quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, Efésios 3:20


O apóstolo Paulo, ao escrever Efésios, mostra-nos a soberania de Deus e nos faz refletir sobre o quanto é um privilégio para os que Nele creem servir a Esse Deus magnífico e que tudo pode. Não há nada impossível para Ele. E sendo magnânimo é um Deus de fartura e que tem sempre mais para aqueles que O buscam e O amam sinceramente. E para esses tem sempre bênçãos em abundância que vai sempre além do que pedimos ou pensamos. A Bíblia afirma que não há impossível para Deus. Ele é o nosso pastor e nada nos faltará. Paulo reconhece a soberania de Deus e a Ele glorifica, assim como faz o salmista e como devemos fazer a cada instante de nossas vidas.

Ó Deus o Senhor, fortaleza da minha salvação, tu cobriste a minha cabeça no dia da batalha. Salmos 140:7



quarta-feira, 30 de agosto de 2017

No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito. Efésios 2:22



A Bíblia diz que fomos edificados para sermos a morada de Deus e que fomos criados à Sua imagem e semelhança de Deus e criados para o louvor da Sua glória. Assim, nosso corpo deve refletir a santidade Dele e por essa razão temos que cuidar dessa edificação com esmero. Precisamos ter cuidado com nossas atitudes, atentando para o que vemos, pois nossos olhos são a porta de entrada da nossa alma. Precisamos ter cuidado com o que ouvimos, com o que falamos, com o que fazemos, uma vez que nossas atitudes revelam quem somos. E se devemos cuidar de aspectos morais devemos também cuidar de nossa estética corporal, pois sendo templo de Deus é necessário cuidar da saúde do corpo. Nossa aparência reflete como estamos interiormente. Nossos trajes e higiene corporal também dizem quem somos. Como templo onde Deus habita, devemos ser exemplo de comportamento e de santidade para que a Glória de Deus seja refletida, .

Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Salmos 19:1


terça-feira, 29 de agosto de 2017

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; Efésios 2:8-9


A graça é algo que é dado gratuitamente ao homem por seu Criador e não há requisitos além de recebê-la livremente. Ela não é merecida, mas foi oferecida como dom gratuito de Deus. E se qualquer mérito estiver envolvido, não pode ser graça, pois é um presente de Deus. O apóstolo Paulo nos diz que nos diz que é pela graça que somos salvos. Portanto, se somos salvos pela graça, não podemos requerer a salvação por nossas obras como querem algumas religiões. Assim, é inútil qualquer tentativa de merecer a salvação por meio de nossas obras, pois conforme nos diz a Tiago 2:10 “ qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos”. Se dependêssemos de nossos méritos, e de seguirmos a letra da Lei, seriamos todos condenados, pois não há um só homem que não tenha pecado.

“A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18.20); “



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações: Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; Efésios 1:16-17



O Apóstolo Paulo faz uma oração pela Igreja de Éfeso. Mas o que nos chama à atenção nessa oração é que ele se dirige a pessoas que conhecem a verdade e os caminhos de Deus. São pessoas salvas, que já tinham uma experiência com o Senhor. Entretanto, essas pessoas demonstravam falhas em suas vidas. Por isso, Paulo orava para que o Espírito de Sabedoria e de Revelação iluminasse os corações daquelas pessoas para que verdadeiramente se regenerassem, pois apesar de serem seladas com o Santo Espírito da promessa, não compreendiam alguns fatos espirituais. O que ocorria em Éfeso, nos tempos do apóstolo, também acontece em nossos dias. Muitos ainda vivem como os da Igreja de Éfeso. Ainda seguem leis e doutrinas e desviam o foco Daquele que deve ser o único a ser honrado: Jesus Cristo. Paulo nos ensina que devemos dar graças sempre, reconhecendo a ação de Deus em nossas vidas em todos os momentos, assim como também faz o salmista.

Louvar-te-ei na grande congregação; entre muitíssimo povo te celebrarei. Salmos 35:18


domingo, 27 de agosto de 2017

Porque, se alguém cuida ser alguma coisa, não sendo nada, engana-se a si mesmo. Gálatas 6:3



A mensagem de Paulo aos gálatas trata da vaidade condenada por Deus. Contudo, Paulo não está falando aqui da vaidade sinônimo de cuidado com o corpo, com a vestimenta, ou com adereços, posto que não vimos na Bíblia nenhuma condenação de Deus ao fato de Seus filhos procurarem se embelezar e cuidar bem do templo onde o Espírito habita. Deus não condena esse tipo de vaidade, apesar de nos advertir que tudo isso passa e que não podemos colocar nosso coração em coisas passageiras. O que Deus condena é a vaidade que nos leva a menosprezar alguém ou a pensar que somos mais importantes ou mais santos do que os outros. Nesse sentido, vaidade refere-se a coisas vazias. E Paulo nos mostra que a própria vida se torna vaidade quando Jesus não é o seu fundamento. Nada tem mais valor do que Jesus e assim dinheiro, status, joias e aparências são vaidade, quando não são um fim em si mesmo e não um meio de glorificar a Deus. Ser vaidoso é não ter humildade. Jesus chamou o orgulho dos líderes religiosos de vaidade, por julgarem ser melhores do que os outros e o salmista afirmou

“O SENHOR conhece os pensamentos do homem, que são vaidade”. Salmos 94:11.




sábado, 26 de agosto de 2017

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. Gálatas 5:1



A palavra de Paulo aos gálatas nos convida a refletir sobre a tão aclamada liberdade. Precisamos entender que a liberdade cristã é diferente da liberdade proposta pelo mundo. E uma coisa é a liberdade que temos em Cristo e outra a maneira como a usamos. A liberdade cristã é o sentimento interno que temos na presença de Deus em nossas vidas, em todas as situações que vivemos e quando manifestamos esse sentimento diante dos homens usamos a liberdade que nos é dada de graça. É na comunhão com o Pai e com os irmãos que nos alegramos nesta liberdade certos de que estamos debaixo da graça e não da lei. Contudo, a mensagem do apóstolo Paulo é um alerta à escravidão religiosa que oferece salvação a preço dos méritos ou obras humanas. Precisamos ter claro que Cristo nos tornou livres do domínio de qualquer lei que um preço ou sacrifício para a salvação. O que existia Jesus já pagou por ela com Seu precioso sangue e nos tornou livres de graça. Portanto, se já obtemos a liberdade pelo sacrifício de Jesus na Cruz nada pode nos prender ao jugo da escravidão, por isso, se estivermos firmes na Palavra, podemos afirmar como salmista



E andarei em liberdade; pois busco os teus preceitos. Salmos 119:45




sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Mas, quando não conhecíeis a Deus, servíeis aos que por natureza não são deuses. Gálatas 4:8



Paulo registra em carta aos Gálatas uma clara reflexão sobre a questão do legalismo que assola a Igreja. O legalismo coloca as regras acima de Deus e das necessidades humanas e é o estilo de vida dos que acreditam que o cumprimento das regras torna as pessoas merecedoras do favor e da salvação eterna. Contudo, o legalismo é uma forma de escravidão e um pensamento que contraria a Bíblia e foi condenado por Jesus. Paulo nos diz que todos que estão debaixo dos rudimentos, são ainda meninos, e são tratados como infantis. Como crianças que ainda não têm conhecimento e sabedoria. Assim, Paulo pondera que aqueles que antes não conheciam a Deus e serviam aos que por natureza não são deuses; todavia, agora que já tiveram a oportunidade de conhecer a Deus e sendo conhecido por Ele, não podem outra vez retornar a esses rudimentos fracos e pobres. Jesus deixou claro que não é por nossas obras que somos salvos, mas unicamente pela graça, mediante a fé Nele. Que possamos sair da inércia que nos mantém meninos na fé e nos erguer com os olhos em Deus.

A ti, SENHOR, levanto a minha alma. Salmos 25:1



quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como Isaque. Gálatas 4:28


Paulo faz uma alusão à história do nascimento de Ismael e Isaque, conforme registrada no livro de Gênesis. Ele nos lembra que Deus prometeu a Abraão um herdeiro que sairia de suas entranhas, e também que a sua descendência seria tão numerosa quanto as estrelas do céu, apesar de sua esposa, Sara, ser estéril. O problema foi que Abraão, percebendo que estava ficando velho e que Sara continuava estéril, decidiu interferir nessa circunstância e forçar a vinda do filho prometido sem intervenção de Deus. Assim, ao gerar um filho com a escrava de sua mulher em vez de ter o "filho da promessa", teve um "filho da carne". Em vez que aguardar o filho de Sara, conforme Deus lhe disse, Abraão escolheu um atalho e mudou o curso da história. Mas nós podemos escolher que caminho seguir: o de Isaque ou de Ismael. Esperaremos pela promessa ou seguiremos a carne. O "filho da promessa" é nascido pela vontade de Deus e é gerado de forma sobrenatural e não segundo a carne.



Lembrou-se da sua aliança para sempre, da palavra que mandou a milhares de gerações. Salmos 105:8



quarta-feira, 23 de agosto de 2017

E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa. Gálatas 3:29



Paulo nos diz que quando recebermos Jesus passamos a fazer parte de Seu Reino e conquistamos a posição de herdeiros segundo a promessa. Mas para herdarmos as promessas dadas aos filhos precisamos mudar a mentalidade de escravo. Precisamos nos reconhecer como filhos, lembrando-nos de que somente os filhos têm direito à herança, pois a Palavra de Deus é muito clara quando afirma que filho é somente aquele que foi gerado mediante a fé em Jesus. Aquele que confessa pelo batismo que Jesus Cristo é o Senhor toma parte na promessa. Promessa é o resultado da aliança firmada entre Deus e Abraão e o batismo é a nossa parte na aliança. Se aceitamos o sacrifício de Jesus e pela declaração de fé e batismos nos tornamos filhos e podemos afirmar que somos descendência de Abraão, certos de que Deus

Lembrou-se da sua aliança para sempre, da palavra que mandou a milhares de gerações. Salmos 105:8



terça-feira, 22 de agosto de 2017

Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé? Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne? Gálatas 3:2-3


Em carta aos Gálatas, Paulo fala sobre a insensatez desse povo, por não entender a diferença entre o recebimento do Espírito Santo, mediante o sacrifício de Jesus Cristo e o cumprimento da lei como (im)possibilidade de salvação. Conhecedor das Escrituras, ele apresenta o exemplo de justificação dado a Abraão, como consequência da sua fé nas promessas de Deus. Paulo usa esse argumento para mostrar na comparação com o exercício da fé, para deixar claro que o Espírito não é derramado pela prática da lei. Ao contrário, é a fé em Jesus que nos torna participantes da bênção de Deus prometida a Abraão e a mesma justificação concedida a ele. É a fé e não a lei que nos torna filhos de Deus, garante o apóstolo. A fé nos edifica e nos abre as portas das bênçãos, estabelecidas na promessa, enquanto a lei apenas regula o comportamento humano, controla a carne pela imposição, sem necessariamente chegar ao espírito. Os da fé e não da carne é que são filhos de Abraão e herdeiros da promessa.

E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.
Gênesis 12:3


segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde. Gálatas 2:21

Ninguém é capaz de entender o Cristianismo sem entender o significado de justificação. E essa palavra sintetiza a essência das pregações do apóstolo Paulo. No versículo em epígrafe, parte do texto no qual o apóstolo nos ensina a não poluir o princípio da graça, mostrando-nos que uma pessoa não pode ser salva pela graça e depois viver no pecado, cedendo aos impulsos carnais, com a justificativa de que está sob a graça. O apóstolo nos faz ponderar sobre o fato de que se o homem que está sob a graça também tem graça no coração e, portanto, não pode amar o pecado. Sabemos que aquele que é nascido pela graça não é perfeito, é passível de erros, contudo, odeia o erro e a si mesmo por errar, por isso se arrepende, e, assim, a graça de Deus que nele está não o deixará viver na prática do pecado. Paulo também nos faz ver que, assim como não podemos cair no erro de transformar a graça em desculpas para a libertinagem, também não podemos negar a graça como se não precisássemos dela para sermos salvos, pois a salvação não é mérito humano. Aqueles que assim agem tornam sem efeito o sacrifício de Jesus na Cruz e assumem que Cristo viveu e morreu por algo vão, se o próprio homem pode buscar e conquistar a sua salvação pelas obras.

Se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo? Salmos 11:3

domingo, 20 de agosto de 2017

Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça, Gálatas 1:15


O mesmo Paulo que, antes de sua conversão, odiou e perseguiu os cristãos, com a mesma intensidade e determinação demonstrou seu amor a Jesus, e reconhece que sua vida e missão são propósitos do Senhor. Ele entendia que nada do que passou foi um acaso, ou mera opção sua, mas compreendia que Deus o havia escolhido e separado desde antes da criação do universo. Também nós não estamos neste mundo por acaso. Somos parte importante do plano do Criador e não podemos declinar esse desafio. Se fizermos uma analogia e nossa vida com a vida de Paulo, podemos considerar que fomos Saulo, com um passado tão corrompido quanto o perseguidor dos cristãos. Nossa vida antes de aceitarmos Jesus como nosso Senhor e Salvador é tão despropositada quanto a daquele que julgava estar cumprindo a Lei. Mas ao cairmos e olharmos para o alto, quando enxergamos a mão redentora Daquele que nos aceita como estamos, tornamo-nos como Paulo e podemos ter a consciência de que deixamos para trás nossa condição e para nos tornamos servos, certos de que fomos escolhidos desde o ventre como diz o profeta Jeremias 1:5
.
“Antes que Eu te formasse no ventre materno, eu te conheci, e antes que saísses da madre, te consagrei e te constituí profeta às nações“.


sábado, 19 de agosto de 2017

Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 2 Coríntios 13:8



A Bíblia nos mostra que satanás é o “pai da mentira”, e o próprio Jesus eixa isso bem claro nas passagens de Sua experiência terrena. Então, lutar contra a mentira é lutar contra satanás e seus asseclas, contudo, precisamos entender que não temos o poder de vencer essa luta. O único capaz de lutar e vencer a guerra contra mentira, ou contra aquele que a usa como estratégia, é o próprio Jesus Cristo. Ele mesmo o declarou em João 16:33: “Eu venci o mundo”. No texto em epígrafe, o apóstolo Paulo nos ensina como podemos vencer essa luta. Primeiro, reconhecendo que essa batalha não é nossa e que nela não podemos usar nossas próprias estratégias ou armas. Estaremos nos enganando se pensarmos que combateremos a mentira e os mentirosos com nossas próprias forças. Paulo nos dá o caminho: só podemos vencer a mentira, com a Verdade. Verdade aqui deve ser registrada com maiúscula, pois trata-se do próprio Senhor Jesus em pessoa. Trata-se Daquele que disse “eu sou a verdade, o caminho e a vida...” (João 14:6). E porque Ele é o Caminho para nos garantir para sempre a Vida, é também a única e poderosa arma para vencer a mentira, o mundo e seu príncipe.

Desvia de mim o caminho da falsidade, e concede-me piedosamente a tua lei. Salmos 119:29


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Coríntios 13:5


Paulo nos recomenda a buscar o autoconhecimento, amparados pelo Espírito Santo, pois não existe um conhecimento que traga mais conforto e segurança a uma pessoa do que compreender que é o Espírito de Deus presente em nossa vida que a dirige e exerce Sua influência sobrenatural sobre nossas ações. É o Espírito Santo que nos leva a agir de forma coerente com nossas palavras. Mas se aquilo que dizemos está em dissonância com o que fazemos, se nossas ações não condizem com o que professamos com os lábios, certamente, algo está errado. Mas vemos que o apóstolo Paulo não condenou os cristãos de Coríntios que assim agiam. Todavia, pediu-lhes que fizessem um autoexame. Sabemos que quando o  Espírito Santo habita em um indivíduo, Sua presença não fica oculta. Ela é percebida pelos outros, mesmo sem alarde, por isso Jesus nos diz em Mateus 5:15 "Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa." A luz de Deus sempre brilhará apor meio de um filho de Deus. Entretanto, se aquele que confessa ser cristão e não resplandece essa luz, possivelmente ele fez uma falsa profissão de fé. Paulo desafiou a fidelidade de outras pessoas, sem julgar os vários erros na igreja de Corinto, mas ordenou claramente a estes irmãos que se julgassem, comparando suas ações com as ordens de Deus. Atendendo a recomendação do apóstolo, façamos também nosso autoexame, lembrando-nos do que nos diz o sábio em Provérbios 12:15

"O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos"


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Que, quando for outra vez, o meu Deus me humilhe para convosco, e chore por muitos daqueles que dantes pecaram, e não se arrependeram da imundícia, e fornicação, e desonestidade que cometeram. 2 Coríntios 12:21.



O apóstolo Paulo, incansável defensor do Evangelho e da conduta cristã coerente, faz uma reflexão sobre a forma como a Igreja tem se conduzido e pondera sobre a sua condição de líder se seus filhos na fé não vivem como deveriam, de acordo com a Palavra. Ele ficaria humilhado, e essa conduta contrária à sã doutrina faria com que o apóstolo chorasse, não podendo gloriar-se neles, por isso afirmou que, em vez de ir ter com eles em alegria (2 Coríntios 3.2), teria de apresentar-se em tristeza (2 Coríntios 2.1-3). Paulo se refere à imoralidade sexual com a qual os coríntios haviam se envolvido antes de converterem-se e, provavelmente, temia que alguns já estivessem outra vez envolvidos com esses pecados e não tivessem se arrependido. A ponderação do apóstolo cabe também em nossos dias, quando vemos, com tristeza, que a imundícia tem contaminado a Igreja atual. Muitos ainda são levados a pensar que não podem ser diferentes do mundo e que não há mal em se adequar ao que vive a sociedade. Mas nem sempre o que é normal ou legal é moral. E precisamos nos lembrar que são homens falhos e pecadores que fazem as leis, e tornam legal o que é contrário à Palavra de Deus. O fato é que, na aparência da normalidade muitos se perdem, por isso o cristão deve ter discernimento e pedir ao Senhor como fez Davi


Esconde-me do secreto conselho dos maus, e do tumulto dos que praticam a iniquidade. Salmos 64:2


quarta-feira, 16 de agosto de 2017

E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. 2 Coríntios 12:9



A Bíblia nunca omitiu que os servos do Senhor enfrentam perseguições, angústias, fraquezas, necessidades etc. Assim como Paulo enfrentou espinho na carne, de modo a aperfeiçoar seu caráter cristão, também estamos sujeitos a enfrentar lutas e adversidades permitidas por Deus. O apóstolo nos dá uma lição de coragem e de perseverança e mostra que devemos aproveitar essas situações, com fé e coragem para crescermos espiritualmente. Paulo compreendeu que a graça do Senhor lhe bastava e que o poder se aperfeiçoa na fraqueza. Entendeu que não há merecimento, mas a graça de Deus é o bastante. A tribulação nos ensina a depender da graça do Senhor e nos livra da prepotência e de nos ensoberbecer, quando sentimos que temos tudo sob controle por causa da nossa própria capacidade. Compreender que a graça de Deus supera nossas fraquezas nos aproxima do Senhor. Paulo usou seu próprio sofrimento para se fortalecer, tal como fez o salmista quando clamou ao Senhor

A minha alma consome-se de tristeza; fortalece-me segundo a tua palavra. Salmos 119:28


terça-feira, 15 de agosto de 2017

E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. 2 Coríntios 11:14



Paulo nos ensina a sermos cuidadosos com a nossa avaliação sobre aquilo que nos é apresentado como sendo bom ou da parte de Deus, pois muitas vezes a aparência nos engana e caímos em uma cilada. A estratégia do inimigo é a do engano e, obviamente, satanás não se apresenta como de fato é. O pecado é enganoso- nem sempre aparenta ser mau. Sutilmente, sob a aparência da normalidade ele se insere em nossas vidas e quando nos damos conta já fomos envolvidos. O que é aceito como certo por um grupo, ou uma sociedade nem sempre é o correto diante de Deus. A estratégia do diabo tem sido a de nos fazer adotar uma mentalidade de grupo que justifica certos pecados porque a maioria das pessoas os considera comportamento normal. O que a cultura ou a moral determina como certo pode ser contrário à Palavra de Deus. Vemos, historicamente, que o cristianismo, pela sua própria natureza, é uma contracultura. Precisamos racionalizar o nosso pecado por incluir-nos na multidão, pois o diabo vai tentar nos fazer pensar que não há pecado em fazer como os outros, mas quando nos guiamos pelas Escrituras podemos ter segurança em nossos passos, pois .

O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do Senhor refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam. 2 Samuel 22:31


segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. 2 Coríntios 11:3



Vemos que desde Gênesis satanás usa as mesmas estratégias para enganar as pessoas e as mentiras são o seu principal instrumento para levar a humanidade à ruína e destruição. Um dos métodos que o diabo usa para desviar as pessoas de Cristo é a corrupção da mente. Por essa razão é imperativo desmascararmos as suas artimanhas para não aceitarmos as suas mentiras. A primeira mentira é que o pecado traz realização. Muitos são os pensam que o pecado nos torna mais felizes, enquanto a realidade mostra que ele é a causa principal de toda a miséria e infelicidade, tanto nesta vida como na vida por vir. A segunda mentira é que podemos derrotar o pecado facilmente. Pensando assim, diminuímos nossa vigilância e nos expomos a esse inimigo perigoso. Precisamos saber que não podemos lidar com o pecado sem recorrer a cristo. Ninguém é capaz de vencer o pecado sem Cristo e o Espírito Santo. Outra mentira é que não precisamos tratar com o pecado imediatamente. Não podemos adiar a nossa atitude de deixar o pecado imediatamente, pois a demora nas coisas espirituais pode ser fatal e não há como pecar sem sofrer consequências, acreditando na mentira de que Deus não vai nos julgar, porque todo o mundo faz o mesmo. O pecado alheio não justifica o nosso, a normalidade do ato não o torna legal ou moral e se estamos fazendo o mesmo que os outros isso deveria ser um sinal de alerta e não de acomodação. Não podemos aceitar a mentira de que Deus vai sempre nos perdoar e com isso continuar pecando. Tampouco continuar pecando pela justificativa oposta de que se Deus jamais nos perdoará então não nos resta mais nada do que continuar no pecado. A verdade é que Cristo perdoará todo aquele que vem a Ele. E a chave para derrotar o diabo é nos apegarmos à Palavra de Deus, pois como afirma o sábio
Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele. Provérbios 30:5

domingo, 13 de agosto de 2017

Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas, sim, aquele a quem o Senhor louva. 2 Coríntios 10:18



Paulo tinha o desejo de estar onde Deus queria que ele estivesse a fim de fazer aquilo que o Senhor queria que ele fizesse. Por isso sua maior preocupação não sua própria pessoa e sim era levar a verdade para as pessoas em Corinto. E, assim, na carta que escreve aos coríntios, Paulo nos ensina acerca da atitude que deve motivar todos os que estão envolvidos na obra do Senhor, sabendo que estamos exatamente onde Deus nos quer e que estamos fazendo exatamente o que Ele quer! Entretanto, vemos com tristeza que sempre há pessoas que estão cobiçando cargos e posições de comando, que anseiam por posições de poder, em vez de se colocarem como servos simplesmente para servir ao Senhor conforme os seus dons. Infelizmente, há pessoas que não se conformam em apenas servir a Deus e demonstram que seu propósito maior é ocupar um lugar de destaque como se o importante não fosse ser pessoas que são louvadas por Deus e não por causa das posições que ocupa. Deus que sonda e conhece nossos corações sabe quem está preocupado em louvar a si mesmo e quem verdadeiramente pode ser louvado pelo Senhor. Mas Paulo nos leva a refletir que o importante é ser aprovado pelo Senhor e não ser visto e reconhecido pelos homens. Ainda que estejamos entre aqueles que buscam a sua própria glória, sejamos como nos ensina o apóstolo e declaremos como faz o profeta Habacuque 3:18

Todavia eu me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus da minha salvação.

sábado, 12 de agosto de 2017

E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. 2 Coríntios 9:6


Semear é uma atitude de fé e significa acreditar no que se planta. É um princípio de economia que o apóstolo Paulo nos ensina e que nos leva a pensar sobre onde e como estamos semeando nossas economias. Mas também precisamos nos lembrar de que esse princípio de economia não se trata apenas de valores financeiros ou materiais. Nosso tempo e nossas prioridades são também sementes que devem ser semeadas em terreno fértil para que produzam na proporção de nosso investimento. Aquele que investe seu tempo, seus dons e suas finanças de forma certa, no lugar ideal e com abundância, certamente, colherá na dimensão de seu empenho. Aquele que pouco investe tanto o seu dinheiro, quanto seu tempo, seu amor e dedicação a algo, obviamente, pouco receberá como retorno. Paulo nos ensina a plantar para colher, na devida proporção do que semeamos, em todas as áreas da nossa vida e Jó nos lembra de que a colheita é consequência direta e inevitável do que plantamos.

Segundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade, e semeiam mal, segam o mesmo. Jó 4:8


Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...