terça-feira, 30 de novembro de 2010


Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam. (Salmos 127:1)


Amado(a), é tempo de aprendermos que nossos esforços são inúteis, quando não colocamos o Senhor à frente de nossos planos. Toda aparente fartura, todo status ou poder se dissipam se não estivermos firmados no único que pode verdadeiramente abrir ou fechar os maiores cadeados. Quando nos firmamos em nossas próprias forças, achando que temos condições ou situação estável o suficiente para garantir os alicerces de nossos sonhos já estamos fadados ao fracasso. Mas se depositamos nossa confiança em Deus, se a Ele são dedicadas nossas primícias, temos a garantia da posse da vitória que já foi decretada por herança. Mas atenção! Herança é direito de filhos, estranhos não podem reivindicar esse legado. Se não nos comportamos como filhos, se preferimos abrir mão dessa condição em busca de outros lares, certamente não temos a legitimidade para pleitear. Como filhos, temos direitos e deveres, mas muitas vezes pleiteamos apenas os primeiros, sem considerar nossas obrigações de zelar pela casa do Pai. Filhos são os que entregam as primícias como obediência. Entendendo que primícias não são apenas a primeira parte do fruto de seu trabalho, mas a primeira parte de tudo que fazemos: nosso tempo, nossos relacionamentos e nossos sonhos. Quando damos a Deus a honra de servi-Lo em primeiro lugar, quando a primeira parte de nosso tempo a Ele é dedicada, certamente estamos agindo como filhos e não como visitantes em sua Casa. Se a nossa casa é santificada a Deus e não ao mundo, dificilmente nela deixará de ter a provisão necessária para nosso sustento. Se nosso trabalho é antes de tudo o lugar de honrar ao Senhor, com nossos testemunhos cristãos, dificilmente o diabo encontrará brechas para roubar-nos o sustento, pois o Senhor que abre portas não as fechas a não ser para abrir outras maiores.
Amado(a), a quem você tem entregue as suas primícias? A Deus ou aos homens? Em quem você tem depositado suas expectativas? Em suas próprias forças ou Naquele que lhe prometeu vida eterna e vida com abundância?
Graça e Paz!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010


Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo? (Amós 3:3)

Amado(a), há uma expressão popular que diz “o destino decide quem vamos encontrar na vida. As atitudes decidem quem fica!” Em outras palavras isso significa que nós somos responsáveis pelas nossas relações. Somos nós que decidimos quem são nossos amigos, nossos companheiros e, consequentemente, somos responsáveis por estarmos bem ou mal acompanhados. Quando escolhemos partilhar nossas vidas com pessoas que estão no mundo, sem um compromisso com a obra do Senhor, dificilmente estaremos edificados na palavra, porque o mais provável é o afastamento provocado pelo jugo desigual. Quando não cultivamos boas relações ou não valorizamos as pessoas, somos responsáveis pela nossa solidão. A bíblia diz que colheremos o que for semeado, portanto, nossas escolhas são fundamentais para a construção de nosso futuro. A bíblia deixa claro o tempo todo que somos livres para escolher e escolher é limitar. Não podemos servir a dois senhores, assim como não podemos colher bênçãos se escolhermos a maldição. O livre arbítrio é uma condição humana respeitada por Deus, mas que exige também responsabilidade, porque as suas conseqüências são inevitáveis. Podemos escolher servir a Deus e andar nos seus estatutos, mas, por isso, não podemos seguir caminhos contrários ao que Ele determina. Se assim o fizermos, o certo é que atrairemos a nós o resultado de fugir desse foco. É o nosso posicionamento presente que determina o teremos pela frente. São as nossas atitudes diante das oportunidades que nos apresentam que vão determinar os resultados. Não há escolhas sem conseqüências, assim como não como passar adiante o ônus de nosso livre arbítrio. Não podemos voltar ao passado e consertar o que está feito, mas podemos evitar futuras conseqüências dolorosas se aprendermos com os nossos erros. Portanto, amado(a), não culpe Deus, seus pais, seus amigos ou seus companheiros pelos seus infortúnios. Você é o(a) único(a) responsável pelas suas decisões. Pense nisto antes de decidir por algo. Ouça antes o que é a vontade de Deus, porque se Ele estiver à frente a vitória já está garantida. Não precisamos fazer mais nada, a não ser obedecer e continuar em Seus caminhos!
Graça e Paz!

domingo, 28 de novembro de 2010


Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito. (Tiago 1:25)

Amado(a), esse é um alerta para aqueles que apenas se dedicam a ouvir a palavra, mas não se aplicam a cumpri-la. Tiago 1:22 nos ensina a sermos cumpridores e não apenas ouvintes: "E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. São nossas atitudes que definirão o nosso sucesso em tudo o que fizermos. Ouvir uma excelente aula de redação não nos faz bons redatores, assim como assistira aos cultos, prestando atenção às palavras eloqüentes do pregador não nos faz bons cristãos ou servos abençoados. É preciso praticar o que se ouve. Muitos tiveram a sorte de encontrar uma igreja abençoada, na qual se sentem acolhidos, mas nem todos são a igreja, porque apenas ouvem. Apenas frequentam a casa de Deus, mas não se comportam como filhos eleitos de Deus. Tiago afirma que será bem aventurado aquele que persevera, que não esquece o que de correto aprendeu e principalmente aquele que faz a obra. Infelizmente são muitos os que fazem a obra apenas quando lhe convém. Se as circunstâncias mudam, esquecem-se do compromisso com Deus. É preciso lembrar que aquele que põe a mão no arado não deve olhar para trás. Mas é gratificante saber que Deus está atento aos que não desanimam, aos que não fazem a obra pela troca de bênçãos, que não medem esforços para cumprir com alegria o seu ministério. O Senhor não descuida dos Seus e conhece profundamente o coração do homem. Dele não se pode esconder coisa alguma, por isso amado(a) saiba que o Senhor recompensa a seu tempo o que persevera na boa obra.
Graça e Paz!

sábado, 27 de novembro de 2010


Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos (Salmos 119:71)

Amado(a), o salmista pondera que as aflições pelas quais passou fizeram com que ele aprendesse a seguir o caminho da verdade, porque se firmou na palavra. Muitas vezes Deus permite que passemos por lutas, por provações e dificuldades para que essa luta seja não um obstáculo a nossa fé, mas uma forma de aprendermos a ser vencedores, uma ferramenta para forjar o nosso caráter. É preciso entender que as provações nos fazem mais fortes e mais preparados para receber as bênçãos. Quantos são os que desperdiçam o que Deus lhes deu de melhor porque não sabem valorizar o que recebem? Quantos são os que continuam pedindo, sem atentarem para o fato de que já receberam, mas não souberam reconhecer? Quantos são os que, como o filho pródigo, tiveram um lar confortável, uma família acolhedora, uma despensa farta e preferiram sair pelo mundo à procura do que já tinham, encontrando depois a miséria, a desonra e a solidão? O filho pródigo só soube valorizar a o lar abençoado, a honra de ter uma família que o respeitava e com a qual poderia contar sempre, depois de sair pelo mundo, de gastar tudo que tinha, de dissipar sua fortuna e sua dignidade com prostitutas e amigos de ocasião, depois de ficar sem trabalho e de não ter o alimento à mesa e ter de se submeter a comer com os porcos. Somente depois de passar por tudo isso é olhou para trás e refletiu. Quantos não estão vivendo dessa forma, comendo o que o mundo oferece, passando privações porque escolheram sair por aí, preferiram seguir seu próprio caminho em busca da felicidade que o mundo apregoa sem reconhecer que a felicidade depende de como aproveitamos as lições que a vida nos dá. Não há tentação que seja sobre humana diz a Bíblia. E se Deus permite que passemos por lutas é para nos preparar para as bênçãos, mas cabe a nós decidirmos se vamos aprender com as aflições ou se vamos viver de aflição em aflição, de bênção em bênção sem reconhecer quem é o autor da bênção e o que Ele espera de nós.
Graça e Paz!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes. (Isaías 30:15)


Amado(a), Isaías fala de arrependimento, de voltar a fazer o que é reto, mas nem todos conseguem compreender essa mensagem, pois não entendem que “arrependimento” requer uma mudança completa em nosso ponto de vista, um olhar as circunstâncias como Deus as vê. Quando andamos segundo nosso entendimento, sem atentar para o que Deus tem dito a nós por diversas formas, em diferentes maneiras o resultado é doloroso.
Quando nos voltamos para Deus e Nele descansamos, deixamos também com Ele o sofrimento, que inevitável, enquanto estamos no mundo, é amenizado pela Sua imensa misericórdia. Mas quando insistimos em seguir nossos caminhos, sem ouvir a voz de Deus, quando julgamos que somos suficientemente sábios para discernir o certo do errado e teimamos em nossas escolhas, certamente colheremos o fruto de nossa insensatez. O que o profeta diz ao povo de Israel também serve para nós hoje: podendo escolher descansar no Senhor e esperar que Ele nos mostre o que é certo na hora certa, preferimos colocar nossa confiança em nós mesmos. E ás vezes até desobedecemos ao que diz a palavra ou os mensageiros de Deus.
Amado(a), nossas atitudes e as conseqüências dela falam por nós. Quantas vezes somos advertidos sobre algo e não fazemos, tão cedo vemos que deveríamos ter obedecido. Não podemos mais voltar atrás e mudar o passado, mas podemos fazer um presente que edifique nosso futuro. Se Deus tem prometido bênçãos, prosperidade financeira, segurança emocional e profissional, e o que você tem testemunhado é o contrário, reflita sobre como tem reagido à palavra de Deus: se foi obediente, se não saiu do lugar da bênção, certamente estaria agora descansando e não lamentando. Estaria agradecendo e não mais pedindo aquilo que lhe foi dado por decreto de Deus. A escolha é sua: voltar e fazer as coisas como deveriam ter sido feitas desde o início, ou continuar segundo seu próprio entendimento e colhendo as inevitáveis e dolorosas conseqüências do orgulho, teimosia e desobediência. Você pode tomar posse da Terra Prometida em quarenta dias, quarenta semanas, ou em quarenta anos e assim como os israelitas no deserto, pode voltar sempre para o mesmo lugar, tendo a bênção à sua porta.
Graça e Paz!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


“Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome”. (Salmos 100: 4)


Amado(a), em toda a Bíblia vemos a ênfase que é dada á virtude da gratidão. É próprio das almas nobres agradecer sempre e por todas as coisas, por isso o salmista exclama: "Bom é render graças ao Senhor" (Sl 92:1). Quando rendemos graças, estamos nos apropriando da resposta da graça de Deus em nossas vidas.
Nós devemos dar graças sempre, não só no dia dedicado a esse fim, porque conforme ensina I Tessalonicenses 5:16-19 Esta é a vontade de Deus para nós. Mas é preciso entender que devemos dar graças em todas as coisas, não por todas as coisas, porque nem tudo que nos sucede vem de Deus, embora muitas vezes Ele permita.
As ações de graças fortalecem a nossa fé. Certamente muitos podem testemunhar que quando começamos a ser gratos, enumerar o que Deus tem feito, nos alegrarmos com o que Ele pode fazer agora. Mas é certo que dar testemunho do que Deus tem feito em nossas vidas irrita satanás. As ações de graças ativam os milagres. Podemos ler na Bíblia que antes de realizar os milagres Jesus deu graças. Quando estamos dispostos a dar graças a Deus independente das circunstâncias, movemos nossa fé e nos prepararemos para os milagres de Deus.
Amado(a), é visível a diferença entre quem sabe ser agradecido e quem é ingrato. Deus opera poderosamente na vida dos primeiros e não lhes retém as bênçãos, ao passo que aos ingratos resta a constatação de que nada prospera. Observe em sua vida, em seus testemunhos. Se você é grato a Deus, é também grato aos amigos e irmãos, certamente colhe em dobro aquilo que anuncia. Mas se age com ingratidão, julgando que pode por suas forças, ou é incapaz de agradecer a quem lhe estende a mão, certamente colherá o fruto disso. Não é raro observar que os ingratos têm sempre a mão estendida para pedir, nunca para ofertar, ou agradecer. Se você quer ser abençoado(a), seja grato(a). Comece por render graças ao Senhor em todo o tempo e lugar, não importam as circunstâncias.
Graça e Paz!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010


De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados. Esquadrinhemos os nossos caminhos, e provemo-los, e voltemos para o SENHOR. Levantemos os nossos corações com as mãos para Deus nos céus, dizendo: Nós transgredimos, e fomos rebeldes; por isso tu não perdoaste. (Lamentações 3: 39-43)


Amado(a), o profeta Jeremias lança um alerta àqueles que não param para refletir sobre seus atos insensatos e preferem atribuir a culpa de seus fracassos aos outros, ou até mesmo a Deus. Muitos agem como se suas atitudes não desencadeassem conseqüências ou pensam que elas são injustas e devem ser imputadas a outros. Poucos são os que refletem sobre seus atos, repensam suas atitudes, pesam suas palavras e verdadeiramente se arrependem, tornando-se ao Senhor com humildade e não com a arrogância de quem jamais erra. O profeta ensina-nos a levantar os nossos corações com as mãos para Deus nos céus. E isso significa deixar de olhar para nossos próprios pés, considerando os nossos erros. Quando agimos com humildade colhemos os frutos dessa ação. É assim que Deus faz: abate os soberbos assim como fez com o rei Nabucodonosor. A Bíblia narra que esse poderoso rei era um homem orgulhoso, vaidoso, arrogante e prepotente, ao ponto de pensar que as construções magníficas da Babilônia, dentre elas os jardins suspensos, eram fruto do seu poder e que tudo aquilo era para sua glória. Mas Deus não divide a Sua Glória com homem algum e declarou a Sua sentença a Nabucodonosor. Então, Deus deu-lhe um sonho para lhe revelar a possibilidade de sua queda, se insistisse naquela conduta e usou Daniel para interpretar esse sonho por meio do ministério que recebera de Deus. Daniel revelou ao rei o que lhe aconteceria, mas Nabucodonosor fez pouco caso da Palavra de Deus e pagou muito caro por isso.
Amado(a), ainda hoje quantos fazem pouco caso da Palavra de Deus! Quantos continuam agindo de forma independente, ignorando os avisos de Deus, desobedecendo o que lhes foi dito para não ser feito. Quantos continuam sendo arrogantes, prepotentes, soberbos, vaidosos e orgulhosos. Deus disse a Nabucodonosor “passará de ti o teu reino”. Veja o que ocorreu com esse antes poderoso rei, ao não ouvir a palavra do Senhor. Assim acontece com muitos. Quantos não estão comendo com os animais, até que aprendam a humilhar-se diante da face de Deus?
Deus não condena ninguém inocente, mas depois de ser avisado e de receber oportunidades o homem é responsável pelas suas escolhas. Aquele que não se arrepende e continua agindo com soberba, não só perde o que pensou ter conquistado, como volta para o cativeiro que só será virado depois que se arrepender, se humilhar e reconhecer que não é nada, que é pó e cinza e que deve ouvir a voz de Deus.
Amado(a), se você tem sido alertado(a), agarre essa chance que Deus tem lhe dado! Quem sabe será a tua ultima chance, senão ouvirá apenas: “Passou de ti o teu reino”.
Graça e Paz!

terça-feira, 23 de novembro de 2010


Semeais muito, e recolheis pouco; comeis, porém não vos fartais; bebeis, porém não vos saciais; vesti-vos, porém ninguém se aquece; e o que recebe salário, recebe-o num saco furado. (Ageu 1:6)


Amado(a), o profeta Ageu, em seu tempo, foi usado por Deus para passar ao povo uma importante mensagem que ainda hoje nos serve de alerta. Em meio a tantas correrias desse mundo para conquistarmos nosso espaço, frequentemente imaginamos que ainda não é tempo de servir a Deus. Nós nos preocupamos em primeiro resolver nossas vidas aqui, enquanto as coisas de Deus ficam para depois. Entretanto, somos chamados no tempo que se chama hoje, para edificar a Casa do Senhor, não depois, porque o homem, em sua limitação, não pode ter vitórias sem a ajuda de Deus. “SE o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela. Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.” O Salmo 127:1-2 mostra claramente que de nada nos adianta edificar nossa casa se o Senhor não estiver à frente. Eis porque devemos entender a mensagem do profeta e primeiro cuidar das coisas de Deus. Quem não coloca os projetos de Deus à frente em geral sonha muito, projeta muito, mas as realizações são poucas. Não é raro observar que embora conquiste o que planejou não se sacia. Não consegue se alegrar com nada. Isso porque sem a bênção de Deus o homem não pode saciar-se. A única coisa que pode nos completar é a presença de Deus em nossas vidas. Quem não busca em primeiro lugar o reino de Deus não tem proteção alguma. Pode até trabalhar, mas o dinheiro nunca é suficiente. Rico ou pobre está sempre de alguma forma refém de suas finanças. Há quem ganhe muito dinheiro, mas não se satisfaz, ou perde tudo o que tem e nem percebe.
Os judeus da época do profeta colocaram seus projetos à frente dos projetos de Deus, mas alertados, aceitaram a palavra. Arrependeram-se passaram a buscar a Deus em primeiro lugar e aqueles homens, numa atitude sábia, começaram a reconstruir o templo do Senhor e por isso foram abençoados.
Amado(a) Ageu 1:12 registra que “Atenderam a voz do Senhor”. Hoje o Senhor também fala conosco por meio desta mensagem, por isso devemos colocar em prática o que ensina Salomão em Provérbios 16:3 “Confia ao SENHOR as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos”.
É preciso entender que a vontade de Deus para nós é que possamos cuidar dos interesses de Deus, para que Ele possa cuidar de nossos interesses. “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.” (Salmo 34:4-5)
Enquanto o foco de nossas vidas for os nossos próprios interesses não vamos agradar a Deus, não edificaremos Sua Casa. Não podemos ignorar as ordens e advertências do Senhor a respeito do perigo de sermos iludidos pela nossa própria cegueira. Com toda certeza, quando colocamos as coisas de Deus em primeiro plano, quando cuidamos de Sua Casa, Ele cuida da nossa e nos coloca em posição de honra.
Graça e Paz!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Os meus olhos estão continuamente no SENHOR, pois ele tirará os meus pés da rede. (Salmos 25:15)


Amado(a), viver no mundo, sem pactuar com o mundo, sem nos deixar contaminar, ou cair na armadilha de seu príncipe não é tarefa fácil. E, se é algo praticamente impossível aos olhos humanos, não é para Deus é. Entretanto é inútil crermos que conseguiremos sozinhos, com nossas próprias forças vencer essa batalha cotidiana. Todos, sem exceção, somos vulneráveis e temos um ponto fraco perseguido pelo inimigo, o qual ele usa para jogar sua rede. Deus, pela sua misericórdia, estende a sua mão quando clamamos a Ele. Ele dá vários passos em direção a nós, se dermos o primeiro passo. E o primeiro passo é nos arrepender sinceramente de nossos maus caminhos, de nossa desobediência pueril. Quem é maduro na fé sabe que o diabo está sempre as espreitas esperando o momento oportuno para que possa lançar suas setas inflamadas e tirar-nos a bênção. Em geral ele usa as mesmas estratégias, se formos sábios o suficiente veremos que ele não muda de armas: provoca contendas para dividir, usa nossas fraquezas para nos seduzir, rouba nossa honra para nos escravizar. Mas isso se baixarmos a guarda, quando julgamos que somos fortes e que estamos fazendo o certo, sem ouvir nossos líderes, sem confrontar nossos desejos com os conselhos de Deus.
Amado(a), qual de nós nunca caiu numa rede, não se deixou prender por um mau passo? Deus sabe disso e envia anjos para nos proteger, mas, antes, enviou o Espírito Santo para nos incomodar e nos mostrar onde está o nosso erro, qual foi a brecha que abrimos. Se clamarmos a Ele, certamente nos ouvirá, pois a Bíblia diz: “clama a mim e responder-te-ei...”
Se você caiu em laço, se não vigiou e se deixou enredar nas sutis seduções de satanás, que usa não só as brechas que você deixa, mas a aparência do bem para levá-lo a perder a comunhão com o Pai, ainda há tempo. Deus espera seu primeiro passo. O mais Ele fará
. Creia!
Graça e Paz!

domingo, 21 de novembro de 2010


Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho. (Hebreus 12: 1-2)



Amado(a), logo no início do livro de Hebreus, seu autor nos adverte que Deus fala conosco de diversas maneiras. Mas se a pessoa não estiver disposta a ouvir e a obedecer, de nada adianta a revelação. Crer é um verbo que só pode ser conjugado com obedecer. Contudo, muitos são os que vivem por sua própria conta, como se tivessem garantia de muitos “amanhãs”. Dão mais importância às festas e aos eventos sociais do que aos trabalhos espirituais, priorizando a vida social, enquanto a vida espiritual é relegada a segundo plano. A tendência de muitos jovens é colocar o namoro acima das coisas de Deus, e os mais maduros colocam a vida financeira como sendo mais importante. Esses agem como se tivessem tempo agora para se divertir ou aumentar seu patrimônio, com a intenção de servir a Deus futuramente e não atentam para o fato de que tanto a vida profissional e social ou o namoro podem facilmente nos desviar das coisas de Deus. Quantos cristãos já abandonaram a sua fé ou param de crescer espiritualmente porque se dedicam, quase por completo, ao namoro ou aos seus investimentos?
Quando nos envolvemos com algo que nos desvia do Senhor é inevitável que o pecado atinja nossas vidas. E para Deus, não existe pecado grande ou pequeno. Existem as desobediências. Todo pecado é fruto da desobediência. Adão e Eva pecaram porque desobedeceram. Uma simples desobediência. Parecia algo tão sem importância. Como nós desprezamos as coisas pequenas! A nossa decadência espiritual começa pela negligência às pequenas coisas. Veja que em Lucas 17:32 Jesus nos lembra de outra pessoa que entrou em desobediência “Lembrai-vos da mulher de Ló”. Observe que aparentemente ela não fez nada grave. Ela não adulterou, não se prostituiu, não roubou, apenas olhou para trás. A ordem de Deus era que as pessoas saíssem de Sodoma e que não olhassem para trás. Na verdade o que Deus queria era que Sodoma saíssem dos corações daquelas pessoas. A mulher de Ló demonstrou com aquele ato de olhar para trás que tudo que ela deixava era mais importante do que seguir o que Deus ordenava. Essa mulher saiu de Sodoma, mas Sodoma não saiu de dentro dela. Assim como há muitos cristãos que saíram do mundo, mas o mundo ainda continua dentro deles. Estão na igreja, mas continuam olhando para trás e fazendo as mesmas coisas. Continuam desobedecendo e suas vidas não prosperam, pois estão seguindo seus próprios conselhos e não ouvem o conselho de Deus.
Amado(a) Jesus disse que somos o sal da terra, isso significa que devemos fazer a diferença, porque é o sal que dá o gosto, mas não somos estátua de sal. Que diferença fez a mulher de Ló na vida da humanidade? Ela será lembrada apenas como a mulher que olhou para trás. De que forma você quer ser lembrado(a)?
Graça e Paz!

sábado, 20 de novembro de 2010



E disse Sarai a Abrão: Eis que o SENHOR me tem impedido de dar à luz; toma, pois, a minha serva; porventura terei filhos dela. E ouviu Abrão a voz de Sarai. (Gênesis 16:2)



Amado(a), este texto nos lembra que Deus prometeu um filho a Abraão, porém Abraão não esperou em Deus por seu filho e sua tentativa de abreviar o tempo de Deus fez com ele perdesse muito mais tempo. Vimos nas narrativas bíblicas que depois que ele se uniu a uma concubina e gerou dela um filho - Ismael, houve um período de treze anos no qual Deus não falou com ele (Gênesis 16:16;17:1).
Essa também tem sido a experiência de muitos cristãos. Toda vez que agimos de acordo com a carne, Deus nos coloca de lado e nos permite comer o fruto de nossa carne. Quanto tempo perdemos porque somos intempestivos. Quando geramos Ismael e não esperamos pelo Isaque de Deus, assim como Abraão, também colhemos o fruto de não saber esperar e acabamos por fazer adiar as promessas de Deus em nossas vidas.
Precisamos aprender que nenhuma busca carnal, esforço, aflição ou inquietação nos levará adiante. Devemos aprender que só temos a ganhar, quando entregamos nossas decisões nas mãos do Todo-Poderoso. Ele nos conduzirá como achar conveniente e isso nos garantirá a vitória.
Ismael significa o ilegítimo o que foi gerado pela vontade da carne, conforme a vontade de homem, e não de Deus. Mas se Deus nos prometeu, certamente a seu tempo Ele cumprirá. O filho do desejo da carne nasce dentro do tempo da vontade do homem e isso muitas vezes significa sofrimento. O apóstolo Paulo, em Gálatas 4: 21-31, nos diz: "Dizei-me os que quereis estar debaixo da lei, não ouvis vós a lei? Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre. Todavia o que era da escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa.
Amado(a), nós somos filhos da promessa como Isaque, por isso devemos nos comportar como quem sabe o que representa esperar em Deus.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010


Então disse: Eis que eu faço uma aliança; farei diante de todo o teu povo maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra, nem em nação alguma; de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do SENHOR; porque coisa terrível é o que faço contigo. (Êxodo 34:10)


Amado(a), neste texto está registrada uma das alianças que Deus fez com seu povo. Por meio de seu servo Moisés, o Senhor prometeu que faria maravilhas. Observe que Ele destaca que seria visível aos demais aquilo que Ele, o Senhor Todo Poderoso faria aos seus escolhidos. Mas note também que Ele usa a expressão “no meio em que tu estás”. Isso pode até parecer uma simples oração, mas se vista com os olhos de quem sabe discernir o que vem do alto, essa expressão traz em seu bojo a essência da mensagem. Amado(a), estamos no mundo e no meio de conflitos o tempo todo. O que faz a diferença e nos conduz a enxergar as maravilhas, prometidas a alguns apenas, é o nosso posicionamento diante de desse estar no mundo: o mundo não está em nós. E àqueles que compreendem o sentido de estar no meio de um povo errante sem se contaminar com eles verão as maravilhas prometidas. Nos versículos 11 e 12 o Senhor diz a Moisés: “Guarda o que eu te ordeno hoje; eis que eu lançarei fora diante de ti os amorreus, e os cananeus, e os heteus, e os perizeus, e os heveus e os jebuseus. Guarda-te de fazeres aliança com os moradores da terra aonde hás de entrar; para que não seja por laço no meio de ti”. Verão maravilhas aqueles que não fizerem alianças com quem o Senhor não autorizou e Ele promete expulsar de suas vidas os inimigos. Quem são esses povos em sua vida? São aqueles enviados pelo inimigo para chegar antes de nós em nossa terra prometida. São aqueles que entram sorrateiramente em nossas vidas para nos desviar a atenção do caminho. São os nossos gigantes. Mas não pensem que são gigantes com aparência gigantesca. Muitas vezes vêm em forma frágil, com aparente inocência e, por isso mesmo nos enganam.

Se lermos com atenção a história do povo de Israel, quase chegando á Terra Prometida, veremos que esses gigantes também se infiltraram sutilmente na vida dos escolhidos, misturando-se a eles. Josué e os anciãos se descuidaram, quando acharam que não havia nada de mais em fazer aliança com os heveus e, portanto, erraram, porque tomaram uma decisão sem ouvir a Deus. Porque tomaram uma decisão precipitada, porque não se lembraram do que Deus havia dito em sua palavra eles. Porque Josué poupou os heveus, a promessa não se realizou. Amado(a) os nossos heveus de hoje são aqueles que o inimigo infiltra em nossa vida com a aparência do bem para nos desviar das maravilhas prometidas. Mas se pedirmos ao Espírito Santo, Ele nos dará discernimento para sabermos quem são eles e como estão atuando. Se eles não nos garantem a paz, a prosperidade, a edificação espiritual que tanto esperamos, certamente não são de Deus, pois o que vem do Senhor nos encaminha para a Terra Prometida. O que vem do inimigo nos tira do foco, nos desvia da promessa. Pense nisto! O que tem sido o seu heveu?Graça e Paz!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010


“Em todo tempo sejam alvas as suas vestes, e jamais falte o Óleo sobre a tua cabeça.” (Eclesiastes 9:8)


Amado(a), devemos aprender com o sábio rei Salomão que não importa o tempo em que estivermos vivendo, ele deve ser vivido de forma saudável porque é efêmero e dele devemos prestar contas. Nossas experiências de vida mostram que passamos por vários invernos e vários verões e que tanto a primavera quanto o outono chegam para qualquer um.
Esse rei teve seu tempo de glória e de decadência e ao fim de tudo, entendeu que há tempo para tudo, mas o que não pode faltar na vida de alguém é o Óleo. O Óleo nesse caso é o símbolo da presença de Deus as vestes alvas são o símbolo de uma vida reta perante o Senhor. É o Óleo que faz a chama permanecer acessa, é o combustível que nos levará ao Céu de Gloria.
Isso significa que, quer estejamos passando pela primavera, quando tudo são flores e a colheita é certa, quer estejamos passando pelo outono, momento de perdas, não podemos perder o Óleo sobre nossa cabeça. Não podemos deixar apagar a chama do Espírito. E, sobretudo, jamais devemos deixar nossa integridade, nosso caráter ser manchado, mesmo diante de adversidades. Vestes alvas são símbolos de pessoas separadas, que não se deixam corromper pelo espírito deste mundo e não se contaminam com a podridão do pecado.Se soubermos administrar o tempo, na unção do Senhor, certamente colheremos os frutos no momento oportuno. Essa é a grande lição do rei que entendeu que não há bem ou mal que sempre durem e que há tempo para tudo debaixo do sol....

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


“Prestem atenção! Hoje eu estou pondo diante de vocês a bênção e a maldição.” (Deuteronômio11:26)


Amado(a), nossa vida é o resultado de uma sequência de escolhas. Assim tem sido desde Gênesis, quando ao primeiro casal foi permitido escolher entre ouvir a voz de Deus e obedecer e ouvir as sugestões da serpente e fazer aquilo que o Senhor havia dito para não ser feito. Eva escolheu ser seduzida, Adão escolheu ouvir a mulher e as conseqüências advindas foram a perda da comunhão com Deus e a morte. Depois disso, para restaurar a comunhão com a Sua criação, Deus fez uma nova aliança com a humanidade, mas deixou que escolhêssemos também aceitar o sacrifício de Jesus ou a sedução do príncipe deste mundo. Portanto, o que rege nossas vidas são escolhas. Escolha de profissões, escolha de escolas, escolha de caminhos, escolha de relacionamentos. Tudo o que fazemos deve ser pensado, refletido antes com vistas ao que queremos alcançar. Colhemos o que plantamos. Se escolhemos o isolamento, abolir a comunhão, certamente colheremos a solidão. Se escolhemos seguir nossos desejos carnais e não ouvir a voz do Espírito, não colheremos as promessas Daquele que tudo pode, mas o fruto daquilo que plantamos. Quem planta na carne, não colhe no espírito.
Toda a escolha tem suas consequências, e hoje, Deus nos convida a escolher. Em Deuteronômio 11: 26, Ele nos manda escolher. Sabemos que todo caminho é composto de dois lados e sendo Deus reto e justo nos deu o direito da escolha, e permitiu que hoje tivéssemos uma alternativa.
Quando Deus nos coloca a possibilidade de escolhas, Ele também nos dá a responsabilidade de assumir as conseqüências de nossa opção.
Quando nos diz: “Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra”. Nesse condicional está implícito nosso livre arbítrio e o respeito de Deus por nossas escolhas, mas também que somos responsáveis por nosso posicionamento. Não adianta culpar o outro. Inútil fazer como Adão: “Foi a mulher que tu me deste...”
Escolher é limitar, se optamos por uma caminho é óbvio que estaremos abrindo mão de outro, pois Deus não aceita confusão. Se Ele diz não vá por aí e insistimos nisso, o resultado é de nossa inteira responsabilidade.
Se somos alertados e escolhemos não ouvir, isso também é de nossa responsabilidade. A boa notícia é que Deus é misericordioso e está sempre disposto a nos dar uma chance, porque Ele sabe que em termos espirituais, temos uma propensão a correr para o pecado e muitas vezes nos deixamos envolver por tantas coisas que facilmente nos desviam dos nossos alvos. Além do mais nossa teimosia, inconstância e falta de visão espiritual nos impedem de escutar a voz do Altíssimo.
Bênção ou maldição são escolhas nossa, não são ações exteriores. Só nós podemos escolher. Graça e Paz!

terça-feira, 16 de novembro de 2010


“ao servo do Senhor não convém contender, mas ser manso para com todos." (II Timóteo 2:24).


Amado(a), quando agimos apenas visando aos nossos interesses e não nos colocamos no lugar do outro, além de provocar sofrimento no próximo, também sofremos as consequências de não agirmos conforme dita o segundo mandamento. Se amamos o nosso próximo como a nós mesmos, não fazemos a ele aquilo que não gostaríamos que nos fizessem. Colocar-se no lugar do outro é a forma de refletirmos sobre como o outro se sentiria com alguma atitude nossa. Nem todos reagem da mesma forma em situação semelhante, por isso é importante ouvir o que o outro tem a dizer sobre como gostaria de ser tratado. Muitos conflitos podem ser evitados se ficarmos atentos a essa lição e se compreendermos que os conflitos são, certamente, idealizados por satanás. Ele é o maior semeador de contendas entre os irmãos, mas o que ele faz na maioria das vezes é aproveitar a nossa lenha para acender sua fogueira. O seu maior desejo é ver o povo de Deus lutando consigo mesmo. Só a ele interessa a divisão. E ele sabe qual é o ponto fraco que deve atacar.
Por isso deveríamos lutar juntos contra as ciladas do inimigo, saber identificar a sua seta inflamada em nossas vidas e juntos lutar contra as forças das trevas. Se observamos o que ele fez no céu, fazendo que até os anjos, que antes faziam parte do mesmo exército, começassem a lutar entre si, criando o exército demoníaco, veremos que ele continua agindo da mesma forma, pois o seu único objetivo é fazer com que nos desviemos dos caminhos do Senhor e nos tornemos seus escravos, como os anjos caídos que se transformaram em demônios. É preciso saber que se dermos brechas, o inimigo agirá e ele sabe qual é o nosso calcanhar de Aquiles.
Amado(a), só a operação do Espírito Santo poderá servir de remédio para as mágoas e as inimizades. Só por essa unção somos capazes de renunciar, de negar a nós mesmos, considerando que o nosso irmão é superior, conforme ensina Paulo em Filipenses 2:3. Deus não quer que sejamos um reino dividido, mas um corpo que, unido por juntas e medulas possa crescer na presença do Senhor (Efésios 4:16).
Graça e Paz!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010



Instruir-te-ei, e ensinar-te-ei o caminho que deves seguir; guiar-te-ei com os meus olhos. (Salmos 32:8)


Amado(a), o salmista reporta-se à importância de sermos guiados pelo Senhor, e de mais do que ouvir a Sua voz, obedecer, quando somos instruídos. Na sequência, ele nos exorta a não agirmos como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, por isso usam o cabresto para não saírem sem rumo, ou se dirigirem aonde não devem. Por conta de atitudes impensadas, muitos estão sofrendo e provocando sofrimentos, porque, nas palavras de Davi “O ímpio tem muitas dores, mas àquele que confia no SENHOR a misericórdia o cercará.” Quem confia em Deus e deixa que Ele controle sua vida evita dores desnecessárias. Quando somos guiados pelos olhos de Deus não corremos o risco de tropeçar e de cair em armadilhas que aos nossos olhos são invisíveis. Quando o Senhor “não vá por aí!” e insistimos em seguir neste caminho, não tardará muito e a decepção baterá a nossa porta. Se somos advertidos a não fazer algo e insistimos em fazer, tão certo como plantamos haveremos de colher. Mas Deus tem sido misericordioso conosco e pelo discernimento do Espírito Santo, somente por Ele, podemos enxergar sem a venda nos olhos, podemos deixar de agir como mulas teimosas que precisam de cabrestos. Quando o Espírito nos toca, somos capazes de ouvir e entender, sem distorcer a palavra, somos capazes de cair e de nos levantar, sem ficarmos prostrados. Somos, sobretudo, capazes de reconhecer a mão de Deus até mesmo nas situações que julgamos contrárias.
Amado(a), se há algo em sua vida que precisa ser mudado e você ainda não fez, ainda é tempo de fazer. Se você foi instruído(a) a tomar uma atitude, a jogar fora aquilo que não edifica, a tirar de seu espaço todo e qualquer “prego” onde satanás possa pendurar seu chapéu, faça isso o mais rápido possível. As bênçãos não virão enquanto você der brechas ao pecado: desobediência, prostituição, idolatria, falta de perdão, ingratidão, maledicência. Tudo isso afasta a ação de Deus e dá legalidade ao diabo para agir em sua vida.

Graça e Paz!

domingo, 14 de novembro de 2010


Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Salmos 32:3-5)


Amado(a), vemos que o salmista passava por dores na alma, e que sofria em conseqüência de seus pecados. Assim como Davi, também passamos por momentos de luta interior, porque somos confrontados com nossas falhas e nem sempre estamos preparados para tal. Quando nos calamos, ou buscamos justificativas para nossos erros, trazemos sobre nós o reflexo de nossas transgressões. O segredo é fazer como Davi: reconhecer que não somos perfeitos, que falhamos com nossos irmãos, com Deus e também conosco. O certo é que, se estamos nessa situação, de nada adianta orar, ou participar dos cultos, esperando o milagre acontecer. A chave da benção está em confessar os nossos erros e não mais repeti-los. O silêncio é mais contundente que um grito, porque fala sem voz que somos fracos e negligentes, quando se trata de admitir e deixar o pecado. Quando confessamos a Deus nossos pecados, quando vamos até o irmão ofendido, ou até mesmo quando dizemos a ele que estamos feridos, permitimos a ação de Deus em nossa vida. Sabemos que somos fracos, que carecemos da graça de Deus para superar nossas limitações e que, da mesma forma que estamos sujeitos ao erro, também podemos nos redimir e recomeçar fazendo as coisas da forma correta, pois assim disse o salmista “Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano”. Perdoar as falhas dos outros é reconhecer que também precisamos de perdão, porque Deus não nos imputa culpa. Ele apenas espera que superemos o silêncio e nos esforcemos para tratar o próximo como gostaríamos de ser tratados.
Graça e Paz!

sábado, 13 de novembro de 2010


Não desprezeis as profecias.” (I Tessalonicenses 5:20)


Amado(a), Deus tem um plano na vida de Seus escolhidos e a Bíblia ensina que nenhum de Seus planos pode ser frustrados. Entretanto, pelo pecado que entrou no mundo pela desobediência do primeiro casal, temos feito adiar as promessas de Deus em nossas vidas. Pecado é o nome daquilo que nos afasta de Deus e de Suas bênçãos. É devido ao pecado que acumulamos tristezas, doenças e ansiedades. Muitas vezes pensamos estar agindo de acordo com a vontade do Pai porque, segundo nosso entendimento, lemos a Bíblia e não estamos mais nas rodas dos escarnecedores. Temos uma aparência cristã e freqüentamos uma igreja. Mas isso não nos imuniza do mal. É por isso que devemos vigiar, mais ainda do que quando andávamos no mundo. Somos os alvos constantes das investidas e ciladas do inimigo. E ele, ardiloso desde o princípio, usa aquilo que nos atrai para nos confundir. Nem tudo que parece ser de Deus, vem de Deus. Atuar contra a vontade de Deus é atentar contra sua glória, é ofender ao Espírito Santo, é submeter-se à escravidão do diabo, é converter-se em candidato ao seu reino.
É fácil perceber o que não vem de Deus se, conhecendo a palavra, olharmos para as coisas do mundo: a mentira, a idolatria, a prostituição, a desonestidade, a falta de palavra, a injúria, a calúnia... Muitos lá fora se deixam enganar porque não têm o discernimento do Espírito. Mas dentro da Igreja isso também acontece porque o inimigo provoca a cegueira e a surdez e lança os fardos que interessa para dividir, separar, tirar da presença de Deus quem está buscando esse caminho.
Enquanto Deus fala por meio de Seus profetas e de Sua palavra, o diabo tem sussurrado o que lhe convém e muitos crentes fiéis têm sido levados a práticas que não condizem com a Bíblia porque não estão olhando atentamente as profecias que têm recebido. Deus tem dito “não vá por esse caminho”, mas o diabo cochicha “esse caminho está correto, você está fazendo certo. Não ouça o que lhe dizem, isso é inveja.” Deus tem lhe dito “não foi isso que eu reservei para você. Sua vida será diferente: será próspera em todos os sentidos se fizer o que lhe é dito diferentes vezes por diferentes pessoas que tenho colocado em seu caminho. ” Mas o diabo diz “se fosse de Deus você não estaria tão incomodado(a), ouça o seu coração e não essas pessoas, elas falam assim porque têm algum interesse.” E assim muitos não percebem com clareza o que não procede de Deus, porque não colocam à prova as suas intuições e desejos
Amado(a), é certo que o cristão vive pela fé. E é constantemente assediado pelo mundo e pelas artimanhas do maligno, que muitas vezes, para confundir se transfigura em anjo de luz, como nos mostra o apóstolo Paulo em 2 Coríntios 11:14 “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz”. As profecias são de fato orientações de Deus, para que o cristão trilhe o caminho da paz, justiça e alegria do Senhor.
Por isso é preciso discernir o que vem do Senhor e atentar para o que representa a profecia. O que vem de Deus não tem contradição. Se um servo de Deus fala, mesmo sem saber o que foi dito, o outro confirma, além do mais, a palavra de Deus dita, refletida e ponderada reforça o que foi dito. Só há um interessado em deturpar essa palavra: o diabo, que conhecendo-a melhor do que muitos cristãos, usa a própria palavra para confundir as mentes e roubar a alma.
Amado(a) se você tem dúvida se a exortação ou a orientação procede de Deus, cheque sua própria experiência que só você conhece: Deus falou algo com você, por intermédio de alguém?
Essa palavra foi repetida e confirmada na voz de outros? Você seguiu fielmente a orientação de Deus? Se seguiu, sua vida tomou o rumo da benção prometida? Se não, melhor refletir sobre quem ou o que está em desacordo com a palavra: o profeta, ou a sua avaliação? Quando Deus fala, Ele confirma e, mais ainda, Ele faz com que sua mente se perturbe para confrontar o que lhe foi dito, e a sua vida reflete bênçãos. Se isto não está acontecendo, repense seus posicionamentos, enquanto há tempo.
Graça e Paz!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010


E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo. (Atos 10:34-35)


Amado(a), muitas vezes nos perguntamos por que Deus atende a uns e não a outros, ou por que alguns são atendidos em seus clamores imediatamente, enquanto outros esperam por longo período que seus pedidos sejam atendidos. A resposta foi dada pelo apóstolo Pedro e está bem clara neste versículo. O Senhor responde a todos, Ele nao faz acepção de pessoas, contudo, as petições dos justos, daqueles que O temem e obedecem aos Seus mandamentos são agradáveis a Ele. Não é o teor da oração, ou a posição de quem ora, mas a sua comunhão com o Senhor. Deus não faz distinção entre pobres e ricos, brancos e Negros, altos e baixos, feios e bonitos, gordos e magros, doutores e analfabetos, líderes e liderados. Ele atua na vida de qualquer um, mas a Bíblia nos mostra claramente que Deus faz separação entre Igreja e mundo, entre os salvos e condenados, entre ímpios e justos. Por isso Tiago 5: 16 diz: “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Isso significa que devemos contar uns com os outros, que devemos nos fortalecer em oração, contando com o irmão nas horas difíceis. A Igreja tem essa função no mundo, somos membros uns dos outros. Aquele que se isola, ou se sente forte o suficiente para prescindir da comunhão corre o sério risco de, ao cair (e todos estão sujeitos a isso), não ter em quem se apoiar. Deus ouve a oração do justo.

Graça e Paz!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010


“E tudo isso provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados, e pôs em nós a palavra de reconciliação.” (2 Coríntios 5: 18-19)


Amado(a), observe a preciosa mensagem que estes versículos trazem. Nós, mesmos sendo pecadores e indignos, fomos perdoados e justificados pelo sacrifício de Jesus, para que fôssemos também integrados ao Reino de Deus e poder contemplar a Sua Glória. Paulo nos fala de reconciliação. Essa é a palavra chave do ministério de Jesus. E se somos cristãos, pequenos Cristos, de acordo com seu significado original, também temos um ministério, que quer dizer missão. Missão é serviço, é fazer algo em prol de uma causa, mas de nada adianta levantamos uma bandeira, assumirmos um compromisso com alguém ou empreendermos uma atividade, se antes não agirmos como Jesus e assumirmos o ministério da reconciliação. Reconciliar significa harmonizar, recompor, voltar ao que antes era bom e agradável. Deus nos reconciliou com Ele, pelo sacrifício da cruz, depois que Adão escolheu a desobediência e fez com que perdêssemos a harmonia com o Criador. Por Jesus podemos voltar a ter comunhão com o Pai e a ser recebidos por Ele, sem a necessidade de sacrifícios de animais.
E você, amado(a), com o que ou com quem precisa se reconciliar? Você precisa voltar à comunhão com os irmãos, a se relacionar melhor na Igreja, a ter mais sintonia com as coisas de Deus? Reconciliação é ministério de excelência e sem o qual não é possível crescer como cristão, exercer a fé verdadeira, nem mesmo pregar o Evangelho. Pense nisto!
Graça e Paz!

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...