Essas palavras de Jesus registradas no Evangelho de João nos ensinam que tudo aquilo que pedirmos a Jesus, Ele mesmo irá se encarregar de realizar. Mas sempre fica uma dúvida na interpretação desse versículo: será mesmo tudo quanto o cristão pedir a Deus em nome de Jesus atendido? Certamente, Jesus não é como políticos em busca de votos e não faria nenhuma promessa vã e tampouco nos dará aquilo que pedimos somente para nos atender se aquilo que queremos não nos fará bem. Por outro lado, muitas vezes Ele permite que possamos amadurecer para recebermos as promessas. Mas é importante entender que quando recebemos o que pedimos não porque nossas palavras tenham poder em si, mas porque elas tornam possível ao poder de Deus. Quando andamos no poder de Deus, não por nosso mérito, aprendemos a “curar enfermos, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expelir demônios”, conforme mostra Mateus 10: 8.
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
Tira-me do lamaçal, e não me deixes atolar; seja eu livre dos que me odeiam, e das profundezas das águas. Salmos 69:14
Essas palavras angustiadas do salmista para clamar a Deus são muitas vezes usadas por nós quando percebemos que nossos esforços pessoais, bens ou posição serão suficientes para nos livrar da situação na qual nos encontramos. Muitas vezes fazemos inimigos ocultos, ou angariamos o ódio de pessoas que convivem conosco nem sempre porque merecemos. Outras vezes nossas atitudes impensadas ou nossos posicionamentos divergentes nos levam a transitar em terrenos movediços ou a juntar inimigos. É nessa hora em que precisamos fazer como o salmista e clamar Àquele que pode mudar o curso de nossa vida, porque conhece todas as coisas e sabe quão profunda são as aguas em que estamos mergulhados. Não são raras as vezes em que não nos damos conta dos caminhos que estamos trilhando. Não estamos livres de problemas e decepções e nem mesmo de encontrar inimigos, pensando ter feito escolhas certas, mas se pedimos a Deus, em nome de Jesus, que nos livre do mal quando percebemos que nossas decisões estão nos afundando, Ele cuidará de nós e nos surpreenderá com as estratégias para nos livrar do mal e nos colocar em posição de bênçãos.
sábado, 18 de outubro de 2014
Amai a teu próximo com a ti mesmo
Vivemos em uma sociedade hedonista em que o prazer pessoal é priorizado a despeito do respeito aos direitos dos outros. O que tem vigorado é o que é bom para o indivíduo e isso de acordo com o momento dele, nem sempre em nome de uma coerência com seus valores proclamados. Não há mais uma preocupação com a sociedade, com o vizinho, com os colegas. Apesar das leis e das regras de convivência abundarem, o que rege a vida social é o extremos individualismo. Por isso presenciamos jovens ocupando lugares dos mais velhos nos ônibus, nos estacionamentos, nos espaços públicos e privados. Por isso somos obrigados a ouvir o som da preferência do vizinho ou do carro que passa por nós em volumes não recomendados por profissionais da saúde e em locais e horários previstos como inadequados por lei. Se está bom para a pessoa, se o que o outro faz atende aos seus interesses, então a civilidade permanece, caso contrário o que vale é o egocentrismo. Mas a Bíblia diz exatamente o contrário. Ela diz que devemos honrar o outro, amar o nosso próximo como a nós mesmos, e isso significa respeitar o direito de ele ser diferente de nós. Quando afirma que tudo é lícito, mas nem tudo convém, significa que podemos ouvir uma música alta, mas não convém se nosso próximo prefere o silêncio. Para satisfazer a ambos basta usar o bom senso e os recursos para a civilidade. Microfones individuais, portas fechadas, moderação em áreas comuns custam bem menos do que a exposição pública de um egoísmo latente e de um desrespeito ao segundo mandamento, que, somado ao primeiro, amar a Deus sobre todas as coisas, se respeitados por todos, bastariam para garantir uma sociedade equilibrada.
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Porque para Deus nada é impossível. (Lucas 1:37)
Quantas vezes nos desiludimos ao nos depararmos com alguma situação que nos parece difícil e não atentamos para o que disse Jesus. Para Deus nada é impossível. Essas palavras foram ditas pelo anjo a Maria, quando anunciou que ela seria a mãe do Salvador e também sua prima Isabel traria ao mundo aquele que anunciaria a vinda do Messias. Muitas vezes damos ouvidos aos problemas que nos envolvem e nos paralisam e nos esquecemos de que Deus é especialista no impossível. O próprio Jesus revelou isso quando ensinava os discípulos a orar sempre “mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus”. Lucas 18:27. Jesus espera que exercitemos a nossa fé e que usemos do poder inesgotável da oração para romper com a nossa incredulidade, principal barreira que nos mantêm no lugar que insistimos em ocupar e distante do lugar que Deus quer que ocupemos.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Mateus 5:10
Quantas vezes nos sentimos injustiçados porque vemos o ímpio se sobressair mesmo quando usa a mentira para levar vantagens. Nesses momentos temos a impressão de que o errado está certo e é reverenciado e quem diz a verdade ou se porta com decência é desqualificado. Mas a boa notícia que a Bíblia nos traz é que o sucesso ou a glória terrena as custas de mentiras, injustiças ou atividades desonestas são passageiros, ao passo que aqueles que são perseguidos por falarem a verdade ou por se comportarem com coerência e dignidade têm o passaporte para o Reino dos Céus.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
"Aquele que ensina esmere-se no fazê-lo.” Romanos 12:7
As palavras de Paulo pressupõem que ensinar é uma atividade de grande responsabilidade e, portanto, aquele não tem este chamado não deve assumir o encargo. O professor, seja ela na escola secular, ou na escola bíblica tem um chamado ao exercício responsável, que deve ser realizado com esmero, e diante de si uma grande responsabilidade. A História mostra que os homens que fizeram a diferença na Humanidade tiveram a influência de seus professores, dentre eles estão também aqueles que massacraram o seu povo ou outros povos. É claro que nenhum professor tem como saber o resultado do ensino que ministra. Aos professores sempre foi atribuída uma grande responsabilidade e a necessidade de serem modelos em uma sociedade que tem perdido a sua base, a família. Mas se os professores, eles mesmos, não tiverem um modelo em quem se espelhar será difícil atender à exortação de Paulo. Vemos que as escolas têm se distanciado dos princípios bíblicos e aderido às ideias cada vez mais próximas da filosofia mundana. Se a família tem se esfacelado e seus filhos chegam à escola sem a base moral para que recebam uma educação de qualidade, também os professores têm sido formados sem uma referência como a que nos deixou o maior Mestre que pode nos servir de modelo: Jesus. O apóstolo Paulo em I Coríntios 11:1 ensina: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo”. Professores que têm Jesus como referência têm a base para enfrentar as dificuldades que os alunos de hoje trazem para a escola, pois diante de todos os tipos de alunos, o Mestre sempre foi atencioso e firme. A Bíblia mostra que Ele deu atenção ao jovem rico e à mulher samaritana; ao religioso judeu e ao simpatizante gentio; ao escrupuloso fariseu e ao desconfiado publicano. Isso não significava mudar de método, de teoria, ou de princípios. Jesus atendia a todos de forma personalizada com a metodologia infalível: o amor!
terça-feira, 14 de outubro de 2014
O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução. Provérbios 1:7
Ao contrário do muitos pensam, temer no sentido bíblico não é ter medo, pois quem tem medo não é verdadeiramente livre. Temer a Deus é um posicionamento que nos controla, redime e nos aproxima do Senhor, das Suas bençãos, e da salvação. Ter “reverência” a Deus, significa reconhecer que há alguém sobre a nossa vida, que temos sobre nós uma autoridade espiritual. O salmista nos Salmos 25:14 nos assegura que “O segredo do SENHOR é com aqueles que o temem; e ele lhes mostrará a sua aliança.” O temor de Deus nos afasta do pecado, conforme ensina Jó 28:28 “E disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.” Além disso, nos traz a compreensão da presença de Deus, mesmo naqueles momentos em Ele parece estar distante. O temor do Senhor nos faz compreender que Dele não podemos nos esconder.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências. (II Timóteo 4:3)
Paulo em carta a Timóteo nos faz refletir sobre algo que está ocorrendo em nossos dias e não temos nos dado conta. Quantos não estão se desviando da Palavra de Deus, dando ouvidos a doutrinas que ferem os princípios bíblicos. Com a desculpa de que não há maldade, ou de que estão seguros do que fazem muitos têm se deixado contaminar com as propostas do mundo, sob a falsa aparência de inocentes. Paulo em outro momento nos ensina a nos abster de toda aparência do mal e a reter o bem, depois de tudo examinar. Esse ensinamento expresso em I Tessalonicenses 5:20-22 tem sido negligenciado sob vários pretextos. Paulo nos exorta a fugir não só do mal, mas de toda aparência do mal e de tudo que nos afasta do caminho do Senhor. Não há como aceitar doutrinas estranhas ou comportamentos duvidosos em nome do aumento do número de conversões, tampouco permitir que o mundo entre na Igreja, sob o pretexto da evangelização. Não podemos aceitar a distorção da Palavra, ecumenismo e esoterismo em nome do aumento do número de membros, assim como não é admissível selecionar a mensagem para agradar aos pecadores em vez de usá-la para convencê-los do pecado. Precisamos ficar atentos e observar se tudo isso ou parte disso está acontecendo em nosso meio o tempo futuro previsto por Paulo já chegou.
domingo, 12 de outubro de 2014
Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro. (Isaías 45:22)
Apesar de o Brasil ser um Estado laico, há um dia considerado feriado nacional em que se comemora o dia da padroeira do Brasil. Se entrarmos no mérito da questão, vamos observar que isso fere a chamada laicidade de estado, pois os brasileiros não só católicos e nesse sentido ou não se considera feriado nacional em um dia dedicado à uma entidade católica, ou se dedica um dia a cada represente das inúmeras religiões professadas pelo povo brasileiro. Sendo laico, o país deve permitir o culto a toda e qualquer religião, sem interferir nessa liberdade, todavia, isso não significa que os representantes do povo brasileiro, colocados no governo em qualquer instância não tenham direito de professar uma fé ou uma opinião sobre aspectos relacionados à fé. Estar em um governo laico não tira do cidadão o seu direito a professar uma fé. E os cristãos não podem perder o seu direito de reafirmar o que está na Bíblia, o que Deus tem ensinado sempre, mas que algumas religiões têm distorcido. O profetar Isaías chama a atenção para isso, lembrando que qualquer forma de idolatria, ou reverência a uma imagem, mesmo que em intenção de servir a Deus é abominação. A Bíblia deixa claro que não devemos depositar nossa confiança em um ser inanimado, que não nos curvar diante de um pedaço de matéria estática, ou a ela ou fazer procissões. Essa imagem nada pode fazer por nós. E inda que ela seja considerada apenas um símbolo, como defendem seus seguidores, essa atitude afronta a palavra de Deus. O Senhor insiste que devemos olhar para Ele, o único que pode nos abençoar, mas muita gente recebe uma bênção de DEUS e ingratamente reverencia uma imagem, como mostra o profeta Isaías 48:5 “Por isso te anunciei desde então, e te fiz ouvir antes que acontecesse, para que não dissesses: O meu ídolo fez estas coisas, e a minha imagem de escultura, e a minha imagem de fundição as mandou”. Em toda a Bíblia há manifestações contrárias a essa prática adotada por algumas religiões e oficializada pelo Estado que deveria cumprir a Constituição. E isso significa que não deve impedir a livre manifestação de fé, mas também não pode oficializar a fé de um grupo, considerando que isso afronta a vontade de Deus, registrada na Bíblia. Se algumas religiões denominadas cristãs interpretam de outra forma afirmando que a imagem é um sinal de Deus, há outro segmento cristão que não desobedece o que a Palavra de Deus diz literalmente. É interessante observar que a Bíblia católica, além dos mesmos livros contidos na Bíblia evangélica, contém alguns livros históricos que trazem orientações claras para que seus seguidores não se curvem diante de ídolos. O Livro da Sabedoria 14:12-22 reforça o que demais os livros comuns às duas religiões e afirma que: “É pela idealização dos ídolos que começou a apostasia, e sua invenção foi a perda dos humanos. Eles não existiam no princípio e não durarão para sempre; a vaidade dos homens os introduziu no mundo. E, por causa disso, Deus decidiu a sua destruição para breve.” Paulo, em II Corintios 4:3, disse “Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”. Davi afirmou “ em Salmos 115:5-9 “Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não veem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam. Israel, confia no SENHOR; ele é o seu auxílio e o seu escudo”. Moises exortou em Levítico 19:4 “Não vos virareis para os ídolos nem vos fareis deuses de fundição. Eu sou o SENHOR vosso Deus” e em Levítico 26:1 “NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus”. E Isaías 31:7 confirmou “Porque naquele dia cada um lançará fora os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que vos fabricaram as vossas mãos para pecardes”. E o profeta Habacuque 2:18 nos faz refletir “Que aproveita a imagem de escultura, depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é máscara e ensina mentira, para que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos?” As religiões ensinam enganos e muitos fieis, achando que estão servindo a Deus ou fazendo a sua vontade acabam se perdendo, mas é tempo de refletir sobre o tema e repensar se essas práticas não se incluem naquilo que o apóstolo João coloca como um motivo de condenação em Apocalipse 9:20 “E os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras de suas mãos, para não adorarem os demônios, e os ídolos de ouro, e de prata, e de bronze, e de pedra, e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar”. Antes de sair em procissão, ou de se curvar diante de uma imagem feita pelas mãos humanas, é preciso refletir sobre o que a Bíblia explica nos seus livros inspirados e se isso não for suficiente é só ler atentamente as explicações dos livros católicos e se arrepender dessa devoção que contraria a palavra de Deus.
sábado, 11 de outubro de 2014
Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Salmos 51:3
O salmista lembra que foi formado em iniquidade e que nasceu em pecado, mas o fato de reconhecer a sua transgressão e de saber que é um pecador faz com que seja alvo do perdão de Deus. Sabemos que o Espírito Santo capacita os pecadores a reconhecer as suas transgressões, mas aquele que peca e diz que nada fez de errado, aquele que tem a sua consciência cauterizada, longe está de ser perdoado, pois se considera livre do pecado. A Bíblia nos mostra que todos pecaram, mas somos alvos do perdão e da misericórdia de Deus quando reconhecemos o nosso pecado e nos colocamos em posição de humildade.
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
E seja o vosso coração inteiro para com o Senhor nosso Deus, para andardes nos seus estatutos, e guardardes os seus mandamentos como hoje. 1 Reis 8:61
Um coração inteiro significa um coração que é entregue a Deus, sem restrições. Um coração que deseja, acima de tudo, servir e agradar a Deus. Quando Ele pede o nosso coração, não pede que sejamos perfeitos, mas totalmente dedicados ao ponto de nos deixarmos ser aperfeiçoados de forma que Ele trabalhe em nós e nos conduza segundo a Sua vontade. Por isso Paulo escreveu que Deus trabalha dentro de nós: “Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.” (Filipenses 2:13). E quando Deus requer nossos corações Ele requer a completa obediência proveniente de nosso desejo de agradá-Lo.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito [Jesus], para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16).
Recebemos a salvação quando reconhecemos que somos pecadores e que Jesus Cristo, em nosso lugar, levou nossos pecados na Cruz e, pelo Seu sangue, derramado em nosso lugar, somos salvos. Assim, precisamos entender que a salvação é uma ação de Deus em nossa vida e é recebida pela fé. Essa afirmativa de Jesus nos faz refletir sobre o engano que é interpretar que fazer o bem é a garantia da salvação. Na verdade, a interpretação correta deve ser: aquele que é salvo faz o bem, pois tendo sido resgatado por Jesus, busca a santidade e a estatura de Cristo e assim faz o que Jesus faria. Se tão somente a caridade fosse a condição para a salvação não haveria necessidade de Jesus verter Seu precioso sangue na Cruz. Se assim fosse, os Evangelhos não registrariam as palavras de Jesus sobre a condição para a salvação. A salvação é recebida pela fé e aquele que crê no Filho de Deus, Jesus Cristo, tem a vida eterna.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito [Jesus], para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16).
Com essa declaração de Jesus, registrada pelo apóstolo João, vemos que a salvação é recebida pela fé e aquele que crê no Filho de Deus, Jesus Cristo, tem a vida eterna, conforme ensina Paulo em carta aos Efésios 2:8-9: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” Recebemos a salvação quando reconhecemos que somos pecadores e que Jesus Cristo, em nosso lugar, levou nossos pecados na Cruz e, pelo Seu sangue, derramado em nosso lugar, somos salvos. Assim, precisamos entender que a salvação é uma ação de Deus em nossa vida e é recebida pela fé. Se dependêssemos de fazer o bem para obtermos a salvação Paulo não teria dito que as obras não fazem parte do processo da salvação para que “ninguém se glorie”. Isso significa dizer que as boas obras devem fazer parte da vida do salvo, mas não são o agente da salvação e de igual modo o cumprimento da Lei também não garante a salvação.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
“Porque se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.” Romanos 8:13-14
Viver pelo Espírito implica viver em obediência ativa à Sua direção, sem nos deixar corromper pelos desejos da carne, por isso Paulo nos exorta a andar no Espírito, fazendo a vontade Daquele que nos criou, a fim de não permitirmos que a carne se sobreponha ao espírito: “Digo, porém: Andai pelo Espírito, e não haveis de cumprir a cobiça da carne. Porque a carne luta contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes se opõem um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gálatas 5:16-17) “Andar pelo Espírito” significa seguir permitir que Ele tenha o controle de nossas vidas e por essa razão devemos confiar na promessa de que seremos capacitados em nossa fraqueza e aptos a realizar aquilo que o Senhor coloca para nós como missão. O Espírito fará a obra em nós, se nos santificarmos e permitirmos que Ele aja em nós. Sabendo de nossa fraqueza e de nossa condição de pecadores, devemos deixar que o Espírito Santo mortifique nossa carne e nos capacite a resistir, como filhos de Deus, criados a Sua imagem e semelhança.
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
“E irão estes para o tormento eterno, mas os justos, para a vida eterna” Mateus 25:46
Sempre que nos deparamos com situações nas quais verificamos a ascensão do ímpio e ou o aparente decesso do justo, imaginamos que Deus não está cuidando dos Seus, ou que é melhor entrar na perspectiva mundana, pois o mundo é dos espertos. Todavia, não podemos nos esquecer de que Jesus deixou bem claro que passaríamos por provas e que no mundo teríamos aflições, mas o Senhor estaria com os Seus até a consumação dos séculos. Nem sempre ganhar significa vitória e muitas vezes quem ganha perde. Quem vence com as armas do mundo, logrando êxito com mentiras, falsidades e promessas vãs é vitorioso segundo as leis deste século, mas está longe de conquistar a mais desejável vitória. De nada adianta conquistar o mundo e sua glória efêmera e caminhar a passos largos para o tormento eterno. Jesus deixou claro que aqueles que trabalham para conquistar o Seu Reino, ainda que vivam às margens das glórias terrenas receberão o prêmio da Vida Eterna na Glória de Deus. Infelizmente, muitos trocam essa possibilidade por um reino corruptível, por prêmios perecíveis e que nada valem fora dessa vida. Infelizmente muitos não perceberam o quão passageira e frágil é a nossa vida terrena e que nenhum tesouro, nem a maior fortuna ou poder podem nos livrar da morte certa. O que podemos fazer é, assim como nas eleições, decidir de que lado ficar. Em quem confiar, a quem entregar o governo de nossas vidas. Para alguns não resta mais escolhas, mas para aqueles que ainda podem tomar uma decisão, o melhor é confiar em quem já deu provas de que está conosco nas horas boas e nas horas difíceis e que antes de pedir o nosso voto deu a Sua vida por nós.
domingo, 5 de outubro de 2014
Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança. Salmos 33:12-13
Hoje vamos escolher por meio do voto os nossos futuros governantes e legisladores. Nossos representantes que terão o nosso aval legítimo para falar e escolher em nosso nome. Vimos nesse período de campanha que os candidatos travaram uma verdadeira guerra para conquistar o voto dos eleitores e nessa guerra vale tudo: mentiras, ofensas, intrigas, agressões, falsas promessas... Apesar da origem semântica do nome candidato, que vem de cândido (puro), sabemos que não é assim. Os candidatos sempre se apresentam como defensores da ética, da verdade, da justiça, dos interesses do povo, fazem as mais variadas promessas, mas infelizmente a maioria usa apenas de retórica e fica difícil saber quem está sendo sincero (do latim, sem cera), ou seja, sem máscaras. Mas quando votamos em alguém, estamos depositando a nossa confiança nele, e entregando o nosso aval para que ele decida por nós. Assim estamos acreditando nas suas promessas, e nos comprometendo com ele, por isso devemos pensar bem antes de votar. O voto é coisa muito séria gera uma série de consequências na vida de uma nação. Portanto, se queremos uma nação em que Deus seja glorificado, devemos rejeitar aqueles candidatos que ignoram a Sua Palavra, ou cujos programas subvertem aos Seus princípios.
sábado, 4 de outubro de 2014
“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo.” ( I Tessalonicenses 5:23).
A biologia e a psicologia explicam que é a mente que controla todo o corpo e é responsável pela maneira que agimos. Mas aqueles que creem em Deus sabem que se nossa mente estiver firmada Nele, ela se manterá em paz e aqueles que confiam e esperam no Senhor conseguem manter o equilíbrio necessário para sobreviver neste mundo corrompido sem se afastar do alvo e sem se deixar atrair pelas estratégias do inimigo de nossas almas. O profeta Isaias 26:3 afirmava com segurança: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti. Assim como o profeta, devemos esperar que Deus nos santifique na paz para que possamos agir de acordo com a Sua santa vontade. Mas antes de agir, sabemos que precisamos fazer escolhas que determinarão os nossos caminhos. Nesse período de eleição, nossas escolhas são fundamentais e devem estar pautadas no equilíbrio e na coerência. Como cristãos não podemos escolher representantes que discordem de nossos princípios. Por isso, devemos pedir ao Pai que nos dê a sabedoria necessária para fazermos escolhas conscientes e para nos mantermos em paz sem nos deixar enganar pelas astúcias do inimigo que também usa desse momento para fazer prevalecer a sua vontade e não a do Senhor.
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao Senhor trarão oferta em justiça. Malaquias 3:3
O profeta Malaquias emprega uma metáfora para nos mostrar o que o Senhor faz conosco para nos purificar e nos separar para Si. Assim como o fundidor que separa as impurezas do precioso metal, Deus nos deixa passar pelo fogo para que aquilo que é impuro seja separado e assim possamos tirar de nosso meio todo mal, toda raiz de pecado, tudo aquilo que nos afasta do Senhor. Para isso, muitas vezes passamos por momentos difíceis que nos levam a amadurecer. É interessante observar que o que conhecemos por ouro mil, de fato tem apenas 1% de impureza, depois de passar pelo fogo sete vezes. O ourives para isso usa o Candinho. Assim também o Senhor faz conosco. O Espírito de Deus nos purifica e nos torna cândido, candidato ao Reino de Deus. Observemos que as palavras candinho, cândido, candidato vêm da mesmo origem e significam puro. Para entrarmos no Reino de Deus, precisamos ser puros, mas antes precisamos pelo fogo para que as nossas impurezas sejam eliminadas.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. Romanos 8:15
O apóstolo Paulo nos lembra de nossa condição privilegiada de filhos de Deus porque a recebemos pelo maravilhoso plano de salvação propiciado pelo sacrifício do Senhor Jesus na Cruz do Calvário. Não somos filhos por acaso ou por merecimento, mas pela adoção e pela Graça dispensada. Por essa razão não precisamos temer o inimigo, mas agir com temor Daquele que nos resgatou do pecado e da perdição. Se podemos nos dirigir a Deus como Pai é porque Ele nos adotou e nos permite os direitos de filhos. Na vida civil, o filho pela adoção tem os mesmos direitos legais do que outrora era chamado filho legítimo e nossa condição espiritual, diante do Pai, é semelhante: fomos adotados por amor e recebemos do Pai os direitos e as prerrogativas de filhos.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
A tua malícia te castigará, e as tuas apostasias te repreenderão; sabe, pois, e vê, que mal e quão amargo é deixares ao SENHOR teu Deus, e não teres em ti o meu temor, diz o Senhor DEUS dos Exércitos. (Jeremias 2:19)
O profeta Jeremias faz um alerta que, nesses tempos de muita informação, parece passar despercebido por aqueles que julgam ser os únicos donos de suas escolhas e que não devem satisfações ao Criador. A forma como o homem tem agido em todas as áreas de sua vida faz com que ele colha as consequências de seus atos. Sua liberdade para agir, sem considerar as orientações de Deus tem sido danosa e a falta de temor de Deus não passam incólume. Quando o homem pensa apenas em seu bem estar, em satisfazer seus prazeres, sem levar em conta o próximo, a natureza, a sociedade em que convive, inevitavelmente chama sobre si as consequências de sua ação egoísta. A ordem de Jesus é amar ao próximo como a si a mesmo e isso pressupõe pensar em todos a nossa volta, se queremos viver bem. Quando deixamos a Deus e não damos importância ao que Ele determina, quando imaginamos que nossas ações são inocentes vemos na sequência que nossa vida perde o sentido. A riqueza, o poder e toda bajulação mundana não são suficientes para satisfazer. Bom é estar debaixo da proteção de Deus!
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Gálatas 5:13
Uma coisa é termos liberdade, outra coisa é sabermos o que fazer com ela. Jesus nos libertou do pecado e das garras do inimigo, por essa razão precisamos valorizar a liberdade conquistada na cruz. Mas ser livre pressupõe equilíbrio. Paulo exorta os gálatas a usar com responsabilidade a liberdade para que não se tornassem novamente presas do pecado. O apóstolo, em outra ocasião afirma que tudo é lícito, mas nem tudo convém. Isso significa que podemos usar a nossa liberdade para fazermos o que quisermos, mas nem tudo o que queremos pode ser conveniente ou saudável. Nesse caso, usar a liberdade para dar vazão à carne ou para algo que não edifica é tolice. Paulo ensina que não devemos usar a liberdade para satisfazer as paixões carnais, mas, para que sirvamos aos irmãos.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Mateus 6:13
Se o Senhor Jesus nos ensinou a orar a Deus pedindo que Ele nos livre do mal, é porque Ele irá nos atender, por isso preciso acreditar que Deus está presente para nos livrar de todos os temores. Deus é um Deus de livramento, precisamos crer nisto, mas não podemos confundir os livramentos de Deus, deixando de fazer a nossa parte. Os livramentos não são redomas superprotetoras sobre nós e não são substitutos para a nossa prudência. Eles estão sempre dentro da vontade divina, e dependem da Sua Graça. Também precisamos compreender que Deus sempre tem um propósito ao nos livrar e um deles é para que possamos glorificar o Seu nome, honrando-O e cultuando-O, como fez Davi, por isso o salmista convida Salmos 34:3 “Anunciem comigo a grandeza de Deus; louvemos juntos o SENHOR”.
domingo, 28 de setembro de 2014
Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu para que temas o homem que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará em erva? Isaías 51:12
Diante de tanta corrupção humana que nos assola e nos causa sofrimentos, por mais que oremos, que esperamos em Deus a resposta, ficamos com a impressão de que fica a força dos nossos inimigos nunca será derrotada, pois eles são muitos e se multiplicam a cada dia. Quantas vezes nos entristecemos porque vemos o inimigo atuar cada vez mais perto e de forma cada vez mais avassaladora. Ainda que sempre com o mesmo objetivo, destruir a família e por consequência a sociedade, o inimigo usa de todas as estratégias das mais simples as mais sofisticadas. Mas o profeta Isaías traz a pergunta do Senhor e nos faz refletir: “quem és tu para que temas o homem?” Sem precisar pensar muito que cada um de nós pode testemunhar pelo menos um livramento vindo do Senhor. Ele não está surdo aos nossos clamores, tampouco está de costas para os nossos problemas. Ele é Aquele que nos consola e não nos deixa ser consumidos. Podemos claramente ver que, para cada problema Deus tem uma pronta solução.
sábado, 27 de setembro de 2014
Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos. (Atos 17:31)
Nesse versículo do Livro de Atos, Lucas nos lembra que Jesus virá em Glória como juiz para o Julgamento Final que dividirá os justos dos maus, e separará as pessoas individualmente. No Julgamento Final, toda a humanidade aparecerá diante de Deus, quando cada um receberá a sua recompensa de acordo com os seus atos. Contrariando as doutrinas que usam esse julgamento para intimidar, os cristãos não precisam temer o julgamento, pois de acordo com a Bíblia, Deus nos perdoa quando nos arrependemos, e Ele escolhe não se lembrar mais dos nossos pecados, conforme registra o autor de Hebreus 8:12, 10:17). Haverá um julgamento para os cristãos, mas não para envergonhá-los ou culpá-los por seus pecados que Deus já perdoou e nem se lembra mais.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela. Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram.” (Mateus 7:13-14)
O mundo oferece inúmeras escolhas e possibilidades, mas, de fato, para a vida eterna só existem dois caminhos. Quem não entra por Cristo está no caminho de perdição, destituído de Deus e em geral essas pessoas se enganam com a desculpa de que Deus nos colocou na Terra para desfrutar de seus prazeres e que somos livres para fazermos o que quisermos de nossas vidas. Embora essas confirmações sejam verdadeiras, não correspondem ao plano de salvação do Criador. Podemos desfrutar de tudo o que Deus colocou a nossa disposição e somos livres para fazer opções, mas somos também responsáveis por nossas escolhas. Jesus ensina que devemos escolher o caminho da salvação e esse caminho só é possível se passarmos pela porta estreita. Isso significa que temos escolha e que essa escolha tem um preço. Para passar pela porta estreita precisamos ser santos. E não há como negociar essa santidade. Ela busca pessoal e pressupõe a fuga dos padrões do mundo que aceita o pecado. A santidade na porta estreita requer de nós um padrão de conduta a exemplo de Cristo que deve ser perseguido cotidianamente. Certamente, não é fácil, mas não pode deixar de ser buscado.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
"Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens." ( Jo 10:9 )
Jesus ensina no Sermão do Monte diante de uma multidão que, embora existam duas portas que levam a dois caminhos, ao homem só cabe a decisão de permanecer na porta larga ou entrar pela porta estreita. A porta larga em que o homem já adentrou ao nascer conduz ao caminho da perdição. Resta, pois, ao homem, a única opção de entrar pela porta estreita que dá acesso ao caminho de salvação (Mateus 7:13). Mas a questão é como entender como funcionam as chaves que abrem essas portas. Ao contrário dos que muitos entendem, seguir pelo caminho de perdição não é consequência das decisões em praticar boas ou más ações. Não são as escolhas entre o bem e o mal que levam o homem ao caminho de perdição ou de salvação. Não depende do comportamento, da moral, da consciência, das virtudes, das boas ações, da religião, da origem familiar, da condição social ou educacional. A única fórmula para ter acesso à salvação é entrar pela porta estreita. E Jesus deixa claro: “Entrai pela porta estreita” (João 10: 13), mas devemos nos lembrar de que embora esteja expresso de forma imperativa, essa é uma decisão que cabe exclusivamente ao homem. É uma decisão pessoal e intransferível.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
“... tendo, porém, diferentes dons segundo a Graça que nos foi dada: se profecia, seja segundo a proporção da fé...” Romanos 12.6
Sempre ouvimos dizer que Deus não chama os capacitados, mas capacita os chamados. Contudo, para sermos instrumentos nas mãos de Deus, precisamos nos disponibilizar a isso. Sabemos que os dons, talentos e capacidades são doados de graça para todas as pessoas e que todo mundo tem um dom, porque Deus distribuiu talentos a todos. Quando recebemos o Espírito Santo, Ele nos capacita com dons espirituais que não são apenas habilidades humanas. A proporção de nossa fé é que determina o quanto poderemos ser usados por Deus. Por essa razão, se tiver plenos de fé, com toda certeza nossos dons serão usados pela Graça que nos capacita e assim não precisamos ser tímidos ou ficarmos inseguros quando Deus nos chamar a exercer algum ministério. O Senhor espera que coloquemos a nossa fé e os nossos dons ao Seu serviço. O mais Ele fará.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
“Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça” Romanos 6.14
Quando atentamos para a mensagem dessas palavras do apóstolo Paulo podemos nos conscientizar de que em Cristo somos fortes para combater o mal que nos ameaça. Assim, podemos ter em mente que sobre nossas vidas está a Graça de Deus e que a única coisa que domina e dirige nossas vidas é a Sua Graça. Deus em sua grandeza poderia olhar para nós com rigidez e superioridade e nos punir conforme nossas atitudes, mas quis descer à terra e viver entre nós na pessoa de Jesus para ver nos olhos das pessoas e sentir em sua pela as necessidades humanas. Assim, restaurou a nossa sorte e nos resgatou. Deus sempre se colocou do nosso lado, ao contrário do que quer nos fazer pensar o inimigo. O único momento que Jesus se colocou acima dos outros foi quando estava pendurado na cruz. Dali de cima daquela cruz Jesus olhou com dor, mas sob a Graça de Deus Ele teve forças para ir até o fim motivado somente pelo amor inesgotável e gratuito de Deus. É dessa forma que Ele espera que façamos com nosso próximo. Se olharmos para o nosso próximo sob a ótica de Deus e não com a ótica humana, certamente veremos as circunstancias de forma diferente e poderemos agir como Deus espera.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
“Porquanto a Graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens” Tito 2.11
Nem
sempre as pessoas não se dão conta do quanto a presença de Deus é algo incontestável
em suas vidas. Mas a Graça de Deus é como um farol que nos ilumina e abre os
caminhos em uma escuridão. Às vezes não percebemos, mas ela está ali e como um
pequeno barquinho na imensidão do mar, a Graça de Deus, ao tempo em que abre os
caminhos, nos faz ver a nós mesmos pequenos diante do infinito amor de Deus. Mas
o que o apóstolo está afirmando é que essa graça alcança a todos os homens. A
Graça de Deus é inclusiva e não exclui nenhuma pessoa em toda a terra. Somos todos
iguais perante Deus, não importa o que somos ou o que temos. É por meio dessa Graça
que temos ao nosso alcance a salvação, todavia, aceitar essa graça e esse amor
é uma decisão exclusivamente nossa.
domingo, 21 de setembro de 2014
Filhinhos, guardai-vos dos ídolos. Amém. (1 João 5:21)
A Bíblia não deixa dúvidas em relação à questão da idolatria. Desde o Antigo Testamento deixa claro que Deus condena qualquer forma de adoração aos ídolos e explica “Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova. São como a palmeira, obra torneada, porém não podem falar; certamente são levados, porquanto não podem andar. Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer bem”. (Jeremias 10:3-5). O salmista afirma que se tornam semelhantes a elas quem as venera “Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não veem. Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam”. (Salmos 115:4-8). Por isso, o apóstolo Paulo pondera que aqueles que veneram ídolos desagradam a Deus “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”. (1 Coríntios 10:19-20). A idolatria, sob a falsa compreensão de um ato inocente é um abismo profundo que tem levado muitos à perdição. O mais sensato é atender à exortação do apóstolo João e fugir dos ídolos.
sábado, 20 de setembro de 2014
Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação. 2 Timóteo 1:7
É interessante observar que o medo sempre foi uma arma que o inimigo usa para intimidar o adversário. Mostrar-se mais poderoso e com poder bélico de certa forma faz com que o oponente ou a vitima recue. Mas o apóstolo Paulo nos ensina como fazer para neutralizar essa estratégia inimiga, lembrando-nos de que o Senhor nos deu em lugar do medo o espírito de fortaleza. Quando sabemos disso, nosso inimigo não pode nos atacar com o espírito de medo. O medo é um sentimento paralisante e as vezes irracional, e nos faz sentir incapazes de fazer coisas que faríamos naturalmente. Paulo alertou a Timóteo para que não se deixasse levar pelo medo quando fosse anunciar o evangelho, lembrando que ele havia recebido dons pela imposição de mãos. Observe que Deus nos dá o espírito de amor e de moderação, pois quando nos entregamos nas mãos de Deus, o espírito de medo é destruído. “Deus é amor. O amor lança fora o medo”, afirma João, corroborando o que ensina Paulo a Timóteo.
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
“Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes; por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros” (Romanos 1:14-15).
O que o apóstolo Paulo está nos dizendo é que nós temos a comissão de pregar o evangelho porque Deus já nos confiou essa responsabilidade. Paulo, sendo a princípio perseguidor dos cristãos imbuiu-se dessa responsabilidade e nos ensina que se pregarmos o evangelho voluntariamente, receberemos galardão, mas esse é nosso dever. Por isso afirmou “Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho! Se o faço de livre vontade, tenho galardão; mas, se constrangido, é, então, a responsabilidade de despenseiro que me está confiada” (1 Co 9:16-17). Levar as boas novas é obrigação de todo aquele que é salvo e não podemos fazer acepção de pessoas ensina Paulo, que nos passa o compromisso de ganhar o maior número possível de pessoas para Cristo: Precisamos pregar o evangelho de Deus, pois o Senhor nos confiou esse encargo e espera que façamos a nossa parte.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. (1 Pedro 2:21)
Nem sempre as pessoas que conhecem Jesus estão dispostas a viver como Ele viveu ou a seguir os Seus passos, conforme os Seus exemplos. De Jesus, muitos querem os milagres, as bênçãos, mas nem todos se esforçam para atingir a Sua estatura. Para seguir os passos de Jesus, precisamos compreender que Ele jamais exigiu sacrifícios pessoais para transformar as vidas dispostas a servi-Lo. Ao contrário, Ele apenas espera um coração humilde e sincero. Jesus nunca rejeitou a ninguém que chegasse a Ele. Jesus não anunciou uma religião, mas um modo de vida pautado na misericórdia e o amor. Aqueles que querem ser chamado de discípulos não podem usar Seu nome para ter influência ou adquirir bens e assim como Ele não pode ter medo de falar ou de ouvir a verdade. Seguir os passos de Jesus é ser portador da verdade e amar o pecador, rejeitando o pecado. O exemplo de Jesus é mais eloquente do que qualquer discurso e responde a qualquer desafio moral ou ético. Por isso, antes de qualquer atitude ou decisão, precisamos nos perguntar o que Ele faria, como agiria, pois, ao contrário dos homens, Jesus jamais foi incoerente, ou hipócrita. Ele não dizia uma coisa e fazia outra. Suas palavras convencem porque Suas atitudes as referendam. É essa coerência que precisa fazer parte da vida cristã. Ainda que ninguém nos observe, o Senhor tudo vê.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. (Marcos 8:34)
Quando
Jesus nos chama a seguir seus passos precisamos deixar de lado o nosso orgulho
e interesses pessoais certos de que Ele nunca utilizou seu poder como
estratégia de marketing pessoal. O nome de Jesus tem poder e provoca milagres,
mas esses sinais devem ser feitos para que as pessoas creiam e glorifiquem o
nome de Deus, jamais para empoderar os homens. As pessoas estão carentes e
muitas esperam uma solução para os seus males. Jesus é a solução e aqueles que
sabem seguem os Seus passos têm a palavra de refrigério, mas jamais devem usar
o nome do Senhor para segurar o povo a sua volta. Isso vale para situações pessoais,
religiosas ou políticas. Quem segue Jesus deve faze-lo com liberdade, mas deve
estar ciente de que essa escolha tem consequências e ninguém que tenha vivido
essa experiência será o mesmo. Negar a si mesmo é assumir que o velho homem
ficará para trás. Tomar a cruz é saber que, apesar dos problemas que virão,
Jesus já abriu o caminho para a vitória.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus 22:39)
O filósofo Kant que viveu entre 1724 e 1804 ensinando sobre ética afirmou: “Tudo o que não puder contar como fez, não faça”. Em outras palavras, para convivermos em uma sociedade de maneira igual, sem privilégios e injustiças a consideração pelo outro é essencial e não pode ser pensada na base da legalidade apenas, mas na perspectiva da nossa possibilidade e liberdade de escolha. E toda escolha tem um ônus. A Bíblia tem orientações e exemplos diversos sobre como agir para o bem de si próprio e de toda a sociedade. Quando nos perguntamos o que Jesus faria na mesma situação, estamos nos colocando na posição de escolher o que seria moral e eticamente aceito não só pelos religiosos, mas até mesmo por aqueles que, embora critiquem os cristãos, também concordariam com as nossas atitudes. Se assim fizermos, provavelmente viveremos experiências que nos farão compreender o significado das palavras de Jesus no texto em epígrafe, mas enfrentaremos conflitos e incompreensões que nos levarão à maturidade pessoal e espiritual.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. Marcos 9:24
Jesus apresenta, neste trecho de Marcos a dor de um pai desesperado que procura por um milagre na vida de seu filho, que se assemelha à situação de muitos pais hoje em dia. Quantos estão sofrendo com algum problema e não conseguem achar uma solução! Quantos estão lutando para salvar seus casamentos, para livrar seus filhos das drogas; para se curarem de uma doença, para encontrarem um emprego ou para quitarem as dívidas que só fazem aumentar... Nesse momento a tendência é aumentar o problema e pensar que não há solução, quando o olhar não e posto em Jesus e não se concentra no que a Bíblia ensina nas suas mais diversas passagens que trazem situações análogas. Assim, em vez de procurar Jesus, muitos se afastam. Quantos ainda fazem como esse pai, que passou muito tempo procurando a solução, sem procurar Jesus. Quem O procura com toda certeza vai ouvir o mesmo que aquele homem ouviu ao procurar o Mestre: “Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê.” Mas, assim como aquele homem, muitos estão fragilizados na fé e precisam que o Senhor ajude na incredulidade. A sinceridade diante de Deus nos fortalece e nos aproxima Dele. Essa é a grande lição que podemos tirar desses momentos em que estamos fracos na fé e fragilizados física e emocionalmente. Se está difícil crer, devemos fortalecer nossa fé, pedindo a ajuda de Deus, esforçando-nos para isso, mantendo nossa comunhão com Ele.
domingo, 14 de setembro de 2014
Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Tiago 4:8
Tiago nos dá a chave para obtermos a vitória no mais amplo sentido e para, principalmente, agradarmos a Deus. A Sua vontade é que o conheçamos como Pessoa, achegando-nos a Ele para amá-Lo e servi-Lo de todo o coração, assim como ensinou Jesus em Mateus 22:37-38. Lendo e nos aprofundando nos ensinamentos bíblicos iremos aprender como fazer a vontade de Deus, por isso Jesus nos deu o exemplo e nos ensinou sobre como fazer a vontade de Deus. Jesus fez disso o seu modo de vida, afirmando que seu objetivo na vida era fazer, ‘não a sua vontade, mas a vontade daquele que o enviou’. (João 6:38). A Bíblia contém a mensagem de Deus para a humanidade E apresenta tudo o que precisamos saber para ser “completamente equipado para toda boa obra”. Embora as ofertas e atrações mundanas cooperem para o contrário, fazer a vontade de Deus não é algo difícil ou ruim. Os benefícios compensarão em muito qualquer esforço que fizermos, pois conforme disse Jesus: “Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática.” (Lucas 11:28).
sábado, 13 de setembro de 2014
Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9:7
A Bíblia orienta e nós precisamos entender que a generosidade é o caminho da verdadeira felicidade. De nada adianta acumular bens se em nossa volta as pessoas estão carentes. Jesus nos ensinou a doar e a não reter aquilo que pode ser compartilhado e o apóstolo Paulo ensina que esse gesto deve ser praticado com alegria, pois Deus ama a quem dá com alegria. E as recompensas para aqueles que têm o coração generoso são promessas do Senhor. A pessoa generosa faz bem a si mesmo, conforme lembra o sábio em Provérbios 11:17 “O homem bom cuida bem de si mesmo, mas o cruel prejudica o seu corpo”; consegue ser próspera: “Ao que distribui mais se lhe acrescenta, e ao que retém mais do que é justo, é para a sua perda”. (Provérbios 11:24). Quem sabe dividir as bênçãos que Deus lhe concede multiplica o que tem e, sobretudo, alcança o prazer e alegria de compartilhar, em vez de reter.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
“Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber.” (Atos 20:35.)
O ensino de Jesus é revolucionário e sempre foi visto com desconfiança por aqueles que se apegam aos bens materiais, mas é interessante observar que o mundo que sempre seguiu princípios diametralmente opostos aos estabelecidos por Jesus está descobrindo que a chave para o sucesso financeiro e pessoal está expresso na afirmativa final do versículo em epígrafe. Os homens mais ricos da atualidade descobrem que atingir o sucesso financeiro vai muito além de juntar dinheiro e compreendem que doar também pode ser uma das chaves para ter uma vida financeira saudável. Um exemplo disso são as atitudes bastante divulgadas dos bilionários como Bill Gates, Warren Buffet, Mark Zuckerberg, entre outros. A mídia revela que 70 multimilionários já se dispuseram a doar ao menos metade de suas fortunas para boas causas, seja em vida ou após a morte. O mais surpreendente é que eles entenderam, no mundo financeiro um princípio de Jesus: “Quando destinamos uma parte do que ganhamos para esse fim, viver melhor com os gastos do dia a dia torna-se muito fácil.” O que muitos cristãos ainda não compreenderam e esses homens bem sucedidos estão vivenciando é que doar não significa apenas dar o que não lhe serve mais, mas também é um passo importante para o sucesso. Eles compreenderam que ser altruísta rende muito mais do que ser egoísta. Dividir é a melhor maneira de multiplicar e quando dividimos para o crescimento do Reino de Deus, com toda certeza, nosso galardão será muito maior. A matemática de Deus é surpreendente e se os céticos não conseguem vê-la à luz da Bíblia, podem verificá-la pelos testemunhos dos homens reverenciados pelo mundo como exemplos de sucesso.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
“E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar” (Lucas14:22).
Neste trecho que transcreve parte da parábola da grande festa fazemos uma analogia com a Igreja atual e com os propósitos de Deus para a Sua Casa. O Senhor continua nos convidando para a grande festa e tem muita pressa, mas os convidados estão muito envolvidos com seus negócios, com o mundo secular, com a família, com seus problemas particulares... Mas Deus não tem o que esperar. Ele tem urgência porque o momento é emergente. O convite hoje já não é mais feito para os privilegiados, o convite agora é feito para todos. A ordem do Senhor é para ser obedecida imediatamente pelo servo. A ordem é sair às ruas e traze os pobres, os que têm deficiência física e de formação, os que têm dificuldade para caminhar, e os que têm deficiência visual, os que têm religiosidade que impede a visão ou conhecimento secular que turva o entendimento da Palavra. Todos estão sendo chamados, sem acepção ou reservas e todos são bem vindos. Precisamos buscar pelos os mais necessitados e carentes, pelos que realmente precisam.
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha. Lucas 14:23
O versículo em epígrafe traz parte da parábola da grande ceia, contada por Jesus em Lucas. Certo homem fez uma grande ceia, e muitos foram convidados para a grande festa. Mas feito o convite todos começaram a rejeitar. Cada um se justificava com um motivo particular. Um dizia que comprou um campo, e precisava vê-lo. Os negócios desta vida eram colocados como prioridade. Outro disse que iria experimentar as juntas de bois que havia comprado, deixando claro que o trabalho secular tomava-lhe o tempo. O outro se desculpou com o pretexto do casamento, assumindo que os cuidados com a família não lhe permitia assumir outro compromisso. A Bíblia conta que aquele que fez o convite ficou indignado e por isso pediu ao seu servo que saísse depressa pelas ruas e bairros da cidade, para trazer os pobres, aleijados, mancos e cegos. Vemos que o servo obedeceu e assim a casa se encheu com aqueles que não se embaraçaram com os negócios dessa vida, com os que aceitaram o convite, feito a todos. Essa parábola mostra a situação atual da Igreja. Os convidados têm muitas desculpas, mas o convite é feito a todos e ainda há lugar.
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece. Filipenses 4:13
Os jovens, em geral, têm uma tendência a buscar a independência, a pensar que podem tomar decisões de acordo com seus desejos ou necessidades imediatas e muitos pensam que suas vidas seriam mais simples se não dependessem dos pais. Mas assim que obtém a maioridade e podem ser declarados civilmente dependentes, responsáveis pelos seus atos, começam a perceber que as responsabilidades, as cobranças, as metas a serem alcançadas não são tão fáceis como pareciam e que só conseguirão atingir os seus objetivos porque puderam contar com a estrutura dada pelos pais. Assim, começam a entender que se conseguem fazer coisas que outrora os pais faziam por eles, é porque aprenderam com eles a se tornar adultos vivendo o exemplo do que fazer ou não fazer. Na nossa vida com Deus não é diferente, tentamos ser independentes, pensamos que podemos agir ou fazer escolhas com base em nosso coração e muitas vezes deixamos de consultar ao Senhor. Mas a Bíblia nos ensina que, se quisermos crescer e alcançar a estatura de Cristo, devemos diminuir diante de Deus e colocar diante Dele todas as nossas petições. Não somos independentes, por isso somos livres. O que parece ser uma contradição é o segredo de nossa liberdade. Somos livres, quando temos Cristo, mas a liberdade com Ele nos torna preso a Ele, enquanto o mundo se declara livre e se torna prisioneiro de suas escolhas porque não se dobram diante Daquele que pode nos libertar.
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
“Sem mim nada podeis fazer!” (João 15:5 )
Essa declaração de Jesus registrada pelo apóstolo João deixa claro que nada somos se estivermos desligados de Deus. Mesmo que aparentemente prosperem os que se declaram livres e independentes de Deus e não O reconhecem como o Seu Criador, os diversos exemplos de pessoas poderosas ou ricas mostram que ninguém pode acrescentar um dia a mais em sua vida, ou que o poder e a riqueza são efêmeros. A palavra de Deus afirma que devemos viver na dependência de Dele. Precisamos aprender que sozinho não chegaremos a lugar nenhum e que sem a presença de Deus em nossas vidas nem mesmo a mais inesgotável fortuna pode preencher o vazio ou a solidão do homem. Mas quando contamos com a presença do Senhor guiando nossos passos podemos estar certos de que eles não vacilarão.
domingo, 7 de setembro de 2014
Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. (João 15:5)
Hoje, o Brasil inteiro comemora a Independência do Brasil por ser um dos acontecimentos que mudou os rumos de nossa nação. As escolas ensinam e os livros registram e a célebre frase do imperador Dom Pedro I, ao declarar às margens do riacho Ipiranga: “Independência ou morte!” Se para fazer parte de uma nação próspera era necessário sair da condição de colônia e nos libertarmos da dependência de Portugal, em relação a Deus, nós cristãos, precisamos compreender que a nossa independência de Deus vai gerar morte. Ao contrário da situação do país em relação aos seus colonizadores, a nossa dependência em relação ao Criador é questão de vida ou morte. O fim do domínio português e a conquista da autonomia política foram fundamentais para que o Brasil se transformasse, pois deixou de ter a obrigação de se submeter à outra nação e passou a administrar seu próprio destino. Contudo, precisamos entender que se agirmos assim em relação a Deus nosso futuro será diferente. Para conquistarmos a nossa prosperidade pessoal, familiar e até mesmo como nação precisamos declarar: Dependência ou morte! As tentativas de se posicionarem de forma independente cada vez mais acirradas por parte daqueles que abrem brechas ao inimigo, têm levado à decadência familiar, moral e pessoal do povo. Por isso, os cristãos devem se posicionar de forma contrária ao que vem sendo popularizado pelas novelas, e até mesmo pelos debates e propagandas eleitorais e entender que a dependência de Deus é a certeza da vida eterna ao Seu lado. Por outro lado, a declaração de independência, tão estimulada pelos ímpios, quer na forma de criação de leis contrárias à Palavra de Deus ou na aceitação das falácias de que somos livres para escolher o que fazer com nosso corpo ou de que todas as formas de amor valem à pena, é a nossa sentença de morte.
sábado, 6 de setembro de 2014
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. ¶ Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. (1 Coríntios 15:57-58)
O apóstolo Paulo nos mostra o princípio elementar de um vencedor: atribuir a Deus a vitória, reconhecendo que o Senhor é que nos leva às conquistas. Mas, observe que, neste texto, o apóstolo nos ensina o segredo para permanecermos em vitória: a constância e determinação em continuar lutando, sabendo que o que o Senhor é conosco, mesmo quando as aparências mostram o contrário. Escrevendo aos coríntios, Paulo destaca que a morte foi tragada na vitória, destacando que quando estamos vivendo neste mundo corruptível estamos sujeitos a viver as vulnerabilidades do homem terreno, mas fomos criados para ser incorruptíveis. De alma vivente a espirito que vive eternamente na Glória de Deus, esta deve ser a nossa expressão máxima de vitória. E o Senhor nos garante isso, porque, pelo sacrifício de Jesus essa possibilidade transformou-se em certeza. Por isso o apóstolo afirmou que é necessário que o corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o que é mortal se revista da imortalidade.
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
"Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.1-4).
A Bíblia ensina que devemos orar pelos nossos governantes que são as autoridades colocadas sobre nós com a permissão de Deus. Os governos vivem sob pressão, tentação e sedução muito grandes, porque estão cercados de interesses de todos os lados e até mesmos os mais bem intencionados acabam sendo alvos pessoas inescrupulosas e ambiciosas. Por essa razão eles precisam de sabedoria para governar e, sobretudo, precisam de nossas orações. Devemos orar pelos governantes para que Deus os capacite, mesmo que eles não creiam, mas orar não significa aprovar sua conduta.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
"Feliz a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo que ele escolheu para sua herança." Salmos 33:12
O salmista aponta o segredo do sucesso de uma nação: render-se ao Senhor. A nação que reconhece a soberania de Deus e tem a base de suas instituições fundamentadas na Sua palavra é uma nação vitoriosa. A nação que não cultua falsos deuses ou que não dá lugar de destaque ao Senhor certamente perece entregue aos vícios, à depressão, à infelicidade. A história da civilização mostra que várias nações que pareciam invencíveis foram arruinadas, no entanto aquelas que têm Deus como soberano permanecem de pé. Uma nação se constrói no alicerce da fé. Feliz é a nação que estabelece seus alicerces na Palavra de Deus, que fundamenta a sua base, a família, nos princípios bíblicos, que “instrui o menino no caminho em que deve andar” Provérbios 22:6.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
“O Senhor está comigo, não temerei o que possa me fazer o homem”. Salmo 118:6
Essa expressão de reconhecimento de Davi mostra o ponto forte de um escolhido de Deus, de um homem vitorioso. Davi tinha vários defeitos, errou bastante, pecou muitas vezes, mas apesar disso foi um homem vitorioso porque confiava inteiramente no Senhor e quando errava sabia reconhecer e mostrar verdadeiro arrependimento. O fato de Deus ungir Davi, nos mostra que nossas falhas são indiferentes para Deus, se depositarmos Nele nossa confiança e se tivermos a humildade para nos mostrar dependente Dele. Nenhum mal, nenhuma dificuldade podem ser maiores do que Deus. Quem se comporta como Davi sabe que o mal se agiganta quando não colocamos Deus à frente das batalhas.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
E, quando este foi retirado, levantou-lhes como rei a Davi, ao qual também deu testemunho, e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade. Atos 13:22
Uma personalidade guerreira é formada não segundo os conceitos humanos, da psicologia, mas segundo a palavra de Deus. Vemos que Davi foi um exemplo no heroísmo e na confiança em Deus por isso Deus lhe permitiu grandes vitórias, apesar de ser o menor na casa de Jessé. Quando conhecemos a história de Davi e a forma como foi escolhido para defender os israelitas de um povo que ostentava um poder bélico superior e um guerreiro do porte de Golias, entendemos claramente que a visão de Deus é diferente da nossa. Ele não vê como o homem vê. Com certeza, Ele não olhou para a fragilidade aparente de daquele pastor de ovelhas que sequer tinha a aparência de um soldado. Sem dúvida, Deus viu que o coração de Davi possuía características necessárias para ser um homem segundo Seu coração. De um simples pastor, mas com uma capacidade espiritual com grande potencial para ser aperfeiçoando, Davi foi preparado para que pudesse ocupar o trono de Israel. As muitas experiências e a sua forma de se render a Deus deram a Davi a valentia necessária para se um poderoso rei, destruindo os inimigos do povo de Deus.
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Efésios 6:11
Para ter a personalidade de um guerreiro, assim como Davi, precisamos tomar posse das armas espirituais, conforme ensina o apóstolo Paulo em Efésios 6:10-17 e procurar vencer os gigantes que tentam nos derrubar. Esses gigantes se apresentam em várias áreas de nossas vidas e precisam ser identificados para que possam ser derrubados. Eles podem estar nas nossas emoções, na alma, nos sentimentos, na nossa vida familiar etc. Davi venceu Golias porque buscou a Deus e se sujeitou a Ele sem usar as armaduras do mundo. Esse foi grande segredo de seu sucesso. Antes de tomar decisões, Davi consultava o Senhor e por isso tinha êxito em tudo o que se propunha a fazer. A Bíblia relata que quando Davi deixou de agir assim teve sérios problemas cujas consequências foram danosas em sua vida. Precisamos aprender com esse rei que a vontade de Deus sempre é a melhor para a nossa vida.
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