terça-feira, 24 de janeiro de 2012


E Noé fez tudo exatamente como Deus tinha ordenado”. Gênesis 7: 5

Vemos neste versículo que Noé obedeceu a Deus, mesmo contra a lógica humana e a sua obediência trouxe benefícios a todos até o dia de hoje. Mesmo ouvindo opiniões contrárias e o riso de deboche de quem não temia a Deus, Noé foi um exemplo de obediência e de perseverança. Durante anos ele se manteve determinado a cumprir o que Deus lhe ordenara. Indo contra o senso e a geração de sua época, ele construiu a arca e foi a obediência que salvou-o, assim como a sua família e a humanidade. Podemos aprender preciosas lições com a história de Noé. A primeira é a importância de andarmos com Deus. A Bíblia diz que Noé era homem justo e andava com Deus, por isso foi escolhido para uma importante missão. Será que somos cristãos íntegros e justos entre nossos contemporâneos? A segunda é sobre a importância de obedecermos a Deus, por mais estranha, absurda e sem lógica que nos possa parecer a Sua ordem. Não podemos questionar as orientacoes divinas. Deus sabe de todas as coisas. A terceira lição é que devemos obedecer prontamente e sempre. Não podemos estipular um prazo para iniciar ou encerrar nossa obediência, desistindo ao primeiro sinal de não vermos as coisas acontecendo. Noé obedeceu e construiu a arca, sem a menor perspectiva de chuva. A quarta lição importante para nós é que devemos obedecer a Deus independentemente das circunstâncias ao nosso redor. Noé sofreu oposição e zombaria de todos a sua volta. O povo queria curtir o momento e satisfazer as necessidades do dia, não estava preocupado com o futuro. Enquanto todos festejavam, Noé e seus filhos cumpriam fielmente a ordem de Deus. A obediência de Noé a Deus foi integral e sem limites. Devemos aprender com Noé a obedecer apesar das circunstâncias muitas vezes desfavoráveis, apesar das críticas e zombarias por estarmos servindo a Deus e buscando a santidade num mundo que só pensa nos prazeres da carne. Mas obedecer a Deus implica não somente fazer coisas, como também, deixar de fazer muitas delas, tais como: deixar o ressentimento e perdoar o próximo, deixar a mentira e falar a verdade, fugir da impureza e buscar a santidade, dentre uma lista extensa. A Bíblia afirma que Noé obedeceu a Deus em tudo, mesmo vivendo no meio de uma geração corrompida e violenta. A geracao de Noé não é diferente da nossa. Noé perseverou em obedecer. Enfrentou zombarias e deboches, mas continuou obedecendo. Ele obedeceu porque teve fé. Para se obedecer a Deus é preciso ter fé, pois as coisas deste mundo cooperam para a desobediência. A história de Noé tambem nos mostra um episódio de desobediência. Vemos que ele bebeu vinho e se embriagou de tal forma que ficou nu, com as vergonhas de fora. Isto nos mostra que Noé era passível de fraquezas, como nós somos. E mesmo com suas fraquezas o Senhor usou esse homem para reescrever a história da humanidade. Antes e depois do dilúvio. Isto nos ensina que Deus pode nos usar apesar de nossas fraquezas.

Graça e Paz!

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões furam a parede e roubam” (Mt 6.19).

Jesus nos ensina a buscar a verdadeira e incorruptível riqueza, porque de nada adianta ajuntarmos tesouros na Terra e perdermos a oportunidade de passar a vida eterna ao lado de Deus. Em Mateus 16:26, Jesus nos faz refletir: “Onde está o teu tesouro, ali estará também o teu coração”. Quando começamos a colocar nossos bens em primeiro lugar, estamos negando a Deus. Em várias passagens Jesus nos mostra o quão inútil nos será ajuntar buscar o enriquecimento se não tivermos temor a Deus e se não agirmos conforme os Seus mandamentos. O problema não está na riqueza em si, mas na forma como lidamos com ela. Há pobres que se corrompem e há ricos que usam seus bens para a Glória de Deus. A maneira como lidamos com o dinheiro determina "quem é o dono de quem". Jesus mostrou dois caminhos possíveis: ser escravo do dinheiro e ser súdito do Reino de Deus. Não dá para conciliar as duas coisas. O apego ao dinheiro tem a capacidade de aprisionar o coração. A Bíblia tem toda razão: por causa do amor ao dinheiro muitas pessoas vivem sem temer a Deus e por isso matam, roubam, traem, mentem, enganam, prostituem-se, ou seja, pelo dinheiro causam muitos sofrimentos a si e aos outros. O pouco com temor ao Senhor não traz angústia e peso na consciência, enquanto onde o fruto da desonestidade não traz alegria, não dá tranqüilidade e sim muita inquietação, que seguirá para a vida eterna. O sábio afirmou em Provérbios 22:1 “A boa reputação vale mais que grandes riquezas; desfrutar de boa estima vale mais que prata e ouro”.

Nesse sentido, Zaqueu nos ensina a mudar o curso de nossas vidas e a refletir sobre como lidamos com nossos bens e com nossas ambições. Quem quer se dar bem às custas de desonestidade, de corrupção, de roubo, prostituição ou de até de pequenas mentiras certamente não encontra a paz e a tranquilidade desejada para desfrutar do que adquiriu. Melhor é o pouco com Deus, afirma o sábio.

Zaqueu teve um verdadeiro encontro com Jesus, mas precisou subir na árvore, porque enquanto estava preocupado com as riquezas vivia de forma desonesta, colhendo onde não plantou. Nenhum bem é mais precioso que Jesus. Zaqueu soube disso e foi transformado.

Graça e Paz!

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http://www.youtube.com/watch?v=y6wKxIjNCXk&feature=related











domingo, 22 de janeiro de 2012

“Pela fé Moisés sendo já grande recusou ser chamado filho da filha de faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de deus do que por, um pouco de tempo, ter o gozo do pecado”. (Hebreus 11.24.25).



Se há algo certo em nossa vida é que temos que fazer escolhas. E são as nossas escolhas que determinam nosso sucesso ou nosso fracasso. Se não podemos escolher onde nascer, ou que família, podemos escolher como conviver com a família que nos foi dada. Se não podemos escolher nosso nome, podemos escolher como nosso nome será lembrado. Vemos na história de Moisés que ele escolheu pela fé. Nós também precisamos por fé, tendo em vista sempre que Deus estará a frente e tem poder para “abrir o mar” ou para enviar as pragas aos nossos inimigos. Precisamos saber que uma escolha errada pode determinar uma vida inteira de infelicidade. As escolhas estão sempre diante de nós, e algumas não nos deixam dúvidas, mas ainda assim dependem de nossa opção: a salvação ou a perdição; ser quente ou morno; servir a Deus ou a Mamom... Mas há escolhas que só podemos fazer colocando diante do Espírito Santo: nossa profissão, amigos, cônjuge, trabalho. Na hora de decidir qualquer coisa em nossa vida devemos depender de Jesus, pois Ele é quem sabe muito bem o que é a vontade de Deus para nós. Quando Ele escolhe as nossas amizades temos amigos e companheiros fieis, assim como Ester que pode contar com companheiras capazes de jejuar com ela na hora da dificuldade. Na escolha do cônjuge é mais do que fundamental depender de Deus. Há tantos lares destruídos, famílias desajustadas por conta de escolhas erradas, mesmo sendo o cônjuge um crente. Se escolhêssemos de acordo com a orientação do Espírito Santo muitas tribulações poderiam ser evitadas! Infelizmente há quem escolha por vista, ou por interesse, ou por conveniência e o resultado é desastroso! Nossas escolhas devem ser sempre para glória de Deus. Por isso precisamos nos perguntar: o que Jesus escolheria se estivesse em meu lugar? Moisés preferiu sofrimento ao invés das pompas que o Egito lhe oferecia e Deus honrou a sua escolha. Deus o exaltou. Mas antes ele teve que escolher entre ser grande no Egito ou servir ao seu povo, para a Glória de Deus. Vemos que sua escolha foi feita pela fé, na maturidade, não na emoção. Ele não agiu por impulso, ou levado por outra pessoa. Quem toma decisões pelo impulso, ou motivado por carência não pensa muito nas consequências. Tal entusiasmo freqüentemente não persevera muito tempo. Moisés, ponderou mediu as conseqüências de sua decisão. Ele sabia o que estava perdendo e o que iria ganhar (Hebreus 11:25-26). Com ele podemos aprender que nossas escolhas trazem conseqüências positivas, mas também precisamos pagar o preço de servir a Deus.

Vídeo para reflexão: veja a história de Moisés clicando em:


http://www.youtube.com/watch?v=4UdRPB6Mnos&feature=related


sábado, 21 de janeiro de 2012


“Mostra-me um sinal para bem, para que o vejam aqueles que me odeiam, e se confundam; porque tu, SENHOR, me ajudaste e me consolaste.”(Salmos 86:17)

O salmista nos mostra neste versículo que as circunstâncias mudam e que não podemos nos apegar a uma determinada situação. Vemos que o mesmo Davi que antes de forma destemida havia vencido o gigante Golias pede neste salmo que o Senhor incline os Seus ouvidos e lhe responda, pois está aflito e necessitado. Davi neste momento está se sentindo frágil e precisando de um sinal de Deus para vencer nova batalha.
Quantas vezes nós também oscilamos entre  momentos de absoluta confiança e outros de fraqueza e inquietação de espírito. Em todos esses momentos precisamos colocar nossa confiança em Deus, assim como Davi  fez. Nos momentos de alegria glorificar a Deus, dando-lhe honra. Nos momentos de angústia, levantar um clamor  sabendo que "do Senhor vem a vitória". Vemos que Davi não se esqueceu de nenhum dos benefícios que Deus lhe havia concedido, mas pede um sinal que confirme o Seu favor  e a direção segura de como agir, quando agir, até que ponto agir. Aprendemos com esse homem, honrado por Deus em toda a sua vida, que, mesmo na condição de rei, não agiu por sua própria força, mas sim na força do Altíssimo o Senhor dos Exércitos, aquele que tudo pode.
Também nós também, precisamos pedir a Deus que nos dê sinais para aprendamos a andar segundo a Sua direção, pois somos limitados e carecemos do favor de Deus a fim de fazermos escolhas corretas.
Antes de qualquer decisão, precisamos nos  certificar de que o nosso desejo não contraria os princípios da Palavra de Deus, e se os nossos objetivos resultarão em glória para o nome do Senhor. Davi, certo do conforto de Deus, pede a Ele que lhe conceda a força necessária para que o vejam e se envergonhem os que o aborrecem.  Quando tomamos consciência de nossa pequenez e de que dependemos de Deus, passamos a ter algumas atitudes bem diferentes daquilo que é preconizado e divulgado pelo e passamos a nos guiar pela fé e pelos confiança no que o Senhor diz na Bíblia Sagrada, e não mais pela razão ou pela nossos desejos e paixões.
Todos os dias temos que tomar decisões e não podemos nos omitir. Decidir é limitar. Fazer uma coisa significa deixar de fazer outra. Tomar uma posição nos faz deixar de lado outras opções, por isso devemos antes orar a pedindo o discernimento. Devemos colocar em prática a oração: orar para que Deus entre em ação a nosso favor. É pela oração e na oração que o Senhor nos mostra o sinal. Pela oração temos o entendimento necessário para compreender a palavra de Deus. Ela abre nossa mente e nos clareia o entendimento para compreendermos a verdadeira vontade de Deus e a forma correta de conduzirmos nossas vidas.

Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja  a história de Davi   clicando em:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

“Tornai-vos meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1 Coríntios 11, 1)

A vida do apóstolo Paulo nos ensina grandes lições e uma delas é que sempre podemos mudar o curso de nossas vidas, que podemos nos arrepender de nossos atos, de nossa forma de agir ou de julgar uma pessoa e assim nos redimir. Paulo passou de perseguidor a seguidor de Cristo. Apóstolo incansável na defesa de Jesus e grande pregador de Seu Evangelho. Vemos que a experiência de Paulo, a caminho de Damasco, foi decisiva em sua vida, que foi transformada por um encontro. A partir desse acontecimento, é possível estabelecer, na história pessoal de Paulo, dois marcos: antes e depois. Antes, Saulo, o zeloso fariseu, o perseguidor da doutrina de Cristo, aprisionando cristãos (Atos 8, 1). Saulo se dirigia a Damasco “com o fim de prender os que lá achavam e trazê-los a Jerusalém, para que fossem castigados” (Atos 22, 4-5). Mas depois da experiência marcante, seguindo as orientações do próprio Jesus  prossegue viagem, não mais embalado pelo ódio, mas por sentimento que, na certa, ainda, não conseguia definir, deixa batizar-se, para se transformar em Paulo, um grande homem de Deus.  Depois de sepultado o velho homem, ressurge para uma vida nova. No caminho de Damasco, Saulo se encontrou com Jesus e sua vida se transformou completamente e com ele os rumos da Igreja que antes perseguia.
Quem se encontra com Jesus jamais é o mesmo. Mas há pessoas que passam uma vida toda e não percebem que Jesus está do lado, pronto para transformar suas vidas. Conversão é decisão e compromisso. É mudança verdadeira, não movida apenas por emoção momentânea.  
Graça e Paz!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A benignidade e a fidelidade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram. Salmos 85:10


Quando o assunto é fidelidade, temos uma tendência a relacioná-lo á fidelidade conjugal. Contudo, essa fidelidade que é uma das condições de um relacionamento abençoado e grande possibilidade de estabilidade em todos os sentido, pressupõem a fidelidade em sentido mais amplo. Ela começa com a fidelidade a Deus. Com o posicionamento que tomamos desde o início de nossa decisão pela vida cristã em não nos deixarmos abalar pelas ondas do mundo. Segue em nossa conduta com os outros nas relações de trabalho, de amizade. Até mesmo nas relações comerciais com estranhos. Se somos fieis ao nosso Deus, se mantemos nossa conduta firme nas decisões que tomamos em todas as esferas de nossas vidas, certamente esta postura também nos acompanhará em nossas relações pessoais e afetivas. A Bíblia diz que “quem é fiel no pouco, é fiel no muito”. Isso significa que fidelidade é um exercício, que começa no compromisso de sermos fieis a nós mesmos e aos nossos princípios.

Deus é fiel e deve ser nosso maior exemplo. A história de Rute nos ensina a fidelidade, quando mostra que uma simples mulher moabita decide ser fiel a Deus, sem saber que ela daria inicio a linhagem de onde nasceria o Salvador Jesus! Nossa decisão pela fidelidade é passo importante para vitórias maiores do que podemos imaginar. Nossa decisão por nos mantermos fieis independente das circunstâncias é o passaporte de nossas conquistas.

Graça e Paz!
 Vídeo para reflexão: veja a história de Rute clicando em:


http://www.youtube.com/watch?v=mNTfc6wd3Mc&feature=related









quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Então o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes? Números 22:28

A Bíblia nos ensina que o Senhor chama e prepara os seus escolhidos. Nem sempre eles estão dispostos a ouvir, a obedecer e a fazer o que convém sem contestar, ou sem tentar se desviar. Mas o fato é que, quando Deus quer mandar o seu recado, Ele o faz de todas as formas. Se preciso for, usa até o inusitado. Vemos isso na história do profeta Balaão. Precisou que uma mula falasse para que ele entendesse o recado de Deus e não se desviasse. Deus tem feito isso conosco nos tempos atuais. Ele tem mandado o seu recado por todos os canais, por várias pessoas, até mesmo por meio de nossas dificuldades. Teimosos, nos fazemos de surdos, ou pensamos que estamos entendendo errado. E assim seguimos fazendo a nossa vontade e não a vontade de Deus. A Bíblia nos ensina que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus. Até mesmos os nossos infortúnios, as nossas momentâneas dificuldades. Quando estamos no auge do problema, quando pensamos que não há mais o que fazer ficamos mais propensos a ouvir a Deus do que quando estamos vivendo a também momentânea felicidade. Nesses momentos, muitos deixam Deus de lado para viver o seu momento. Talvez por isso Ele permita que venham os reveses para nos tirar o foco sobre nós mesmos e voltar nossa atenção a Ele.

Assim como Balaão, nós também precisamos passar por outros caminhos até reconhecer que o único caminho já estava traçado. Por isso, se algo improvável está acontecendo com você, depois de tanta surdez. Depois de tantas tentativas de Deus de falar com você e de chamá-lo de volta ao lugar de onde não deveria ter saído, não se assuste: é Deus lhe concedendo mais uma chance. Quem sabe a última!

Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja a história de Balaão clicando em:


http://www.youtube.com/watch?v=Abq3zHptOQg










terça-feira, 17 de janeiro de 2012


"... o pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).

Uma das defesas mais antigas do pecador é de negar o fato do pecado. Isso porque quem consegue convencer a si mesmo que seu hábito não é pecaminoso, pensa que pode aliviar a consciência. É como um jogo de enganar a si mesmo. Uma espécie de alienação para não enfrentar o sentimento de culpa. Entretanto, por mais que tentemos nos enganar, as consequências de nossos erros irão recair inevitavelmente sobre nós mesmos, apesar de todas as justificativas. O padrão que define o pecado é a palavra de Deus, não os desejos e opiniões do homem: "Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Provérbios 14:12). Podemos fechar os olhos à verdade e recusar ouvir a palavra de Deus, mas essa rebeldia não mudará em nada a verdade revelada. Salomão nos adverte que "O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável" (Provérbios 28:9). Podemos enganar o mundo, podemos até mesmo nos enganar, mas a Deus não podemos mentir. Ele sonda e conhece as intenções de nossa mente. O sábio afirma que "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Provérbios 28:13). Por isso a única forma de ficarmos livres do pecado, é deixar de praticá-lo. Antes, porém, é necessário um genuíno arrependimento. E a melhor forma de alcançarmos a misericórdia de Deus é confessar os pecados, sem tentar minimizá-los, sem procurar justificativas para a sua prática. Para Deus não existe justificativa para o erro, o que existe é a nossa opção de aceitar ou não o pecado, de ser ou não ser conivente com o erro, ou ainda de nos arrependermos dos erros cometidos. Deus é misericordioso e perdoa a quem se arrepende, mas jamais aceita desculpas para a nossa escolha de permanecer no erro. O homem procura maneiras suaves de tratar o problema do pecado, mas isso não é aceito por Deus. Ele exige o arrependimento verdadeiro, nascido da tristeza pelo ato cometido (2 Coríntios 7:10). Deus abomina o pecado, porém ama o pecador. João escreveu para cristãos que, como todos, tinham seus defeitos. Contudo, não minimizou o problema do pecado. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9; Atos 8:20-23).

Todavia, precisamos aprender que o fato de sermos perdoados não nos livra das conseqüências do nosso pecado. Davi se arrependeu e foi perdoado depois de cometer adultério e matar o marido da amante (2 Samuel 12:13-14), mas não ficou livre da perda do filho que nasceu e, depois, mais três filhos. Muitas pessoas, mesmo deixando a prostituição, depois de se arrependerem, trazem no próprio corpo o resultado de seu erro do passado. Isso não significa que não foram libertas, apenas que assumem a conseqüência de uma escolha.

Vemos na história de Abraão que Deus manteve a promessa de fazer dele pai de uma grande nação, mesmo depois de sua desobediência e de ter dado ouvidos á proposta de atalho feita por sua mulher, em vez de apenas esperar no Senhor. A conseqüência de seu desvio ainda é sentida até hoje na descendência de seus filhos Ismael (filho da escrava, gerado pela desobediência e de Isaque, filho da promessa, gerado pela sua esposa Sara). Árabes e judeus descendem desses dois filhos de Abraão e vivem em guerra ao longo da história. Abraão foi contemplado pela promessa de Deus, mas não deixou de pagar pelos seus erros, ainda que perdoado. Aprendemos com ele que por um momento agiu com impaciência e incredulidade, a mudar o curso de nossas vidas. Um erro não precisa levar a outros erros. Sempre há tempo para o arrependimento.


Graça e Paz!



Vídeo para reflexão: veja a origem do conflito árabe-israelense clicando em:

http://www.youtube.com/watch?v=Abq3zHptOQg

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012


"Pela fé, caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias" (Hebreus 11:30).


A narrativa bíblica sobre a batalha de Jericó vem nos ensinar uma importante lição de fé. Vemos que uma das mais formidáveis cidades do mundo antigo, que se tornara o maior obstáculo para Israel desde sua saída do Egito, apesar de parecer invencível, foi entregue por DEUS a Josué. Aprendemos com essa história que a fé e a obediência a Deus são virtudes imprescindíveis àqueles que desejam superar todos os obstáculos. A fé e a obediência são as armas necessárias para enfrentarmos as batalhas diárias. As altas e fortes muralhas de Jericó a tornavam, praticamente, indestrutível. Os habitantes daquela cidade tinham uma sensação de segurança que ninguém jamais poderia sentir em outro lugar. Por ser uma cidade grande e bem fortificada, e a estratégia  usada por Josué não fazia nenhum sentido em termos militares. Mas, quando o povo obedeceu a Deus e marchou ao redor da cidade treze vezes, tocou as trombetas e gritou, as muralhas da cidade caíram. Eles tomaram a cidade com facilidade inédita, e os habitantes das outras cidades da terra ficaram aterrorizados. Vemos com isso que a fé não busca a lógica da razão humana. A razão desconhece as razões da fé. Para os habitantes e soldados de Jericó, diante daquele muro intransponível estava apenas um grupo de estrangeiros à procura de uma batalha inglória. Mas para o povo de Deus era a garantia de vitória seguir o tom dabatuta de Deus que ao toque da buzina, fez com que  muros da grande cidade ruíssem. Esta é a lógica da fé: tudo é possível ao crê, afirma a Palavra de Deus. O impossível se torna possível quando estamos na relação certa com Deus. Não foi pela estratégia bélica que os muros caíram, mas por obediência e ousadia no Senhor. 
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja  a história da batalha de Jericó clicando em: 

domingo, 15 de janeiro de 2012


Porém Gideão lhes disse: Sobre vós eu não dominarei, nem tampouco meu filho sobre vós dominará; o SENHOR sobre vós dominará. (Juízes 8:23)

A Bíblia nos mostra vários exemplos de líderes, com os quais podemos aprender importantes lições, tanto positivas como negativas. Nem mesmo os ungidos de Deus estão imunes a distorcerem os objetivos de sua liderança. Um dos motivos dessa distorção e que leva a consequências negativas tanto para o líder como para os liderados é o orgulho. O poder tenta o homem a ser abusivo e autoritário e a não considerar as necessidades comuns. Até mesmo homens que começaram suas lideranças com um espírito humilde podem deixar sua liderança engrandecer suas cabeças. Vemos isso na história de Saul. O profeta Samuel lhe informou que Deus o havia escolhido para ser o primeiro rei de Israel. De início Saul não se viu como digno de tal honra (1 Samuel 9:21). Ao ser coroado, ele se escondeu entre as malas, envergonhado pela fama e pela atenção (1 Samuel 10:21-24). Vemos que Ele deu crédito ao Senhor na sua primeira vitória militar (1 Samuel 11:13). Mas no decorrer do tempo, o poder subiu-lhe á cabeça e conduziu-o ao orgulho e à auto-promoção. Saul começou a agir sem autorização do Senhor e, por isso, ficou com ciúmes e suspeita dos rivais. O fim de sua vida mostra o que a corrupção de seus princípios fez com ele: terminou sua carreira com ataques de paranóia. Vemos também na história de Gideão que ele demonstrou a mesma humildade que Saul quando foi escolhido como juiz. Ficou relutante em aceitar a liderança que o Senhor pediu que tomasse sobre o povo e quando obteve a vitória, humildemente desviou o elogio e considerou que a realização dele próprio fosse relativamente insignificante (Juízes 8:1-3). Mas o sucesso o conduziu ao orgulho. Ele acabou abusando sua autoridade e tratando as pessoas abaixo dele com severidade (Juízes 8:4-21). Gideão agiu como um rei a tal ponto que o povo pediu que ele assim se tornasse. Ele recusou, mas continuou a viver cada vez mais no estilo de um rei. Pediu que o povo cedesse seu ouro, e daí fabricou uma estola sacerdotal que o povo adorou. Ele possuía muitas mulheres do jeito de um rei e até mesmo botou o nome ‘meu pai é rei’ em um de seus filhos (Abimeleque).


Precisamos aprender com esses personagens bíblicos que a liderança deve ser vista como a oportunidade para servir, não para se exaltar. E isso serve não só na relação de governo ou de trabalho. A liderança dos maridos, dos pais, dos pastores, dos supervisores, ou qualquer outra forma de liderança, deve ser exercida com um espírito humilde. Não devemos buscar oportunidades para nos engrandecer, pois Jesus nos chamou ao humilde serviço. Nossa liderança deve ser para abençoar nossos liderados, não para impor nossa vontade ou para nos levar ao despotismo.

Graça e Paz!


Vídeo para reflexão: veja a história de Saul clicando em: http://www.youtube.com/watch?v=iJ_ymXzDTAs


http://www.youtube.com/watch?v=CrGZGJVyJDg&feature=mfu_in_order&list=UL


http://www.youtube.com/watch?v=iJ_ymXzDTAs&feature=mfu_in_order&list=UL


For.Bibliografia: http://www.icmv. org.br/BibliaOnline.aspx











sábado, 14 de janeiro de 2012


Perguntou, pois, Jesus: Não foram limpos os dez? E os nove, onde estão? (Lucas 17:17)


Há vários personagens bíblicos que nos ensinam que a ingratidão é um mal que deve ser combatido na vida da Igreja. O próprio Jesus relatou um episódio em que evidenciava a questão da ingratidão. Dez leprosos foram curados, mas um apenas voltou para agradecer. Os outros, certamente, acharam que mereciam aquele tratamento e que Jesus não estava fazendo mais do que uma obrigação. Quantos não pensam assim? Entretanto, o homem que é grato pelos que lhe ajudaram, que reconhece a bondade de outra pessoa para com ele, é bem visto e ajudado por Deus e pelos homens. A ingratidão é falta de bom senso, de visão, de sabedoria e de humildade. O ingrato não vê o que os outros veem e nem sente o que os outros sentem, não por que não querem ou não desejam, mas, por incapacidade, por fraqueza moral e ausência de amor. A ingratidão está inevitavelmente relaconada ao egoísmo, pois pessoas ingratas preocupam-se consigo mesmas, vivem num mundo particular, no qual apenas consideram seus interesses pessoais, pouco se importando com o sofrimento dos seus semelhantes. Às vezes, são pessoas simpáticas e têm facilidade de fazer amizades, mas suas atitudes são em função de seus interesses pessoais, que colocam acima de tudo e de todos. Geralmente, o ingrato é uma pessoa de má índole que não enxerga valores nos seus semelhantes, mesmo naqueles que o ajudaram. Enfim, o ingrato é um infeliz e extremamente carente que não percebe, assim como os nove leprosos que não basta a benção imediata. Dos dez leprosos, nove receberam apenas a cura de um dos males que os acomentiam. Apenas um recebeu a cura completa: foi curado de um mal físico e de um mal da alma. Poucos são capazes de compreender que mais importante não é a cura, mas a salvação. Mais importante é o Abençoador.

Graça e Paz!


Vídeo para reflexão: veja a história da Cura dos Dez Leprosos por Jesus clicando em: http://www.youtube.com/watch?v=54MyUgwjh9s

For.Bibliografia: http://www.icmv. org.br/BibliaOnline.aspx

























sexta-feira, 13 de janeiro de 2012


"Então Elias disse a todo o povo: chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele. E Elias reparou o altar do Senhor, que havia sido derrubado. (1Reis 18.30)

Idolatria é trocar Deus por outra coisa ou pessoa, é adorar a um falso deus. A palavra idolatria vem do grego eidolon, “ídolo”, e latreuein, “adorar”. Esse termo refere-se à adoração ou veneração aos ídolos ou imagens, mas pode indicar a veneração ou adoração a qualquer objeto, pessoa, instituição, ambição que tome o lugar de Deus em nossas vidas ou que lhe diminua a honra que lhe devemos. A Bíblia condena a idolatria porque em vez de depositarem sua confiança em Deus, as pessoas depositam-na em algum objeto. Em várias passagens biblicas, vemos que Deus condenou os ídolos (Ex 32; Lv 26.1; II Rs 21.11; Si 115.3-9; 135.15-18; Is 2.18; At 15.20; 21.25; II Co 6:16), e também condenou as imagens para adoração (Ex 20.1-6, Nm 33.52; Lv 26.1; Dt 27.15; Is 41.29; Ez 8.942).

Não há problema com a imagem em si, mas em atribuir à imagem um lugar ou uma posicao cabível somente a Deus. A idolatria não está apenas na imagem, porque podemos fazer de uma pessoa, como também das honrarias, do dinheiro, das altas posições sociais um ídolo que substitua Deus em nossas vidas. Tudo quanto se torne excessivamente importante em nossa vida pode tomar-se num ídolo para nós. Não há a necessidade específica da existência de qualquer objeto físico. Assim como no tempo do profeta Elias, hoje muitas pessoas estão servindo a deuses e coisas estranhas, deixando assim de servir ao Deus verdadeiro.

Se hoje não derretemos ouro para fazer bezerros para serem adorados como antigamente, não significa que a idolatria não é menor. Os ídolos do mundo moderno são tantos e tão bem disfarçados que não é fácil perceber a sutileza de sua invasão em nosso meio. A história de Elias nos faz refletir sobre nosso comportamento. Os profetas de Baal se auto flagelavam, vertendo seu próprio sangue em prol daquilo que criam e defendiam, nem todos os seguidores do Deus Verdadeiro se dispoem a defendê-Lo. Precisamos agir como Elias e procurar em nosso meio anular toda e qualquer chance da idolatria que queira se instalar na vida do povo de Deus.

Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja a história de Elias clicando em:
 
For.Bibliografia: http://www.icmv. org.br/BibliaOnline.aspx
























quinta-feira, 12 de janeiro de 2012



E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor. Efésios 6:4






A Bíblia ensina que pais têm que estar dispostos a disciplinar seus filhos. A responsabilidade principal no treinamento dos filhos é atribuída ao pai e ele deve cumpri-la com firmeza, conforme ensina Salomão em Provérbios 13:24; 19:18; 22:15; 29:15,17. Filhos criados no temor do Senhor são exemplos de sucesso e alegria na família. Mas também vemos alguns exemplos os quais servem para nos indicar que quando o pai não exerce uma liderança positiva sobre seus filhos todos saem perdendo. Davi, um grande rei, depois que pecou com Bate-Seba, parecia incapaz de exercer liderança sobre seus filhos. A Bíblia narra que ele nunca contrariou Adonias, deixou de punir seu filho Amnom por seu pecado com Tamar e também não puniu o suficiente Absalão por ter tomado a si a responsabilidade de matar Amnom. Como resultado, a família de Davi caiu em caos. Embora fosse exemplo de líder de uma nação, Davi não exercia nenhuma liderança firme existia no seu lar. O mesmo vemos em Eli, o sacerdote. Ele foi permissivo com seus filhos e não exerceu seu papel de sacerdote no lar. Muitos pais hoje agem assim. Alguns não dão exemplos a serem seguidos, pois podem ser confrontados pelos filhos pelo “faça o que eu digo e não faça o que eu faço”. Outros, mesmo tendo uma conduta correta, como Eli, fazem vista grossa aos erros dos filhos, preferindo imputa-los a outros em vez de corrigi-los segundo a Bíblia. De qualquer modo são péssimos modelos de liderança e provavelmente passarão aos filhos o seu modelo. Eli deixou de ser tão firme com seus próprios filhos como deveria ter sido. Podemos gritar com nossos filhos ou até mesmo desaprovar seus atos, mas quando facilitamos o que eles fazem ou aproveitamos do resultado, os nossos atos falam mais alto do que as nossas palavras. Pais que apóiam seus filhos, quer sejam certos, quer sejam errados, prejudicam seus filhos e se injuriam também.

Graça e Paz!


Vídeo para reflexão: veja  a história de Eli e seus filhos clicando em: http://www.youtube.com/watch?v=xmrESDJOwtI&feature=related




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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

“Abrão anuiu ao conselho de Sarai” (Gênesis 16:2) e “ele a possuiu, e ela concebeu” (Gênesis 16:4).

A Bíblia é repleta de exemplos os quais devemos seguir, mas nela também há aqueles que servem para nos mostrar o caminho oposto. Dentre os personagens bíblicos que nos incentivam pelos modelos de fé, de coragem e lealdade. Também aprendemos quando a Bíblia conta sobre homens e seus fracassos. Vemos exemplos de vários líderes, nos quais podemos nos espelhar. Mas, tanto na Bíblia como ao nosso redor, vemos exemplos de homens que, tendo uma posição de liderança, deixaram-se corromper, ou negligenciaram sua posição. E essa falha na liderança ocasiona um prejuízo irreparável a si, a sua família, ao país, à Igreja de Deus. Quando os homens se recusam a aceitar a responsabilidade da liderança, consequentemente suas famílias sofrem. Vemos essa situação já na história do primeiro casal. Adão sabia que foi errado quando comeu, mas seguiu a liderança da sua esposa, em vez de tomar a decisão de varão e não permitir que a corrupção entrasse em sua casa. Ainda hoje, vemos que a muitos homens falta coragem. E quando eles se recusam a aceitar a responsabilidade pela liderança da família. É mais confortável deixar a esposa tomar a frente, fazer as decisões—e culpá-la quando as coisas não vão bem. Essa foi a atitude de Adão e tem sido a de muitos homens. Por essa razão toda a humanidade sofre as conseqüências. Abrão fez a mesma coisa e por conta de não ter se comportado como o líder, segundo os princípios de Deus, sua casa foi dividida e toda a sua descendência. O ato irresponsável de dar ouvidos ao conselho de Sarai para tomar a serva Agar, porque ele e Sarai não conseguiram gerar filhos, criou angústia e briga na família e deu origem aos ismaelitas, que foram um sério problema para os israelitas depois. Devemos aprender com esses exemplos negativos que o líder não pode abdicar de sua função. Mas também não devem tomar a frente com egoísmo sem procurar fazer o melhor para suas esposas, conforme ensinam os apóstolos em Efésios 5:22-33 e 1 Pedro 3:7). Maridos que amam suas esposas lideram com respeito e não forçam as mulheres a assumirem suas responsabilidades por faltar liderança na família.

Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja a história de Adão e Eva clicando em:
http://www.youtube.com/watch?v=FsHvaehjv50
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012


Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o SENHOR seu Deus, como o coração de Davi, seu pai, (1 Reis 11:4)

O rei Salomão é conhecido por sua sabedoria e a sua história mostra como Deus se agradou da forma como ele pediu esse dom ao Senhor. Salomão poderia ter pedido o que quisesse a Deus, mas pediu sabedoria para que estivesse apto a fazer justiça ao povo sobre o qual reinava. Deus percebeu a intenção do coração deste jovem rei que além de sabedoria adquiriu riquezas e poder. Dessa parte da história de Salomão podemos aprender que quando pedimos para servir aos outros, nada nos falta, porque Deus concede além de nossas necessidades. Mas quando somos egoístas e só pensamos em nossos próprios interesses o resultado é o contrário. Nem mesmo aquilo que temos nos satisfaz. Contudo, o final da vida de Salomão também nos ensina o que não devemos fazer. Se Salomão ficou conhecido por ser sábio e seus provérbios até hoje são fontes inesgotáveis de ensinamentos, o final de sua vida é contra exemplo. Vemos que as alianças políticas de Salomão foram responsáveis pelas amizades e alianças com nações vizinhas, mas foram também o inicio de sua queda. Com toda sabedoria Salomão não soube evitar que estas relações se tornassem vias de infiltração de idéias e praticas pagãs em sua vida. As esposas de Salomão trouxeram seus deuses para Jerusalém e no final o induziram a idolatria. Disso devemos tirar uma lição importante: quantas vezes nós minimizamos a diferença de religião entre nós e alguma outra pessoa a ponto de ter um relacionamento amoroso ou uma sociedade profissional com ela! Quantas vezes pensamos que somos sábios o suficiente para nos relacionar com pessoas de valores e princípios opostos aos nossos, imaginando que faremos com essas pessoas mudem. Mas em pouco tempo vemos que elas é que nos mudaram porque deixamos de obedecer á palavra de Deus e acabamos fazendo concessões e quando nos damos conta estamos totalmente comprometidos ou contaminados com os valores alheios. O que o salmista diz no Salmo 1:1-4 deixa claro que o Senhor não se agrada de misturas. Mesmo amando a Deus, Salomão transgrediu. Quantas vezes nós também fazemos isso, amando a Deus?

Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja a história de Salomão clicando em: http://www.youtube.com/watch?v=CXteQItAWZA&feature=related


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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

“Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”. (Filipenses 2: 4-5).
A história da rainha  Ester nos mostra o quanto a obediência, o altruísmo, a coragem, a prontidão para ouvir, a integridade e uma estratégia de ação que envolve a confiança em Deus e oração são armas poderosas para mudar o curso de uma história. Até mesmo de alterar decretos. Vemos na história de Ester que, quando agimos com integridade e altruísmo, Deus se move a nosso favor e muda as circunstâncias. Hamã morreu na forca que ele mesmo havia construído para Mardoqueu, e o dia em que os judeus deveriam ser assassinados tornou-se o dia da morte de seus inimigos. Vemos também a fidelidade de Ester ao seu Deus e aos seus princípios. Ela não se acomodou na posição confortável de rainha, deixando seu povo perecer, mas assumiu os riscos de interpelar o rei, sabendo que Deus era a fonte de sua segurança.  Com ela podemos tirar várias lições de vida: servir a Deus exige que arrisquemos a nossa própria segurança. Devemos perceber que Ele tem sempre um propósito para as situações em que nos coloca, mesmo que elas nos pareçam estranhas. Não podemos nos arriscar por conta própria sem um cuidadoso planejamento. Ester foi corajosa ao se dirigir à presença do rei, mas antes somou forças em jejum e oração, diante do plano de desmascarar seu inimigo. Vemos com Ester que o altruísmo deve fazer parte do caráter cristão, mesmo nas circunstâncias adversas. Temos, em Cristo, o maior exemplo que nos recomenda o altruísmo de forma recorrente no Seu evangelho.
Sabemos que não é fácil ser altruísta nos dias de hoje, numa sociedade consumista e individualista que valoriza mais os que têm muito, ou os que dizem que o tem e não os que servem mais, como no modelo cristão. Ao longo da Bíblia, temos vários exemplos de altruísmo e a história de Ester nos aponta um caminho a ser seguido por aqueles que ocupam ou pretendem ocupar cargos importantes.  Muitos são os que querem ocupar uma posição que lhes dê reconhecimento público, querem ter poder de mandar nos outros, mas não querem pagar o preço do altruísmo. Poucos são os que usam com mordomia a posição que Deus lhes concedeu. Enquanto estão no poder, preferem trabalhar em função do desenvolvimento dos seus interesses particulares, do bem-estar pessoal, em vez dos interesses de todos. O altruísmo da rainha Éster nos ensina a procurar o desenvolvimento de uma atitude cristã mais direcionada aos outros, e menos a nós mesmos. Ela se colocou  em situação de risco com cautela e paciência para salvar seu povo da destruição iminente, mas não  deixou de estar no centro da vontade de Deus, por isso pode gozar da Sua segurança providencial.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja  a história de Ester clicando em:

domingo, 8 de janeiro de 2012


"Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela suaprópria concupiscência. Depois, havendo a concupiscênciaconcebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera amorte." (Tiago 14,15)

A história de Sansão nos mostra o quanto a desobediência aos princípios paternos nos leva a fugir do alvo e como a associação com pessoas que não partilham dos mesmos princípios ou valores que nós nos levam à decadência moral, espiritual e até financeira. Vemos com esse homem bíblico que o pecado não é algo instantâneo, é sempre precedido pela tentação e pela forma como reagimos a ela. Jesus nos mostrou que ser tentado não é pecado, porque toda tentação pode ser vencida, então, todo pecado pode ser evitado. Mas a tentação não pode ser um pretexto para o pecado. Adão foi tentado e escolheu pecar. Jesus reagiu de forma diferente. Sansão tinha tudo para resistir à tentação, mas se deixou levar e foi contaminado pela influência de mulheres estranhas ao seu povo, e poderia dizer que não foi avisado. O grande segredo de vencer a tentação está na velocidade com a qual reagimos a ela. Quando ela se aproxima devemos reagir a ela, sem dar espaço para que se familiarize. Quanto mais demoramos em reagir maior se torna a possibilidade de se transformar em pecado. Ninguém é forte o suficiente para afirmar que não cairá se ficar muito tempo exposto à tentação. Assim,quanto mais resistimos à tentação mais imunidade adquirimos em relação àquela área na qual somos mais vulneráveis e mais facilmente a venceremos. Sansão nos ensina com seu erro que não podemos subestimar o inimigo. Não podemos pensar que entrando no terreno dele poderemos mudá-lo. Sempre será mais fácil ser rendido do que rendê-lo. Justamente porque nossa capacidade de reação vai sendo diminuída na medida em que nos familiarizamos com o tentador.

Outra lição que tiramos da história de Sansão é que não podemos nos afastar de nossos princípios, nem abandonar uma vida devocional diária. Um relacionamento íntimo com Deus na Palavra e na oração nos leva ao discernimento espiritual e domínio próprio. E isso afugenta as possibilidades de ataque inimigo. Um dos ataques mais bem sucedidos do diabo é estabelecer a sensualidade como padrão para os relacionamentos sentimentais em que os princípios vão sendo corrompidos, num processo gradativo, os valores espirituais vão sendo substituídos pelos valores mundanos, a voz dos profetas, a palavra e o testemunho de santidade vão sendo destruídos. Dalila só exerceu influência sobre Sansão porque ele deixou de priorizar os princípios e negligenciou os seus votos. Dalilas aparecem de várias formas e vão se infiltrando na vida daqueles que não reagem imediatamente à tentação. E quando elas descobrem onde está o segredo da força, já não há o que fazer.

Graça e Paz!


Vídeo para reflexão: veja a história de Sansão clicando em:
http://www.youtube.com/watch?v=iIX_LQ0AUKM

For.Bibliografia: http://www.icmv. org.br/BibliaOnline.aspx


Sugestão de leiura: E-book A Face oculta do amor: o espírito da sensualidade de Marcos de Souza Borges:

http://pt.scribd.com/doc/7775320/A-FACE-OCULTA-DO-AMOR-













sábado, 7 de janeiro de 2012




Deus não nos deu espírito de covardia, mas de Poder, de amor e de moderação. (2 Timóteo 1:7)





Quando Deus nos mandar fazer algo ou ir a algum lugar, não podemos desobedecer. Não adianta mudar o rumo, sair da cidade ou nos esconder. Com a história de Jonas podemos aprender importantes lições. A Bíblia narra que Deus enviou o profeta Jonas a Nínive, uma cidade dos temidos e odiados assírios. Jonas deveria levar um chamado ao arrependimento e uma promessa de misericórdia, mas Jonas pensava que, se Deus poupasse Nínive, aquele povo estaria livre para saquear e roubar Israel novamente. Isso fez com que Jonas decidisse deixar Israel e “fugir de diante da face do Senhor”. Ele esperava que o Espírito da profecia não o seguisse e imaginou que uma viagem a Társis iria livrá-lo da responsabilidade que Deus colocou sobre ele. Essa parte da história já nos mostra que a presença e a influência do Senhor não tem limites. Deus manda uma tempestade para golpear o navio e essas circunstâncias mudariam o percurso de Jonas conduzindo-o ao seu chamado missionário. Vemos que Jonas reluta porque não aceita que Deus tenha misericórdia de pessoas que abusaram da nação de Israel. Essa história nos faz ver também o quanto somos parecidos com Jonas, quando nos preocupamos com coisas e nos descuidamos das pessoas, mesmo que essas pessoas sejam por nós consideradas indignas de nossa atenção.
Muitas vezes, mesmo conhecendo a Palavra de Deus, relutamos em cumprir Seus propósitos por causa de algum pensamento pessoal e não bíblico. Muitas vezes mudamos o curso de nossas vidas, para tentar fugir dos desígnios de Deus. Mas vemos que Ele sempre irá permitir que uma tempestade nos alcance, ou que um “peixe enorme” nos engula, para que entendamos o que está escrito no livro de Provérbios 19:21:” Muitos propósitos há no coração do homem, porém o conselho do SENHOR permanecerá”. Por isso antes de julgar precisamos nos lembrar que o SENHOR tem um propósito para tudo e para todos, e se as vezes não compreendemos os caminhos e as atitudes, devemos crer no SENHOR e deixar que Ele nos guie conforme o seu propósito.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja a história de Jonas.

http://www.youtube.com/watch?v=U5laJRsam_E&feature=related

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012




"E Moisés era instruído em toda a sabedoria dos egípcios, e era poderoso em palavras e obras" (Atos 7:22).



A história de Moisés nos faz refletir sobre como os planos de Deus se cumprem na vida de Seus escolhidos, ainda que os poderosos do mundo determinem o contrário. Faraó decretou que o nome de Moisés fosse retirado dos registros do Egito. Mas a história mostra que o poderoso do Egito apenas ficou conhecido como mais um líder de uma nação hoje em decadência, contudo, Deus exaltou o nome de Moisés que é lembrado por todos os povos e nações como libertador de seu povo e portador da mensagem de Deus. Moisés foi escolhido para tirar Israel da escravidão, e entregar as leis de Deus. Faraó, que não conheceu a José, escravizou os hebreus, e ao se sentir ameaçado por uma revolta em potencial contra a sua autoridade, ordenou que nenhuma criança hebréia do sexo masculino fosse morta. Para salvar o pequeno Moisés, sua mãe fez uma cesta de papiro, e colocou o bebê no cesto, a flutuar entre os juncos às margens do Rio Nilo. Pela providência de Deus, Moisés - filho de escravos hebreus - foi encontrado e adotado pela filha do Faraó, e criado no palácio real como príncipe dos egípcios. Mas o Senhor determinou que Moisés fosse ensinado em sua infância, pela sua própria mãe. Isto significa que ele foi instruído na fé de seus pais, embora sendo criado como um egípcio (Ex. 2:1-10). A história de Moisés nos mostra que Deus capacita os Seus para a Sua batalha e não para o mundo. Isso nos faz pensar que devemos usar o que Deus nos permite aprender na vida secular para a Glória do Senhor, sem nos contaminar, sem nos esquecer dos princípios de Deus, e que jamais devemos nos desejar os títulos e as honrarias terrenas. Moisés poderia ser o sucessor de Faraó, e ter poder e honras, mas preferiu ser instrumento de Deus na libertação de Seu povo. Essa história nos ensina que ainda hoje podemos escolher entre ser um eleito de Deus lutando pela libertação dos escravos do pecado, ou apenas aproveitarmos nossos cargos e posições para nosso proveito próprio. Moisés escolher servir ao único Deus e repudiou os deuses do Egito. O Egito significa a escravidão e a subserviência a deuses estranhos. Mas Moisés negou a tudo isso, assumindo a fé e o Deus de seu povo. Ele pode contrapor o que aprendeu no Egito com o que lhe ensinaram seus irmãos sobre a o verdadeiro Deus e fez a escolha certa. Assim, presenciou os milagres de Deus, libertando o povo de Israel da escravidão.
Amado(a), você também é convidado a escolher entre servir a um Deus fiel ou à perene glória mundana. É certo que, como Moisés, também encontrará muitas pessoas que intentarão convence-lo de que precisa se curvar a outros deuses, ou de que Deus está em silêncio, mas a Terra Prometida será habitada por aqueles que se mantiverem fieis aos princípios de Deus e que não se deixarem contaminar pelos ídolos ou pela tentação da carne.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja um trecho da história de Moisés no Egito clicando em: http://www.youtube.com/watch?v=zro5WaOypfA&feature=related

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012



Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite. (Lucas 16:31)


A parábola do homem rico e do mendigo Lázaro, contada por Jesus nos leva a pensar que a riqueza material e o Céu são coisas opostas. Isso não significa que Deus não quer que Seus filhos vivam em abundância, desfrutando das bênçãos que Ele nós dá. Mas nos faz refletir sobre a forma como administramos os bens que não são nossos. Faz com que pensemos sobre o nosso papel de mordomos da riqueza do Pai. Quem vive a riqueza sem reparti-la, com os que necessitam, não agradam a Deus, mas satanás e seus demônios, como está bem claro em Mateus, 19:23. Jesus nos mostra que aqueles que sofrem terão direito ao Céu eterno, mas os que abrem mão dos tesouros eternos para se regalarem de forma egoísta com os tesouros terrenos não terão parte no Seu Reino, pois não vivem conforme a Palavra de Deus. Conforme afirmou o próprio Jesus, já tiveram as suas recompensas, já fizeram as sua escolha entre o a Porta Estreita de Jesus, o Caminho Apertado e a estrada alegre de satanás. Vemos nesta parábola que, somente quando as palavras de Abraão fazem o homem rico reconhecer a realidade da sua situação, é que ele pensa nas outras pessoas. Mas Abraão lhe diz a dura verdade: "Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite." Outra lição que aprendemos com essa história é a de que precisamos considerar o que diz as Escrituras, seguindo atentamente o que nos ensinam os profetas, enquanto estivermos na Terra, porque depois de mortos não há mais o que fazer para nos livrarmos das conseqüências de nossas escolhas. Jesus nos lembra da impossibilidade de os mortos se comunicarem para alertar aqueles que não ouvem os profetas, e nos exorta a agirmos com compaixão com os que necessitam enquanto podemos fazer isso. Vale lembrar que não se trata apenas de dar esmolas e repartir o pão, mas de dar atenção ao precisa, segundo a sua carência, que pode ser emocional ou espiritual e não somente financeira.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: veja a história de Lázaro e o rico.
http://www.youtube.com/watch?v=gRLv_Rtcqvk&feature=related

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012



"Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia". Daniel 1:8




A história de Daniel ilustra a importância de devotarmos a fidelidade a Deus e nos lembra que isso é uma escolha permanente, que não pode ser dissimulada ou praticada apenas quando nos convém, pois Deus é eternamente fiel. A Bíblia nos mostra que Daniel tinha o coração totalmente voltado para Deus, por isto decidiu ser fiel, mesmo que isto lhe custasse a vida. Os seus inimigos queriam apanhá-lo, e elaboraram um decreto, assinado pelo Rei, visando acabar com sua vida. A história conta mostra que, ao ser confrontado pelos seus opositores, Daniel precisou fazer uma escolha. E ele escolheu ser fiel, mesmo correndo o risco de ser devorado pelos leões. Fidelidade é fruto do Espírito, conforme Gálatas 5:22, é claro que Daniel, cheio do Espírito de Deus, optou ser fiel ao único Deus Fiel. Ele preferiu enfrentar aos leões do que enfrentar a ira de Deus. Uma outra lição que podemos aprender com esse homem de Deus é que ele não era um adorador de aparências. Ele poderia ter fechado a janela ou se escondido para que ninguém o visse. Quem é fiel a Deus assume os riscos do compromisso, não se esconde, nem se acovarda, declara publicamente sua fidelidade a Deus. Quem é fiel não negligencia os decretos de Deus, nem age conforme as conveniências pessoais. O testemunho da fidelidade de Daniel já vinha incomodando o coração do Rei, pois, queria salvá-lo da condenação (v.14) e quando Daniel foi lançado na cova dos leões chegou a exclamar: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que ele te livre - Dn 6.16. Na história de Daniel, podemos constatar que o Rei não chamou "Daniel, meu servo", mas chamou "Daniel, servo do Deus Vivo!" Vemos com isso que o nosso testemunho tem o poder de mudar as pessoas a nossa volta. Daniel jamais imaginou que sua atitude de fidelidade seria motivo de um decreto do Rei, ordenando que o mundo se rendesse diante do Deus Vivo. Ele apenas fez a sua parte!
Amado(a), as pessoas sofrem porque têm sido infiéis aos mandamentos de Deus, porque preferem compactuar com os desvios do mundo do que obedecer aos decretos de Deus. Infelizmente muitos adoram a Deus apenas aos domingos, ou na frente dos irmãos, mas não agem como cristãos ou testemunham no seu dia-a-dia. O diabo ruge como leão procurando devorar os filhos de Deus, e se resistirmos firmes na Palavra de Deus e fiéis na adoração, ele nada pode fazer contra nós, assim como não pode fazer com Daniel na cova dos leões. Contudo, aqueles que afrontaram a Deus e se indispuseram contra o Seu servo foram devorados, vítimas de sua própria sentença.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: a história de Daniel na cova dos leões.
http://www.youtube.com/watch?v=K_AvBXIwLM

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terça-feira, 3 de janeiro de 2012



"Quando passares pelas águas, estarei contigo, e quando passares pelos rios, eles não te submergirão. Quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti." Isaias 43:2



A Bíblia está repleta de exemplos e personagens que confirmam que para vencermos precisamos seguir o plano de Deus para cada um de nós. Um desses exemplos de vitória é José do Egito. Isso porque ele foi um homem que seguiu os planos de Deus e triunfou. Mas vamos observar que José teve como modelo seu pai, Jacó, que insistiu na busca da bênção, e não desistiu de seus sonhos.
Em sonhos Deus colocou no coração de José que ele seria grande e que reinaria sobre os seus irmãos e também sobre toda a sua família. Mas isso, depois de ser relatado, despertou o ciúme de seus irmãos. Nem sempre as pessoas conseguem entender as revelações de Deus e acabam se virando contra os seus mensageiros. Mas, quando Deus revela, nada pode mudar, nem mesmo as dificuldades aparentes, pois até elas concorrem para abençoar aqueles a quem Deus destina.
Vemos na história de José que até mesmo as pessoas mais próximas podem se indispor contra nós na intenção de e minar nossos planos. No caso de José, revelar o plano de Deus que seria concretizado no futuro quase lhe custou a vida e resultou na sua escravidão no Egito! Mas essas circunstâncias foram usadas por Deus para torná-lo grande e para salvar a vida dos seus. Vemos que muitas vezes as pessoas a quem fizemos o mal são as que Deus usa para nos abençoar.
José não perdeu seu tempo murmurando, apesar da prisão, por conta da calúnia e das injustiças que sofreu continuou confiando em Deus. Jose ficou esquecido durante dois anos pela pessoa a quem ele havia feito o bem e mesmo assim não guardou qualquer rancor. José mostrou humildade, mesmo quando estava em posição superior, testemunhando que o dom de interpretar os sonhos e a sabedoria não eram dele e sim uma dádiva pertencente a Deus entregue em suas mãos. Precisamos aprender com José que existe um intervalo de tempo entre a revelação de Deus e a concretização da Sua promessa em nossas vidas. Por isso precisamos perseverar. Os propósitos de Deus para nós se cumprem, mas não no nosso tempo. Quem se impacienta e procura atalhos acaba atrasando a concretização das promessas.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: a história de José do Egito.
http://www.youtube.com/watch?v=sUIIYLX4MH4&feature=related





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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012



"Eu vou a ti em nome do Senhor exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado”.

Conhecer a história de Davi nos estimula a expulsarmos os gigantes que tendemos a criar. Problemas e obstáculos são parte da vida. Eles sempre existiram e sempre existirão, mas o grande problema está em darmos a eles uma dimensão maior do que de fato têm. Davi não olhou para o tamanho de seu adversário, mas para o tamanho do alvo. Se lermos essa história bíblica com atenção, perceberemos o contraste entre os discursos de Golias e de Davi. Davi declarou a vitória e a glória de Deus antes mesmo de iniciar batalha. Ele não se deixou intimidar pelo tamanho de seu adversário. Golias subestimou seu antagonista, zombando dele sem conhecer seu potencial. Sem saber quem estava por detrás dele. Davi confiava em Deus, por isso declarou vitória antecipadamente. Golias confiava em sua própria força. Davi tinha fé. Golias prepotência. A fé faz com que o discurso seja proferido antes da batalha. A prepotência faz com que as declarações sejam intempestivas, assim como decisões que não consideram a palavra de Deus.
Davi deparou-se com um problema gigante segundo a opinião de muitos, mas não ouviu o que os outros diziam. Ele sabia que Deus era maior. Muitas pessoas, ao se depararem com os problemas não sabem o que fazer com eles. Ficam perturbadas, paralisadas e deixam que os problemas as sufoquem. Alguns encaram os problemas dimensionando-os, ou tentam enfrenta-los com armas alheias. E ainda há os que preferem fugir. Assim acontece com alguns cristãos que começam a servir a Deus e, quando surgem os problemas, a única coisa que pensam é em jogar a toalha. Em geral isso acontece por conta de, entre outras coisas, pensamentos negativos, sentimentos de inferioridade, palavras negativas de outros. Com Davi aprendemos que o gigante tem que ser enfrentado, mesmo que todos afirmassem o contrário. Ele se determinou a enfrentar o obstáculo, mesmo diante da paralisia dos outros. Quando nos deparamos com um problema, de nada adianta chorar diante dele. É preciso fazer algo, é preciso agir. Quando enfrentamos os obstáculos descobrimos que não são tão fortes como acreditávamos. Mas é preciso ter cuidado com as pessoas negativas que sempre tentam contagiar a outros. Davi não se deixou contagiar por Saul. É fundamental saber reconhecer quem vem da parte de Deus e quem não vem. Quem vem da parte do Senhor não se deixa esmorecer pelo tamanho do obstáculo. Quem não tem o Espírito de Deus conhece a Palavra, mas não a pratica. Coloca os olhos nas circunstâncias. É dominado pelo medo, não pela fé.

Amado(a), Deus tem uma saída para os seus problemas. Espelhe-se na história de Davi e nas palavras de Paulo: “Tudo posso em Cristo que me fortalece”.
Graça e Paz!

Vídeo para reflexão: a história de Davi e Golias.
http://www.youtube.com/watch?v=ZaatvjUKm68&feature=related





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domingo, 1 de janeiro de 2012


“Porque onde estiver teu tesouro, aí estará também teu coração” (Mateus 6:21).



Estas palavras de Jesus têm o poder de nos levar a refletir sobre os nossos objetivos e metas, a fim de nos suscitar o questionamento sobre o que chamamos de conceito de valores. Por oportuno, no primeiro dia de um novo ano, devemos nos questionar sobre o que realmente tem valor, quais são as nossas prioridades, o que é um tesouro para nós hoje. Em que realmente concentraríamos todo nosso empenho e esforço? Tudo isso nos leva a refletir sobre alguns assuntos que estão intimamente ligados entre si. Algumas palavras chaves neste versículo nos levam a compreender o quanto as palavras de Jesus são didaticamente escolhidas para nos passar uma mensagem forte e direta. Os termos "onde", "aí"e "teu" são determinantes. Eles indicam sem margem de dúvida o lugar, o ponto certo. Há que se observar também que Jesus não diz: “pode ser”, “talvez” ou “quem sabe”. Ele é direto e incisivo: “Porque onde estive teu tesouro, aí estará também teu coração.
Nosso esforço, tempo, dinheiro, empenho e atenção são localizados em prol de algo, daquilo que definimos como prioridade, ou como foco de interesse. Onde está o teu tesouro, pergunta Jesus. A reposta indicará onde está nosso coração e, consequentemente, onde envidaremos nossos esforços e direcionaremos nossas ações. Primeiro, precisamos definir com clareza onde está o tesouro, por que onde ele estiver ali estará também o coração. Esforço, tempo dinheiro e atenção, serão concentrados nesse lugar. Investimos naquilo que priorizamos. Ninguém concentra esforço, tempo, dinheiro e atenção naquilo que é secundário. Jesus conhece as nossas obras, nosso trabalho e nossa perseverança, onde concentramos todo nosso empenho, por isso, é que ele nos adverte: “Do que adianta ao homem, ganhar o mundo inteiro, se vier a perder sua alma”.
Amado(a), como primeira reflexão do ano, pense nisso! Coloque na balança as suas prioridades para que, ao fazer mais um balanço, ao final do ano você possa contabilizar vitórias, sabendo que fez a vontade de Deus e não ajuntou tesouros perecíveis, mas investiu no que é eterno.
Graça e Paz!


Vídeo para reflexão: o rei e 4 esposas. Clique em:
http://www.youtube.com/watch?v=TPpfr_6-YHY

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Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...