quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apocalipse 20:15





A Bíblia faz diversas menções ao Livro da Vida. Ter o nome inscrito nesse livro significa ter o registro e a garantia de que a promessa se cumprirá. Deus é soberano e não há ninguém que o submeta, portanto, não seria necessário um livro que simboliza um registro cartorial para garantir o cumprimento de um acordo. Contudo, a figura de um livro serve para comunicar a cada um de nós a importância de seguirmos o que desde o início foi pactuado entre o Criador e as criaturas. Se somos criaturas não temos o poder de questionar o Criador e nem podemos negar a Sua justiça e Seu direito de nos julgar. Devemos entender que assim como nos submetemos às leis criadas por homens falhos e por elas somos julgadas, enquanto vivemos neste mundo, também seremos julgados pela lei de Deus, desde o princípio a nós revelada. A diferença é que os homens criam e modificam leis segundo seus interesses e momentos, mas Deus é o mesmo sempre e Seu julgamento não é arbitrário ou de acordo com os ventos da política. Ele nos julga retamente consoante as leis e princípios os quais estabeleceu e determinou desde o início. Ter o nome no Livro da Vida é ter a garantia de vida eterna na glória de Deus, mas nessa lista ninguém entrará por mérito próprio, por escolha de pares, por sucesso de campanha, por ter mais recursos ou eloquência para conquistar esse espaço. Entrará quem for fiel e não se desviar do caminho desde o início traçado, pois como afirma o salmista
O Senhor conhece os dias dos retos, e a sua herança permanecerá para sempre. Salmos 37:18


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e odiável. Apocalipse 18:2





O apóstolo João descreve a cena em que um anjo se aproxima e o leva a uma visão da condenação da “grande prostituta”, assim chamada porque foi infiel a Jesus, porque deixou de ser a Igreja do Senhor quando adulterou, tornando-se amante da idolatria. Vemos que no capítulo 17, a Babilônia é retratada como uma prostituta, que se prostitui com os reis da terra. O anjo visto por João desce do céu iluminado em glória anuncia a queda da grande Babilônia. Aqui precisamos entender que ele não se refere à cidade antiga. Babilônia não significa um lugar físico, mas um sistema. E Deus demonstra misericórdia e pede para aqueles que são povo de Deus e não estão alienados pela falsa religião idólatra que saiam deste sistema que cega e aliena e corrompe as pessoas levando-as a ignorar a verdadeira Palavra de Deus, seguindo os ensinamentos do mundo, a adorar mamon. Essa Babilônia que cai é tudo aquilo que é contrário a Deus. Babilônia significa “grande confusão” como nos tempos de Ninrode e simboliza apostasia, arrogância, confusão e tentativa de salvação baseada nos esforços humanos. Essa Babilônia que seduz os homens a abandonar o Deus verdadeiro e a adorar mamon, o dinheiro e tudo o que ele promete comprar cairá, por isso Deus vem exortando Seu povo a fugir de Babilônia.

Saí de babilônia, fugi de entre os caldeus. E anunciai com voz de júbilo, fazei ouvir isso, e levai-o até ao fim da terra; dizei: O SENHOR remiu a seu servo Jacó. Isaías 48:20


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas, Apocalipse 17:1





Ao longo do cristianismo, vemos que as pessoas têm se esquivado de ler o último livro bíblico, ou tem buscado interpretações as mais diversas por medo, ou desconhecimento. Entre os estudiosos que se dedicam a decifrar a profecia entregue por João, a maioria coloca o seu cumprimento no futuro. Os futuristas entendem que dez nações formarão um bloco político do qual se originará a besta que irá impor seu sinal aos homens, enquanto os historicistas dizem que essa passagem se refere aos antigos reinos bárbaros, hoje países integrantes da União Europeia. Este trecho se refere a uma batalha do Cordeiro contra os reis da Terra, contudo, seu tema central é a destruição da “grande prostituta”, que se dá com o derramar das sete pragas. Muitos concordam que essa “mulher” é a religião que dominou os reis e as pessoas com sua doutrina universal. E João fala explicitamente da Grande Babilônia que entendemos ser formada por pessoas cujo estilo de vida está voltado para o mundo e a sua imoralidade, e ela faz uso dos seus poderes políticos e religiosos para ter o controle espiritual das nações. Quer consideremos essa interpretação como algo pretérito ou por vir, o certo é que, ainda hoje, aqueles que andam conforme a prostituta, que amam as coisas deste mundo, o pecado, a mentira e outras maldades serão considerados inimigos de Deus. O apóstolo João afirma que a grande prostituta é uma cidade, cuja abominação contaminou a terra conforme profetizou Jeremias 3:9

E sucedeu que pela fama da sua prostituição, contaminou a terra; porque adulterou com a pedra e com a madeira.



Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...