quinta-feira, 31 de março de 2011


Para a tua perda, ó Israel, te rebelaste contra mim, a saber, contra o teu ajudador. (Oséias 13:9)

Amado(a), ao longo da História, tanto secular, quanto bíblica, vemos que Deus tem usado Seus profetas para nos alertar sobre os males da desobediência. Contudo, vemos que não obstante as reprovações e exortações proféticas, Israel caiu na apostasia e os juízos do Céu caíram pesadamente sobre o povo rebelde. "Por isso os abati pelos profetas", declarou Deus; "pela palavra de Minha boca os matei; e os Teus juízos sairão como a luz. Porque Eu quero misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus mais do que os holocaustos. Mas eles transpassaram o concerto, como Adão; eles se portaram aleivosamente contra Mim." Oséias. 6:5-7. Por várias vezes, Deus enviou a mensagem:"Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel", "visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também Eu Me esquecerei de teus filhos. Como eles se multiplicaram, assim contra Mim pecaram; Eu mudarei a sua honra em vergonha. ... Visitarei sobre eles os seus caminhos, e lhes darei a recompensa das suas obras." (Oséias 4:1 e 6-9). Foram dadas muitas oportunidades aos transgressores para se arrependerem. E a mensagem de Deus foi uma mensagem de perdão e esperança, como vemos no texto em epígrafe e em vários outros, pois aos que tinham perdido de vista o plano para o livramento dos pecadores iludidos pelo poder de satanás, o Senhor ofereceu restauração e paz. "Eu sararei a sua perversão, Eu voluntariamente os amarei", o Senhor declarou; "porque a Minha ira se apartou dele. Eu serei para Israel como orvalho; ele florescerá como o lírio, e espalhará as suas raízes como o Líbano. Voltarão os que se assentarem à sua sombra; serão vivificados como o trigo, e florescerão como a vide; a sua memória será como o vinho do Líbano”. Entretanto, desde o início, com a desobediência do primeiro casal, vemos que os homens insistem na rebelião contra Deus e em seguir seus próprios passos. A maioria dos que ouviram a exortação e os convites de Deus se recusou a aproveitá-los, isso vem prosseguindo com o passar dos séculos. De geração em geração o Senhor vem tratando pacientemente com Seus transviados filhos; e mesmo agora, em face de ousada rebelião, Ele ainda anseia por revelar-Se aos transgressores. Vemos que, em geral, os rebeldes se isolam, por sua própria conduta, por orgulho ou por vergonha e até mesmo por não encontrar espaço para a comunhão. E é exatamente isso que o inimigo quer: afastar a ovelha do rebanho para devorá-la, longe do pastor. Amado(a), se você se encontra nesta condição, ouça o chamado de Deus: VOLTE! Você não será julgado(a), ou condenado(a), mas recebido como filho que torna ao Pai. Não volte as costas a quem tem lhe ajudado. Não abra mão da casa do Pai para se alimentar das sobras do mundo! Graça e Paz!

quarta-feira, 30 de março de 2011


Mas o que para mim era ganho reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo, (Filipenses 3:7-8)

Amado(a), todos nós perdemos coisas o tempo todo. Muitas vezes, a primeira vista a perda pode nos parecer dura e injusta, mas depois vemos que ela propicia mudanças em nossa vida, na maioria das vezes positivas. O sábio nos ensina em Eclesiastes 3:6 que há tempo para tudo nesta vida, inclusive tempo de perder “Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora;” E Cristo nos questiona em Marcos 8:36 “Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?”, pois “Qualquer que procurar salvar a sua vida, perdê-la-á, e qualquer que a perder, salvá-la-á. (Lucas 17:33) Às vezes precisamos perder para ganhar. Precisamos deixar no caminho o peso que nos impede que caminhar. Temos que aprender a nos desprender de algo. Seja qual for a razão, não podemos evitar a perda, mas podemos escolher como reagir diante do inevitável. A Bíblia, em sua sabedoria inesgotável, nos ensina a compreender esse processo. Cristo perdeu a sua vida para que a nossa fosse resgatada. Assim, precisamos perder o velho homem, para dar espaço ao novo. Quantas vezes precisamos perder um emprego, um amigo, um bem, para valorizarmos o que tínhamos? Se usássemos de sabedoria, veríamos que Deus tem colocado diante de nós tudo o que precisamos para viver uma vida em abundancia, mas nem sempre reconhecemos ou valorizamos. Quantas vezes pensamos estar ganhando algo, ou achamos que saímos na frente porque nos antecipamos e tão logo vemos que o que imputávamos por lucro vai se configurar uma grande perda em nossa vida. Mas também o contrário é verdadeiro e isso a Bíblia nos mostra o tempo todo, se tivermos olhos e ouvidos atentos para perceber.

Graça e Paz!

terça-feira, 29 de março de 2011


Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente. (I Coríntios 12:31) Amado(a), todos nós de uma forma ou de outra podemos servir ao Reino, porque nos foram dados dons. A Bíblia ensina que os dons são diversos, assim como nós também temos as nossas peculiaridades. Mas ninguém é desprovido de dons, embora nem todos sabem o que fazer com o dom que lhe foi concedido. Muitos usam os seus dons, canalizando-os para o que não edificam e nem todos são os que colocam seus dons a serviço do evangelho. Paulo escreve uma carta ao jovem Timóteo e o estimula a despertar o dom que havia nele, afirmando que Deus não lhe deu espírito de timidez mas de poder, de amor e de moderação. Assim como Timóteo, também nós recebemos dons de Deus e necessitamos aplicá-los em benefício da obra do Senhor. Amado(a), qual é o seu dom que pode e deve se desenvolvido em prol da obra de Deus? O que você tem feito a serviço do Senhor? Lembre-se de que não somos nada, nem temos nada. Somos apenas mordomos do Criador. A mordomia cristã estabelece como verdade que Deus é o Senhor, o único dono de tudo quanto existe na terra e no céu e concedeu ao homem o privilégio e responsabilidade de administrar. Assim, tudo que temos é dado por Deus, prioridade de Deus, para ser usado para os propósitos de Deus. Quem usa seus dons a serviço da obra de Deus, certamente conhecerá o caminho sobremodo excelente.

Graça e Paz!

segunda-feira, 28 de março de 2011


Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. (Isaías 40:29)

Amado(a), quantas vezes nos sentidos enfraquecidos e cansados de tal forma que perdemos o entusiasmo com as coisas que nos agradam e nos confortam? Se isso acontece com você, saiba que é natural. Até mesmo Jesus se sentiu cansado e também se angustiou. A diferença é que Ele não perdeu o ânimo e não entregou os pontos como muitos fazem, quando as coisas não saem como gostariam. Ele sabia quem era e quem estava no comando da situação. Ele sabia onde estava e aonde queria chegar, por isso não negou sua cruz e não abriu mão dos planos de Deus, como muitos fazem ao longo do caminho, ao se depararem com problemas, ou quando suas expectativas são frustradas. O profeta Isaias nos lembra que Deus revigora o cansado e multiplica suas forças. Aqueles que confiam em sua própria força não vai muito longe, “Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão”. (Isaias 40:31)

Graça e Paz!

domingo, 27 de março de 2011


"Eis que, hoje, eu ponho diante de vós a bênção e a maldição: A bênção, quando cumprirdes os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que hoje vos ordeno; A maldição, se não ouvirdes os mandamentos do Senhor vosso Deus, e vos desviardes do caminho que hoje vos ordeno, para seguirdes outros deuses que não conhecestes". (Deuteronômio 11: 26- 28 )

Amado(a), a palavra de Deus é clara no que se refere à maldição e às bênçãos. Nós somos responsáveis por nossas escolhas e delas advêm bênção ou maldição em nossas vidas. Não cabe maldição na vida de quem obedece a Deus, pois Dele vem as bênçãos e quem obedece à Sua palavra é honrado. Por outro lado, é a desobediência que abre brechas para que o inimigo as preenchas com a maldição. O nosso Deus não manda maldições, mas quem segue outros deuses, certamente será lavo delas. Quem profere mentiras, pratica idolatria, adultera, rouba ou engana o próximo dá espaço ao diabo e assim é natural que colha os frutos de sua desobediência à palavra. Quem não honra seus compromissos, defrauda o irmão, não paga suas dívidas, ou age com leviandade não segue os caminhos de Cristo e sim do deus deste século. Nesse caso não é de se admirar que traga para sua vida o fruto de suas atitudes. Quem se envolve com prostituta traz para seu próprio corpo as maldições de outros, porque com ela se faz um. Deus nos dá a liberdade de escolher entre ser abençoado ou sofrer as conseqüências da maldição por nós mesmos. Mas a boa notícia é que Ele está aberto para perdoar e para nos livrar de nossos pecados se nos arrependermos verdadeiramente.

Graça e Paz!

sábado, 26 de março de 2011


“Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.” (Tiago 1:12-13)

Amado(a), provação é o que Deus usa para desenvolver a nossa fé. Muitas vezes confundimos provação com tentação. A provação é permitida por Deus, mas a tentação, ou vem do inimigo ou de nossa própria carne. Para saber se uma determinada aflição é de Deus ou não é necessário examinar os seus frutos. Se ela conforma o cristão mais à imagem de Cristo, certamente vem de Deus. Contudo, se for para afastar o cristão da obra, ou de Deus, é certo que não vem do Senhor. Deus sempre tem o melhor para o Seu povo, conforme nos diz Paulo em Romanos 8:28, “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Amado(a) é preciso entender que, diferentemente da tentação, nós não temos opção diante das provações. Elas vêm a nós se quisermos ou não, entretanto é a nossa reação à provação que vai nos edificar ou nos elevar espiritualmente e assim como diante da tentação, podemos escolher como reagir. Graça e Paz!

sexta-feira, 25 de março de 2011


Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar. (I Coríntios 10:13)

Amado(a), sabemos a tentação produz um vencedor ou um vencido. Se nos deixamos dominar, certamente seremos vencidos, pois a tentação em geral é usada por satanás para destruir a moral e virtudes e nos desviar do alvo. Ela sempre tem o objetivo de induzir ao pecado. Embora também sejamos tentados pela nossa própria carne, sabemos que satanás é a fonte maior de tentação. Eis porque a Bíblia fala dele como o tentador (Mateus 4.3; I Tessalonicenses 3.5), Homicida, pai da mentira (João 8.44). O nome diabo significa acusador ou difamador. Essa é a sua função, levar os homens a se desviar do alvo. Ele usa o mundo e a carne para provocar o pecado e destruição I João 2.16, “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” Entretanto, precisamos reconhecer que ser tentado não é pecado. Pecado é ceder a ela, conforme diz Tiago 1:13-14: “Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebida, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.”. lembremos que Jesus Cristo foi tentado e a Sua tentação não foi considerada pecaminosa. Ele foi alvo de tentação, mas não cedeu a ela. É o Seu exemplo que precisamos seguir. Quando tentado, temos opções: ou caiamos ou não. De nossa escolha dependerá o resultado: seremos vencedores ou vencidos, porque Deus nos dá a força necessária para resistir, conforme ensina Paulo aos coríntios.

Graça e Paz!

quinta-feira, 24 de março de 2011



E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar. (Hebreus 4:13)

Amado(a), Deus sabe de todas as coisas e sabe exatamente o momento de nos abençoar ou de nos deixar passar por lutas e adversidades para que possamos ao Seu tempo receber o que nos é de direito. Muitas vezes murmuramos, reclamamos, queremos construir atalhos e nos desviamos de nosso alvo porque não entendemos os desígnios de Deus. Quando agimos com independência e decidimos os nossos caminhos, elaborando a nossa própria justiça, deixamos de receber o que seria sólido e edificante. Julgamos a ação ou o silêncio de Deus quando não percebemos que o Seu tempo é o tempo da sabedoria e não compreendemos que nossa visão limitada por nosso coração enganoso nos impede de ver além do que projetamos. Amado(a), se Deus ainda não respondeu, certamente não é a hora. Ou pode até ser que Ele tenha respondido, mas você não ouviu, ou não quis ouvir a Sua resposta. Quando Ele disse não e você insistiu em fazer do seu modo, Ele sabia que a sua escolha lhe traria conseqüências. Mas ainda há tempo de modificar o que vem pela frente, mesmo que o passado já tenha as suas conseqüências. Você pode mudar a forma de agir e não se fazer de surdo. Se Deus não está falando alto com você, aprenda a ouvir o Seu silêncio. O que acontece hoje em sua vida é resultado do que plantou ontem. Você não está livre de colher esse fruto, mas pode mudar a semente a partir de agora.

Graça e Paz!

quarta-feira, 23 de março de 2011




"Portanto, você, por que julga seu irmão? E por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus. Porque está escrito: 'Por mim mesmo jurei', diz o Senhor, diante de mim todo joelho se dobrará e toda língua confessará que sou Deus. Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus" (Romanos 14:10-12)

Amado(a), A sua vida é o resultado das escolhas que você faz. Ninguém pode decidir por você. Suas decisões revelam qual é o seu código de valores. E esse código de valores revela a qualidade do seu caráter. Aquele que tem um caráter cristão decide sempre com base em princípios bíblicos e não faz o que quer, mas o que Deus orienta. Mesmo que queira muito, ou que a maioria faça, se é contra as escrituras ele não faz. Quem age assim evita o erro e se erra, assume a culpa sem transferir para outrem a sua responsabilidade. Contudo, quem não aceita orientação, dificilmente aceita a responsabilidade e geralmente se revolta com as conseqüências de sua insensatez, atribuindo toda culpa ao diabo, por isso não sente necessidade de mudar. Eis porque vive repetindo os velhos erros. Muda de casa, de emprego, de cidade, de companheiros, de cônjuge, mas não muda sua postura. Não há mudança quando a pessoa não reconhece que precisa mudar. O sábio em vários versículos nos ensina que “um conselho pode nos livrar do caminho da morte” (Pv 16:25; Pv.12:15; Pv 27:9). Mas, muitas vezes, vemos que aquele que se exalta no seu orgulho, jamais ouve ou atende aos conselhos, preferindo errar e chamar a si as conseqüências de seu erro. Em geral vemos que quem assim procede também não protege a área mais vulnerável de sua vida ao pecado e acaba caindo sempre no mesmo laço. A Bíblia narra que Sansão terminou sua vida de forma trágica, porque brincou como que não deveria brincar. Ele flertou com o pecado, brincou com a tentação, confiando em sua força. Ele não protegeu seu ponto fraco. Amado(a), todos nós temos um ponto fraco. Qual é o seu ponto fraco? Cuide dessa área e aceite os conselhos de quem Deus coloca em sua vida para orientá-lo(a), pois quem age intempestivamente, segundo seu coração, sofrerá com a dor do arrependimento.

Graça e Paz!

terça-feira, 22 de março de 2011


Portanto, você, por que julga seu irmão? E por que despreza seu irmão? Pois todos compareceremos diante do tribunal de Deus. Porque está escrito: 'Por mim mesmo jurei', diz o Senhor, diante de mim todo joelho se dobrará e toda língua confessará que sou Deus. Assim, cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus" (Romanos 14:10-12)

Amado(a), temos uma tendência a pensar que não devemos prestar conta de nossa vida. Quando algumas pessoas o são questionadas sobre um ato inconveniente praticado, em geral elas se defendem com o posicionamento arredio de dizer “Não devo nada a ninguém, portanto, ninguém tem nada a ver com a minha vida". Contudo, prestar contas de nossos atos não só é determinação de Deus, como condição para nos mantermos em comunhão. Porque a maioria das pessoas não tem o hábito de prestar contas é que vemos tantos desvios, escândalos, corrupção, infidelidade conjugal, desonestidade. E, infelizmente isso tem acontecido dentro da Igreja até mesmo entre os irmãos. Quando temos coragem de responder com humildade e transparência as perguntas difíceis sobre nossos atos àqueles que nos rodeiam, quer seja no trabalho, na família, na Igreja. A prestação de contas funciona como uma barreira de proteção em torno do coração, da mente e da vida do cristão, porque ela nos blinda do assédio do inimigo. Contudo, muitos cristãos ainda não se deram conta de que independência demais é perigoso em todos os sentidos. Quando nos colocamos como subordinados a Deus, não agimos com independência e de igual modo consideramos aqueles a quem o Senhor colocou par nos orientar. Vemos na Bíblia que os homens de Deus prestavam contas. José prestava contas a Potifar (Gênesis 39: 6). Saul prestava contas a Samuel (1 Samuel 13:8-14). Davi prestava contas a Natã (2 Samuel 12:13). Neemias prestava contas ao rei Artaxerxes (Neemias 2:1-8). Daniel prestou contas aos reis que serviu (Daniel 6:28). Jesus prestava contas ao Pai (João 4:34; 10:25). Os discípulos prestavam contas a Jesus (Lucas 10:17). Paulo e Barnabé prestavam contas à igreja de Antioquia (Atos 14:26-28). E você amado(a), tem prestado contas de seus atos? Você se posiciona como servo para ser confrontado quando necessário? As pessoas que "prestam contas" admitem os próprios erros, estão sempre abertas para o aconselhamento, e não se aborrecem quando são confrontadas. Os homens honestos não deixam a verdade e (Efésios 4.25). Lembre-se de que você será julgado pelos seus atos, não pela sua posição na igreja ou na vida secular.

Graça e Paz!

segunda-feira, 21 de março de 2011


Qual é a minha força, para que eu espere? Ou qual é o meu fim, para que tenha ainda paciência? (Jó 6:11) Amado(a), quantas vezes ouvimos dizer que Jó é o pai da paciência? Na verdade, Jó é o mestre da persistência e não da paciência. Se observarmos bem o livro que trata desse homem, veremos que ele se impacientou muitas vezes durante sua saga, entretanto persistiu de forma que foi multiplamente abençoado por Deus “E assim abençoou o SENHOR o último estado de Jó, mais do que o primeiro; (Jó 42:12). Muitas vezes Deus permite que passemos por lutas e tribulações para que nos fortaleçamos na fé e na esperança. Mas para isso precisamos saber qual é a nossa meta nesta vida. quando temos um objetivo, traçamos um caminho e perseguimos o alvo de forma mais precisa. Quando não sabemos o que queremos, ou aonde chegar, corremos o risco de entrar por atalhos e de abortar as nossas bênçãos. Quem não tem paciência acaba por atropelas a ordem das coisas e não chega a lugar algum. Passa pela vida, não vive. Encontra pessoas e não estabelece vínculos porque não tem paciência de construir uma relação sólida e verdadeira. Quem não tem paciência edifica sua casa na areia, no primeiro terreno que encontra. E essas analogias servem para qualquer área da vida: no trabalho, na vida pessoal, sentimental, espiritual. quem se impacienta e não consegue passar pelas etapas necessárias à edificação do alicerce não mantém o trabalho, não sustenta uma relação, não cresce espiritualmente. Um ditado popular diz que “o apressado come cru”. Isso significa que, por não esperar o momento ideal, perde o melhor sabor do alimento. Na vida secular tanto como na vida espiritual quem se apressa a colher o que ainda não está pronto também experimenta o sabor amargo. Amado(a), qual é ou quais são as suas metas? Aonde você quer chegar? Ao refletir sobre isso lembre-se de que se no meio do caminho tiver uma pedra, não se desvie dela, pois ela pode ser a chave do seu sucesso.

Graça e Paz!

domingo, 20 de março de 2011



“Vós, porém, não estais na carne, mas no espírito, se é que o Espírito de DEUS habita em vós” (Romanos 8:9).

Amado(a), Paulo nos lembra que se somos filhos de Deus, não devemos nadar na carne, porém no espírito. Mas observe que ele coloca um termo condicional “se é que”. Isso significa que nem todos que se dizem cristãos, que se apregoam filhos de Deus o são. Muitos são os que fazem dessa filiação uma forma de enganar. Contudo, as as suas obras não condizem com o rótulo. Pelo fruto se conhece a árvore, diz a Bíblia. Ninguém que tenha o Espírito de Deus deve andar como ímpio, ou praticar as mesmas ações que os assemelhem aos mundanos. Há que se preocupara com o testemunho porque quem escandaliza o Evangelho de Cristo será réu dele. Quem faz cair o irmão porque não vigia em suas atitudes, também é responsável por isso. Quando nos tornamos nova criatura, temos perdoados nossos pecados e devemos buscar o crescimento na graça e na estatura de Cristo. Quem é de Cristo não pode agir como os filhos do mundo e deve mortificar a sua carne. Amado(a), como tem sido o seu comportamento diante do evangelho? Você tem evangelizado, sem necessariamente ter que abrir a boca para pregar, fazendo de sua vida um testemunho e uma pregação constante? Há alguma área de sua vida que precisa ser convertida? Pense nisto e verifique se tem sido usado(a) por Deus, se o Espírito de Deus habita em você ou se tem dado lugar e aberto brechas para que o príncipe deste mundo continue realizando o seu trabalho por seu intermédio.

Graça e Paz!

sábado, 19 de março de 2011


Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (Efésios 5:8) Amado(a), Paulo nos mostra que Deus nos elegeu para sermos santos e irrepreensíveis e nos tornou filhos por adoção, segundo a Sua vontade. tudo isso para louvor e glória da sua graça! Mas, se fomos eleitos temos obrigações a cumprir. Não basta apenas tomar posse. Eis porque devemos atentar para algumas palavras chaves nesse versículo. Quando o apóstolo usa o tempo passado, ele deixa claro que da “posse” adiante o nosso comportamento deve mudar. Ele também faz uma contraposição entre luz e trevas, palavras antônimas que podem ser explicadas com o conhecimento da física: a treva é a ausência de luz. Interessante também observar que ele diz que agora somos luz. Há uma relação de marca temporal que deixa explícito o marco divisor dessa passagem, o que é reforçado com o uso da preposição “em” mais o artigo ”o”. O apóstolo não diz a luz do Senhor, mas na luz no Senhor. Isso significa que não basta andar na luz, é preciso andar com o Senhor. E para que isso aconteça é essencial deixarmos tudo aquilo que antes fazíamos e que apontam para as trevas. Em 1Tessalonissenses 5:21-22, Paulo nos exorta “Abstende-vos de toda a aparência do mal”. Ou seja, não basta não praticar o mal, mas não praticar nada que tenha a aparência do mal. Isso significa não só agir na luz, caminhar com Jesus, como também deixar resplandecer essa luz.

Graça e Paz!

sexta-feira, 18 de março de 2011


“Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não têm pastor” (Mateus 9:36).

Amado(a), Jesus verdadeiramente é o bom pastor e dá a vida pelas suas ovelhas. E quantos não estão por aí, perdidos, desiludidos ou desgarrados porque se encontram sem uma referência, sem uma orientação? Jesus conhece nosso coração e sabe exatamente o motivo de nossas aflições e, assim, como percebeu a dor e se condoeu com a multidão Ele vê o nosso sofrimento e se compadece. Amado(a), não importa qual seja o motivo de sua aflição, se são os problemas financeiros,, sentimentais, físicos... você tem um pastor e, acredite, por mais que você tenha se decepcionado com as pessoas, Jesus está do seu lado e sabe exatamente qual é a sua ferida. Ele não deixará que você se perca. O bom pastor, vendo uma ovelha perdida, deixa as outras nos aprisco e vai em busca daquela. Se você neste momento não está no aprisco, saiba que lá é o seu lugar seguro. Graça e Paz!

quinta-feira, 17 de março de 2011


“ Por que, pois se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados” (Lamentações 3:39). Amado(a), o profeta chama-nos a atenção para algo a que não temos refletido com a devida importância: nossas queixas são decorrentes de nossos pecados e de nossas escolhas. Queixamo-nos de não ter um trabalho, de não ser valorizados no que temos; reclamamos por estar sós, por não ter oportunidades; queixamo-nos de não ser compreendidos, de não ter o que gostaríamos, ou o que pedimos a Deus... e por aí vai uma lista de “muquerelas”, murmurações, queixas e reclamações. Entretanto, esquecemo-nos de refletir sobre nossa conduta e não ponderamos acerca do fato de que temos a liberdade de fazer escolhas e, consequentemente somos responsáveis por ela. Se não construímos um bom relacionamento entre colegas e chefes, se não somos responsáveis com nossos horários e no cumprimento de nossas atividades é natural que nosso lugar seja ocupado por alguém que se empenhe em fazer o melhor, sem apenas esperar a valorização; se não construímos nossas relações na base da solidariedade, do respeito, da fidelidade e se tratamos as pessoas como objetos descartáveis com prazo de validade, o esperado é a solidão; se não somos capazes de nos colocar no lugar do outro, percebendo-o como ser humano que também tem limitações, necessidades e momentos de fragilidade, julgamos suas fraquezas e não permitimos que ele erre, é bem certo plantamos a mesma semente da incompreensão e colheremos o seu fruto, quando precisarmos de alguém para nos apoiar e não para nos condenar; se não obedecemos a Deus, quando Ele nos diz para não fazer algo, ou para fazer segundo a Sua palavra, não podemos esperar que nossos desejos sejam atendidos por Ele. E, se temos o que queremos ao nosso modo, na nossa hora, sem esperar a hora do Senhor, certamente, colheremos o fruto da desobediência e da efemeridade de nossa satisfação. Mas aqueles que esperam no Senhor, ainda que sofra por esperar, colherão os fruto da persistência e da obediência, pois a porta que Deus abre ninguém pode fechar e aquela que Ele fecha ninguém pode abrir. Amado(a), pense nisto e reveja suas atitudes em relação às suas queixas e ao modo como o sofrimento tem atingido sua vida. muitas vezes ele vem como um sinal de alerta para que você mude de postura e converta-se verdadeiramente.

Graça e Paz!

quarta-feira, 16 de março de 2011


Isto é, não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa são contados como descendência. (Romanos 9:8) Amado(a), Paulo nos mostra que não basta ser criatura de Deus, é preciso nos tornar filhos para sermos Seus descendentes. E isso só se dá se fizermos essa opção e nos comportarmos como tal. João 1: 11-13 nos lembra disso “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a TODOS quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus." O verdadeiro Israel de Deus são os que creem em sua palavra e a seguem. Infelizmente muitos cristãos têm preferido ser judeus; Israel de Deus é a Igreja, não uma nação predileta. Deus não tem Israel por mais importante que os outros povos, na verdade Israel era um tipo da igreja! Ou seja, Israel prefigurava o povo temente a Deus! O plano de Deus para Israel é que Jesus seja reconhecido como seu Messias. Devemos compreender que, se Israel, não a nação, mas o povo não confessar a Cristo está condenado ao inferno, pois quem não reconhece Jesus como seu único salvador pessoal, não é nascido de Deus, mas da carne, da escravidão, como Ismael e não como Isaque, filho da promessa Quando Deus mostrou as estrelas do céu a Abraão, e as relacionou a sua descendência, não se referia a Israel, mas a todo o que crê, conforme está em Gênesis 15: 6. Entretanto, muitos cristãos têm andado para trás na fé, pois o diabo usado essa estratégia para enganar os filhos de Deus. Amado(a), eis porque devemos nos alegrar em Cristo, e agir como filhos amados e verdadeiros de Deus, comprometendo-nos com a Sua obra e vontade, tornando-nos verdadeiramente filhos da promessa e herdeiros de Deus!

Graça e Paz!

terça-feira, 15 de março de 2011


“De todos os lados somos pressionados, ... ficamos perplexos, ... somos perseguidos, ... abatidos, ...” (II Coríntios 4:8-9) Amado(a), as palavras do apóstolo Paulo nos leva a compreender que no mundo as coisas não são fáceis. Mas, como cristãos sabemos que cada adversidade é um processo de Deus em nossa vida para nos renovar, e essa renovação deve se iniciar no interior para que possa vencer a destruição exterior ao ponto de nos dar condições de vencer a própria morte. Se as coisas estão difíceis não é sinal para desanimarmos, contudo, dessa luta devemos tirar força para seguir em frente, com os olhos para o alto, pois quando olhamos para Deus todas as nossas dificuldades tornam-se pequenas. Ao contrário do que muitos pensam, é a dependência de Deus em todas as coisas que nos fará bem sucedido. Mas para que Deus fazer algo através de nós, primeiro Ele faz em NÓS. É preciso que consideremos as palavras de Paulo em 2Co 4:16-18: “Por isso não desanimamos. Embora exteriormente estejamos a desgastar-nos, Quando reconhecemos nossas fraquezas nos tornamos fortes interiormente estamos sendo renovados dia após dia, pois os nossos sofrimentos leves e momentâneos estão produzindo para nós uma glória eterna que pesa mais do que todos eles. Assim, fixamos os olhos, não naquilo que se vê, mas no que não se vê, pois o que se vê é transitório, mas o que não se vê é eterno.” Amado(a) se você tem um grande gigante na sua frente. Não importa a área em que ele se apresenta e você se sente pequeno e frágil, lembre-se de que Davi era pequeno e Deus usou o que ele tinha em suas mãos para que o gigante caísse. Você também vencerá o seus gigantes, mas apenas se olhar para Aquele que nos fortalece!

Graça e Paz!

segunda-feira, 14 de março de 2011


Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. Lucas 7:47 Amado(a), neste versículo temos duas palavras chaves: amor e perdão. Essas são também as duas palavras básicas do ministério de Jesus. Porque Ele amou o mundo de tal maneira que se fez o cordeiro para que nossos pecados fossem perdoados. Nessas duas palavras temos um ponto importantíssimo para nossa reflexão. O amor é a essência de Deus e nele se resumem os dois mandamentos de Sua Lei e a base de qualquer relacionamento. O Senhor nos ensina a amar a Deus sobre todas e ao próximo como a nós mesmos. Mas para ser saudável, toda relação de amor começa pela auto estima. Quem não se ama, não poderá amar outra pessoa. Auto estima pode ser desenvolvida, assim como a capacidade de amar. Não é a outra pessoa que desperta em nós o amor, mas nós é que temos que nos fazer amoráveis. Quem não aprende consigo mesmo não poderá praticar com os outros. Amar uma pessoa é um envolvimento de corpo e alma e que pressupõe uma atitude de nossa parte. Mas é um processo contínuo e progressivo, que evolui e pode aumentar de intensidade ou desaparecer, por isso depende de como reagimos. Quando deixamos que nossa auto estima seja corroída pelos valores do mundo, o amor passa a ser visto desse modo e o que é ensinado por Deus perde o sentido. O amor na visão de Deus pressupõe aceitação, tolerância, persistência e paciência para ser construído também nas adversidades. O amor nessa perspectiva nos ajuda a lidar com os erros, a recuperar a auto estima e a desmistificar os falsos valores que nos impõem o sucesso como condição para gostarmos de nós mesmos. Não somos nada e Deus nos ama. Somos pecadores e Ele nos perdoou. Por que, então, não aprendemos a nos perdoar, a perdoar o outro e a construir nossas relações calcadas nesse princípio? Quando aceitamos a ideia de desenvolver uma capacidade para tolerar nossos erros percebemos que essa atitude reforça a autoestima, a qual, por sua vez, contribui para aumentar tolerância, gerando um círculo virtuoso que melhora de modo contínuo a relação que temos conosco. Assim agindo, revigoramos o amor próprio. Dentro de uma relação, a tolerância também funciona como estímulo para a evolução. Se somos tolerantes com os erros do outro, o ajudamos a melhorar sua autoestima e isso se reflete na relação. É preciso, porém, distinguir a generosidade do perdão e da tolerância de uma complacência vazia e covarde, que tudo aceita sem nada questionar. Importa separar o joio do trigo, ou seja, o erro repetido e estagnado, do erro cometido em busca do acerto, a partir do qual se desenvolve um processo de crescimento que permite que o amor floresça.

Graça e Paz!

domingo, 13 de março de 2011


Assim diz o teu Senhor o SENHOR, e o teu Deus, que pleiteará a causa do seu povo: Eis que eu tomo da tua mão o cálice do atordoamento, os sedimentos do cálice do meu furor, nunca mais dele beberás. Porém, pô-lo-ei nas mãos dos que te entristeceram, que disseram à tua alma: Abaixa-te, e passaremos sobre ti; e tu puseste as tuas costas como chão, e como caminho, aos viandantes. (Isaías 51:22-23)

Amado(a), se você se reconhece como filho de Deus e O tem como seu Senhor, aceite essa palavra como uma promessa que se cumprirá em sua vida. Deus tem visto e acompanhado de perto o seu sofrimento e tem pleiteado a sua causa. E se Ele afirma que tomará de sua mão o cálice da dor, certamente, pode confiar, porque a palavra de Deus é fiel. Se os homens não cumprem suas promessas, se agem com indiferença aos seus sofrimentos e se sentem prazer em sua angústia, Deus, por misericórdia e graça não deixará que continue a sofrer. Ninguém há de colher o que Deus tem preparado para você, pois é o Senhor quem diz, por intermédio do profeta Isaías 51:12 “Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu para que temas o homem que é mortal, ou o filho do homem, que se tornará em erva?” Se Ele afirma que o cálice da angústia será transferido àqueles que causam o seu sofrimento, creia. E, como Paulo em Carta aos Romanos 8:31pondere: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

Graça e Paz!

sábado, 12 de março de 2011


“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” (Provérbios 28:13)

Amado(a), muitas vezes não seguimos em frente e nos tornamos tão cansados da caminhada porque não deixamos para trás o peso de nossos erros, de nossas culpas de nossa falta de perdão. Os anos passam, mas nem sempre a maturidade nos alcança. Comportamo-nos como crianças desobedientes ou birrentas e impedimos que a maná espiritual nos alimente. Quando carregamos o peso do pecado não confessado ou do perdão postergado damos espaço para o acusador. A agonia de seu peso é descrita com precisão na Bíblia pelo rei Davi: “Enquanto eu mantinha escondidos os meus pecados, O meu corpo definhava de tanto gemer”. Não só nossa consciência nos sobrecarrega, como sentimos que mão de Deus pesa sobre nós. Uma parede se levanta-se entre nós e Deus. O passado que tentamos deixar para trás torna-se um ciclo em nossa vida e nos aprisiona, como se fosse uma mala pesada que carregamos nas costas e que nos impede de mover em direção às bênçãos. Quando não abrimos mão de nosso orgulho e não liberamos perdão ficamos curvados espiritualmente. Todos nós que trazemos feridas emocionais profundas do passado já sofremos de baixa auto-estima, medo e culpa. Mas Deus proveu a chave para nos libertar disso. Ele não nos chamou para vivermos debaixo de culpa, pois Jesus já nos libertou e, verdadeiramente, somos livres (Colossenses 1:12-14). Depois de confessarmos nossos pecados e nos arrependemos verdadeiramente não podemos permitir que a culpa tome de nossa alma. Tampouco podemos esconder o pecado e conviver com ele. Por isso no texto de Provérbios 28:13, vemos que a palavra ‘encobrir’ tem o mesmo significado que mentir, ocultar. Quando transgos 28:13) redimos a vontade de Deus atraímos o insucesso, a falta de êxito. Se pelo batismo nascemos de novo, não podemos voltar aos mesmos erro, pois quem guarda o pecado está fadado à derrota. Amado(a), para que você tenha o verdadeiro alívio e obtenha o sucesso esperado, muito mais do que confessar, é necessário arrependimento e abandono do pecado.

Graça e Paz!

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...