segunda-feira, 28 de novembro de 2011




“Casa e riquezas são herdadas dos pais; mas a mulher prudente vem do Senhor” (Provérbios 19: 14)

Amado (a), sendo a família uma instituição criada por Deus, é evidente que ela deve ser constituída com uma base sólida. Essa solidez inicia-se na escolha do cônjuge. A Bíblia afirma que “A mulher virtuosa é a coroa do seu marido, mas a que o envergonha é como podridão nos seus ossos.” É certo que a esposa prudente não pode ser encontrada em qualquer lugar. A sua escolha é importantíssimo e vai determinar o futuro de uma relação que deve ser por toda a vida, diferentemente do que o mundo apregoa. Por isso a palavra de Deus ensina que um relacionamento duradouro jamais inicia por atração física, mas pela orientação do Senhor, por isso o salmista lembra àqueles que querem fazer a escolha certa: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37:4) e o sábio afirma “Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.” (Provérbios 31:30).
Para uma escolha certa é preciso se relacionar com quem tenha o caráter de Cristo. Paulo ensina “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” (2Coríntios 6:14).
Mas há características que precisam ser percebidas antes da decisão, por isso nenhuma escolha deve ser conduzida pela emoção e sim pela razão orientada pela palavra. “TODA mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos”, assegura o sábio em Provérbios 14:1. A mulher imprudente é incapaz de equilibrar um lar e se ela não é trabalhadora, empreendedora, criativa, e econômica possivelmente não se constituirá na auxiliadora que Deus destinou ao varão. Mas a mulher que vem de Deus é sábia, “Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça”, enfatiza Salomão em Provérbios 31:27. Se ela não ama e honra pai e mãe, provavelmente não traz a bênção do Senhor, pois a Bíblia diz em Êxodo 20:1: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá.”
Amado(a), a Bíblia aconselha o homem na escolha prudente e isso vale para também para a mulher. Por isso, qualquer escolha intempestiva vai trazer conseqüências profundas para toda a vida. As bênçãos dos pais é um sinal a ser considerado. Veja isso nos exemplos bíblicos: os pais de Sansão não aprovaram nenhum dos relacionamentos amorosos e o casamento dele com descrentes, da pior qualidade, e a vida dele mostrou que se tivesse ouvido as orientações não teria tido um desfecho triste! Já os pais de Isaque e Raquel aprovaram plenamente, com todo gosto, o casamento deles, e a Bíblia mostra o quão felizes eles foram.
O que você quer para sua vida: o destino de Sansão ou de Isaque? Saiba que você pode escolher, assim como eles também o fizeram.
Graça e Paz!








domingo, 27 de novembro de 2011



“... palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais. Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” (1Co 2.13,14)


Amado (a), são três as instituições criadas por Deus: a família, a nação e a Igreja. Naturalmente, a célula da sociedade, que forma uma nação e, dentro dela, a Igreja começa na família. Por isso, a família é a base de um povo e não pode, então, ser constituída de qualquer jeito, ou negligenciada.
Chamamos de família a instituição que Deus estabeleceu, no jardim do Éden, e que ajuntou duas pessoas em maneiras especificas para ser uma unidade. Assim, precisamos ponderar que, a exemplo do que ocorreu com o primeiro casal, Deus precisa abençoar essa união. Assim como Ele, percebendo que não era bom que o homem estivesse só, criou uma companheira que fosse idônea a Adão, nos dias atuais ainda é necessário encontrar uma companheira idônea que seja auxiliadora do homem. Mas, diferentemente do que ocorreu com a formação do primeiro casal, hoje não há como “criar da costela do homem” a esposa ideal. Por isso, essa esposa deve ser buscada entre as criaturas de Deus, para que o casamento seja abençoado. E isso se dá na fase do namoro, quando as pessoas tiram um tempo necessário para se conhecerem, antes da decisão que trará conseqüências para a vida toda e que determinará bênçãos ou maldições na vida do casal.

O Casamento segundo a vontade de Deus, tem o seu inicio no relacionamento revelado e abençoado. Não no ajuntamento precipitado e intempestivo, movido por desejos carnais, ou outros interesses contrários á palavra de Deus.
Quem espera no Senhor, é sensível à Sua voz e não age com ansiedade; assim, no tempo oportuno é agraciados com a companheira (o), para se unir debaixo do consentimento Divino.
Amado(a), os cristãos precisam neutralizar as ideias anti-espirituais disseminadas no mundo pelo diabo e agir segundo a palavra de Deus durante o namoro, para que não venha formar uma família de forma equivocada. O conceito de ficar à procura do cônjuge envolvendo-se em muitos namoros é errado, e contraria a Bíblia, ainda que muitos afirmem que os tempos são outros. Deus continua o mesmo e não deixará de abençoar aqueles que Nele esperam. Se Ele instituiu a família, se é por ela que as nações são formadas e dela saem os membros da Igreja, o Senhor, certamente, não quer que os lares se formem em uma procura desenfreada e carnal por uma (um) esposa (o)
Sabendo que, para destruir a Igreja, satanás intensifica seus ataques à sua base, a família, temos que nos posicionar de forma a não permitirmos a influência do pecado na formação de um lar. Aprender o que a Bíblia ensina sobre isso é uma garantia de que atingiremos o alvo o que Deus tem para nós na relação de família. Eis por que devemos ouvir os conselhos e aceitar as coisas do Espírito, conforme nos ensina o apóstolo Paulo.






Graça e Paz!

sábado, 26 de novembro de 2011



Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes. (Isaías 30:15)


Amado (a), quantas vezes você encontrou uma oportunidade que poderia ser a sua bênção, mas, tendo a possibilidade de aceitar ou recusar, você preferiu declinar? Quantas pessoas pedem uma graça a Deus, esperam por uma bênção, mas a deixam no meio do caminho por não ter a sensibilidade de reconhecer que já recebeu! A cegueira espiritual, a teimosia e a resistência a receber orientações fazem com que a pessoa abra mão daquilo que poderia ser uma bênção para continuar buscando em vão o que já havia recebido. Não é difícil encontrarmos exemplos em nossas famílias, no trabalho e nas igrejas. O profeta nos alerta que a nossa força está na confiança Naquele que é fiel. Se pedirmos a Deus uma graça, devemos sossegar e esperar, pois Ele tudo pode. Contudo, se nos arvorarmos a agir intempestivamente e a querer resolver as coisas a nossa maneira, Deus não terá espaço para agir. O segredo é pedir e sossegar, diz o profeta.

Graça e Paz!







sexta-feira, 25 de novembro de 2011



“Filho meu, guarda o mandamento de teu pai, e não deixes a lei da tua mãe; Ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço. Quando caminhares, te guiará; quando te deitares, te guardará; quando acordares, falará contigo. Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida”. (Provérbios 6:20-23)


Amado (a), o sábio nestes versículos e em vários outros faz referência ao fato de que a obediência á palavra de Deus é fonte de vida e de bênçãos. A obediência inclui tudo que é bom que pode ser exigido ou esperado, por isso cabe aos pais ensinarem essa virtude aos seus filhos. Aprendemos na Bíblia que o homem tem a responsabilidade de ensinar de ser o cabeça e ser exemplo para os filhos. A mulher tem a sua responsabilidade de submeter-se à cabeça do lar e ser uma ajudadora idônea para ele. E os filhos do lar têm a responsabilidade de obedecer os pais. A Bíblia nos mostra e o os exemplos do mundo confirmam que, quando o filho sai desta posição de bênção, quando se torna rebelde, traz para si uma série de problemas à sua vida e às vidas ao redor dele. Quando os filhos aprendem a se submeterem aos pais, como é mandamento, também aprendem a obedecer a Deus. Quando uma criança aprende submissão, ela atrai as bênçãos de Deus e, certamente, colherá os frutos dessa virtude ao longo de sua vida. Entretanto, quando ela é rebelde, não honra aos seus pais e age com insubmissão, dificilmente agirá de outra forma nas suas relações com outras pessoas e não será surpresa se encontrar dificuldades de relacionamentos com os colegas, líderes, cônjuge...
Graça e Paz!







quinta-feira, 24 de novembro de 2011



“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus, em Cristo Jesus, para convosco” (I Tessalonicenses 5:18).


Amado (a), observe que o apóstolo não diz: "Por tudo dai graças", mas: "Em tudo ..." Não é simplesmente uma troca de vocábulo, mas uma escolha linguística que faz toda a diferença quando o assunto é ação de graças. Isso porque a bíblia nos ensina que a atitude de gratidão deve ser constante, tanto na prosperidade como na adversidade. Não devemos agradecer pelo que temos, mas também pelo que não temos. Na prosperidade, porque sabemos que todas as bênçãos vêm de Deus e na adversidade, porque sabemos que Deus pode tirar coisas boas de momentos ruins, pois ele é especialista em transformar maldição em benção.
Quantas experiências nos mostram que aquilo que aparentemente se apresentava como algo ruim revelou-se uma bênção posteriormente!
Infelizmente, o ser humano não tem a cultura do agradecimento e não segue como deveria a orientação de Paulo. Somos prontos para pedir, incansáveis em reclamar, mas econômicos em agradecer. Fazemos isso com nossos pais, com nossos amigos e companheiros e também com o Criador. Poucos são os que sabem agradecer as bênçãos, que reconhecem o bem que lhes é feito. E raros sãos os que conseguem agradecer mesmo nas lutas e diversidades.
Hoje comemora-se o dia Internacional de Ação de Graças, entretanto nem mesmo a mídia que não se esquece de anunciar outras datas se lembra de divulgar essa que deveria ser a mais amplamente lembrada. Todos os dias deveriam ser de ação de graças, já que em todas as circunstâncias, seja qual for o momento, precisamos ser gratos a Deus, mas uma data especialmente declarada como o dia de agradecimento a Deus por tudo que Ele nos tem feito não pode ser omitida. Infelizmente, a mídia reflete o que o mundo vive: é mais interessante pedir do que agradecer. Por isso lembrar-se da figura de Papai Noel é mais importante, porque é a imagem comercial, consumista e que intenta substituir a imagem de Deus.
Contudo, amado(a), os cristãos não podem fazer coro com o mundo. Não podem se conformar com o consumismo e deixar de louvar e agradecer o único que pode nos abençoar verdadeiramente.

Graça e Paz!







quarta-feira, 23 de novembro de 2011



E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. (Efésios 2:16)


Amado (a), o apóstolo nos fala de reconciliação. E essa é a palavra chave que nos remete ao sacrifício de Jesus na cruz. Foi para que nos reconciliássemos como o Pai, que Ele, o Filho Amado, derramou Seu precioso sangue e fez-se mártir, cordeiro imaculado. E, se Aquele a quem jamais se pode imputar algum dolo ou pecado teve a atitude magnânima de reconciliar o mundo com Deus, por que nós, pecadores e indignos não temos essa atitude com nosso irmão? Por que ainda damos espaços a inimizades e contendas? A Bíblia nos ensina a viver a paz, a manifestar a fraternidade, pelo exemplo de Cristo. Como queremos ser chamados de cristãos, se somos incapazes de nos reconciliar com nosso próximo? Quem age com orgulho e não dá um passo em direção à paz e à reconciliação não pode esperar que Deus tenha com ele a mesma atitude. Se queremos que Deus nos perdoe e nos aceite como somos, por que agimos com o nosso próximo de forma diferente?
Amado(a), nós colhemos o que plantamos, lembre-se disso!
Graça e Paz!







terça-feira, 22 de novembro de 2011



“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham aqueles que a edificam”. (Salmos 127:01)


Amado (a), o sentido de edificação pretendido pelo salmista não é o literal. Edificar a casa é uma metáfora para a construção simbólica de um lar. Isso quer dizer que, mesmo que uma família se forme em um esplêndido e confortável edifício, ela não se firmará, não encontrará a firme estrutura para se manter de pé, se Cristo não for o seu alicerce. Vemos hoje famílias abastadas, casas confortáveis, com luxo e fartura, porém, sem o fundamento que mantém um lar.
Nenhuma família pode ser construída por acaso e não há conselhos mágicos para ela mude. O que é necessário e fundamental está traduzido na orientação bíblica.
Se a sociedade atual está desestrutura, ela deve isso à desestruturação de sua célula matriz: a família. Se nos basearmos no princípio de que o casamento cristão hoje tem a mesma estrutura bíblica, veremos que mesmo sendo estruturalmente igual, é significativamente diferente em sua condução. Há atualmente o problema da demanda moderna por tempo e melhores condições financeiras. A mulher moderna trabalha disputa o mercado de trabalho com o homem que, muitas vezes, ajuda nos cuidados do lar. Essa luta por “igualdade” fez com que o casamento fosse olhado com certo estigma de coisa passada e machista. A liberdade sexual trouxe a ampliação dos pecados sexuais e transformou ambos em objetos apenas de prazer. Trocar de companheiro é visto de forma tão natural quanto trocar de carro depois de uma certa quilometragem. Há casos em que se troca de automóvel com menos freqüência e sua escolha é bem mais cuidadosa do que a escolha do cônjuge. Contudo, se considerarmos as palavras do salmista e seu testemunho como homem que soube aprender com os próprios erros, veremos que só há uma fórmula para que a família seja a base de uma sociedade equilibrada: a palavra de Deus.
Graça e Paz!







segunda-feira, 21 de novembro de 2011



Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e serão os dois uma só carne. (Efésios 5:31)


Amado (a), embora a sociedade atual esteja desconsiderando cada vez mais a instituição casamento e os próprios cônjuges estejam banalizando o voto feito um ao outro, para o verdadeiro cristão o casamento não é simplesmente homem e mulher viverem debaixo de um mesmo teto. É muito mais do que isso. Casamento é, sobretudo, uma união caracterizada pela graça de Deus. É expressão de amor, humildade, mansidão, fé, domínio próprio, diálogo, respeito, provisão, proteção e satisfação mútua. É uma instituição social prática designada por Deus para satisfazer certas necessidades humanas criadas. É uma provisão de Deus, dada para abençoar e satisfazer as necessidades de suas criaturas.
Casamento é união de duas vidas. Um homem e uma mulher que se tornam, sob as bênçãos de Deus, uma só carne, um só pensamento, um só objetivo. No casamento, nos moldes de Deus há cumplicidade. Contudo, na visão do mundo, o casamento não passa de uma conveniência temporária, que dura enquanto um supre a necessidade do outro.
Os casamentos estão fracassando porque as pessoas que estão neles estão fracassando como cristãos em atitude, e que quando essas atitudes são mudadas, há muita razão para acreditar que podemos construir uma relação segura. Se cada cônjuge mantiver a convicção de estão se juntando para serem um, sem prazo de validade, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo.

Graça e Paz!








domingo, 20 de novembro de 2011



Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. (I Pedro 2:9).


Amado (a), Pedro nos lembra a grande bênção que recebemos do Senhor e quão honrados deveríamos nos sentir por isso. Somos geração eleita, povo escolhido para receber uma herança incorruptível. Mas se queremos viver a benção do Senhor para a nossa vida e para a nossa família, não podemos nos acomodar com o pecado. Se fomos chamados das trevas para a luz, não podemos viver nem ser conivente com o pecado, pois a nossa aliança com o Senhor se manifesta na santidade. O nosso Deus, fiel e misericordioso, é Deus de alianças e não quebra a Sua palavra. Por isso não precisamos temer os ataques do inimigo, as lutas diárias, as dificuldades enfrentadas no caminho. Quando vivemos a plenitude da aliança com o Senhor a nossa fraqueza é suprida pela Sua força. Contudo, se abrirmos mão de exercermos o nosso chamado e cedermos espaço em nossas vidas para a ação do inimigo, certamente, ao invés da benção atrairemos maldição.
E isso, amado(a), vale para todas as áreas de nossas vidas. Quando não estamos em sintonia com Deus, abrimos brechas e permitimos que as considerações do inferno ocupem nossa mente deixando de cumprir o compromisso com a Igreja do Senhor e nos fazemos de tolos diante do nosso Deus. É preciso lembrar que Deus a autoridade máxima em nossa vida e tudo o que nos afasta Dele, mesmo que não parece algo maligno, em princípio, deve ser retirado de nossa casa, de nossa vida, de nossa mente e coração.
Amado(a), reflita nesse recado de Deus para você e corte pela raiz o que lhe impede de prosperar na presença do Senhor.
Graça e Paz!

sábado, 19 de novembro de 2011



“O Senhor não vê como o homem. O homem vê o exterior, o Senhor vê o coração." (Salmos 16:7)




Amado (a), a nossa atitude mais sábia é a de fé e confiança irrestrita no Senhor. Isso porque só Ele conhece o presente, o passado e o futuro e sabe o que vai em nosso coração. Então, o caminho mais seguro não está nos livros, nas orientações do mundo, mas no manual que contém de forma inequívoca, embora a nossa interpretação possa ser, as regras de conduta que nos levam ao êxito em tudo o que fizermos: a Bíblia.
Se Deus é poderoso e tudo sabe, se a Sua palavra não falha, não há motivos para agirmos de forma contrária. Só os tolos não aprendem com seus erros, só os prepotente, que também são tolos, pensam que são infalíveis e não aceitam conselhos. Mas aqueles que se orientam por esse manual podem dar constantes testemunhos de vitória nesse mundo conturbado. E melhor ainda, sabem que, como cidadãos do Reino estão construindo uma estrada segura que levará ao Pai, mesmo que essa estrada estreita. Por que Deus conhece em profundidade o nosso coração, que muitas vezes nos engana, devemos iniciar o dia tomando a melhor das atitudes: deixando com Ele a direção de nossas vidas.
Graça e Paz!








sexta-feira, 18 de novembro de 2011




Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é que é Deus, o Deus fiel, que guarda o pacto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos; (Deuteronômio 7:9)


Amado (a), jamais devemos nos esquecer de que nosso Deus é fiel e cumpre as Suas promessas, que são estendidas a várias gerações. Assim, precisamos entender que a nossa forma de lidar com as orientações de Deus também determinará as bênçãos aos nossos descendentes. Nosso Deus é Deus de alianças, e isso significa que entre o Criador e a Suas criaturas há um acordo, um pacto, que pressupõe concordância em determinações pré-estabelecidas. Deus espera que cooperemos com Ele nesse acordo e, certamente, Ele honra a Sua parte. Não pode haver aliança sem o envolvimento de duas ou mais partes. Entretanto, a forma como o mundo e as pessoas que não se enquadram no padrão de Deus concebem um pacto, ou uma aliança em nada se aproxima da Palavra do Senhor. Aliança nada mais é do que um anel que se ostenta quando interessa e que se descarta em algum canto quando perde o brilho. Talvez por isso a banalização das relações, a falta de empenho nos compromissos assumidos, o desprezo pelo pacto de fidelidade sejam tão freqüentes na nossa sociedade que se distancia a cada vez mais das orientações de Deus. Aliança é apenas um adorno, casamento é uma sociedade para ser desfeita por qualquer motivo, pois como apregoam os sábios do mundo: “quando um não quer, dois não brigam” e “a fila precisa andar”. Mas quem conhece e crê na Palavra de Deus tem sempre em mente o que nos diz Isaias 40:8 “Seca-se a erva, e murcha a flor; mas a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. E, sendo assim, o mesmo Deus de alianças certamente não aprova e não tolera o descompromisso e a negligência a nenhum pacto, seja ele pessoal ou profissional, de relações ou de negócios. Acordo é para ser cumprido e Deus não negligencia as Suas promessas, assim como não abençoa quem não age com honestidade.
Graça e Paz!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011



“Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos” (Salmos 18:6).

Amado (a), segundo a Bíblia, o poder da oração é simplesmente o poder de Deus, que escuta e responde às nossas orações. O cristão precisa compreender que o Senhor é poderoso e pode fazer qualquer coisa; não há nada impossível para Ele (Lucas 1:37). A Bíblia mostra em diversos momentos que Deus convida o Seu povo a orar a Ele de uma forma bem persistente, conforme destaca Lucas 18:1; com ação de graças, de acordo com Paulo aos Filipenses 4:6; em fé, segundo Tiago 1:5, de acordo com a Sua vontade, como lembra Jesus em Mateus 6:10, para a Sua glória como enfatiza João 14:13-14 e de um coração correto diante de Deus, como ensina Tiago 5:16.
Vemos em toda a história do povo de Deus que Ele escuta as orações de Seus filhos. Ele nos manda orar, e promete escutar nossas orações. Mais do que isso, Ele responde às orações, conforme nos lembra o salmista “Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras” (Salmos 17:6). “Clamam os justos, e o SENHOR os escuta e os livra de todas as suas tribulações” (Salmos 34:17).
Às vezes o Senhor responde nossas orações apesar da nossa falta de fé, pois o poder da oração não vem de nós. Não são palavras escolhidas que proferimos ou o jeitinho especial que oramos, nem mesmo o quanto repetimos nossas orações que vão determinar a ação de Deus. O poder da oração não é baseado nos rituais que seguimos, na posição que ficamos, no uso de artefatos ou imagens usadas. O poder da oração é baseado em Quem escuta nossa oração e a ela responde. Mas, qualquer que seja a resposta às nossas orações, a fonte de todo o poder vem de Deus somente, não de nosso esforço ou merecimento. É preciso, entretanto que saibamos que Deus é fiel, pode e vai nos responder de acordo com a Sua perfeita vontade e no momento em que Ele julgar adequado.
Graça e Paz!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011



Posso todas as coisas Naquele que me fortalece. (Filipenses 4:13)




Amado (a), por vezes vivenciamos algumas situações que nos fazem sentir impotentes para reagir e nos sentimos totalmente incapazes de alterá-las. Nesses casos, nenhuma força humana, poder, dinheiro ou status nos tornam imunes ou mais fortes. É quando precisamos entender que a única reação de nossa parte que pode surtir efeito é a batalha espiritual. Não podemos abrir mão dessa arma poderosíssima que vem de Deus em nosso favor. Há momentos em que devemos dar ordens ao mundo espiritual, repreender a satanás e a seus demônios e ordenar que saiam. O diabo não pede licença para entrar em nossas vidas. Não espera ser convidado, mas sorrateiramente invade nossos espaços, se dermos brechas. E não precisa muito para que ele se apodere de nossos espaços, basta cochilarmos sem vigiar. Muitas coisas não acontecem porque têm que acontecer, mas por obra maligna. Às vezes, nós permitimos que o mal nos atinja, porque não tomamos atitudes corretas, não damos espaço para que Deus aja em nossas vidas e paulatinamente vamos cedendo esses espaços para que entre o inimigo. Muitas vezes deixamos de usar as armas que Deus nos entregou. Não é sem razão que a Bíblia nos manda orar por tudo. Mas nem sempre atendemos a essa orientação. Preferimos reclamar, lamuriar, culpar alguém pelos nossos infortúnios.
Amado(a), Deus nos deu essa orientação e nos deu autoridade para vencermos em Seu nome. Ele tem todas as saídas de que precisamos. Por isso tome uma atitude de fé e use a autoridade que lhe foi dada. Busque as estratégias de Deus. O que você precisa fazer hoje, tocar em Jesus, mergulhar sete vezes, seguir em frente sem olhar para trás, voltar à casa paterna, subir em uma árvore para ser notado? Faça o que for necessário, mas creia com todo o seu coração que Deus pode.
Graça e Paz!

terça-feira, 15 de novembro de 2011



Clamou este aflito e o Senhor o ouviu e o livrou de todas as suas aflições (Salmos 34:6).

Amado (a), quantas vezes enfrentamos situações e não sabemos o que fazer quando não vislumbramos uma saída? Para essas horas, comuns a todos as criaturas, tementes ou não a Deus, a Bíblia tem a resposta. A primeira coisa a ser feita é clamar. Nossa visão é limitada, mas Deus não vê como o homem, por isso, para que o livramento chegue, devemos clamar. Precisamos acreditar que Deus fará o impossível, porque Ele é poderoso para fazer infinitamente mais do que pedimos ou pensamos.
Outra coisa a fazer é aprender a controlar o medo. Quantas vezes o medo nos impede de fazer o que gostaríamos! Muitos não estão mais à frente porque têm medo. O medo paralisa nossas ações e nos impede de seguir em frente ou de recuar quando necessário. O medo limita nossa visão. Entretanto, precisamos viver no equilíbrio. Não devemos ser passivos, mas a Bíblia condena quem se precipita. Quantos não tomam o caminho errado por que se precipitam? Alguns dizem agir precipitadamente porque conta de um temperamento sanguíneos. Mas quando somos dominados pelo Espírito Santo, aprendemos a controlar nossos desejos, emoções e reações. Não podemos ser precipitados para fazer uma promessa, assumir um compromisso, mas também não podemos ser negligentes depois do acordo feito. Por isso a Bíblia nos exorta a não desistirmos, ainda que a situação esteja difícil ou que pareça insolúvel. Quem desiste perde aquilo que poderia alcançar. Se, diante do mar vermelho, o povo de Israel tivesse desistido, teria sido capturado e continuaria sendo escravo no Egito. Mas infelizmente é isso que tem acontecido com muitos atualmente. Mal começam uma travessia, param no meio do caminho ou voltam ao lugar de partida.
Amado(a), para sair de uma situação difícil ou alcançar as promessas é preciso que você faça o primeiro movimento em busca da sua vitória. Algumas atitudes são individuais, impessoais e intransferíveis. Deus não tem prazer em quem retrocede. Não desista, pois o inimigo de sua alma jamais fará isso. Creia que Deus tem sempre a saída. Ele é o único que abre portas as quais ninguém fecha. Ele pode todas as coisas e para Ele você não é mais um na multidão. E Ele conhece o seu nome, o seu endereço e tem cuidado de você, mesmo que tenha se afastado do caminho. Lembre-se de que Deus visitava os hebreus todos os dias trazendo maná fresco. E assim também tem feito com você todos os dias. Ele lhe oferece um maná fresquinho e na medida da sua necessidade.
Graça e Paz!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011



“Não é bom proceder sem refletir; peca quem é precipitado (Provérbios 19:2).


Amado (a), uma das coisas que no momento de decidirmos sobre nossos relacionamentos é a questão da escolha. Na sociedade atual, diferentemente de épocas passadas, quando os casamentos eram arranjados, hoje se casa por “amor”. Então, temos assim a sensação de que estamos livres para escolher.
Mas essa escolha é relativa. Será que somos assim tão livres para escolher? Será que sabemos manter nossa liberdade mesmo dentro da relação?
O que vemos hoje como o grande protagonista da quebra dos compromissos matrimoniais é a liberdade excessiva que vai de um extremo a outro, ou beira a promiscuidade ou o aprisionamento total que cerceia a vida, o crescimento pessoal, o sonho. Muitos casais se formam sem dar o devido tempo para se conhecerem, para se dedicarem a discutir e acertar questões cruciais para uma vida a dois, como valores morais, espirituais, criação dos filhos, sonhos e projetos, contas e perspectivas de cada um e de ambos. Muitos, precipitadamente, se junta, apenas para viver “o momento”. Vivem mais um tempo de intimidade e não de cumplicidade, por isso vivem a paixão momentânea sazonal e muitos não chegam nem mesmo a desenvolver uma amizade genuína. Outros decidem segurar a relação sozinhos e se esquecem de que um relacionamento é construído a dois. Há quem assume a personalidade do outro, deixa de viver a sua vida para viver a do cônjuge, como se isso pudesse salvar a relação. Não tem mais escolha própria, deixa sua família nuclear, seu gosto pessoal, seu time do coração, seus amigos antigos, para viver o faz de contas de que está em sintonia com o outro. Assim, afasta-se dos amigos, da família, às vezes do trabalho. Vive em função do e para o outro. O grande mal reside no fato de que essa pessoa não é mais a mesma pessoa do início da relação. Ou seja, não é mais a mesma pessoa pela qual o outro se apaixonou. Em geral, quem decidiu sair de cena para mergulhar na relação tira todo o espaço do outro. Desse modo não vive, sobrevive e, mais dia menos dias, cobrará de si mesmo esse afastamento da vida que acaba com a autoestima e cria marionetes. A tendência é cobrar do outro atenção, atitude, participação…
Quando a Bíblia ensina que o apressado peca, ela está nos ensinando que toda e qualquer decisão deve ser pesada sob a luz da palavra. A pergunta que deve ser feita antes de qualquer decisão deve ser: o que faria Jesus neste caso?
Graça e Paz!

domingo, 13 de novembro de 2011



O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. (1 Coríntios 13:4)



Amado (a), a sociedade atual aceita com muita tranquilidade o fim de um casamento. Como se esse rompimento fosse apenas o final de uma sociedade comercial que não deu certo. Faz-se o balanço e se a empresa está no vermelho a alternativa encontrada é o fechamento. Simples assim. Em alguns casos parece até mesmo haver um estimulo para que mais casais entendam isso como “normal”. A mídia incentiva. Muitas vezes, por conta da forma como é colocada a questão, chegamos a torcer pela separação de alguns casais e o ajuntamento de outros. É claro que ninguém torce por uma relação que não é saudável. Mas, infelizmente, deixamos de destacar a importância do compromisso, do respeito á aliança e não consideramos que relações com um potencial enorme de dar certo acabam, justamente porque, em um momento de crise não houve estímulo e incentivo suficiente para levar em frente. Terminar uma relação que não dando certo é mais fácil do que investir na reconciliação, pensam alguns. E às vezes relações que poderiam nem mesmo existir perduram, por uma lógica ás avessas.
Tirando de lado a intolerância, a falta de fé e a ideologia do descartável, vemos que a inversão de papéis é um fatores que mais levam os casais a se separarem, pois, ao contrário do a Bíblia ensina, a mulher, antes submissa, dá as cartas. Outro motivo é a falta de diálogo. As longas conversas do período de namoro, as mensagens atenciosas no celular, no MSN, na caixa postal vão se tornando escassas quando se divide a mesma casa, logo vem o fim do diálogo e com ele o fim da relação.
Mas a palavra de Deus vai na contra mão do que apregoa o mundo e ela não é contraditória quando afirma que o amor não é um sentimento e que jamais acaba, ao contrário da paixão.
Graça e Paz!

sábado, 12 de novembro de 2011



“Ainda que as figueiras não produzam frutas, e as parreiras não dêem uvas; ainda que não haja azeitonas para apanhar nem trigo para colher; ainda que não haja mais ovelhas nos campos nem gado nos currais, mesmo assim eu darei graças ao Deus Eterno e louvarei a Deus, o meu Salvador. O Senhor, o Deus Eterno é a minha força Ele torna o meu andar firme…” (Habacuque 3:17-19).

Amado (a), quem aprende a depender de Deus tem confiança no Seu amor e na Sua misericórdia. Ainda que tudo pareça perdido, que as portas estejam fechadas, e a ajuda humana não seja possível, a nossa confiança nas promessas de Deus enche-nos o coração de gratidão. Mesmo enfrentando lutas, decepções e dissabores quem tem o coração cheio de gratidão sempre encontra esperança e motivos para dar graças e louvar a Deus seja lá qual for a situação que estiver vivendo.
As palavras do profeta Habacuque nos remete a um homem que, embora com o coração abalado, ainda se mantinha grato a Deus. Mas nem sempre conseguimos agir assim, pois a amargura impede que enxerguemos a preciosidade das promessas de Deus. Ela impede que o coração confie na fidelidade de Deus. A consequência imediata de um coração ingrato é que ele não abre espaço para percebemos a grandeza de Deus e nos impede de enxergar as pessoas que Ele coloca em nosso caminho para nos abençoar. Vemos que, na vida de pessoas que não praticam a gratidão, a alegria desaparece, a paz se ausenta, o ânimo se esvai e as menores dificuldades se tornam s problemas graves e insolúveis.
Graça e Paz!




sexta-feira, 11 de novembro de 2011




“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” (1 Coríntios 2.9)

Amado (a), os milagres são tão simples e acontecem a todo instante, mas não somos capazes de reparar porque estamos tão ocupados com preocupações com o que havemos de conquistar que não nos damos conta de que o milagre já aconteceu. Deus é muito simples. Nós é que complicamos as coisas, quando ficamos cegos para as maravilhas que encontramos todos os dias. Quantas pessoas desejam viver um relacionamento saudável, duradouro e estável, mas não se prontificam a mudar seu comportamento diante do que já está posto em sua vida. Não percebem que Deus já lhe concedeu os desejos de seu coração e seguem ignorando as bênçãos, colecionando frustrações e murmurando pelos cantos. Quem não tem um coração agradecido a Deus pelas coisas simples do dia-a-dia, não percebe os pequenos milagres, também não é capaz de receber as grandes coisas que Deus tem preparado para aqueles que O amam. Quem tem um coração grato, não se desespera nem nos pequenos, nem nos grandes infortúnios, porque na aflição o seu Senhor o sustenta. Para as pessoas de coração grato, o futuro não é motivo de preocupação e o hoje é um bom dia porque ele é uma promessa!
Amado(a), se ultimamente, os seus dias têm sido recobertos pelas dúvidas e frustrações, é sinal de que você precisa instalar a gratidão a Deus em seu coração.
Graça e Paz!




quinta-feira, 10 de novembro de 2011



Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse. (Judas 1:16)

Amado (a), a Bíblia nos mostra porque muitas pessoas, por mais que busquem, não encontram a felicidade almejada. É possível verificar em casos bem próximos a nós quanta infelicidade se origina em um caráter desconfiado ou infiel. A falta de perdão, o orgulho, a teimosia, a persistência nos mesmos erros. Tudo isso é causa de infelicidade. Vemos quanto sofrimento é originado do egoísmo, porque cada um quer viver só para si. E quantas pessoas vivem infelizes porque carregam uma culpa tão grande, um fardo tão pesado que não os deixam avançar em nenhum propósito. Essas pessoas podem até ser bem intencionadas, fazem planos, mas não conseguem concluir, ou viver o que propõem. Davi reconheceu certa vez no Salmo 38 4-10: "Pois já se elevam acima da minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados, excedem as minhas forças. Sinto-me encurvado e sobremodo abatido, ando de luto o dia todo. Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração. Bate-me excitado o coração, faltam-me as forças".
A felicidade não é alguma coisa distante, difícil se ser alcançada. É mais simples do imaginamos e não depende dos outros, mas da nossa forma de reagirmos diante das circunstâncias. Quantas pessoas aparentemente têm tudo o que precisam, mas não estão satisfeitas! Estão sempre frustradas e em busca de algo mais. Não é difícil constatar que na vida dessas pessoas falta o essencial: a comunhão com Deus. Pode-se verificar também que não liberam perdão. E ter de conviver com constante sentimento de culpa significa ser infeliz. O ser humano procura preencher esse vazio de alguma forma. Alguns se atiram em aventuras. Outros exacerbam a sexualidade, são inconstantes na relações, trocam de par como se trocassem um objeto. Não conseguem estabilidade profissional, por mais inteligente ou capazes que sejam. Muitos até conseguem fazer carreira, planejam sua vida nos mínimos detalhes e buscam segurança de todas as formas. Mas seu coração continua infeliz e nada preenche o seu vazio ou altera a sua insatisfação. Precisamos entender que a felicidade que Jesus nos dá não é um constante "andar nas nuvens", mas é a certeza de estarmos abrigados nEle. Quem segue a Jesus, um servo de Deus não é poupado de todos os sofrimentos. Contudo, sabe que a felicidade consiste exatamente em aceitar que, no meio de todo sofrimento, estamos ancorados em Jesus Cristo. A Bíblia diz: "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra" (Salmos 34.19). Todo filho de Deus tem uma esperança viva que o sustém. E no final, todo verdadeiro cristão estará livre do todo sofrimento e verá ao Senhor Jesus assim como Ele é. Por isso o Salmo 1:1-3 diz sobre a verdadeira felicidade: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará”.
Graça e Paz!




quarta-feira, 9 de novembro de 2011



Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros; (Romanos 12:10)

Amado (a), temos visto corriqueiramente as relações se deteriorem e ao contrário do que deveria ser, acabamos por achar isso natural. Assistimos, sem ação, a banalização das relações, quando não somos protagonistas dessa forma de encarar o que deveria ser motivo de incômodo. Embora a Bíblia nos ensine a amar e a honrar o outro como forma de extensão de amor a Deus, percebemos que muitos casamentos ou namoros acabam justamente devido à incapacidade de aceitar a outra pessoa como ela é. Em geral, as pessoas se encontram fortuitamente e em vez de se deixarem conhecer como são verdadeiramente, preferem fazer um jogo de encantamento e assumem compromissos na superficialidade do relacionamento, para, em pouco tempo se desencantarem.
Poucos são os que se deixam conhecer e aceitam o outro como são de fato. Geralmente, as pessoas se relacionam na expectativa de mudar o outro em algum aspecto. Mas na realidade, as coisas não funcionam assim. Cada ser é único, tanto na maneira de ser como na forma de enfrentar a vida. Sem falar nos valores e formação que depende de aspectos culturais e familiares. Justamente porque também nós desejamos ser aceitos, precisamos aceitar o outro, respeitando a sua individualidade e alteridade. Eis porque a tolerância e a compreensão devem estar presentes em qualquer relacionamento
Amado(a), ou aceitamos o outro e o amamos tal como ele é, ou as nossas relações estarão fadadas ao fracasso, porque o outro nunca deixará de ser quem é. Ninguém naturalmente muda para se amoldar ao outro. Uma pessoa que assim age, apenas camufla a sua insegurança, que mais cedo ou mais tarde será cobrada na relação. A Bíblia nos mostra que o verdadeiro amor é fruto de um desejo consciente de mudança, de renovação de vida, jamais de imposição ou de anulação de personalidade. Quem ama verdadeiramente, ama com Cristo, e Nele se faz novo. Quem nasce de novo não muda de valores ou de personalidade, mas renasce no amor. E isso é uma escolha pessoal que flui naturalmente.

Graça e Paz!

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...