domingo, 19 de agosto de 2012


"Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos Exércitos, e eu me tornarei para vós outros, diz o Senhor dos Exércitos." Zacarias 1:3

O profeta Zacarias continua nos trazendo a mensagem de exortação do Senhor para aqueles que se desviam dos Seus caminhos. Pelos objetivos satânicos de desencaminhar aqueles que são chamados por Deus, na vida dos cristãos há sempre o iminente risco de uma nefasta mudança de rumo que nos faz desviar do melhor que Deus deseja nos dar. Vemos isso na história de vários homens. Até mesmo o homem considerado como o mais sábio rei seguiu essa trajetória. Salomão deu meia-volta no caminho da obediência ao Senhor. Mas como todo descaminho tem sua trágica consequência, o Senhor tomou dele o reinado. Também Himeneu e Alexandre voltaram atrás no caminho da fé viva, tornando-se blasfemadores e assim foram entregues a satanás. Nos dias atuais a Igreja de Jesus continua sob o perigo de se desviar do caminho, pois quando deixa o primeiro amor, e não se arrepende, seu candeeiro será removido, diz a Bíblia. O Senhor nos chama constante e insistentemente para que retornemos a Ele, para que mudemos e corrijamos o rumo em que nos encontramos.  Ele nos diz pela voz do profeta Isaias 44:22 "Desfaço as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi." Ele nos exorta a retornar em Isaias 31:6 " Convertei-vos, pois, ó filhos de Israel, àquele de quem tanto vos afastastes." Ele nos chama a retornarmos para Ele e o faz perdoando: também inclui uma promessa em Zacarias 1:3: "Tornai-vos para mim... e eu me tornarei para vós outros. Essa palavra é você, porque Deus o conhece pelo nome e fala alto neste momento em seu coração! Ouça!

sábado, 18 de agosto de 2012


"O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se." 2 Pedro 3:9

A promessa de Deus para aqueles que aceitaram o Seu maravilhoso plano é a Vida Eterna ao Seu lado. Ele quer que todos os povos, de todas as raças e línguas, O conheçam, sendo alcançados pelo Seu amor, e recebam a Jesus como único Senhor e Salvador. Ao contrário, do que muitos pregam, o Senhor não é um Deus vingativo, procurando alguma razão para nos condenar, Ele perdoa as nossas transgressões, se delas nos arrependermos. Diferentemente do vemos na justiça humana, quando se condenam por um delito menor os que não podem ter um bom advogado e se absolvem os grandes criminosos, os que roubam fortunas dos cofres públicos, os que matam milhares de pessoas por desvios de verbas que seriam usadas em hospitais, em segurança, em boas estradas...,os que saqueam comunidades inteiras com corrupção e lavagem de dinheiro, os que financiam o tráfico que extermina jovens e desestrutura as famílias, a justiça de Deus é igualitária. Um só e bastante advogado intercede por todos  independente de sua raça, posição social, condição financeira ou partido politico: Jesus Cristo de Nazaré. A única condição de ter Sua defesa na Suprema Corte é o verdadeiro arrependimento. Não é a brilhante defesa de um jurista, não é a condição de custear honorários milionários de importantes juristas, não é a nossa capacidade de esconder as provas que nos livrará da condenação, mas o sincero arrependimento. Essa condição é igual para todos, assim como a certeza da vitória sem discriminação, porque o veredito já foi decretado no Calvário. Resta-nos aceitá-lo ou não. 

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


"Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança." Tiago 1:2-3

Tiago nos faz refletir sobre a diferença entre provação e tentação.  A provação prova nossa fé  e, em geral, acontece na forma de adversidades que se levantam contra nós, ao passo que a tentação é aquela situação em que somos seduzidos, e induzidos ao pecado. A tentação não traz nada que edifica, enquanto a provação, quando vencida,  produz a perseverança, e promove o crescimento moral e espiritual e aproxima mais de Deus aqueles que não se deixam quedar.  A metáfora do ourives, apurando o ouro, serve para ilustrar o quanto somos edificados e crescemos quando passamos por provações.  Somos como o ouro que precisa passar pelo fogo para ser refinado e para ser purificado. Vencida essa prova, retiradas as impurezas, tornamo-nos melhores e mais valiosos. Por isso devemos aprender a agradecer a Deus pelas provas, em vez de murmurarmos. Nessas horas,  devemos louvar ao Senhor, esperando  com paciência e com persistência, pois, certamente, Deus nos trará o livramento.
Quando estivermos passando por provações, precisamos  aprender a enxergar com os olhos espirituais e ver além das circunstâncias.  

quinta-feira, 16 de agosto de 2012


"A fé que tens, tem-na para ti mesmo perante Deus. Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova." Romanos 14:22

Paulo nos orienta a seguir nossa própria convicção e a escolher não fazer aquilo que não aprovamos, quando estivermos diante de situações em que a dúvida nos inquieta. Quando ficamos inseguros sobre o fato ser pecado ou não o melhor é agirmos sem contrariar nossos valores e convicções. Muitas vezes nossa fé é provada, e  Deus espera que andemos segundo Sua vontade e segundo nossa consciência, para que desta forma sejamos pessoas bem-aventuradas. Mas, infelizmente não são raras as vezes em que, agindo contra nossos próprios valores,   fazemos escolhas erradas, trilhando  caminhos que nem nós mesmos aprovaríamos.  Muitas vezes, ao seguirmos por esses caminhos, carregamos o peso do  sentimento de culpa e de tristeza. A única forma de enfrentarmos corajosamente esses sentimentos e dele nos livrarmos é pedir a Deus a misericórdia, o discernimento e a sabedoria para que possamos seguir o Seu caminho, permanecendo sempre no centro da Sua vontade.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012


"A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a lei."(Romanos 13:8)

Deus  sabe de todas as coisas que necessitamos, e não deixa nos faltar nada. Mesmo em face de momentos difíceis, Ele providencia o que precisamos, de forma que tenhamos o suficiente para que não precisemos tomar emprestado. Paulo nos recomenda a não pegarmos nada emprestado, e a não ficar devendo algo a alguém, porque isso denota mau testemunho. Como cristãos precisamos zelar pelo nosso nome porque levamos o nome de Cristo e isso se reflete também na forma como ganhamos e gastamos o nosso dinheiro. Administrar bem nossos rendimentos é sinal de equilíbrio e a forma como fazemos isso mostra quem somos diante dos homens e de Deus. Deus não se agrada de quem gasta o que não tem, de quem compra sem se preocupar se pode honrar o pagamento e muito menos de quem não paga suas dívidas. Antes de nos envolvermos em dívidas, devemos nos certificar se temos como honrá-las. Imprevistos acontecem e pode ser que venhamos a precisar da ajuda de alguém. Mas, para honrarmos o nome de Cristo, não podemos nos esquecer de que, deixar de pagar aqueles que, usados por Deus, abriram suas bolsas voluntariamente para nos ajudar nos momentos difíceis nos assemelha a um ladrão que toma do outro o que não lhe pertence sem se preocupar se aquele bem fará falta a quem pertencia. 

terça-feira, 14 de agosto de 2012



"...diz o SENHOR; porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus pecados." Jeremias 31:34b

Não é demais reafirmar que Deus odeia o pecado, mas ama o pecador. E Ele está sempre de braços abertos para perdoar e receber de volta aquele que está longe dos Seus caminhos, vivendo em pecado. Mas é preciso  arrependimento. É isso que move os braços de um Deus soberano, fiel e justo que não está pregado na cruz, mas esperando a ação humana que faz com que Ele se mova em nossa direção. Deus está sempre pronto a perdoar a nossa  transgressão, e nunca mais se lembrará do nosso pecado. A partir do momento em que confessamos o pecado, podemos nos livrar do jugo do inimigo e do sentimento de culpa, para podermos nos jubilar com o Senhor.  Precisamos pedir a ajuda ao Espírito Santo para não voltarmos a cometer os mesmos erros, para que possamos ser livres do jugo do inimigo, vivendo uma vida plena, e sem culpa. 

segunda-feira, 13 de agosto de 2012



"Ainda antes que houvesse dia, EU SOU; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?" Isaías 43:13

O profeta nos lembra que nosso Deus é aquele que tem a soberania sobre tudo, porque Ele é o Senhor de tudo; o que era e o que é, e o que há de vir. Isso significa que nada, nem nossos problemas momentâneos, nem mesmo o inimigo de nossas almas é maior que nosso Deus. Ele é soberano. E sua soberania é permanente. Não está soberano, ou exercendo soberania como reis terrenos, ou até mesmo os problemas que deixamos reger nossas vidas. Soberania é domínio de tudo e de todos. Deus é soberano e reina absoluto desde antes da fundação do mundo. Sua vontade permanece acima de todas as coisas. Por isso o  profeta afirma, com toda convicção, ainda que em tom de pergunta: agindo Ele, quem o impedirá?
Precisamos fazer coro com o profeta e reconhecer o quão maravilhoso é ter um Deus soberano.  Precisamos compreender tão magnífica graça é ser servos de um Deus tão grande, sabendo que não há ninguém que possa assemelhar-se ao Senhor. Ele  nos chamou para sermos Seus filhos, e tem cumprido e executado o seu propósito soberano.

domingo, 12 de agosto de 2012


Porque, quem despreza o dia das coisas pequenas? (Zacarias 4:10 a)

O profeta Zacarias faz uma pergunta que deveria ser motivo de indagação constante de todos aqueles que querem buscar a santificação e almejam o Reino de Deus. A sabedoria popular ensina que ninguém tropeça em uma montanha, mas sim em pequenas pedras.  É por conta dos pequenos descuidos que muitos tropeçam. Isso vale para todas as áreas de nossas vidas. Uma pequena dívida que não é paga pode se tornar impagável. Assim como quem sempre economiza um real pode chegar a ter um milhão. Uma mentira contada com o status de mentirinha pode se avolumar até que se perca o controle de seu enredo. Os chamados pecadinhos inocentes são o estopim para a cauterização da consciência que leva à imersão absoluta no pecado. O nosso grande erro está em subestimar o valor das pequenas coisas. Tanto para o bem, quanto para o mal. Para se chegar ao mais alto, começa-se pelo primeiro, bem abaixo. Para se deixar contaminar pelo vício, basta experimentar a primeira dose. Contudo, a ideia de que temos controle sobre nossos impulsos nos leva a banalizar o erro, a querer viver experiências que podem nos levar a caminhos sem volta. Quem mente uma vez, pode não mentir a segunda. Mas dificilmente quem mente uma terceira vez deixará de repetir a mentira, ou até a criar outras para se desculpar das primeiras. Isso também funciona com quem trai, com quem rouba, com quem mata, com quem não cumpre seus compromisso financeiros ou morais. Acontece que vai se tornando banal e “justificável” dentro da moralidade distorcida de quem prefere encontrar desculpas para seus erros do que se penitenciar, convertendo-se verdadeiramente ao que ensina a palavra de Deus. Não podemos desprezar as coisas pequenas. Não podemos de fazer pequenas coisas, esperando o dia em que poderemos fazer muito. Se devemos um milhão, comecemos a pagar pelo mínimo, mesmo que no momento seja o máximo que podemos fazer. Se queremos ser participantes da Obra de Deus, não esperemos para pregar a multidões, iniciemos com nosso vizinho. Se não podemos construir todo o templo, podemos ao menos catar o papel que está no chão da igreja, arrumar a cadeira que está fora do lugar... Se não temos dinheiro para contribuir com a aquisição de algo para servir a muitos, no mínimo podemos ajudar com parte de nosso tempo, emprestando algum de nossos dons. Não há ninguém que não tenha ao menos um dom, diz a Bíblia. E a sabedoria popular reforça: ninguém é tão pobre que não possa dar e nem tão rico que não possa receber. Quem não tem dinheiro pode emprestar o ouvido. Muitas vezes quem tem abundância material carece de ajuda emocional ou espiritual. O profeta nos ensina a começar pelo mínimo. A dar atenção às pequenas coisas e o autor de Hebreus espera “que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até ao fim, para completa certeza da esperança”; Hebreus 6:11.

sábado, 11 de agosto de 2012


Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; (Mateus 5:6)

Todo dia temos fome e sede e nunca  nos saciamos, assim também deve ser a nossa a sede e fome de Deus e de Sua justiça. Temos que ter fome de santidade  e de santificação continuamente, pois sem isso não podemos agradar a Deus. O Sermão do Monte nos chama a uma reflexão e nos convida a olhar para nós, mas também nos exorta a agir. Para sermos cheio, antes será preciso nos esvaziar, para recebermos o perdão, antes precisamos nos arrepender e para sermos fartos, antes precisamos ter fome. Viver  de aparências ou esperando um milagre sem mudanças de atitude é inútil. Não há um caminho neutro. Não podemos ficar em cima do muro. Se todos os dias sentimos fome e precisamos saciá-la, também precisamos escolher que tipo de alimento comeremos. Temos que fazer uma escolha. Paulo fala em Filipenses 3:13-14 “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”
O apóstolo nos lembra que a fome e a sede de justiça e de santificação não podem ser deixadas. Precisamos  nos esquecer das coisas que ficaram e que nos levavam à perdição. Quando corremos atrás do que não nos edifica não alcançamos a justificação, não alcançamos o principal.  Quem tem fome de justiça e de santificação alcança também o secundário, pois todas as coisas nos serão acrescentadas.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012


"[...] Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados." (Jeremias 31:34)

 Deus nos ama de tal modo que não nos abençoa nem atende nossas orações quando vivemos em pecado. Isto é certo, mas Ele nos perdoa e deles não se lembra mais, quando abrimos mão de nossos desejos e nos rendemos ao Senhor, seguindo Seus estatutos.  Contudo,  há pessoas que quebram os mandamentos de Deus e se perguntam por que Ele não as abençoa. Essas pessoas  vivem fora da vontade do Senhor, mas querem ser agraciadas com as bênçãos sem reconhecerem seu pecado ou  mudarem esse modo de viver. Assim, por mais que esperem, vivem andando em círculo e não experimentam a benção de Deus em suas vidas do modo como deveriam. Como Deus nos ama, Ele não quer que permaneçamos num estilo de vida pecaminoso. Ele quer que nos sintamos mal até reconhecermos onde está o nosso erro e nos voltemos para Ele, assim  como o filho pródigo.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


"Desejai ardentemente, como crianças recém-nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação." (1 Pedro 2:2)

Nosso pensamento constante deve ser o de amadurecer na graça do Senhor, procurando sempre imitar hábitos santos e nos alimentar espiritualmente com as coisas que nos ajudam a crescer. Mas sabemos que o crescimento verdadeiro vem somente por intermédio do Espírito Santo. Por isso, devemos pedir que o Senhor nos fortaleça pelo Seu Espírito, enquanto tentamos imitar o Seu caráter, buscando com persistência e determinação o crescimento espiritual. Assim como uma criança em fase de crescimento deve deixar o alimento liquido substituindo-o por alimento sólido que contenha todos os nutrientes necessários ao seu crescimento físico, analogamente um cristão deve buscar, alimentando-se pela palavra de Deus, o crescimento espiritual. Se uma criança estaciona no mesmo lugar no seu crescimento físico e no seu desenvolvimento intelectual, é motivo de preocupação dos pais. De igual modo, Deus se preocupa com Seus filhos que permanecem imaturos em sua vida espiritual. É por isso o apóstolo faz essa  exortação àqueles que, depois de convertidos, não buscam o crescimento espiritual. Deus não quer que sejamos imaturos! Ele quer que continuemos a crescer e espera que ansiemos pelo que é bom e que nos edifica. Mas não podemos nos esquecer de que o alimento necessário a esse crescimento é a palavra de Deus.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012


Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria. (Tiago 3:13-14)
Esse questionamento do apóstolo Tiago nos faz refletir sobre o quanto estamos dando mais valor para os estudos deste mundo, e colocando a palavra de Deus e Sua sabedoria em segundo lugar. Tudo o que precisamos é buscar o entendimento que vem do Senhor, desejando ardentemente a sabedoria que vem do alto. E isso só ocorrerá  se clamarmos ao  Espírito Santo para que Ele derrame Sua sabedoria sobre nós e nos mostre o caminho a seguir, dentro da vontade de Deus. A sabedoria de Deus não é fruto da ciência, nem produto de muitos estudos. Todavia, é resultado da nova natureza espiritual daquele cresce e se  desenvolve pela constante comunhão com o Senhor, instruída pelo estudo da Palavra, e derramada pelo Espírito Santo de Deus. A sabedoria de Deus não tem prazo de validade e não pode ser abolida ou atualizada. Ela é pura, frutífera e imparcial. Ao contrário da sabedoria acadêmica, erudita ou livresca, a sabedoria de Deus não desperta inveja nem sentimento faccioso, não causa divisão entre as pessoas, e nem confusão. Em vez disso, promove o entendimento e a paz, testemunha a verdade e a justiça, condena o pecado no mundo, e ensina o cristão a viver  em amor ao seu próximo. Essa é a verdadeira sabedoria e quem a detém demonstra no trato com as pessoas e na forma mansa com que lida com as perecíveis e corruptíveis situações que o mundo apresenta. A sabedoria do mundo pode ser desbancada por qualquer argumento frágil, mas a sabedoria de Deus é permanente.

terça-feira, 7 de agosto de 2012



Saberás, pois, que o SENHOR, teu Deus, é Deus, o Deus fiel, que guarda a aliança e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e cumprem os seus mandamentos." (Deuteronômio 7:9)

Deus Fiel e nos ama de forma constante. Podemos ver isso pela maneira como o Senhor guardou suas promessas aos Israelitas e nos trouxe Jesus como prometera. Deus é fiel e sua aliança é uma aliança de amor, não um elo que se rompe ao menor sinal de crise, ou diante de outras promessas. Ele não nos abandonará em circunstância alguma, mesmo não sendo merecedores de tão grande amor. Como um pai amoroso trata um filho rebelde melhor do que ele merece ser tratado, assim é Deus. Mas, conforme exorta Moisés no livro de Deuteronômio, precisamos saber quem é esse Deus, por isso nosso coração deve estar  afinado para honrar a Deus como Deus, não apenas como um símbolo, ou alguém que está de prontidão para nos servir. Não podemos tratar Deus como um conhecido de longa data a quem convidamos para ir a nossa casa para uma visita de cortesia, ou como alguém com quem convivemos apenas socialmente. Deus deve estar no centro de nossas vidas. Seja o que for que façamos devemos fazê-lo cientes do fato de que o fazemos diante Dele e para Ele!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012


Pois o SENHOR, por causa do seu grande nome não desamparará o seu povo; porque aprouve ao SENHOR fazer-vos o seu povo. 1 Samuel 12:22


Essas palavras foram proferidas pelo profeta Samuel nos tempos da coroação de Saul como primeiro rei de Israel. O fato é que Deus não gostaria que Seu povo tivesse  um rei, como os outros povos, porque o Senhor deveria ser o único a reinar sobre a vida de Seu povo. Mas como é um Deus que dá aos Seus filhos o direito de escolha, não desamparou o Seu povo, apesar disso.  Quando aceitamos Jesus como nosso único Senhor e Salvador, nós nos tornamos o povo especial do próprio Deus, conforme anuncia 1 Pedro 2:9. Ele não nos desampara, mesmo sabendo que vamos desapontá-Lo. Ele nos aceita como somos,  pecadores, fracos e limitados. Jesus sabia disso antes de nos chamar e nos atrair para Ele. A certeza da nossa salvação não vem pelo que somos ou pelo que fazemos, mas no caráter de Deus, conforme diz 1 João 5:20: “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”. A certeza que temos é que Ele nos guardará até o fim. Mas isto não nos dá permissão para continuarmos a pecar. Essa certeza deve ser o que nos impulsiona a perseverarmos no caminho do Senhor, pois  as nossas escolhas refletem o caráter de Deus, e nosso testemunho no mundo mostram a nossa comunhão com Ele. O Senhor não vai abandonar aqueles que lhe pertencem, diz o autor de Hebreus 13:5. Quem entregou sua vida a Ele pode descansar sossegado, não pelas obras, mas porque Deus cumpre a Sua palavra. E quem é salvo, é guardado por Ele. 

domingo, 5 de agosto de 2012


Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. (Selá.) Salmos 32:5

Como você tem reagido aos seus problemas? Tem se recusado a admitir suas fraquezas? Tem pecados não confessados a Deus? Tem perdão retido? Observe que muitos problemas vivenciados são decorrentes da indisposição em abrir o coração e expor o que verdadeiramente se sente. Na expressão do salmista, vemos que ele se rejubila porque foi contemplado com o perdão de Deus, depois de confessar-Lhe os seus pecados. É importante observarmos que Davi reconhecia suas falhas e não as encobria diante de Deus. Esse é o primeiro passo para obtermos o perdão. Desde o princípio, o pecado tem corrompido nosso mundo e manchado nossas vidas. A Bíblia descreve o pecado em I João 3:4 como sendo transgressão à lei de Deus e em Deuteronômio 9:7 e Josué 1:18 como rebelião contra Deus. Sabemos que nossa natureza é pecaminosa, e que, por nossa vontade não seremos perfeitamente vitoriosos sobre o pecado (1 João 1:8), mas esse ainda deve ser o nosso objetivo, porque temos a garantia da vitória sobre o pecado em Jesus. Em Deus, e ao seguir os princípios da Sua Palavra, podemos vencer o pecado e nos aproximar do caráter de Cristo. Não podemos vencer o pecado com a ingênua presunção de que somos invulneráveis, porque o pecado muitas vezes se apresenta a nós como algo bom, agradável, doce. O pecado teve seu começo com Lúcifer que contaminou a Adão e Eva, mas desde sempre Deus tem oferecido aos homens inúmeras oportunidades para serem limpos do pecado. A Bíblia apresenta vários recursos diferentes para nos ajudar a vencer o pecado, contudo as pessoas se fecham em seu próprio entendimento, assim como o primeiro casal, e continuam pecando. Por isso Paulo afirmou: "Pois todos pecaram e carecem da gloria de Deus" (Romanos 3:23) e "...assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram" (Romanos 5:12).    Jesus continua chamando: "Vinde a mim todos os que estais cansados e eu vos aliviarei". Não precisamos esconder de Deus os nossos problemas, os nossos pecados. Talvez a maior razão que temos para confessar nossos pecados seja a que encontramos em I João 1:9: "Se confessarmos nossos pecados! Se abrirmos o nosso coração para Ele sentiremos uma paz surpreendente, uma sensação de alívio que irá nos fazer sentir uma nova pessoa. Você pode confessar seu pecado, com a segurança de que Ele é fiel e justo para nos perdoar e nos purificar. 

sábado, 4 de agosto de 2012



Assim diz o SENHOR: Reprime a tua voz de choro, e as lágrimas de teus olhos; porque há galardão para o teu trabalho, diz o SENHOR, pois eles voltarão da terra do inimigo.(Jeremias 31:16)




Na expressão do profeta Jeremias podemos sentir a voz do Senhor dizendo àqueles que perseveraram  confiando Nele com paciência, por conta do Seu grande e eterno amor que ainda hoje nos atrai.   O Senhor diz àqueles que choram, que passam por lutas e tribulações que muitas vezes parecem insuportáveis que essas lágrimas irão secar em um breve tempo. Haverá recompensa para os que esperaram, para os que não se desviaram, para os não sentiram saudades das cebolas do Egito. O maná que o Senhor tem enviado com fidelidade nos tempos do deserto tem fortalecido o espírito daqueles que se dispuseram a seguir os caminhos do Senhor. Essa é a palavra que o profeta nos dá no dia de hoje. Quem continua firme e atento à palavra de Deus, ainda que esteja passando por lutas, sem se deixar corromper pelas promessas do inimigo, certamente receberá o seu galardão, conforme nos diz Paulo  2 Coríntios 4:17 “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente”. O mesmo Jeremias 31:9-10 assevera “Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho direito, no qual não tropeçarão, porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito”.
Se você tem se distanciado dos caminhos do Senhor, se anda circulando no deserto, enfastiado com o maná que Ele tem lhe enviado diariamente, se sente que está longe de receber a terra prometida, atente para essa palavra profética: o Senhor que lhe trazer de volta aos ribeiros, quer que desfrute novamente do manancial que jorra com abundância. Por que você insiste em continuar no deserto, longe de Deus e das Suas bênçãos? 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012




“Aquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o Seu poder que habita em nós...” (Efésios 3:20).


O apóstolo nos estimula a apresentar ao Senhor todas as  nossas necessidades, e deixa claro que Ele é poderoso para nos atender em tudo o que pedirmos. Mas não basta pedir. É preciso crer que Ele pode e nos dará. As mãos de Deus não estão atadas, garante o apóstolo. Não por si, ou por Sua vontade. Nós é que atamos as mãos de Deus, quando nos envolvemos   em nossas necessidades e angústias e perdemos a sensibilidade de perceber a ação de Deus em nossa vida. Precisamos compreender que a providência do Senhor é infinita e que Ele age  conforme a Sua infinitude e não de acordo com nossas limitações. Ele responde, sempre, infinitamente mais do que pedimos ou  imaginamos!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012



Porque aqueles que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão. (Isaías 40:31)



A vitória pode parecer distante, mas tudo tem o seu tempo certo e se entregarmos ao Senhor nossas lutas, não temos porque ficar abatidos. Esperar  não é fácil e principalmente  em meio às lutas, mas louvar a Deus é a grande chave nesses momentos, pois Deus não resiste a um coração quebrantado. Somente quem espera em Deus pode contemplar a benção do Senhor e ver as suas promessas cumpridas. O profeta comparou aqueles que esperam em Deus com a águia altiva que voa acima da tempestade sem se fatigar. Lembremo-nos do que nos ensina o apostolo Paulo 2 Coríntios 12:9: "Quando estou fraco então sou forte, porque o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza". Assim, quando percebermos que nossas forças se esgotaram, então abemos que é a hora de Deus agir, e na força Dele nos levantamos e nos colocamos em pé, porque não somos mais nós, mas é Ele em nós! É nessa hora que devemos aprender com a águia que voa confiante, sem se esforçar, ou se cansar. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012



“Tirei de seus ombros a carga; as suas mãos foram livres dos cestos.”(Salmos 81:6). 



O salmista canta as bênçãos recebidas, lembrando a saída do cativeiro no Egito e nos leva a refletir sobre como estamos neste momento diante daquele que nos libertou. Onde está a sua mão nesse momento? Livre para adorar, ou acorrentada ao pecado que ainda deixa seus ombros pesados? O povo de Israel, quando saiu do cativeiro mesmo conhecendo o livramento do Senhor não recebeu a graça da liberdade e por várias vezes se deixou aprisionar novamente por orgulho, teimosia e desobediência. Na voz do salmista ouvimos o eco da voz de Deus dizendo que se o Seu povo tivesse lhe escutado, e andado em Seus caminhos teria o livramento, mas o povo preferiu andar em círculos e endurecendo o coração, não saiu do lugar, mesmo depois de livre do cativeiro. Quantas vezes sentimos nossos ombros pesados com tanta coisa a nos sobrecarregar! Quantas vezes passamos por tribulações e chegamos a pensar: “Por que Deus não me livra?” Nem sempre é fácil administrar os nossos problemas, dívidas, dúvidas e frustrações, mesmo vivendo uma vida reta diante de Deus. Mas a grande certeza é que Deus nos tira esse peso, se Nele colocarmos a nossa confiança. Essas cargas em nossos ombros servem para nos lembrar que temos um Deus e que Ele cuida de nós. Depositando Nele a nossa confiança, certamente nossas mãos ficarão livres. E livres elas podem adorar ao Senhor. Adorando, elas são abençoadas. Mãos abençoadas não tocam no que não é puro, não profanam o santuário, não se misturam a mãos ímpias. Se o Senhor nos tira dos ombros a carga, se só Ele pode nos libertar as mãos das correntes da escravidão, por que teimamos em ligá-las a tudo que não edifica, que não constrói, mas só faz nos tirar a paz, acabar com nossa estabilidade moral, familiar e  financeira?

terça-feira, 31 de julho de 2012


Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? ou falaria, e não o confirmaria? (Números 23:19)


Deus continua o mesmo, mas os homens, infelizmente, mudam de acordo com seus interesses. Deus não muda porque falhamos, não muda porque pecamos ou esfriamos. Deus não muda por coisa nenhuma. Ele continua sendo um Deus de amor, que nos criou com um propósito. A imutabilidade de Deus se mantém mesmo que sejamos infieis, Ele é fiel porque não pode negar-se a si mesmo. Quando passamos por um problema, quando nossa promessa parece que não vai se realizar, quando nosso problema parece que não tem mais solução, deixamos de crer e toda vez que deixamos de crer estamos colocando a Palavra como mentirosa. Em alguns momentos o diabo planta em nosso coração a ideia de que Deus se esqueceu de nós, que Ele nos abandonou. Mas precisamos saber que se Deus nos deu uma promessa, Ele cumpre. Deus nos deu uma promessa, Ele cumpre. Por isso, traga a sua memória a promessa que Deus lhe fez e espere com confiança porque no tempo de Deus ela se cumprirá.

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...