quarta-feira, 6 de março de 2013





Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade..." (Malaquias 2:14).


 Aliança é símbolo de um compromisso e não um adorno para os dedos, de tal forma que não pode ser trocada, ou retirada ao sabor das circunstâncias. Mas compromisso é uma palavra que parece fadada a ser excluída do vocabulário de nossa sociedade corrompida. Contudo não pode, em hipótese alguma, ser esquecida no campo semântico dos cristãos.  Aliança é voto de honra, pois tem Deus como testemunha e pressupõe compromisso, ainda que os tempos sejam maus. O cristão que não sabe honrar seus compromissos desonra o nome de Deus. Independentemente da pompa e da circunstância que envolve a celebração de uma união, o que deve estar em evidência é o compromisso assumido diante do outro e, sobretudo, diante de Deus. Quem não tem compromisso não pode ter crédito, não pode ser visto com honra porque muda ao sabor dos ventos e não tem estabilidade. Infelizmente, hoje em dia, mesmo dentro das igrejas, isso parece ser mais comum do que imaginamos. Se não honramos nossos compromissos com as pessoas, agimos de igual modo com Jesus. Aliança significa morte à vida independente e quando estabelecemos uma aliança deixamos de lado a nossa vontade para nos integrar à vontade da pessoa a quem nos aliamos. O “Eu” deixa de existir para dar lugar ao “Nós”.

terça-feira, 5 de março de 2013




Cada um temerá a sua mãe e a seu pai. (Levítico 19:3a)

A Bíblia não menospreza a posição da mãe, apesar de dar ao pai a posição de cabeça. Tanto é que  é que dá muita ênfase à influência das mães colocando-a na condição de honra. Maria, mãe do Salvador é o maior exemplo disso, além de outras mulheres que, sendo mães foram destacadas em suas funções. Moisés deixou registrado nos livros de Levítico e de Êxodo a obrigação de honrar as mães. Foi à mulher a quem Deus atribuiu a sublime responsabilidade de procriar. A maternidade foi planejada por Deus também como forma de colaborar no Seu plano para a salvação dos seus filhos, que também são um dom da parte de Deus. Ser mãe é uma dádiva e uma grande responsabilidade, por isso a mulher mãe não pode abrir mão jamais de ser a orientadora de seus filhos. Em Efésios 6, Paulo ensina que o pai deve ser o supervisor da disciplina e da instrução dos filhos. Mas, destaca que é a mãe, na função de auxiliadora, quem aplica os princípios sobre os quais os dois se acham de acordo, participando assim ambos da tarefa da criação dos filhos. Por isso deve exercer sua função com amor e persistência. Na sociedade atual a mulher tem ficado cada vez menos em casa e tem dividido cada vez mais a função de prover a casa ao lado ou em lugar do pai. Mas isso não é razão para que abdique de sua função original determinada por Deus. Os filhos criados sob a orientação persistente e amorosa de uma mãe que busca inspiração e sabedoria em Deus, virão a ser o sal da terra, terão testemunhos e ideais cristãos e não se desviarão dos caminhos do Senhor. O amor de mãe é o sentimento mais próximo do amor de Deus, conforme o homem conhece. Através da paciência, do amor e de treinamento, a mãe cristã tem a grande responsabilidade e dever de apresentar seus filhos a Deus e colocá-los à disposição dos interesses do Reino de Deus. 

segunda-feira, 4 de março de 2013



“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra” (Ef. 6:1-3).

A autoridade dos pais sobre os filhos foi constituída por Deus e deve ser reconhecida por sua legitimidade e exercida em sua plenitude para que seja motivadora de bênçãos na vida de quem obedece. Observe que o apóstolo Paulo afirma que aqueles que obedecem aos pais têm a promessa de vida longa e frutífera na terra. Mas também precisamos ponderar sobre a responsabilidade dos pais diante da tarefa que Deus lhes atribuiu, pois aqueles a quem Deus coloca na posição de serem os pais, respondem diretamente a Ele. Mesmo que este mandamento expresso no texto em epígrafe seja endereçado aos filhos, os pais, por conta da autoridade constituída, respondem a Deus pelo seu cumprimento pelos filhos enquanto os filhos estão sob sua responsabilidade. Aqueles que têm autoridade não podem se eximir de exercê-la sob nenhum pretexto. Por essa razão os pais têm o direito de forçar obediência dos seus filhos, por isso o filho é mandado a obedecer a seus pais em tudo, diferentemente do que ocorre em outras instituições, quando o sujeito  devem submeter-se as suas autoridades. Eis aqui a diferença entre submeter e obedecer: a submissão envolve a atitude de aceitação voluntária de autoridade, mas a obediência é para ser exercitada para com a autoridade se querendo ou não. Por outro lado, para exercerem a mandamento da obediência aos pais, os filhos precisam conhecer o exemplo de autoridade sobre eles. Se os pais não se fazem obedecer, certamente os filhos acharão em outro lugar ou em outra pessoa o modelo de liderança a qual seguirão. Muitas vezes esse modelo está na influência perigosa e nefasta exercida por pessoas inescrupulosas. Como  símbolos representativos da autoridade de Deus, os pais, pela maneira como exercem sua autoridade perante os filhos determinam em muito a maneira que os filhos pensam sobre Deus. 

domingo, 3 de março de 2013





E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te” (Dt. 6:6,7).


Não é surpresa constatarmos que a família moderna tem se distanciado do modelo projetado pelo Criador. E isso pode ser verificado principalmente na mudança de concepção em relação ao papel do pai. Vemos que o modelo de paternidade adotado em nossa cultura está totalmente distanciado do padrão bíblico. Isso decorre do relacionamento entre marido e esposa que também se  acha distinto e incoerente com o esperado por Deus para a construção de uma família nos moldes bíblicos. Os conflitos e confusões são consequências da ausência da figura paterna, ou da falta de demarcação do papel do pai e esposo em linhas claras. O princípio de liderança delineado por Deus mostra que ser pai é atuar como “cabeça” da família. E isso implica exercer  autoridade, com legitimidade e não pela força ou violência. Mas para essa autoridade tenha eficácia  é necessário antes de tudo que o pai exerça a submissão.  E isso só ocorre quando reconhece que ele próprio se acha sob a autoridade de Cristo.  “Cristo é o cabeça do homem”. Para que um pai possa exercer plenamente a liderança sobre sua família, é fundamental que se coloque sob o senhorio de Jesus. Ao centralizar sua atenção nos filhos e nos problemas da família, esquecendo-se de sua responsabilidade para com Deus, mesmo que se dedique muito à família, se não se colocar sob a autoridade do Senhor, estará edificando sobre a areia. Mas, ao contrário, se o pai se colocar sob a autoridade de Cristo e mostrar pelo exemplo que essa hierarquia deve ser seguida, sua família será edificada na Rocha e não se abalará quando vierem as tempestades. 

sábado, 2 de março de 2013




“O justo anda na sua integridade; felizes lhe são os filhos depois dele”. Provérbios 20:7


As sábias palavras de Salomão nos fazem refletir sobre a importância do exemplo dos pais na criação e educação dos filhos, pois a criança tem a capacidade inata de estar sempre aprendendo. E ela aprende principalmente com o exemplo e com o testemunho daqueles com quem convive. A cada momento ela recebe impressões que afetam as suas atitudes, seu comportamento, sua fé, sua personalidade e seus hábitos. Mas se tiver seu caráter fundamentado nos princípios de Deus ela será firme em suas atitudes e não se desviará quando estiver em contato com outros valores. Muito do que a criança aprende vem da observação das ações dos adultos, principalmente dos pais. Contudo observamos que, pelo fato de nascer com a natureza pecaminosa, a criança tende a copiar  e a imita o mal com mais facilidade do que o bem. Por essa razão os pais devem dar o melhor exemplo diante dos filhos, para que eles copiem os melhores exemplos. Se o exemplo dos pais não estiver de acordo com a conduta cristã, naturalmente serão seguidos e por isso serão responsáveis diretos pelo afastamento dos filhos dos caminhos de Deus. Quando Isaías 54:13 afirma: “E todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e a paz de teus filhos será abundante”, devemos tomar essas palavras proféticas como um mandamento para alicerçarmos a criação de nossos filhos.  Aos pais cabe a responsabilidade de prover os filhos de boa alimentação, vestimenta, educação, lazer sem se esquecerem também do desenvolvimento mental e emocional. Mas é essencial que cuidem sobretudo do desenvolvimento espiritual que deve ser priorizado desde o nascimento, para que, crescendo a criança não deixe a direção de Deus. Isso significa que, ao contrário do que muitos afirmam, não se deve esperar que a criança cresça para que tenha consciência de seu querer para manifestar o desejo de ir à Casa de Deus. O correto é os pais levarem os filhos Igreja desde bebê para ser apresentado ao Senhor e a Ele consagrado, pois conforme diz a o sábio em Provérbios 22:6 “Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”. 

sexta-feira, 1 de março de 2013


“Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados” (Hebreus 12:11)


Disciplinar os filhos é uma tarefa dos pais que deve ser exercida com amor e na orientação da Palavra, pois disciplinar significa literalmente tornar discípulos. Por essa razão o autor de Hebreus nos diz que toda autoridade para disciplinar procede de Deus, pois Ele próprio disciplina a seus filhos. “E já vos esquecestes da exortação que vos admoesta como a filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, nem te desanimes quando por ele és repreendido” (Hebreus 12:5).  Portanto, os pais cristãos devem usar  os métodos de disciplina iguais aos que o Pai  usa, considerando os seus dois aspectos mais importantes: a disciplina é instrução e tem o objetivo de moldar, fortalecer e aperfeiçoar o caráter de quem é disciplinado. Tem também como objetivo a correção. O seu propósito está registrado na Bíblia  “O Senhor corrige ao que ama, e açoita a todo o que recebe por filho. É para disciplina que sofreis; Deus vos trata como a filhos; pois qual é o filho a quem o pai não corrija?” (Hebreus 12:6,7). Deus corrige por amor e com amor. Refletindo neste texto de Hebreus vemos que disciplinar os filhos não é puni-los impiedosamente, mas corrigi-los, e isso implica amor. A disciplina tem o propósitos de desenvolver o senso de respeito à autoridade, de estabelecer a prática da obediência e de formar bons e corrigir maus hábitos. Se não for disciplina hoje, a criança que será o adulto de amanhã não saberá como respeitar leis, regras e autoridades. 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor. Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não fiquem desanimados” (Colossenses 3:20-21).

A grande responsabilidade dos pais, segundo a Bíblia é definida claramente por dois textos do apóstolo Paulo. O primeiro, em epígrafe, endereçado aos Colossenses e o segundo que reitera esse, endereçado aos Efésios “Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”(Efésios 6:1-4). Os pais são o modelo para os filhos e sobre eles exercem forte influência. Aos pais cabem ensinar e disciplinar os filhos com sabedoria, por isso seu exemplo e sua forma de exercer a autoridade vai determinar a forma como os filhos conduzirão suas vidas e se comportarão diante de Deus. Os pais devem demonstrar com suas próprias vidas os frutos que eles querem que os filhos produzam. Por isso devem ter em mente que a instrução depende muito mais de exemplo do que de preceito, conforme afirma Paulo aos Romanos 2:21 “Tu, pois, que ensinas a outrem,não te ensinas a ti mesmo?” 

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013




“Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre o seu galardão... Feliz o homem que enche deles a sua aljava” (Sl. 127:3,5).


O salmista deixa evidente que os filhos são bênçãos de Deus, são presentes que o Senhor deu àqueles que também têm a responsabilidade de cuidar. São os pais os responsáveis pelo lar, pela educação dos filhos. Este é o padrão da sociedade humana. E porque vivemos uma época em que a família vem sendo bombardeada por forças destruidoras e que as influências sociais e midiáticas dificultam, em muitos sentidos, a tarefa dos pais na criação dos filhos, precisamos redobrar nossos cuidados no sentido de manter viva a nossa disposição em seguir os princípios de Deus para a criação dos filhos que serão os lideres nos seus lares e influenciarão a sociedade.  Os pais não podem abrir mão de sua responsabilidade, mas devem saber que contam com o auxílio do Senhor para desempenharem bem sua função.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013



“Levantam-se seus filhos, e lhe chamam bemaventurada,como também seu marido, que a louva” (Pv. 31:28).

O sábio rei deixa claro que a esposa que cumpre de acordo com a Palavra de Deus os seus deveres no relacionamento com seu esposo, será honrada. Ela será reconhecida diante dele e do Senhor como virtuosa, ao contrário daquela que cumpre as determinações do mundo “A mulher virtuosa é a coroa do seu marido; porém a que procede vergonhosamente é como apodrecimento nos seus ossos” (Pv.12:4). A esposa deve agir como discípula cumprindo seu papel de auxiliadora ao zelar por uma comunhão sadia com o Senhor Jesus.  Quando a personalidade da mulher é controlada pelo Espírito a sua vida é uma fonte de bênção e o seu relacionamento com seu marido é regido pelos princípios de Deus sem se deixar contaminar pelos apelos do mundo. Cuidará de sua casa e de seu corpo como quem cuida do Templo, sem ser dominada pela vaidade mundana, mas pela sabedoria que a tornará testemunho vivo e inequívoco da presença de Deus em sua vida e em seu lar. A esposa deve ser exemplo dentro do lar, com comportamento e atitudes que possam ganhar seu marido esposo para Jesus, se ele não for convertido. Para isso ela deve criar um clima e um ambiente onde sua família se sinta bem, pois terá sempre o objetivo de melhorar o lar onde espelha a beleza interior que possui, produto do seu caminhar com Deus; onde é companheira fiel; onde planeja  com sabedoria os gastos da família. A mulher virtuosa, coroa de seu marido cumpre suas tarefas diárias com alegria, sabendo que a estabilidade de seu lar depende de sua atitude. Nele os filhos sentem o seu carinho, o marido desfruta de paz, e todos a admiram pela maneira como honra a si mesma como mulher, conforme descreve Provérbios18:22).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013



“Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea” (Gênesis2:18).


Vemos neste trecho que a mulher fui criado porque Deus, visando por fim a solidão do homem, da “costela que tomara do homem, fez a mulher”, conforme relata Gênesis 2:22. Assim, ela não pode ser vista como um substituto do homem, ou como tendo as mesmas  funções e prerrogativas dele. A mulher tem desafios diferentes do homem, muitas vezes bem mais complexos, porém auxiliares.  Ela é mais do que mãe, amante e companheira. Ela  foi criada para ser a  companheira do homem e sua auxiliadora, para que ele não esteja sozinho na sua tarefa de viver humanamente. Sim, humanamente, com tudo que isso implica, pois Deus não nos criou anjos, mas seres humanos, alma vivente, dotadas de corpo e de espírito e a Sua imagem e semelhança.  A mulher, embora deva ser submissa, não deve ser subjugada, mas andar junto, ao lado do esposo. “Auxiliadora” é aquela que pode suprir as necessidades do cônjuge adequadamente, tanto no sentido afetivo, quanto no sentido social.  Assim sendo, não pode ser mulher de vários homens, mas de um apenas a quem se entregará com amor e inteireza de coração. Só assim poderá contribuir no sentido de conservar o seu prestígio na sociedade e de ajudá-lo a construir o lar nos moldes de Deus. Como dona-de-casa, mãe, discípula, amada, ela ajudará a construir, a manter e a divulgar a imagem do seu marido como um homem de bem diante da igreja e da sociedade. A mulher sábia e verdadeira companheira fará com que seu esposo seja visto como um homem respeitável e de valor também fora de sua casa, pois ele será fora do lar assim como é com sua família. Não existem dois homens, mas um único, com o mesmo caráter. A esposa será para o marido a sua auxiliadora no sentido profissional,  pois sua influência  nesta área é de especial importância. Ela deve acompanhá-lo incentivando-o, contribuindo nas decisões e levando-o a suportar as dificuldade e a superar as crises que porventura possam enfrentar na vida profissional. Será também a sua auxiliadora no sentido espiritual  ajudando-o em oração se for cheia do Espírito Santo que a capacitará a submeter-se em amor, pois a Bíblia ensina que a atitude da mulher para com o marido deve ser de consideração, respeito e submissão, contribuindo com suas ideias, discernimentos e intuições.

domingo, 24 de fevereiro de 2013


“Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo” (I Timóteo 5:8).


A Bíblia contém o mais completo manual de conduta para o cônjuge que deseja verdadeiramente romper sua vida matrimonial de uma forma saudável e duradoura. E o cristão não pode deixar de observar essas regras de condutas não só para que sua família seja uma bênção, mas também para que seja um testemunho vivo e eficaz entre os incrédulos. Assim, o marido não poderá abdicar de sua condição de provedor, como foi desde o início, quando Deus deu ao homem a responsabilidade de ser o ganhador do sustento da família, conforme lemos em Gênesis 3:19: “Do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que tornes à terra, porque dela foste tomado; porquanto és pó, e ao pó tornarás”. É propósito de Deus que o marido trabalhe para prover as necessidades da sua família e que tenha na esposa a sua ajudadora, aquela que o apoiará nas suas decisões. Mas ao passar essa responsabilidade à esposa, o marido está abrindo mão de exercer um papel que lhe foi determinado por Deus. Quando imbuído de sua missão de prover a casa sem antes deixar de buscar “em primeiro lugar o Reino de Deus”, o homem será honrado em seu lar e com toda a certeza todas as outras coisas lhes serão acrescentadas. Essa é a promessa de Jesus expressa em Mateus 6:33. O marido deve ser o administrador do lar. Deve ser alguém que “governe bem a sua própria casa”; que crie os filhos” sob disciplina, com todo o respeito”, por meio de uma vida consagrada. Além dessas, há uma função importante, mas que tem sido negligenciada por muitos chefes de família nos dias atuais, a de sacerdote.  A Bíblia ensina que essa não é uma tarefa que foi delegada às mulheres, mas aos homens. É ele quem deve cuidar da vida espiritual da esposa e dos filhos e não o contrário como vemos comumente nas famílias modernas. O que o pai cristão deve se conscientizar de que precisar exercer a fundamental tarefa de manifestar Deus a seus filhos por meio de sua confiança, fé e ações que testemunhem sua vida no caminho com Deus. Antes de se preocupar  em suprir os filhos de recursos financeiros, ele deve estar ocupado em prover-lhes um exemplo de santidade e de submissão integral à vontade de Deus. Se Cristo é o cabeça da Igreja, o marido é o cabeça da família e deve refletir a imagem do Deus a quem serve. Por isso deve ser um homem controlado pelo Espírito e deve dedicar um tempo para o estudo diário da Bíblia, dirigindo a devocional com os filhos, orando sempre por sua esposa. Assim ele criará para sua família um cinto natural de proteção e caminhará com ela firme no propósito defendido por Josué 24:15 de juntos  servirem ao Senhor.

sábado, 23 de fevereiro de 2013




“Vós, maridos, amai a vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5:25).

A forma de amar as esposas que o apóstolo recomenda aos maridos não pode ser diferente da que ele apresenta em I Coríntios 13:4-8, pois essas características descrevem as atitudes que o marido deve ter em ralação à sua esposa. Em primeiro lugar ele deve ser paciente. Quando age com impaciência não está amando a sua esposa como Cristo ensinou. E isso se aplica principalmente no que diz respeito ao ouvir o que ela tem a dizer. Deve ser generoso e isso se revela na forma age com o dinheiro. Deve ser humilde, pois um espírito de orgulho é o maior destruidor do lar. Aquele que ter sempre razão e que não é capaz de compreender as razões de seu cônjuge não consegue manter a harmonia no lar, tampouco ser feliz, onde ou com quem quer que esteja. Deve ser atencioso, não só em gestos sociais como abrir a porta do carro, mas em perceber em sua esposa os sinais de cansaço, de dor, o desejo de ser ouvida... Não pode ser egoísta. O egoísmo acaba por completo com um relacionamento, pois o egoísta é incapaz de olhar para além de si mesmo. É incapaz de ouvir a voz do outro ou de reconhecer as próprias falhas. O egoísta espera que satisfaçam os seus desejos e não se dispõe a fazer o mesmo pelo outro. O egoísta sempre irá atribuir a culpa pela sua infelicidade no outro, mas dificilmente reconhece a sua parte no problema. Deve ser afável e tratar a esposa com carinho, sem provocar a desarmonia por conta de um mau gênio e irritabilidade. Aquele que reage com grosseria e hostilidade provoca um desequilíbrio em seu lar. Deve ter confiança e inspirar confiança, pois o ciúme é um grande desagregador  de lares. Deve ser sincero, pois a mentira, seja ela bem intencionada ou não é prejudicial a qualquer tipo de relacionamento. Não se pode basear um relacionamento em mentiras quer seja em palavras ou em atos.
O mandamento é amar a esposa como Cristo amou a Igreja e isso pressupõe determinação e sacrifício. Cuidado constante é essencial, pois o amor precisa ser sempre reavivado. Assim, é necessário andar no Espírito, esquecer as mágoas, ofensas e injúrias, ou os pontos fracos do cônjuge  e pedir sabedoria para que a chama do amor seja sempre acesa.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


 “Maridos,vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento: e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações.” (I Pd. 03:07)




A  Bíblia ensina na primeira Carta de Pedro que para ter um lar abençoado, o homem precisa tratar sua esposa com dignidade, atentando para suas carência emocionais. Sabendo que é o líder, deve exercer essa liderança com amor e com sabedoria de modo a edificar sua esposa e sua casa. E para isso deve evitar tanto a discussão que altera os ânimos, quanto evitar o silêncio que congela as relações. Tanto a discussão excessiva, quanto o silêncio hostil são brechas para que o diabo entre na vida do casal. Outra atitude que precisa ser evitada a todo custo é manter um comportamento de solteiro, sendo casado. Esse comportamento no casamento leva o cônjuge a dormir na sala, a bater a porta, a sair de casa sem dizer aonde vai, ou mesmo a fazer ameaças de abandonar o lar. Pessoas maduras entram em uma relação agindo como adultos e não se comportam como crianças que correm para a mãe para buscar abrigo, ou fogem do problema escondendo-se no silêncio que impede o diálogo e acentua os ressentimentos. Falar na hora certa e calar para evitar atritos são atitudes maduras e sábias que mantém a relação nos momentos de crise. 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013


 “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo”. Efésios 5:23


Esta hierarquia muitas vezes mal compreendida pela sociedade foi instituída por Deus e estabelece uma submissão que não deve entendida em um caráter pessoal. Ela não significa da mulher em relação ao homem. Esta submissão também diz respeito à salvação, nem  é uma questão de capacidade. A submissão da mulher ao homem é uma questão de posição, ou de ordem. Numa linha estabelecida pelo Criador, a mulher está abaixo do homem não por inferioridade ou por uma questão de competência, assim como numa empresa o presidente está acima dos demais e é superior a qualquer outro homem em posição e autoridade, o que não significa necessariamente que ele seja superior a todos os outros em caráter e capacidade. Assim, a mulher é submissa ao homem em relação à autoridade e sua obrigação correspondente, mas nunca por incapacidade. Não se trata de uma questão de direitos iguais, mas de tarefas idênticas. O homem tem uma parcela maior de responsabilidade diante de Deus e por isso, como o cabeça do lar, o lugar de autoridade é dado a ele. E por mais que a sociedade afirme o contrário, esta autoridade foi divinamente ordenada e deve ser respeitada para que o lar seja abençoado.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. Gênesis 2:24-25


A Bíblia acentua a importância do casamento e por isso é fundamental que a escolha do cônjuge seja baseada nos princípios de Deus, caso contrário essa relação estará fadada ao fracasso desde o início. A influência da pessoa escolhida pode colaborar positivamente para a obediência e o serviço a Deus, ou influenciar negativamente para a desobediência e rejeição do caminho que conduz ao centro da vontade divina. Por essa razão antes de assumir um compromisso, o cristão de vê fazer o que ensina o apóstolo Tiago: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á concedida” (Tiago 1:5).  Deus pode ajudar na escolha por meio da Sua palavra, pois sendo o casamento uma decisão de extrema importância na vida de uma passo, não há como deixar de buscar e de ouvir a voz de Deus. Antes de tomar essa decisão é necessário buscar a orientação de Deus em oração. Conversar com o Pai, a fim de conhecer a Sua vontade e ter a firme disposição para aceitá-la incondicionalmente. Depois de tomada a decisão, é fundamental se manter firmes no compromisso, ter desprendimento e estar disposto a viver deixando de lado o egoísmo. Não há como ter um casamento feliz se não houver responsabilidade de ambas as partes e se não houver aceitação e amor mútuo. Sem isso, o lar não se sustenta. Mas a Bíblia determina que o cristão só deve se casar com outro cristão. Os  membros da família de Deus, nascidos de novo pela fé em Jesus Cristo não devem se misturar aos incrédulos e com eles se tornarem uma só carne. Por isso o apóstolo Paulo nos adverte em II Coríntios 6;14: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos”. Na Bíblia vemos o registro de vários relacionamentos que se transformaram em casamentos sólidos e dentro da vontade de Deus, porque seguiram esse princípio. Podemos citar o exemplo de Rute, assim como o de Isaque e Rebeca. Mas a Bíblia nos fala também sobre casamentos que foram desastrosos como o de Sansão que não aceitou o conselho dos pais e se envolveu com mulheres que não professavam sua fé. É também conhecido o caso de Salomão que se afastou de Deus por causa das esposas ímpias que teve. Por isso a vontade de Deus e não a paixão deve prevalecer no momento da escolha.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013


“Não tendes lido que o Criador desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe se unirá à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. Mateus 19:4-6


Jesus assegura-nos no livro de Mateus que Deus estabeleceu o casamento com os  propósitos de promover o companheirismo, disciplinar o instinto sexual, favorecer a procriação da espécie humana, e formar um lar no qual os filhos pudessem ser criados e educados para servi-Lo, para servir à família e à pátria. ­­­ O homem, ao casar, deixa o convívio de seus pais, e une-se àquela que escolheu para lhe acompanhar pela vida como esposa e companheira. Assim, podemos nos certificar de que o casamento é uma instituição Divina e não humana. O que foi afirmado nas palavras de Gênesis 2:24 é  reafirmado por Jesus Cristo em Mateus 19:4-6. Isso nos faz refletir que o casamento é uma aliança entre um homem e uma mulher e não um mero contrato social de parceria como quer a sociedade atual. Por essa razão e para que não se transforme em uma transação mercantil ou social, é necessário que antes de se casar aqueles que estão para formar uma família estejam dispostos a uma preparação para que não caiam na cilada da precipitação. Se ao se juntarem homem e mulher se tornam uma só carne, é preciso entender que Deus quer um “templo” puro no qual possa habitar. Nossos corpos são templos os quais Deus escolheu para a Sua santa habitação (I Co 6: 15-20). Por essa razão a autodisciplina é parte integrante do amadurecimento do homem e é indispensável a um casamento feliz. O tempo de preparação para o casamento é uma oportunidade de conhecimento e de fortalecimento das relações. Deus não quer que nenhuma família comece por acidente, ou por precipitação, mas por decisão consciente de ambas as partes.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia;  e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína. (Mateus 7:26-27)



A areia é o símbolo da incerteza, da inconstância e da instabilidade, por essa razão Jesus usou essa figura para representar aqueles que não controem suas vida em terreno firme. E por analogia aqueles que edificam seus relacionamentos baseados em situações frágeis ou no impulso. A areia também simboliza a falta de Deus e do perdão, a ausência da comunhão, da oração, da comunicação, do diálogo. A areia significa a intolerância, o ciúme, a infidelidade e o egoísmo. Relacionamentos imaturos tendem a se desfazer com os primeiros sinais de crise, assim como a casa construída  na areia é levada pela chuva, ou pelos rios que transbordam. Quem vive em lugares de risco, ou assiste pela TV a situação das famílias que construíram suas casas em terrenos sem estabilidade e perdem tudo quando as chuvas vêm. Precisamos aprender a suportar a chuva e os ventos no relacionamento familiar. Se a casa estiver verdadeiramente construída sobre a Rocha, a chuva forte não destruirá o casamento e a amizade entre os membros da família. Sabemos que não há nenhum casamento isento de uma chuva forte, mas quem se estabelece em um lugar firme  não sofrerá prejuízos, mesmo que a chuva venha. Quando os problemas vierem, se o casal estiver na Rocha, terá plena segurança. A casa não pode ser construída nas encostas ou na rota dos rios. Ela deve ser construída nos lugares altos. A Bíblia diz que aquele homem construiu na Rocha e não em uma rocha qualquer. Essa Rocha é Cristo. 

domingo, 17 de fevereiro de 2013


“e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mateus 7:24-25)

Essa figura serve para identificar o tipo de família nos moldes de Cristo. A rocha é símbolo de resistência, de durabilidade, de persistência, de firmeza e de estabilidade. A Rocha também significa Cristo. Uma família firmada na Rocha  tem Cristo no centro e  não se abala com as crises. O projeto de Deus para as nossas famílias é que elas tenham as qualidades da rocha/Rocha, é que elas tenham a resistência, a firmeza, a estabilidade, e a durabilidade para vencerem os desafios e superarem as crises.  Quando uma pessoa se torna cristã, ela promete sua lealdade a Cristo como seu Senhor. Mesmo que venham tentações ou problemas na igreja, ela promete ser fiel até a morte. Semelhantemente, quando alguém troca alianças com seu par, promete seu amor e fidelidade enquanto os dois viverem. Mesmo que problemas surjam, doenças, dificuldades financeiras, pressão dos membros da família, ou mal-entendidos, a promessa firmada deve ser mantida. Quem não consegue manter um compromisso, com Deus, ou com o cônjuge, é instável e está sempre inseguro, não consegue se firmar, ou concluir o que inicia. Não se realiza e está sempre em busca de algo que jamais consegue atingir. Isso é explicado na Bíblia, pois a vontade de Deus em relação à permanência do casamento é claramente revelada. No casamento, um homem deixa seu pai e sua mãe e se une à sua esposa (Gênesis 2:24). São ligados (Romanos 7:2-3). São ajuntados por Deus e não devem ser separados (Mateus 19:6). Eles se tornam uma só carne (Mateus 19:6). Não foi por acaso que Jesus realizou seu primeiro milagre em um casamento. O que nos autoriza a reconhecer que Deus aprova essa instituição. Mas é necessário observar também neste texto que Jesus e Seus discípulos foram convidados para o casamento. Para que uma família se forme, na base de um casamento, é necessário que Jesus seja convidado. Quando Ele não se faz presente, o ritual pode até ocorrer, mas jamais o milagre. Contudo, há anos essa instituição vem sofrendo as tentativas diabólicas para ser aniquilada. Seja pelo adultério, seja pela pressão por nova configuração, seja pela banalização das relações. Sabemos que é muito difícil corrigir anos ou mesmo gerações de erros, mas é inegável a constatação de que o único modo pelo qual podemos esperar ter boas famílias construídas nos princípios divinos é voltar ao plano que Deus tem revelado.
Em nossa sociedade atual, vemos famílias atormentadas pelo conflito e arrasadas pela negligência e pela insatisfação constante. O divórcio tornou-se uma palavra comum, muitos homens jamais aprenderam a ser esposos e pais conforme a palavra de Deus recomenda. Muitas mulheres estão fugindo de seus papéis dados por Deus. Muitos pais que não dão exemplo a seus filhos, expondo-os ao mundanismo. Outros simplesmente abandonam seu dever, deixando filhos sem qualquer preparação ou provisão, negligenciando a sua formação moral e cristã. Precisamos entender que nenhuma família que se baseia nos princípios apregoados pelo mundo pode ser abençoada, Temos que estudar a Bíblia, aprender estes princípios, aplicá-los em nossas vidas, e ensiná-los aos nossos filhos e aos outros, sabendo que esse é o milagre que opera benefícios eternos! Você está construindo seu lar sobre a fundação da palavra de Deus? Para nossa família possa ter as qualidades da rocha, precisamos firmá-la em Cristo. Precisamos colocar Jesus no centro das nossas decisões. Precisamos colocar Cristo na solução de nossos conflitos e crises. Casamentos acabam e famílias não resistem porque não estão firmados sobre a rocha, que é Cristo. A  palavra de Deus em Deuteronômio 32:3-4 diz: “…dai grandeza da nosso Deus.  Ele é a Rocha cuja obra é perfeita….”. Ao ser exposta ao vento, tempestades, a enchentes, ou toda a sorte de intempéries, a casa sobre a rocha continua firme. Assim é a família no projeto de Deus.  Essa família poderá terá momentos de crise, de angústia, e até de dor, mas ficará firme e inabalável, porque o Senhor Deus que está no comando desta família é inabalável e firme.
Onde está firmada a sua família? Lembre-se do que diz o salmo 127:1: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam”.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;  e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mateus 7:24-25)


O livro de Gênesis relata o estabelecimento da primeira família e ao longo da Bíblia vemos o quanto Deus se agrada da ideia dessa instituição criada por Ele porque ela é tomada como modelo para a conclusão de Sua Obra. É na instituição família que Deus concretiza Seu plano de Salvação da humanidade. Foi por meio de uma família, constituída de um pai exemplar, José, obediente ao Senhor para receber sua mulher que daria a luz a Jesus, exerceu, mesmo em uma situação atípica para os costumes da época, o verdadeiro amor, ensinado em Efésios 5: 25 a 28. De uma mãe exemplar, Maria, escolhida entre as mulheres por sua obediência “Faça-me comigo conforme a tua Palavra" (Lucas 1:38).  Um filho exemplar, Jesus.  Ele foi obediente a seus pais a quem se sujeitou aprendendo a crescer  integralmente, no plano espiritual , mental , físico e social.  A instituição família, criada por Deus em Gênesis 2:18-25,  para proporcionar a seus membros um abrigo, um lugar estável onde se preparam para entrar na sociedade e para conhecer a Deus. Depois da família,  outras duas instituições foram criadas por Deus: o Governo e a Igreja. Mas é na família que aprendemos a reconhecer as outras duas instituições.  Portanto, vemos que Deus deixa claro que a família  é o fator mais importante na formação do homem. É na família segundo os padrões de Deus que o homem pode atingir todo o seu potencial original. Por essa razão, mesmo vivendo em modelos díspares de família, temos que buscar o modelo da família cristã, pois quando aceitamos a ideia de uma sociedade que desvaloriza a família, perdemos o nosso porto seguro, pois uma família fortalecida dá forças ao homem para enfrentar o mundo lá fora. A família foi a primeira instituição de Deus, porque é essencial para o homem, que, sozinho,  é incompleto. Por isso, nenhuma outra instituição deve ter  maior importância para homem do que a família.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013


Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. (Josué 24:15)


Esse trecho do livro de Josué mostra o posicionamento de um homem que exerceu de forma sensata a sua liberdade de escolha e com isso chamou para si e para os seus as bênçãos advindas dessa sábia decisão. Mas quando prestamos atenção nas famílias bíblicas, observamos que muitas delas enfrentaram crises gravíssimas. E isso pode ser verificado desde a família de Adão. Podemos dizer que a crise teve início com o posicionamento de Adão, quando não cumpriu seu papel de Sacerdote e deixou que Eva tivesse à frente na tomada de decisões. Se Adão tivesse exercido de forma apropriada a sua liderança no  contexto da tentação, se ele tivesse sido firme e dito não à Eva,  a quebra da comunhão com Deus não teria acontecido. Mas o exemplo também é fundamental em uma estrutura familiar. A crise surgiu entre os filhos de Adão. Talvez por falta da posição de um pai que ensinasse com amor e temor de Deus, Caim começou a encher o seu coração com ciúme e inveja, sentimentos profundamente destrutivos. Sentimentos também percebidos na família de Abraão e na família de Jacó. Por não saberem administrar esses sentimentos negativos os filhos de Jacó tiveram sérios problemas de relacionamento. José era objeto de ciúme e inveja, assim como Hagar foi alvo do ciúme de Sara, sua senhora. A crise na família de Abraão também pode ser atribuída a uma falha de seu posicionamento como líder. Certo da promessa de ter um filho com Sara, Abraão não poderia ter dado ouvidos ao seu pedido de ter um filho da escrava.  Foi essa precipitação que mais tarde gerou insegurança e ciúme no coração de Sara contra Hagar, levando a mais uma atitude de desvio de comportamento na relação marido/esposa. Sara ordena a Abraão que a mande embora com seu filho e isso desencadeou uma série de consequências ruins à geração de Abraão. Essas famílias venceram seus conflitos porque desenvolveram o temor de Deus. Enfrentar crises tem sido uma constante na humanidade, mas a grande lição que devemos aprender é que, se as crises nos sobrevêm, devemos nos firmar Naquele que nos fortalece e assim como Josué fazer a escolha certa. A responsabilidade de Josué de não apenas buscar ao Senhor, mas servi-lo com toda a sua família fez toda a diferença. E com ele devemos aprender que, quando se trata de família, não existe a história de “cada um por si”. A liderança e o exemplo positivo são fundamentais, principalmente vindas daqueles que têm a incumbência de exercer o sacerdócio do lar.  O plano de Deus é para toda a família. Em Gênesis 12:3 vemos que Deus prometeu a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da Terra. Não podemos esquecer também a declaração do apóstolo Paulo ao carcereiro de Filipos: Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e toda a tua casa. (Atos 16:31.)

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...