quarta-feira, 4 de abril de 2012


E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra. (1 Samuel 17:49)

Davi é reconhecido como um dos maiores reis de toda a história de Israel, também por ter sido um homem que honrava e salmodiava a Deus. E quando se fala neste rei não há como não se lembrar de sua mais notória luta, dentre tantas memoráveis, aquela em que venceu o gigante Golias. Logo, ao se falar em Davi, a lembrança do gigante vencido também vem à tona. Davi venceu Golias, o temível gigante que atemorizava o povo de Israel e contra qual poucos se aventuravam. A Bíblia conta que o destemido pastor de ovelhas não vacilou e enfrentou o gigante com a arma mais simples: uma funda e uma pedra. Davi não se revestiu com as armaduras emprestadas do rei Saul, nem mesmo lutou confiando em suas forças. Ele foi à luta em nome do Deus Todo Poderoso, que ele sabia Senhor de todas as guerras.

Contudo, mesmo não tendo formação de guerreiro, não sendo formado para a guerra, nem com histórico de grande estrategista, venceu a batalha que o tornou célebre e o fez temido e respeitado por todos, incluindo o rei Saul que de seu protetor passou a seu perseguidor. Mas Davi também ficou conhecido por não derrotar outros gigantes que fizeram dele um rei orpimido em sua própria casa. Davi não conseguiu dominar os seus gigantes pessoais. Golias era grande e assustador, mas estava morto. Outros gigantes, cujas aparências não assombravam foram mais fortes do que Davi. O gigante da lascívia que levou ao adultério, que levou à ingratidão e à traição, que levou ao homicídio, não tinha aparência terrível. Ele apareceu a Davi numa forma feminina, doce, sensível e indefesa, mas tornou um monstro em sua vida e causou-lhe dores teríveis. Principalmente a do remorso e, felizmente, do arrependimento. Devido ao seu adultério e assassinato, Davi dá início ao maior desastre de toda a sua vida, junto dele, sua família, e seu reino, sofrem terríveis consequências. Os “gigantes” mortos por Davi e seus guerreiros eram fortes e bem armados, porém visíveis. Por serem grandes, era possível vê-los a longa distância, mas aqueles a sua derrota veio do que parecia mínimo, quase invisível. Golias tinha aparência de vitorioso, porém foi derrotado, talvez pela própria expressão grandiosa, uma testa grande é sempre um alvo mais fácil de ser acertado. Mas os pequenos alvos podem ser mais difíceis de serem atingidos, e justamente por isso mais perigosos. Os “gigantes espirituais” são sempre mais perigosos porque são imperceptíveis . Mas se aprendemos com Davi que vencer gigantes também significa vencer nossos desejos, também aprendemos a não pararmos no meio de uma batalha e a reconhecer sempre que por maior que seja o nosso pecado, Deus pode nos perdoar, se arrependermos verdadeiramente e sempre estará conosco na peleja.

Graça e Paz!









terça-feira, 3 de abril de 2012

Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. (2 Coríntios 4:4)

A afirmação do apóstolo Paulo neste versículo nos faz refletir sobre um fato que muitas pessoas parecem não observar: o diabo tem poder para cegar as mentes dos incrédulos. Não só dos incrédulos, mas também dos cristãos que dão legalidade a ele e seus demônios, abrindo brechas que permitem a invasão da mente e levam ao pecado. Sabemos que Deus é onisciente, porém o diabo não. A sua estratégia é simples e pode ser desarmada se estivermos com os olhos fixos em Deus, seguindo Seus estatutos. Mas aqueles que se descuidam da palavra de Deus permitem que o diabo descubra seus pontos fracos e ataque exatamente ali para minar as forças e levar ao desvio do alvo. O diabo não é onisciente, mas é observador. Ele não conhece e nem pode se infiltrar na mente das pessoas, mas repara em nossa forma de agir e verifica alguns padrões em nossos comportamentos de acordo com alguns estímulos. Estes estímulos são as setas que ele lança contra nós. A partir daí ele compara nossas reações e observa aquelas as quais não dominamos, ou que nos fragiliza e é ali que ele ataca. Um medo, uma falta de perdão, um comportamento repetitivo, uma fraqueza podem levar à abertura de brechas, se não resitirmos, conforme nos ensina a palavra de Deus e se dermos espaço ao inimigo, deixando que ele cegue nosso entendimento. Paulo já alertava sobre isso, mas ainda hoje vemos pessoas se deixarem cegar por situações que parecem claras aos olhos menos perspicazes. No entanto, compreendendo que a palavra de Deus é discernida espiritualmente, e porque esse entendimento brota pela unção do Espírito Santo, vemos que não é a inteligência que faz com que as pessoas ajam de forma prudente e não caiam nas armadilhas do mundo, mas o coração aberto e pronto para receber a palavra de Deus. Temos a opção de inclinar a nossa mente para as coisas da carne ou para as coisas do Espírito (Romanos 8:5-6) e por essa liberdade temos que tomar a iniciativa de renovar nossa mente. Quantas pessoas se deixam cegar pelo diabo e não percebem que são escravas das próprias escolhas infelizes. Quando Paulo faz essa afirmação, ele está se referindo a pessoas inteligentes, mas que agem como se fossem desprovidas de um mínimo raciocínio. Jovens que parecem não enxergar que os vícios destroem as suas perspectivas de vida, mesmo vendo inúmeros exemplos de outras pessoas, mas se deixam levar pelo desejo de experimentar aquilo que irá destruir sua vida e transformá-los em escravos. Homens que deixam mulheres dignas e companheiras fieis sob o pretexto de buscarem a felicidade fora do lar, não percebem que entregam sua honra a prostitutas ou a mulheres levianas que não sendo capazes de respeitar a si próprias, também não têm a capacidade de respeitá-los. Profissionais que se deixam envolver por promessas de enriquecimento ilícito, mesmo vendo que a riqueza do mundo é efêmera e atrai mais dissabores do que alegrias, estão cegos e não se satisfazem nunca...

Se o diabo pode cegar o entendimento, Deus pode mais e age na vida daqueles que buscam em um mínimo de perspicácia ouvir a Sua voz e buscar o entendimento que leva à transformação da mente. Contudo, o verdadeiro arrependimento e a legítima conversão, estratégias que anulam as ações do inimigo só são possíveis se a humildade estiver adiante daquele que se dispuser à experiência de um novo nascimento, a se tornar uma nova criatura, lavada e remida pelo sangue do Cordeiro de Deus.

Graça e Paz!

segunda-feira, 2 de abril de 2012


“Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” Filipenses 4:12-13

A afirmação do apóstolo Paulo deve ser a bandeira do cristão que conhece verdadeiramente a Deus. Aquele que sabe usar com mordomia os dons que lhe foram concedidos também deve ser grato em todas as situações, sejam elas de fartura ou de privações. Quando o apóstolo afirma que pode todas as coisas, ele quer dizer que também pode vencer os problemas e as lutas diárias, independentemente de sua condição física, profissional, ou financeira. Há um dito popular que diz “Deus dá o frio segundo o cobertor”. Essa expressão da sabedoria popular nada mais é do que o reconhecimento da mão providencial de Deus, que não age segundo o nosso entendimento, mas conforme a Sua visão. Quando deixamos com o Senhor a solução de nossos problemas, certamente, Ele providenciará a melhor forma de resolvê-los. Em princípio, o que nos parece mal pode ser revertido em bem, segundo a intervenção de Deus.

Graça e Paz!









domingo, 1 de abril de 2012


“A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.” (Romanos 13:8)

A instrução do apóstolo Paulo aos Romanos é a chave para as bênçãos financeiras. A Bíblia é repleta de orientações a esse respeito, mas muitas pessoas ignoram essas instruções e preferem viver endividadas, envolvidas pelo ciclo vicioso da dívida. Precisamos ficar atentos a isto, pois o cristão deve viver segundo a vontade de Deus e a nossa relação com o dinheiro, a maneira como administramos nossas finanças afetam a nossa comunhão com Deus e até mesmo com as pessoas com as quais nos relacionamos. O sábio nos diz em Provérbios 22: 7z que “quem toma emprestado é escravo de quem empresta”. Por isso, diante do que nos ensina a Bíblia precisamos evitar o endividamento a todo custo e se já estivermos endividados, devemos envidar todo esforço possível para sairmos da dívida. Ninguém pode dizer que é abençoado se for escravo das dívidas. Para que as bençãos cheguem é necessário que paguemos as nossas contas e dívidas a tempo, conforme nos orienta Provérbios 3:27-28 “Não negues o bem a quem de direito, estando no teu poder fazê-lo. Não digas ao teu próximo: Vai, e volta, amanhã to darei; tendo-o tu contigo.” A Bíblia diz em Romanos 13:7-8 “Dai a cada um o que lhe é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.” Isso significa que devemos quitar nossas dívidas na moeda e no tempo certo. A quem devemos amor, paguemos com amor; a quem devemos respeito, restuamos respeito; a quem devemos gratidão, sejamos gratos; a quem devemos perdão, que seja entregue o perdão. Toda dívida não quitada cresce. Não importa em que moeda, ela precisa ser paga, a não ser que seja perdoada. Todavia, o perdão deve vir espontaneamente do credor, não é uma decisão do devedor. A Bíblia também nos orienta a honrar a Deus, sendo ricos ou pobres. Em Provérbios 3:9, o sábio registra: “Honra ao Senhor com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda.” O certo é que se damos a Deus o primeiro lugar da nossa vida, as primícias de nossas rendas, Ele cuidará de todas as nossas necessidades, por isso Jesus diz em Mateus 6:33 “Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

Mas precisamos atentar para o fato de que honrar a Deus não é apenas devolver o dízimo, ou entregar as ofertas e primícias no altar. É também honrar o irmão, quitar as dívidas com o próximo e, sobretudo, dedicar ao próximo o devido respeito, consideração e cuidado. Cristo criticou aqueles que pensam estar em dia com Deus apenas entregando o dízimo. Ele admoesta em Mateus 23:23 “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas.”

Lembre-se, você não é totalmente livre enquanto tem dívidas. Seja ela financeira ou moral e só será totalmente abençoado se quitar o que deve, sem se esquecer que “Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades” (Filipenses 4: 19).

Graça e Paz!

sábado, 31 de março de 2012

O SENHOR te abençoe e te guarde; (Números 6:24)

A mensagem de Deus proferida por Moisés ao povo de Israel e registrada no livro de Números é também endereçada a nós hoje. É uma poderosa palavra de bênção. Nela contém a força da promessa de um Deus vivo e fiel. E aquele que está sob a Sua proteção não precisa temer o mal. Se Deus nos guarda e nos abençoa, quem poderá se interpor a nós? Aqueles que creem na palavra de Deus e vivem segundo os Seus estatutos não precisam temer as adversidades momentâneas. Quando elas surgem, Deus está à frente e nos livra, da mesma forma como fez com Davi, com Daniel, com Sadraque, Mezaque e Abnego e tantos outros homens, cujas histórias estão registradas na Bíblia e em livros seculares. Mas, assim como é certo que Deus nos livra, também é certo que precisamos aprender a olhar para os livramentos de Deus e agradecê-lo pelo seu cuidado. Muitas vezes, só vemos a bênção de Deus e o Seu cuidado depois que passou. No momento da luta nossos olhos ficam embaçados e não conseguimos ver além do problema. Mas a Bíblia deixa bem claro que Deus dá ordens aos seus anjos para nos guardarem em todos os nossos caminhos. Isso sginifica que Deus não vacila e não descuida. E mesmo quando pensamos que algo está errado, Ele está à frente e desvia o mal, ou usa o mal que nos ronda para convertê-lo em bem. Não sabemos, mas Deus sabe, afinal, conforme nos diz o sábio em Provérbios 14:12 " há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte." Por isso, quando algo der errado, pergunte a Deus o porquê, pois pode ser que Ele esteja promovendo um grande livramento. Se você segue a palavra, se espera Nele, se age conforme Ele, por meio de Seus profetas, tem orientado, então, não há porque temer. Mas, se você tem feito as coisas segundo o seu entendimento, se tem se desviado da palavra, se a tem distorcido conforme seu interesse, pode ser que as bênçãos não cheguem porque satanás esteja barrando a sua bênção. Nesse caso, ainda é tempo de se redimir e mudar de direção! Lembre-se de voltar ao lugar de partida e começar de novo, sabendo que, se estiver no lugar certo, fazendo as coisas certas, o Senhor dos Exércitos vai à sua frente. Os livramentos de Deus acontecem não só em grandes situações, mas também em situações simples e corriqueiras que passam despercebidas.

A nossa confiança deve estar totalmente dependente de Deus, pois se Ele é nossa força, nosso escudo, nossa salvação, e a quem temeremos?

Graça e Paz!







sexta-feira, 30 de março de 2012



“Buscai o bem, e não o mal ...” (Amós 5.14.)

Todos os dias Deus coloca diante de nós dá a oportunidade de escolher entre o bem e o mal. O tempo todo somos instados a fazer essa opção e não há meio termo. Mesmo aqueles que preferem não escolher estão fazendo uma opção. Quem se cala diante do mal, quem se omite diante da possibilidade de praticar o bem também está fazendo uma escolha e será cobrado por isso. O desejo de Deus é que optemos por fazer o bem, sem olhar a quem. E essa obediência à Sua vontade, certamente, traz com ela as bênçãos de Deus. Por outro lado, a prática do mal, ainda que pareça impune aos olhos humanos, atrai maldições, porque fere a vontade soberana de Deus. Deus é amor e porque nos amou primeiro deu-nos o exemplo a ser seguido. Deus quer que não nos cansemos de fazer o bem, pois aquele que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado diante dele, conforme nos ensina Tiago 4:17. Pecado é sempre errar o alvo; é deixar de fazer aquilo que seria suposto fazer, ou fazer o que não é permitido. Nesse sentido, temos duas formas de pecado: o pecado de comissão e o pecado de omissão. O pecado de comissão diz respeito às más ações que são praticadas, enquanto o de omissão são as boas ações que deveriam ser praticadas, mas são omitidas. Quando alguém sabe fazer o bem e o não faz comete pecado. Errou o alvo para o qual foi criado e salvo. Assim, quando omitimos uma boa ação, deixamos de fazer o que nos foi comissionado. Em Lucas 7:44- 47, vemos um exemplo do pecado de omissão, apresentado por Jesus ao relatar o episódio em que Simão, em cuja casa Jesus estava, não cumpriu com os seus deveres de bom anfitrião. Além disso, ainda censurou a mulher pela boa ação praticada sobre Jesus. Simão foi criticado por essa atitude e admoestado pelo Senhor: “Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta com suas lágrimas os regou e com seus cabelos os enxugou. Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta com bálsamo ungiume os pés. Por isso te digo: Perdoados lhe são os seus muitos pecados; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama.”

Em contraposição a este exemplo, temos o caso de Zaqueu, em cuja casa Jesus também estava. Ao falar com o Senhor, ele descobriu o que deveria fazer e que prática abandonar. Ele disse a Jesus: “Eis aqui, Senhor, dou aos pobres metade dos meus bens; e se em alguma coisa tenho defraudado alguém, eu lho restituo quadruplicado. Disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa, porquanto também este é filho de Abraão.” (Lucas 19:8-9). Vemos que Zaqueu arrependeu-se de haver prejudicado muitos de seus irmãos, mas, reconheceu seu erro e estava disposto a restituir o que lhes roubara nos impostos. A mudança de vida foi percebida em Zaqueu, que agiou conforme Paulo ensinou em carta aos Efésios 4:28: “Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade.” Enquanto, roubar é pecado de comissão, não trabalhar é pecado de omissão. É algo que era suposto alguém fazer, mas não fez. “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a neces­sá­ria edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem.” A Bíblia nos ensina: “Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

Graça e Paz!









quinta-feira, 29 de março de 2012


"A alma que pecar, essa morrerá" (Ezequiel 18: 4).

Desde o início da humanidade, satanás tem procurado induzir o homem à autodestruição por meio do pecado. E para isso ele conta com as próprias brechas que o homem lhe dá para fazer com que ele caia. As estratégias que ele usa não mudam desde Gênesis, quando investiu contra o primeiro casal. Ele começa disseminando ideias contrárias à palavra de Deus. Negando a palavra de Deus, ele procura abrir caminho para o pecado. Assim como fez com Adão e Eva, ele tenta fazer com que pessoas se afastem dos ensinamentos de Deus. Quando a palavra de Deus é desprezada, o pecado toma conta e a maldição entra como praga na vida das pessoas. O inimigo continua passando a falsa ideia de que o pecador não será punido. E essa presunção de impunidade faz com que as pessoas banalizem o pecado, porque não veem a consequência imediata. Vemos isso o tempo todo, quando o mundo nos vende a ideia de que hoje as coisas mudaram e hoje o que era pecado já não é mais.

Troca-se o nome do pecado para que deixe de ser ofensivo. Ninguém pode usar o pretexto de que a carne é fraca ou de que as pessoas são livres para usar o corpo como bem entender como desculpa para as transgressões, principalmente no âmbito sexual. O diabo tem usado pessoas influentes, formadores de opiniões para conduzir milhares de outras pessoas ao erro. A bandeira do homossexualismo, da promiscuidade, do vale tudo para se dar bem tem sido levantada por pessoas aparentemente de bem e que são modelos para a sociedade. E esses modelos se multiplicam em cada lugar, em cada lar. Com isso a iniquidade tem se multiplicado, tornando-se parte da cultura e sendo disseminada como algo normal. Os valores morais e espirituais estão sendo deturpado e tidos como normal, porque se banalizaram. É preciso entender que o pecado, mesmo se tornando atitude comum, continua não sendo normal porque foge das normas divinas. O inimigo tem plantado tanto a inversão de valores que os honestos são chamados de bobos. Com isso, o pecado ganha terreno e a justiça desaparece. Quando as pessoas se acostumam com o mal, criam um novo padrão de comportamento, cauterizam a sua consciência. O costume com o pecado elimina o sentimento de culpa e dificulta o arrependimento. Aos poucos, o diabo vai ganhando espaço, fazendo suas investidas e o pecado vai se tornando normal. Mas precisamos saber que o pecado de Gênesis ainda é o mesmo hoje e assim será até o apocalipse. Somos livres para aceitar e para pecar, porém precismaos saber que teremos que arcar com as consequências. Como cristãos não podemos compactuar com o inimigo. Devemos caminhar em sentido contrário, precisamos lembrar que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele.

Graça e Paz!









quarta-feira, 28 de março de 2012


“Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”. (I Coríntios 10:13)

A palavra trazida pelo apóstolo Paulo nos dá uma certeza muito grande e fortalece a nossa decisão de continuar rompendo em fé, pois, se acreditamos na fidelidade de Deus, não podemos crer Nele apenas nos momentos de alegria. Precisamos tomar posse das promessas contidas nesta palavra, sabendo que não somos provados além do que humanamente podemos suportar e que não seremos provados além de nossas forças. Deus é fiel e providencia a condição para que tenhamos êxito para suportarmos toda provação. Aqueles que acreditam na intervenção de Deus e na Sua providência obtém o livramento nos momentos de luta. Nem sempre conseguimos entender porque as coisas tomam um rumo inesperado, quando parece que Deus está guiando tudo. A nossa vida precisa estar entregue nas mãos do Senhor. Precisamos aprender com o Salmista, quando nos ensina que é no Senhor que encontramos a força, a proteção e a certeza da superação de tudo aquilo que vivemos, seja qual for a circunstância. “Levanto os olhos para os montes: de onde me virá o auxílio? Meu auxílio vem do Senhor, que fez o céu e a terra. Não deixará teu pé vacilar, aquele que te guarda não dorme. Não dorme, nem cochila o vigia de Israel. O Senhor é o teu guarda, o Senhor é como sombra que te cobre, e está à tua direita. De dia o sol não te fará mal nem a lua nem a noite. O senhor te preservará de todo mal, preservará tua vida. O Senhor vai te proteger quando sais e quando entras, desde agora e para sempre” (Salmo 120).

Graça e Paz!

Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx















terça-feira, 27 de março de 2012


Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança. (Salmos 33:12)

Os registros históricos e seculares comprovam que todas as nações  que se desviaram dos caminhos de Deus deixaram de ser conquistadoras para serem conquistadas. Toda a história confirma que o povo é feliz e verdadeiramente abençoado quando teme e serve o Deus verdadeiro. Quando Seus princípios são obedecidos verificam-se verdadeiras transformações e milagres na vida do povo que tem Deus como Senhor. Nações que servem ao Deus vivo são prósperas e não se deixam conquistar por outros povos. Contudo, quando se desviam do caminho, quando se deixam contaminar por deuses estranhos, o resultado é a queda. Mas precisamos entender que uma nação é feita de pessoas que se organizam em torno de um governo. E essas pessoas são livres para fazerem escolhas. Elas escolhem a quem servir, escolhem que tipo de governo querem. Israel escolheu ter um rei, enquanto poderia ser uma nação governada unicamente por Deus. Por isso recebeu as consequências de sua escolha. Todas as vezes em que voltou as costas para Deus e adotou outros deuses, tornou-se um povo vulnerável, escravizado por outras nações. Quem escolhe ser governado pelo único e verdadeiro Deus escolhe o caminho da vitória. A Bíblia conta que Deus sempre esteve com Seu povo. Sempre esteve com Israel, quando essa nação O colocava à frente das batalhas. Ainda hoje, Deus é com Seu povo. O Senhor continua à frente da nação que O teme. Nós somos a Israel de Deus, o povo que escolhe servir a Deus, por isso o salmista, vitorioso sempre que colocou Deus à frente de seu reinado, declara com conhecimento de causa: feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! Essa é uma afirmação que nos ensina ao mesmo tempo que nos faz refletir sobre o quão desastroso é adorar a deuses estranhos. Lembremos sempre de que nós somos a nação e nós continuamos com o direito de escolher a quem servir.

Graça e Paz!









segunda-feira, 26 de março de 2012


“o pecado, sendo consumado, gera a morte” Tiago 1:15
Sabemos que desde o início da humanidade o pecado tem seus frutos e que suas consequências são inevitáveis. Qualquer  ação que nos leve a sair do alvo, não importa quão grave seja, é pecado e gera consequências. A sociedade atual está mergulhada no pecado e para muitos isso se tornou algo comum e natural. Mas Deus não mudou sua forma de enxergar o pecado. Ele não é condescendente com o erro. Ele  nos chama à santificação e nos manda fugir do pecado. Independente  da sociedade em que vivamos, o chamado de Deus para uma vida de santificação não muda, pois Ele não abre mão de que vivamos em comunhão com Ele. E o pecado é uma barreira para isso. Além de nos separar de Deus, o pecado atrai maldição. Vemos isso desde a concepção do pecado de Adão e Eva. Eles perderam a comunhão com o Senhor e se afastaram, porque perceberam que algo havia se rompido. Depois arcaram com as conseqüências de seu erro, chamando a si a maldição que a humanidade carrega até hoje, quando se recusa a se reconciliar com Deus por intermédio de Jesus. O livro de Gênesis registra: “... Maldita serás tu dentre todos os animais... Porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua descendência e a sua descendência... Multiplicarei grandemente a dor da tua conceição... maldita é a terra por tua causa...”. Em toda a Bíblia vemos que as maldiçoes alcançaram aqueles que pecaram.  Assim como Tiago, também o apóstolo Paulo nos diz em  Romanos 6:23 que: “O salário do pecado é a morte. E essa morte não é apenas a morte física, mas a morte espiritual. Aquela para qual não há  ressurreição.
Dizer não ao pecado e arrepender-se verdadeiramente, deixando de lado a vida errada é a fórmula que garante a reconciliação com Deus e uma vida plena àquele que deseja ser feliz. Pecado em qualquer tempo e lugar gera a morte, mas o arrependimento sincero e o desejo de mudar geram o perdão. E Deus, pela Sua infinita misericórdia, tem nos oportunizado essa reconciliação. Contudo, essa é uma escolha pessoal e intransferível.  

Graça e Paz!

domingo, 25 de março de 2012


E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar a fragrância do seu conhecimento. ( Coríntios 2:14 )

O apóstolo Paulo é sábio em afirmar que em Deus temos a vitória, por meio do sacrifício de Jesus. Essa verdade também deve ser a nossa bandeira e deveria estar estampada em toda a casa, em todos os momentos e lugares em que estiverem os filhos de Deus. Saber quem é Deus e do que Ele é capaz é o princípio da sabedoria que não se limita aos conhecimentos humanos, científicos ou acadêmicos. Quando a sabedoria de Deus se manifesta naqueles que O temem e que seguem os Seus mandamentos, edificando a cada dia a sua vida, certamente, triunfaremos. O apóstolo Paulo fala ainda em 2 Coríntios 2:15 “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem”. Isso que dizer que quem está verdadeiramente em Cristo faz frutificar a palavra da verdade e é capaz de abençoar aos que estão à sua volta: os que se salvam e os que estão se perdendo. Principalmente a esses, devemos permitir que a fragância do conhecimento alcance. Quem, como Paulo, leva a semente da verdade e permite que o perfume de Cristo inebrie os lugares contaminados pela podridão do mundo já é vitorioso, ainda que pereça os infortúnios passageiros. Certamente, o rei Davi conheceu e manifestou a fragância deste conhecimento, porque mesmo diante de lutas, fraquezas e perseguições sempre foi vencedor. Por isso, não deixava de testemunhar e anunciar o seu reconhecimento. “ Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem”, diz o salmista em Salmos 13:6. Quantos feitos também nós temos a reconhecer que são pela graça de Deus!

Graça e Paz!









sábado, 24 de março de 2012


Deus é amor e nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19)

Amor, à maneira de Deus, significa ir além das conveniências a fim de realizar aquilo que se julga ser melhor para o próximo. A idéia é que devemos procurar o bem dos outros do mesmo modo como procuramos o bem (ou aquilo que podemos até erradamente pensar que seja o melhor) para nós mesmos – exatamente com a mesma naturalidade com que tendemos a cuidar de nosso bem-estar. Só desenvolvemos um genuíno amor pelo outro, quando aprendemos a nos amar de forma verdadeira, sem egoísmo, mas desviando o foco de atenção de nós mesmos, para nos colocar no lugar do outro, assim como Jesus fez por nós ao morrer na cruz. Jesus ensina esse amor altruísta quando diz: "Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam... Amai, porém, os vossos inimigos..."Amar é uma capacidade a ser desenvolvida, assim como fazemos com a inteligência. O amor como se explica pelo mundo é demonstrado como algo que se tira ou se dá quando apraz àquele que julga estar amando. Não estamos aptos a amar a Deus sem primeiro conhecermos o Seu amor por intermédio da graça; e não podemos verdadeiramente amar o próximo como a nós mesmos, sem primeiramente amarmos a Deus. O que a Bíblia ensina ao cristão é a dedicar sua vida por amor a Deus e ao próximo, desenvolvendo um amor a si mesmo, sem narcisismo, ou egoísmo.

Mas, para muitos não é fácil cumprir esse mandamento, porque quem não ama a si mesmo não pode amar o outro. Quem não respeita o seu corpo, como templo do Espírito Santo, quando se entrega aos vícios e à promiscuidade, não ama a si. Mas o amor, como Jesus ensina, não é assim. É algo trabalhado, como um vaso na mão de um oleiro, ou de uma jóia na mão do artífice. mesmo sendo pecadores e não merecedores desse amor. É esse amor que aceita e respeita as imperfeições que precisamos desenvolver em nós como uma capacidade a ser trabalhada. O mandamento é que amemos aos outros como já amamos a nós mesmos. Como pode obedecer ao segundo mandamento, se nem ao primeiro é capaz? Quem não se respeita não pode respeitar o outro. Quem não teme a Deus, não teme a lei, nem mesmo se inquieta de estar nas mãos do inimigo.

Graça e Paz!









sexta-feira, 23 de março de 2012




Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão.” Isaías 40:31

Não é à toa que o profeta Isaías compara os que confiam no Senhor às águias. As águias são destemidas e têm uma forma toda especial de enfrentar as tempestades. Quando se aproxima uma tempestade elas abrem suas asas e enfrentam a tormenta, sendo capazes de voar a uma velocidade de até noventa quilômetros por hora. Em vez de olhar para as nuvens escuras e se assombrarem com as descargas elétricas, elas sobem em busca da luz do sol. E nesta luta, na tentativa de fugir da tempestade, elas se arriscam a perder as penas, a se ferir, mas não temem e seguem em frente. Enquanto todo mundo fica às escuras embaixo, elas voam vitoriosas e confiantes, lá em cima. O profeta estabelece essa comparação porque, assim como as águias também nós passamos por momentos de lutas e quando colocamos nossos olhos no alto, em busca da Luz, mesmo passando por nuvens negras, encontramos o refúgio necessário.


A palavra do Senhor hoje é para aqueles que estão vivenciando uma crise, para que não se deixem abater e não abandone a confiança em Deus. O Senhor nos garante que nos sustentará, se olharmos na direção Dele. Se não olharmos para baixo. Não deixe que o desânimo se aposse das suas energias. Sobrevoe a tempestade, por meio da oração e não se esqueça que Deus é nos sempre.


Graça e Paz!






Bibliografia: http://www.icmv.org.br/BibliaOnline.aspx





















quinta-feira, 22 de março de 2012



O SENHOR é bom, ele serve de fortaleza no dia da angústia, e conhece os que confiam nele. (Naum 1:7)

Deus é infinito em bondade e misericórdia, por isso entregou Seu Filho, único filho, para que a humanidade tivesse novaa oportunidade de conhecer a Glória de Deus e de se reconciliar com Ele. Ser Bom é um atributo de Deus e por conta dessa caracterísitca intrínseca ao Seu ser, Ele tem usado de misericórdia com aqueles que Nele confiam. Ele é bom e sua misericórdia dura para sempre. Se, pelo pecado, estávamos mortos, separados de Deus, se estávamos condenados, pela imensa misericórdia de Deus fomos resgatados das trevas para conehcer a maravilhosa luz. Porque Deus é bom somos abençoados, protegidos, salvos, redimidos e temos a oportunidade de sermos novas criaturas. Contudo, nem todos escolhem usufruir da bondade de Deus e preferem sacrificar essa liberdade escolhendo viver escravo do pecado. É pela bondade de Deus que temos certeza de que no dia da angústia Ele nos protegerá, sustentará e nos dará vitória, ainda que não sejamos merecedores. Deus é onipresente, onisciente e nos conhece muito bem. O profeta Naun no final do versículo em epígrafe reflete muito bem esse atributo de Deus que se revela aos que Nele esperam e traz ao cristão uma segurança enorme. Sabemos que o cristão não está livre de passar por lutas, mas conhecendo verdadeiramente a Deus, ele sabe que nenhuma angustia será grande o bastante que não possa suportar. Deus conhece a cada um de nós. Ele sabe quais são nossas estruturas físicas, emocionais e espirituais. E sabe até quando podemos suportar, por isso o apóstolo Paulo afirma em I Coríntios 10:13 que “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar”. É também por isso que o salmista afirmou: “Entrega o teu caminho ao Senhor. Confia nEle e tudo Ele fará” (Salmo 37:5).

Graça e Paz!









quarta-feira, 21 de março de 2012


Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança. (Números 14:24)

Tão certo quanto Deus é fiel para cumprir Suas promessas, é certo que não podemos alcançar as bênçãos sem obedecer a Sua vontade. Isso porque Deus nos conhece e sabe que bênçãos prematuras, sem o devido alicerce é como uma casa construída na areia. Ao menor vento ela se desfaz. Muitas vezes Deus usa as adversidades e os contratempos que retardam o cumprimentos das promessas para nos firmar e nos fortalecer. Assim, quando vier as tempestades nossa casa estará edificada na rocha. Obedecer a Deus significa permanecer firme diante da adversidade e diante do tempo.

A história de Calebe nos ensina isso. Entre tantos que esperavam, mas não perseveraram, Calebe contemplou a bênção, mas para isso permaneceu no deserto por quarenta anos. Quantos de nós vivemos no deserto, como os israelistas, dando voltas e retomando ao mesmo lugar enquanto a terra está a metros de nosso alcance?

Calebe poderia ter dito “Senhor, eu cri, obedeci, fui fiel, porque não entrei na terra. O senhor deu a sua palavra! Nós também precisamos dizer isso ao Senhor, reivindicar Suas promessas, mas esperar e ouvir atentamente o porquê da demora. Deus fortaleceu o físico de Calebe, tornou-o longevo, para que a bênção pudesse alcançá-lo. Quando nos precipitamos para tomar posse daquilo que pensamos vir de Deus corremos o risco de que nosso coração nos engane ou de que não estejamos preparados para o que pedimos e assim colocamos a perder o que seria uma bênção.

Precisamos ter convicção do que queremos para não pedir mal e não nos arrependermos quando Deus nos entregar. Sim, Deus nós dá conforme pedimos, por isso, além de paciência e perseverança é preciso certeza, porque as bênçãos de Deus não são consumíveis ou temporárias. Mesmo que sejam bens materiais eles não vêm para nos deixar inquietos, mas para contribuir para a nossa edificação e paz. Perseverante é aquele que espera pacientemente pelo cumprimento da promessa do senhor, mesmo que ela demore mais do que o previsto. Mesmo que ela não aconteça no nosso tempo. E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. (1 João 5:14)



Graça e Paz!








terça-feira, 20 de março de 2012


“E disseram um para o outro: Porventura não ardia em nós o nosso coração quando, pelo caminho, nos falava, e quando nos abria as Escrituras?” (Lucas 24:32)

Não é fácil aceitar ou conviver com nossas perdas. Entretanto, ninguém está livre de perder algo ou alguém que nos é caro. Paradoxalmente, nossa vida é feitas de perdas. Perdemos para ganhar. Muitas vezes, para ganhamos algo, antes precisamos abrir mão de outra coisa. E quantas vezes, amargurados por nossas perdas, não nos damos conta de nossas vitórias e delas não tomamos posse, para ficarmos lastimando o que não temos, ou que deixamos de ter, por um período de tempo.

Lucas narra o sentimento dos discípulos, após a morte de Jesus, quando eles saíram pelo caminho de Emaús e não perceberam que Jesus caminhava com eles. Assim como esses discípulos, quantas vezes nós também perambulamos pelo caminho e nada nos conforta, porque estamos sofrendo pela dor de nossas perdas. Mas nem sempre o que perdemos pode ser contabilizado como prejuízo, muitas vezes era o peso que precisava ser tirado de nossa bagagem para que ganhássemos uma bênção maior. Os discípulos de Jesus lamentavam a Sua perda e não se deram conta de que a aparente perda era a grande bênção. Jesus estava ali e eles não foram capazes d e perceber de imediato porque estavam imersos em sua dor. É nesse momento que precisamos voltar nossos olhares para Deus e buscar os Seus planos para nós. Quando Ele parece distante é justamente quando está mais próximo. Pense nisso antes de murmurar e de reclamar que o Senhor lhe abandonou. É preciso sentir a presença reconfortante do Senhor e nos apegarmos em Suas palavras. Você é por demais precioso para Deus e Ele não lhe desamparará.

Graça e Paz!









segunda-feira, 19 de março de 2012

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 1 João 1:7

Andar na Luz, sendo luz para o mundo não é uma tarefa fácil porque sabemos que o mundo jaz no maligno e ele conspira contra as iniciativas cristãs. Na nossa força jamais conseguiremos vencer o mundo, mas se usarmos os escudos que Deus nos dá, certamente, seremos vencedores. A palavra de Deus é um escudo que Deus que devemos usar para nos armar contra o inimigo. Aquele que estuda e medita na Sua Palavra fortalece sua vida e se mantém firme, quando o inimigo investe. Quem conhece verdadeiramente ao Senhor guarda aquilo que Ele ensina, obedece, segue os passos de Jesus, tem a Bíblia como Manual de Vida. Andar na luz pressupõe viver em comunhão com aqueles que partilham a mesma fé, pois luz atrai luz. Mas não há sentido em andar na luz, sem refletir essa luz para as trevas. Aqueles que estão à margem da palavra, que não conhecem Jesus de fato precisam de daqueles que foram separados para serem a luz do mundo e o sal da terra. Contudo, é preciso um equilíbrio. O cristão não pode se misturar no mundo, não pode deixar-se contaminar por ele. Por isso, fale de Jesus para os seus amigos não cristãos, mas evite permanecer muito tempo com eles. Caso contrário, em vez de levá-los à Casa de Deus, como é o desejo do Senhor, provavelmente eles o impedirão de lá estar e de cultuar ao Senhor.

Graça e Paz!









domingo, 18 de março de 2012


Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (Efésios 5:8)

Paulo nos exorta a andar como convém a um filho de Deus e isso significa abandonar as práticas que não condizem com um cristão. Lembremos que, ao contrário do que afirma o senso comum, nem todos são filhos de Deus. Filhos de Deus são aqueles que são salvos por sua fé em Cristo, conforme vemos em João 1:12, Romanos 8:14, 1 João 3:1. Filhos de Deus são aqueles nascidos de novo em Cristo. E nascer em Cristo implica mudança de vida, mudança de atitudes e de comportamento. Quem antes agia conforme as orientações do mundo, em Cristo, nova criatura é, portanto, faz segundo a Sua vontade. E Cristo nos quer seguindo o Seu exemplo. A palavra cristão significa literalmente: “pertencente ao partido de Cristo” ou um “aderente ou seguidor de Cristo”, em outras palavras, “pequeno Cristo”. Isso já diz tudo! De acordo com Atos 11:26, os seguidores de Jesus Cristo foram chamados “Cristãos” pela primeira vez em Antioquia, porque seu comportamento, atividade e fala eram como Cristo. Inicialmente, essa expressão foi usada como um apelido desrespeitoso para debochar dos Cristãos. Mas infelizmente, com o tempo essa palavra perdeu grande parte de seu significado, e hoje é geralmente utilizada para descrever alguém que tem uma religião ou apresenta valores morais, ao invés de ser um verdadeiro seguidor renascido de Jesus Cristo, em busca de Sua estatura, conforme ensina a Bíblia. Muitas pessoas frequentam uma igreja, professam uma fé, mas isso não faz delas um cristão, pois nem sempre são seguidoras de Cristo. Não podem ser consideradas cristãs tão somente porque vão à igreja ou vivem em uma nação dita “cristã”. Assim como ir à escola não faz da pessoa um professor, ou ir ao hospital não faz dela um médico, ser membro de igreja, ou trabalhar para a igreja não podem fazer de uma pessoa um cristão. Para ser professor ou médico é preciso muito mais do que frequentar o local de estudo ou de trabalho. É preciso dedicação, empenho, conhecimento e assumir as atitudes e habilidades que determinarão as competências específicas de inerentes àquela profissão. Professar o cristianismo implica as mesmas atitudes. Ninguém pode ser considerado cristão apenas pelo fato de estar entre cristãos, ou nascer em meio deles. Assim como ninguém é médico porque nasceu em um hospital.

Um verdadeiro Cristão é aquele que se arrependeu do seu pecado e colocou sua fé e confiança somente em Jesus Cristo. E isso não é em seguir uma religião ou um conjunto de códigos morais, mas viver segundo os princípios de Jesus. É andar na Luz, sendo luz para o mundo.





Graça e Paz!









sábado, 17 de março de 2012

Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo. (João 13:8)

Jesus praticou o ato da lavagem dos pés dos seus discípulos para nos apresentar uma verdade muito mais profunda do que um simples exemplo de humildade. Jesus expressava neste ato a necessidade de purificação da contaminação inevitável que resulta do trânsito pelo mundo. A lavagem com água refere-se à lavagem pela Palavra e Cristo demonstra aos seus discípulos que isso seria necessário para que seguissem a sua missão, porque era chegado o tempo de voltar para o Pai. Jesus dá um sentido profundamente espiritual que Pedro e os demais discípulos só entenderiam e nos ainda precisamos compreender a verdadeira dimensão dessa atitude! Essa passagem nos faz refletir sobre a nossa forma de lidar com a nossa missão de levar a palavra de Deus, a qual fomos comissionados. De acordo com a tradição, o ato de lavar os pés era um costume antigo transmitido pelos primeiros patriarcas como sinal de hospitalidade e afeto e também de humildade. Contudo, esse ato era praticado pelos escravos. Ou um sinal de reverência um discípulo lavar os pés do seu mestre. Eis por que essa atitude de Jesus causou um grande impacto e porque Pedro negou. Era inconcebível que Mestre lavasse os pés dos seus discípulos. Com essa atitude, Jesus tomou o lugar de um simples escravo, ele se posicionou no lugar do menor e mais insignificante sendo Ele o maior em todos os sentidos. Jesus nos mostra muito mais do que um exemplo de humildade. Ele nos faz ver que Mestre não é o que é servido, mas o que serve. “Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que como eu fiz, façais vós também. (João:14-15). Paulo em Filipenses 2:7-8 nos lembra “Antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens e reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz”. Jesus nos mostra que a humildade não é apenas um ato, mas uma atitude constante de entrega e doação ao serviço, sem levar em conta a posição ou o status. Servir a Deus implica atitude de humildade e começa no serviço aos homens, quer na Igreja ou na vida secular.

Graça e Paz!









sexta-feira, 16 de março de 2012



Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti (Isaias 26:3)

O profeta Isaías nos lembra que o cristão precisa ter equilíbrio em sua vida e saber dosar as suas emoções. Isso significa que  precisamos buscar coerência em nosso modo de viver. Também o apóstolo Paulo enfatiza a importância de um viver cristão equilibrado quando exorta em Filipenses 4:5: “Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor.” Uma vida equilibrada advém do conhecimento da palavra do Senhor e ela se reflete em todas as áreas de nossas vidas. O cristão que busca o equilíbrio está sempre presente e não negligencia as tarefas que lhes compete e não foge aos compromissos assumidos. Contudo, não deixa de algo em detrimento de outro. O cristão equilibrado não abandona suas tarefas domésticas para se dedicar à Igreja e não faz também o contrário. Todavia, cumpre com dedicação aquilo que se propôs a fazer para a obra de Deus e não deixa de exercer seus outros papeis na vida pessoal ou profissional. O equilíbrio se manifesta na distribuição de seu tempo. Muitos são os que não sabem dosar suas atitudes, ora estão em efusiva atividade na igreja, ora em apatia completa. Quando não se busca o equilíbrio, corre-se o risco de se levar uma vida incoerente, inconstante e fadada ao fracasso. Quem não tem constância na fé não assume um real compromisso com a obra de Deus, ou com o próprio Deus. Uma vida cristã deve ser marcada pela constância, perseverança e pela fidelidade. Estas características fazem com que o indivíduo cresça como pessoa e possa ter crescimento nas diversas áreas de sua vida. Uma vida desequilibrada certamente será marcada pelo fracasso. Este é o resultado de quem não persevera ou de quem não sabe controlar sua vida.
Graça e Paz!

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...