualquer pecado e que está disposto a nos perdoar. Entendemos também que, apesar de nós, quando a palavra de Deus é pregada, aqueles que tiverem corações honestos irão se arrepender. E, ao contrário de Jonas, devemos ficar felizes quando as pessoas se voltam para Deus. Aprendemos, sobretudo, que o amor de Deus vai além de qualquer amor ou sentimento humano, conforme destaca Paulo em Romanos 5: 8.


Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do Senhor; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que observam as falsas vaidades deixam a sua misericórdia. Jonas 2:7-8



No livro de Jonas vemos que a situação do profeta, idêntica à dos moradores de Nínive, é também semelhante à nossa: somos todos carentes da misericórdia de Deus. Vemos também que Deus trata Jonas da mesma maneira que ele queria que os ninivitas fossem tratados, e por isso remove sua graça de Jonas. Nisso também nos espelhamos, pois somos muito ágeis em julgar o comportamento alheio, cobrando de Deus juízo e castigo ao tempo em que justificamos nossas falhas, ainda que elas estejam ancoradas nas mesmas bases que condenamos nos outros. As nossas vaidades, nosso orgulho e presunção nos afastam de Deus e nos fazem ir em direção oposta à Sua Vontade. Mas conhecendo a história desse profeta tido como obstinado e desobediente, podemos refletir sobre a nossa história e sobre como Deus age com justiça e coerência. Vemos que tanto o profeta Jonas, quanto Israel e Nínive foram alvos da misericórdia divina, mas também do Seu tratamento justo. Vemos que Jonas foi chamado para pregar a Palavra de Deus em Nínive, e o julgamos mal porque a princípio fugiu. Mas a fuga de Jonas não é diferente da nossa atitude hoje, quando nos recusamos a ir aonde Deus nos manda e a falar àqueles que carecem de Sua misericórdia, sendo nós mesmos carentes.  Clamamos por um sinal de Deus, mas esse sinal já nos foi dado, conforme nos mostra o próprio Jesus em Mateus 12:41


Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é maior do que Jonas. 

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Mas tu não devias olhar com prazer para o dia de teu irmão, no dia do seu infortúnio; nem alegrar-te sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína; nem alargar a tua boca, no dia da angústia; Obadias 1:12


A Bíblia narra o que a História confirma que a inimizade de Esaú contra Jacó permaneceu por séculos, envenenando as relações até dos seus descendentes. Em Edom viviam os descendentes de Esaú e Jerusalém foi a cidade do povo que descendeu de Jacó. A inimizade entre os irmãos não se encerrou com o perdão de Esaú a Jacó, mas se arrastou entre gerações. O texto em epígrafe descreve a repreensão de Deus, registrada pelo profeta Obadias, aos descendentes de Esaú quando tripudiaram dos israelitas depois da queda de Jerusalém. Essa passagem nos traz uma lição também aos dias de hoje. Por mais que tenhamos discordâncias ou princípios diferentes dos outros não nos é permitido desejar o mal ou rir da desgraça alheia. Não podemos ter prazer no sofrimento daqueles que não partilham de nossa amizade, ou discordam de nós. E isso vale para todas as esferas de nossas relações, quer pessoais, profissionais ou mesmo no âmbito político. Podemos pensar e agir de forma diferente, mas devemos amar igual mesmo aqueles que não falam nossa língua, que não se importam com as mesmas coisas que nós. O diferente deve ser respeitado, tanto quanto o semelhante. Também o inimigo merece nossa oração. Jesus nos ensina que até aqueles que nos machucaram não devem ser alvo de nossa vingança. Como cristãos jamais devemos pagar o mal com o mal, nem agir como os edomitas. Nosso modelo ser Jesus Cristo que nos ensina em Mateus 5:11


Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa.

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...