domingo, 31 de outubro de 2010


Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do SENHOR, e fazem as suas obras às escuras, e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece? Isaías 29:15.



Amado(a), o profeta Isaias nos lembra que uma das características de nosso Deus é a onipresença. Se conhecemos esse Deus, então, por que insistir em se comportar como os fariseus que agem como se estivessem atuando em um palco para que uma plateia assista, entretanto, quando estão fora do personagem agem como são verdadeiramente.
Amado(a), dessa peça que é ávida, Deus é o diretor e conhece todo o roteiro, as cenas passadas e as futuras. De anda adianta escondermos nossas ações dos homens, se Aquele que tem poder sobre nossos destinos tudo sabe, tudo vê, tudo controla.
Vivemos em um mundo de ilusões, de máscaras, de maquiagens e fotoshop. As aparências têm sido o ponto forte de uma sociedade com homens de corações corrompidos. Tem-se vendido a ideia de que o mais importante é ter do que ser. A imagem que aparece tem sido considerada mais relevante do que as verdadeiras ações que não se destacam. E nesse sentido quem melhor manipula a palavra, quem consegue usar essa poderosa arma tem, aparentemente, sido vitorioso nesse mundo dominado pelo príncipe da mentira. Mas a Palavra de Deus não pode ser manipulada. E ninguém que ouse empregá-la em proveito próprio terá descanso, porque como afirma o profeta, não há nada que fique encoberto ao Senhor.
Eis porque o apóstolo Paulo fala aos Hebreus 3:12 “Vede, irmãos, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e infiel, para se apartar do Deus vivo. “ Não há maior solidão do que a do homem apartado de Deus. Não há dinheiro, posição, amizade ou outro bem terreno que substitua esse vazio. Por isso, amado(a), examine seu coração e reconheça o que Deus já sabe. E se há algo em sua vida que está permitindo esse distanciamento do Senhor, Ele lhe diz: “Eis que estou à porta e bato”. Há espaço para o Senhor na sua vida? Sua vida e seu coração estão limpos para que o Espírito Santo habite? Se não, ainda há tempo de se transformar e se reconciliar com o Pai, porque o amor do Filho e a Graça do Espírito nos permite isso. Mas a decisão é sua. Deus não arromba portas, nem invade a sua privacidade.
Graça e Paz!

sábado, 30 de outubro de 2010


Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. (Romanos 14:6)

Amado(a), a resposta para as suas questões estão em você mesmo(a). Conforme você tem agido Deus tem respondido aos seus anseios. Você tem achado que Ele está distante de você. Mas isso só responde à sua forma de se comportar com Ele. Você espera que Ele vá a sua casa e lhe conforte, dando-lhe as bênçãos que tem pedido e ansiosamente esperado. Entretanto, não agradece as que diariamente recebe e joga fora as que graciosamente recebeu. Quantas vezes nesse ano você foi á casa de Deus e testemunhou as bênçãos já recebidas? Talvez seja mais fácil contar quantas vezes você foi pedir e quantas vezes deixou de agradecer.
Amado(a), está na hora de mudar o rumo de sua história, sabendo que essa parte depende de você e não de Deus. Faça a sua parte que Ele fará a Dele. Se as coisas não estão como você esperava, não culpe Deus, o pastor, os irmãos: você é inteiramente responsável pelas suas escolhas, e pelas conseqüências que delas advém. Não espere colher flores se plantou espinheiros. Se a sua casa não foi construída na Rocha, não espere que ela esteja de pé depois da tempestade. A única forma de mudar isso é mudar também a sua forma de agir e de pensar. O apóstolo Paulo no ensina a ser gratos não importa a circunstância e nos lembra também que todas as coisa cooperam para o bem dos que amam a Deus. Isso significa que até mesmos as adversidades que enfrentamos nos levam a Deus se formos suficientes sábios para aprender com os erros e agradecer também as bênçãos não recebidas, porque o Senhor conhece o melhor tempo para nos agraciar.
Graça e Paz!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010


“Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós”, diz a Bíblia. (Tiago 4:8)

Amado(a), Tiago está nos dizendo que Deus espera nossa atitude de nos aproximar Dele para que faça a transformação necessária em nossas vidas. É certo que somos salvos pela graça. Que Jesus já pagou o preço na cruz, que Deus nos amou primeiro e nos escolheu. Entretanto, essa atitude não pode ser unilateral. Pela graça somos salvos, mas movidos por ela temos que agir. E para isso é necessário uma escolha. Deus dá a cada um de nós a liberdade de escolha. Se a pessoa quiser, Ele a atrai e ajuda, se não, estará sozinha. Isso vale também para nossa vida secular. Podemos escolher nossos amigos, nossos relacionamentos, a igreja que queremos congregar, como agir com esses amigos e de que forma congregaremos.

Se temos a igreja apenas como um lugar social, onde nos dirigimos de vez em quando para cumprirmos o “papel de crente”, ou se vamos em busca de bênçãos, quando as coisas estão difíceis, essa é uma escolha pessoal. Nem sempre estar na igreja significa estar com Deus. Vamos à casa Dele, mas será que o convidamos à nossa? Podemos escolher entre ser amigo, ou conhecido de Deus. Amigo é aquele que está pronto a ouvir, mesmo que não sejam palavras suaves: às vezes é preciso um “puxão de orelhas”. Amigo não escolhe os bons momentos, mas está sempre disposto a servir, independente da situação. Amigo sai sempre em defesa do outro, sem deixar que lhe difamem. Mas conhecidos apenas usam o nome do outro quando lhe convém. Se for conveniente até dizem: “conheço de nome, mas não tenho nada a ver com ele”. Conhecidos costumam estar próximos nos momentos bons e quando precisamos deles não têm nenhum compromisso.

Quem é amigo de Deus não escolhe hora para orar, para ir à Igreja, para estar em comunhão. Nas horas de lutas, de tristeza ou de júbilo está sempre disposto, enquanto os conhecidos só vão aos momentos de festa, ou quando precisam usar Seu Nome.

Amado(a), como você quer ser chamado(a), amigo(a), ou conhecido(a) de Deus? Lembre-se: você foi salvo(a) pela graça, recebeu o mesmo convite que os demais, mas tem o livre arbítrio para decidir qual será a sua relação com Deus.

Graça e Paz!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010


“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas”. (Mateus 7:12)

Amado(a), egoísmo é o hábito ou a atitude de uma pessoa colocar seus interesses, opiniões, desejos, necessidades em primeiro lugar, em detrimento (ou não) do ambiente e das demais pessoas com que se relaciona. Podemos perceber, então que o egoísmo é a fonte central dos problemas que há entre pessoas. Em Tiago 4:3, vemos uma observação que nos leva a pensar que a Bíblia condena o egoísmo: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.”
Jesus nos ensina no Sermão da Montanha como nos tornar melhores e isso implica deixar de lado o egoísmo, deixar nossos próprios interesses e pensar no próximo. Essa é a base do cristianismo: amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos. "E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas" Mateus 22.37-40.E se considerarmos que Deus é amor e o amor não é egoísta, não é invejoso, não trata mal, não é leviano, amaremos o outro como queremos ser amados. "O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor" (Romanos 13.10). Assim, vemos que o egoísmo tem remédio. Jesus nos ensina a fazer aos outros o que queremos que eles façam a nós. Se você gosta de ser presenteado, presenteie. Se você não gosta que falem de você, pelas costas, fale diretamente aos outros o que espera ou pensa. Se você não gosta de ser criticado, não critique. Se você não gosta de ser negligenciado, não despreze as pessoas. Se não gosta de ser tratado com indiferença, faça a diferença, valorize as pessoas, crie um laço afetivo.
O que você semear, certamente colherá. Pois com o metro que usa para medir é que será medido. Observe as suas atitudes e use-as não para se justificar, mas para antever que tipo de fruto colherá. Ninguém que semeia espinhos pode colher flores.
Pense nisto!
Graça e Paz!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010


“Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós. (I João 2:19)


Amado(a), o apóstolo João está fazendo referência, neste versículo ao fato de que o oponente do evangelho saiu do meio de nós. Ele afirma: “estas coisas vos escrevi acerca dos que vos enganam”.
O diabo saiu do meio dos anjos, anjo da ordem dos querubins. Era um anjo de posição elevada perante os seus semelhantes, conforme está registrado em Ezequiel 28: 14-15: “Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti.”
E desde que esse anjo criado para ser portador da luz se tornou profano, ele conduziu 1/3 dos anjos à morte e depois disso vem induzindo a humanidade à mesma condição: serem separados da vida que há em Deus. Muitos são os que estão conosco, mas não agem como filhos de Deus, antes preferem profanar a Casa de Deus, aceitar as sugestões daquele que perdeu a condição inicial e tem levado outros tantos a perecerem.
O apóstolo está escrevendo aos jovens e aos pais, para aqueles que conhecem a verdade, mas têm se comportado como que não conhece, assim como fez satanás no princípio. Quem conhece a verdade deve andar nela e por ela, sem se deixar contaminar por aqueles que vivem no mundo, ou se comportam como os do mundo. Quem conhece a verdade sabe discernir o que vem de Deus e o que vem do maligno, por isso I João 2:16-17 diz: “Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”.
Amado(a), aquele que verdadeiramente recebeu a unção, não se deixa enganar, porque a unção nos ensina. Em I João 2: 27 está escrito:“E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis”.
Isso significa que agimos de acordo com os exemplos daquele que nos ensina. Quem aprende com Jesus é manso de coração e é obediente, mas quem aprende com o príncipe deste mundo, o pai da mentira age como ele: desobedece, tem ódio no coração e não se firma na verdade.
Amado(a), com você tem aprendido a agir? Onde você tem buscado a sua unção? Se você tem a unção do Santo, de acordo com o apóstolo João, você tem o conhecimento, portanto, deixe que permaneça em você o que desde o início ouviu.
Graça e Paz!

terça-feira, 26 de outubro de 2010


“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;” (Mateus 7: 24 e 26)


Amado(a), onde você está edificando sua casa? Vemos neste texto que Jesus usa a metáfora da construção para nos ensinar a ser prudentes. Isso vale tanto para nossa vida terrena, quanto para a nossa vida espiritual. O resultado de nossos esforços são decorrentes de onde estamos colocando os alicerces na nossa edificação. Simplesmente ouvir e não praticar não leva ninguém ao crescimento, O conhecimento sem a argamassa da prática não passa de um amontoado de tijolos. O dono de uma olaria pode não ter uma casa.
Muitos são os insensatos que ouvem a palavra, sabem de cor os versículos da Bíblia, até usam alguns para justificarem suas ações, mas continuam sem um lar, porque vivem na prática mundana, porque suas atitudes não são firmes diante da palavra de Deus. Em vez de edificarem casas no alicerce firme, armam barracas que se desmoronam ao primeiro vento. Em outras palavras, não escolhem o terreno, olham apenas a vista. “E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. (Mateus 7:27).
Muitas vezes você se pergunta por que as suas iniciativas não dão certo, por que sua casa não é firme, por que está sempre com problemas. A resposta está na forma como você tem usado o que ouve. Em quem tem depositado sua fé. Aquele que ouve, espera e confia em Deus não será abalado: “E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha”. (Mateus 7:25). Mas aquele que se estriba em seu próprio entendimento, que não espera pela promessa, acaba gerando “Ismael”, por não esperar “Isaque”. Assim, vive como nômade, sem um lar edificado na Rocha firme, como acampante que sucumbe ao primeiro sinal de vento forte e não tem endereço fixo.
Amado(a), em que alicerce está sua casa?
Graça e Paz!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010


“Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas procuremos encorajar-nos uns aos outros, e ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia” (Hebreus 10.25).

Amado(a), o autor da carta aos Hebreus conclama o povo a não deixar de se reunir como Igreja, porque é na comunhão que a Igreja se fortalece. E é também nesse ponto que o diabo tem lançado suas setas e tentado entrar nas brechas que são deixadas. Quando o povo de Deus se isola, quando se dispersa e age com independência, o inimigo toma conta, depois de semear a discórdia, de destruir a comunhão, ele joga o seu alvo novamente no mundo, onde ele reina. Afastado de Deus e dos irmãos, aqueles que não vigiam acabam por voltar ao pecado. Observe que nesse versículo há duas dicas preciosas sobre como agirmos para não cair nesse erro, pois o dia do Senhor está próximo e não podemos ser pegos desprevenidos: não deixar de nos reunir como Igreja e encorajar uns aos outros.
Amado(a), é muito fácil deixar a comunhão, isso vai acontecendo aos poucos e de repente nos vimos distantes dos irmãos, longe do abrigo de Deus. Daí a necessidade de encorajarmos uns aos outros, porque tem sido muito mais fácil ouvir a voz do inimigo, que usa pessoas do mundo, ou até mesmo de dentro da Igreja, do que agir como cooperadores de Cristo, encorajando os fracos a persistirem na fé, ajudando-os na luta.
A palavra de ordem é: santificação. Aquele que se santifica guarda a palavra, não sai da comunhão, não deixa de exortar e de encorajar o irmão, consequentemente, não sai do lugar da bênção, por isso é vitorioso sempre, Naquele que o fortalece.
Graça e Paz!

domingo, 24 de outubro de 2010


Olha, SENHOR, porque estou angustiada; turbadas estão as minhas entranhas; o meu coração está transtornado dentro de mim, porque gravemente me rebelei; fora me desfilhou a espada, em casa está a morte.
(Lamentações 1: 20)


Amado(a), o profeta Jeremias exprime no livro de Lamentações a dor pela destruição de Jerusalém e os sofrimentos do povo, pela fome, espada, miséria e opressão. Esse livro em forma de poema foi escrito no tempo do cativeiro e relata a dor pelo abandono da cidade de Jerusalém. Com a tradução para o português, a beleza da poesia se perde, mas a essência da palavra permanece, pois a finalidade do livro é ensinar o povo a não desprezar o castigo de Deus, nem fraquejar quando receber Dele a justa punição. O profeta nos ensina a voltar-nos para Deus e, arrependidos, confessar os nossos, esperando pelo perdão e o livramento.
Nesse versículo ele faz alusão ao estado em que se encontrava a cidade de Jerusalém e como o povo de Deus se encontrava por conta de sua rebeldia e desprezo às orientações do Senhor. Essa alegoria serve também para quem deixa os caminhos do Senhor para seguir outros conselhos, não importa quão inocente possa parecer. Desobediência sempre traz conseqüências, por isso o profeta clama: “Venha toda a sua maldade diante de ti, e faze-lhes como me fizeste a mim por causa de todas as minhas transgressões; porque os meus suspiros são muitos, e o meu coração está desfalecido”. (Lamentações 1: 22). Muitos são os que sofrem porque transgrediram, muitos são também os que sofrem porque recebem a maldade alheia. Mas o o profeta continua dizendo: o bem que Deus tem preparado para os Seus não será retido. Espere, pois, no Senhor que Ele a Seu tempo lhe concederá os desejos de seu coração. Às vezes o livramento de Deus vem de onde menos esperamos, vem por meio daqueles a quem amontoamos brasas, vem na presença de quem desprezamos, de quem rejeitamos ou fizemos chorar. Deus usa o inesperado, usa até mesmo aqueles que nos jogam na cisterna para nos fazer governadores. Mas, assim como José, antes é necessário aceitarmos a provação, sem nos rebelar, é necessário governar primeiro o nosso espírito e não aceitar as tentações do mundo, para depois recebermos de Deus a recompensa de nossa persistência e confiança na Sua promessa.
Graça e Paz!


sábado, 23 de outubro de 2010


“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação. Porque os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela” (Romanos 13:1-3)


Amado(a), o apóstolo está nos dizendo que devemos ser submissos às autoridades constituídas, porque mesmo que tenhamos posicionamentos contrários estamos sujeitos a elas. Não é raro vermos que aqueles que se indispõem contra seus líderes, quer seja no plano profissional, religioso ou familiar chamam a si conseqüências negativas. Os rebeldes não são bem vistos entre os homens, nem são aprovados por Deus. A Bíblia considera a rebelião como um pecado tão grave como o de feitiçaria. Por isso Paulo nos ensina a ser submissos para fazermos a vontade de Deus. Em Efésios 5:21 ele diz “Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus. Submissão e autoridade sempre andam juntos. Não pode haver uma sem existir a outra. A falta de submissão acontece de duas formas: Desobediência e Rebelião. Há desobediência quando a ordem de uma autoridade superior não é obedecida, mesmo que se reconheça a autoridade, as ordens não são cumpridas. A desobediência traz suas conseqüências. A desobediência de Adão trouxe maldição e morte à humanidade. Moisés não entrou na terra prometida porque uma vez não obedeceu a Deus. Muitos não levam a sério a obediência a Palavra de Deus, e por isso colhem consequências terríveis em suas vidas. A rebelião acontece quando a autoridade superior não é reconhecida. O rebelde em geral enfrenta a autoridade superior colocando-se num nível igual ou mais alto. A rebelião leva à perdição eterna. Esse foi o primeiro pecado cometido no universo quando um anjo se rebelou contra Deus. O anjo de maior destaque nos céus, Lucifer, quis se igualar a Deus desviando para si toda honra e gloria que só a Deus é devida. Este anjo tornou-se o que hoje é chamado de satanás e tem atuado neste mundo para levar os homens a seguirem seu exemplo, desviando-os da vontade de Deus.
A Bíblia nos adverte que devemos ser submissos a Deus, aos pais, aos patrões, aos governantes, aos pastores, e a todos os superiores. Sabemos que qualquer que seja a condição de desobediência, ela se constitui num pecado e, assim, impede a entrada no reino de Deus.
Amado(a), se você quer ser abençoado(a) e fazer parte do Reino de Deus, não se esqueça, o primeiro passo é obedecer.
Graça e Paz!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010


“O SENHOR me castigou muito, mas não me entregou à morte. (Salmos 118:18)

Amado(a), quantas vezes passamos por lutas e chegamos a pensar que Deus nos abandonou, que nossas orações não são ouvidas, que estamos sós. Essa sensação acompanha o sentimento de tristeza e o desejo de sair do caminho do Senhor, sob a falsa idéia de que não temos importância para Deus. Essa é a voz do inimigo que sopra em nossos ouvidos, diminuindo a nossa visão para nos fazer sair do lugar da bênção. Se estamos sendo castigados, certamente isso tem um sentido no plano de Deus para nossas vidas. Porque qual o pai não castiga o filho que ama? Muitos ponderam que de nada adianta ser fiel, seguir a palavra de Deus se as coisas não melhoram, se tudo parece continuar igual ou até pior do que antes. A grande verdade é que Deus só nos prova até onde podemos suportar e a Bíblia é cheia de exemplos de homens que passaram pelas provações e receberam o prêmio da perseverança, que andaram conforme ensina Tiago 1:12 “Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.”. Mas muitos são os que desistiram no meio do caminho, que preferiram murmurar e assim deixaram de receber. Em Hebreu 10:38, o Senhor dá um recado para esses: “Mas o justo viverá da fé; E, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.”

Amado(a), o recado é esse: seja o que estiver passando, seja qual for a sua dor, a sua luta, a sua necessidade. O Senhor tem cuidado de você, mesmo quando lhe castiga. Persevere! Se Ele prometeu a vitória, ande como um(a) vencedor(a). O diabo quer você fora da comunhão, fora da presença de Deus. Lembre-se: você pode ser sendo castigado para saber receber as bênçãos, mas não foi lançado para a morte.

Graça e Paz!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010




“Portanto, fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes” (Hebreus 12:12)



Amado(a), o autor de Hebreus nos exorta a dar suporte aos fracos na fé. Muitas vezes encontramos na Igreja irmãos que estão fragilizados, que são inconstantes na fé, ora estão na igreja, ora estão no mundo. São esses os alvos da palavra desse versículo. Nossa tendência é deixar de lado, porque também nos sentimos incomodados com as atitudes deles. Pensamos que eles ouvem a mesma palavra, têm o mesmo pastor, recebem a mesma ou até mais atenção dos líderes, vivem caindo e voltando ao pecado, então não precisam ouvir mais ou ser admoestado novamente. Engano nosso: os fracos na fé precisam ser apoiados. Outro engano é pensar que devemos dar atenção aos que estão no mundo porque os que estão na igreja já estão no caminho certo. Isso seria o ideal, mas vemos que a realidade é diferente. A igreja está cheia de pessoas que não estão firmes, que se comportam muito mais como meninos rebeldes, filhos insubordinados do que muitos que não conhecem Jesus. É deles que o autor de Hebreus fala e é neles que devemos concentrar nossas atenções. Primeiro em oração, pois, assim como os descrentes, como aqueles que nunca tiveram uma experiência com o Senhor, os “joelhos vacilantes” também não têm coração aberto para ouvirem uma exortação direta, ou para acatarem um conselho do irmão ou dos líderes para agirem de acordo com a palavra. Infelizmente, esses são até mais difíceis, porque conhecem e usam a palavra recortando-a para justificar suas ações. Os de coração duro precisam antes ser abrandados e só a oração de intercessão pode conseguir isso. A palavra não cai em terreno fértil, os espinhos tomam conta e nossas boas intenções são distorcidas. É, preciso também jejum para fortalecer o espírito, pois muitos desses não estão definitivamente libertos e por isso se deixam levar por sugestões de espíritos enganadores. Quantos não estão sofrendo nas igrejas, fazendo sofrer e carregando a armadura não para libertação, mas para repetirem as instruções de satanás. Sem a ação do Espírito, sem a ajuda do irmão que se encontra mais fortalecido no Senhor, é inócua qualquer tentativa de chamar à razão aqueles que estão se perdendo, dentro das igrejas. Antes se sentem vitimas e alvos de perseguição ou de abandono dos irmãos.
Amado(a), quem conhece e vive a palavra, quem busca uma vida de santidade sabe que isso é a nossa luta contra os principados e não contra a carne. Mas quem não está nessa sintonia vai lutar contra o homem e suas atitudes insensatas. Mas o Senhor nos exorta à santidade e a sermos cooperadores de Cristo e não alvos do inimigo. De que lado você quer estar?
Graça e Paz!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


“Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai, e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão; Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que pela boca de duas ou três testemunhas toda a palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.” (Mateus 18: 15-18)


Amado(a), a bíblia diz que devemos corrigir as crianças, pois elas não sabem escolher o caminho certo, por isso Deus colocou sobre elas a autoridade dos pais ou responsáveis para que fossem admoestadas e seguir uma caminho que as levará ao crescimento em todos os sentidos. Entretanto, as que se rebelam acabam encontrando dificuldades ao longo de sua vida e não raras vezes são corrigidas por estranhos ou até mesmo sofrem as conseqüências de não terem dados ouvidos aos ensinamentos daqueles que a amam.
Infelizmente, muitos adultos também agem de forma imatura e não atentam para o que a Bíblia sobre a necessidade da correção. E por conta disso seguem colhendo os frutos próprios da rebeldia infantil.
Amado(a), quantas vezes somos corrigidos por nossos pais, professores, ou até pelos amigos mais chegados e ficamos incomodados, reclamamos, ou desprezamos a correção? É comum entre as pessoas imaturas desprezar a correção. Mas entre aqueles que querem ser edificados, que não agem mais como meninos na fé, é preciso reconhecimento acerca do que nos diz o autor da carta aos Hebreus: “E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela”. (Hebreus 12:11). A correção pode parecer inicialmente ruim, mas ao final ela leva ao gozo e a frutos pacíficos, pois que resulta de obediência à palavra e o segredo das bênçãos está em obedecer, assim como a explicação da maldição está na desobediência.
Observe que o Senhor está dizendo que é necessário que haja a correção. Todavia, essa deve ser feita inicialmente à pessoa diretamente para que ela tenha oportunidade de refletir sobre seu erro e se redimir. Mas se ela não aceitar e, para evitar que distorça as palavras do irmão, testemunhas são necessárias para que a palavra seja confirmada. E, ainda assim, se ela não se corrigir ou não aceitar o que foi dito a Igreja deve tomar conhecimento.
Amado(a), Jesus nos ensina isso não para expormos o irmão, ou criarmos animosidade na Igreja, mas para evitarmos que o pecado entre e que o inimigo use a divisão entre os irmãos para quebrar a comunhão. Sabemos que aqueles que se isolam são alvos fáceis de satanás e é dessa forma que ele entra na vida da Igreja e instaura a rebelião. Se você está dando brechas, se não está em obediência à palavra, cuidado! O próximo passo é o isolamento que leva ao desvio e a fuga do alvo.
Graça e Paz!

terça-feira, 19 de outubro de 2010


Como o pássaro no seu vaguear, e como a andorinha no seu vôo, assim a maldição sem causa não virá. (Provérbios 26:2)

Amado(a), muitas vezes as situações se repetem em nossas vidas e não atentamos para o fato de que isso pode ser um sintoma de maldição que nos foi lançada e não buscamos o caminho da libertação. Alguns até se prendem cada vez no laço armado e não conseguem sair dele, simplesmente porque desconhecem o que diz a palavra de Deus sobre esse tema.
Tanto a bênção quanto a maldição devem ser entendidas no contexto da aliança que Deus fez com Seu povo, conforme está em Deuteronômio. 27 e 28, pois, segundo a Bíblia, a forma de Deus relacionar-se conosco sempre foi por meio de alianças.
Assim, precisamos entender o que é uma aliança. Aliança é promessa solene feita ligando duas ou mais pessoas, grupos, famílias, entidades, organizações, por meio de um juramento. Este juramento tanto pode ser feito por palavras ou por um ato simbólico. Quando essa forma de juramento é reconhecida por ambas as partes, isso se torna um ato formal que liga os envolvidos a cumprirem a sua promessa. Mas, infelizmente, diferentemente do que ensinou o Criador, a criatura, desde Adão, tem menosprezado a importância e a responsabilidade da aliança e por conta disso tem chamado a si as conseqüências, pois a causa básica das maldições é a desobediência.
Mas, por outro lado, aqueles que seguem a palavra de Deus, que respeitam a aliança feita com seus semelhantes e com o Senhor, que não transgridem a lei, não são idólatras ou injustos, não desonram os pais, nem roubam dízimos ou sonegam ofertas, não cometem pecados sexuais como adultério, masturbação, homossexualismo, ou formicação e não fazem a obra de Deus relaxadamente, certamente não precisam temer nenhuma palavra de maldição.
A Bíblia diz que a maldição sem causa não se concretiza. Podem proferir o que for sobre a vida daquele que guarda a palavra de Deus e a pratica que nada impedirá suas bênçãos. O profeta Isaías 54:17 assegura que “Não prosperará nenhuma arma forjada contra ti; e toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor”. O salmista destaca em Salmos 91:10 “nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda”.
Amado(a), se você é firme na presença de Deus, se não abre brechas para que o inimigo entre em sua vida, não precisa se preocupar se alguém proferiu uma palavra de maldição contra você, pois, se a sua vida é reta, a maldição não se instalará em sua vida, antes será transformada em bênçãos, porque maior é Deus do que o que está no mundo.
Mas, atente bem para isso: é você e não o outro que pode dar pouso ou repelir a maldição.
Graça e Paz!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer, e se tiver sede, dá-lhe água para beber; porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça, e o Senhor te recompensará. (Provérbios 25: 21-22)


Amado(a), é interessante observar que nestes versículos Salomão ensina que devemos ter uma atitude de compaixão com aquele que necessita e estender-lhe a mão, sem esperar a retribuição dessa pessoa. O sábio explica que a recompensa vem do Senhor e não do homem, que muitas vezes age com orgulho e ingratidão e não trata o outro como foi tratado. São inúmeros os exemplos de pessoas que mudam seu comportamento: quando necessitam são cordatas e humildes, mas quando se julgam por cima, ou acreditam não mais precisar do irmão são arrogantes e ingratos. A Bíblia diz também que conhecemos a árvore pelos seus frutos. E a árvore tem sido usada como metáfora para representar o homem. Isso significa que conhecemos os homens pelos seus testemunhos. Aquele que se compadece e dá, no momento de necessidade do próximo, que olha para o seu irmão com amor de Deus, ainda que receba dele a ingratidão, colhe das mãos de Deus o fruto desse amor. A sua vida prospera, enquanto o tolo, o ingrato, o interesseiro não obtém o mesmo resultado. Sua vida financeira não avança, nada que inicia é concluído com êxito, seus relacionamentos são deteriorados, porque não são cultivados no mesmo espírito. Não é raro perceber que essas pessoas estão sempre voltando ao lugar de origem, sem testemunhos de bênçãos, porque o bem que lhe fizeram foram por elas mesmas convertidas em mal. Isso são as brasas amontoadas sobre suas cabeças. Ao passo que, quando são gratas e retribuem o bem que lhe fizeram, pode-se observar total crescimento em todas as áreas de sua vida.
Observe um homem que não prospera e que está sempre sendo ajudado para sair do mesmo lugar e repare como tem sido sua vida. Não será surpresa constatar que ele não tem amigos, ou que seus amigos são apenas os de ocasião. Mas olhe agora para um homem que teve a mão estendida de um irmão a seu favor e agiu com gratidão. Esse chamou a si o cumprimento das promessas de Deus e pode testemunhar vitórias.
Aqui, há uma grande mensagem de esperança para você e para mim: Não importa quem você é, por onde andou, quando caiu nem de que maneira pode estar neste momento; não importa quão amarrado você possa estar a costumes, vícios e hábitos dos quais não pode se libertar
Amigo, isto talvez seja o mais trágico do pecado. O pecado cria desconfiança entre os seres humanos; cria barreiras intransponíveis; abre brechas entre marido e mulher; cria limites entre pais e filhos. O pecado abre distância entre os membros de uma mesma igreja; abre feridas que depois não se fecham; causa traumas que o tempo não é capaz de apagar. Porém, talvez o mais terrível do pecado seja mesmo a dolorosa experiência de nos afastar, de nos separar, de nos isolar do mundo.
Quando você era criança e fazia algo de errado, a primeira coisa que vinha à sua mente era se esconder, não era? Pois é. O pecado nos faz esconder, nos faz partir para longe. Ele nos separa de Deus criando uma barreira entre o Pai e nós.
Nós adultos, quando cometemos algo de errado contra uma pessoa, temos medo de nos encontrar com ela e se por acaso a encontramos, temos vergonha de olhar em seus olhos.
O pecado separa as pessoas, as famílias, os irmãos, os amigos. Talvez você já tenha sido traído por um amigo em quem confiava. Talvez já tenha sido traído pelo seu cônjuge; pelo pai ou pelo filho; ou até mesmo por um pastor ou ancião da sua igreja, e entende perfeitamente o que falo. Isto é o que o pecado nos traz. Porém, o pior de tudo é que o pecado nos separa de Deus.
O pecado nos separa de Deus, mas não separa Deus de nós. Quando Jesus veio a este mundo, as pessoas não conseguiam entender isto, e confundiam o pecado com o pecador. Quando um homem cometia um pecado, ele era rejeitado e desprezado. Ninguém mais se relacionava com esse homem. Viveu entre pecadores e morreu entre pecadores. Ele tinha vindo a este mundo para dar esperança aos homens sem esperança. Eles eram o motivo de Sua vida.
Salomão nos mostra em Provérbios 16: 18 que “a soberba precede a destruição, e a altivez do espírito precede a queda”. A Bíblia está repleta de exemplos dessa natureza e é retratada como um dos piores pecados bíblicos. Lucas narra o episódio em que Jesus cura dez leprosos, mas somente um voltou para agradecer. Infelizmente, isso também tem acontecido em nossas igrejas. Muitos são os que procuram os pastores para pedir oração para se libertarem suas dores e depressões e até mesmo para resolverem suas vidas financeiras, mas quando se julgam firmes ou libertos procuram outras igrejas, juntam-se com outras rodas de amigos e sequer voltam para agradecer. E muitos são os que murmuram e reclamam, quando não ouvem ou não recebem o que esperavam. E os exemplos nos mostram que, quem é ingrato com o irmão, não age de forma diferente com Deus.
Amado(a), os ingratos, acabarão mais cedo ou mais tarde defrontando-se com a própria consciência e colherão o resultados das brasas amontoadas em suas cabeças. Mas a boa notícia é que há cura para a ingratidão: basta deixar o orgulho de lado e reconhecer que Deus está no controle e que Ele usa o irmão para abençoar. Se a benção foi transformada em maldição, saiba que essa é uma escolha pessoal, não de Deus. "Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência". (Deuteronômio 30.19)
Graça e Paz!

domingo, 17 de outubro de 2010



"Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles". (Lucas 15:1-2)


Amado(a), há um ditado popular que diz: diga-me com quem andas e te direi quem és. É interessante observar que esse adágio, se tomado ao pé da letra, parece contraditório ao exemplo de vida do próprio Jesus. Lemos na Bíblia que Ele viveu entre pecadores e morreu entre pecadores. Afinal sua missão foi a de vir a esse mundo para dar esperança aos homens sem esperança. Ele mesmo disse em Mateus 9.12: “os sãos não precisam de médico, e sim os doentes”.
Mas isso não quer dizer que Jesus aceitava as atitudes erradas da prostituta ou a desonestidade de Zaqueu. Ele abomina o pecado, mas ama o pecador. É importante sabermos que mesmo não aprovando nossa conduta Jesus nos ama e quer que tomemos uma posição de deixar o erro e aceitar a mensagem da cruz. Jesus morreu entre dois ladrões. Um deles tomou o posicionamento correto, mas o outro preferiu obstinadamente manter-se no equivoco. A escolha é sempre nossa. Podemos escolher andar com os sábios e sermos mais sábios, dar bom exemplo para os que andam no erro, ou sermos maria-vai-com-as-outras, deixando-nos levar pelo que ditam as nossas companhias.
Jesus viveu entre os pecadores, mas, baseado na força da palavra de Deus não se deixou tentar pelo pecado. Cuidado! Quem não está firme na palavra, não pode entrar no terreno do inimigo impunemente.
Graça e Paz!

sábado, 16 de outubro de 2010


“Quem rejeita a correção menospreza a sua alma; mas aquele que escuta a advertência adquire entendimento. (Provérbios 15:32)


Amado(a), a Bíblia tem nos ensinado que aquele que anda com sábios fica mais sábio, mas quem escolhe a companhia de pessoas insensatas não tem como ser edificado. Não é raro vermos pessoas com potencial para serem prósperas em toda a acepção da palavra serem desviadas para caminhos de derrota e destruição justamente porque se envolveram com pessoas insensatas. Os exemplos nos mostram que é mais fácil ser puxado para baixo do que erguer aquele a quem se está tentando estender a mão, porque a mente do insensato não é aberta aos bons conselhos. Por isso Salomão ensina que não vale à pena pleitear com o insensato, porque quer este se agaste quer se ria, não terá descanso.
Entretanto, quando se tem um mínimo de equilíbrio e de sabedoria, aquele que espera uma mudança de postura e quer trilhar o caminho dos separados pondera, conforme ensina o sábio em Provérbios 27: 5-9, “Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Fiéis são as feridas dum amigo; mas os beijos dum inimigo são enganosos. O óleo e o perfume alegram o coração; assim é o doce conselho do homem para o seu amigo”. Em outras palavras, isto significa que aquele que ama verdadeiramente o amigo não deixa que ele caia em ciladas e na astúcia do inimigo por não querer se indispor. A Bíblia recomenda admoestar o que está em erro, porém com amor e compreensão. Mas quem rejeita a correção assume pagar as conseqüências das escolhas e não pode responsabilizar o outro pelos seus fracassos.
Amado(a), a Bíblia é, por excelência, o livro dos bons conselhos e ela nos recomenda ouvir e pedir conselhos. E, em várias passagens, com narrativas de histórias com finais felizes ou trágicos, a palavra de Deus nos mostra que aprendemos com os conselhos, pois aquele que escuta a advertência adquire entendimento.
Erramos menos porque, como nos diz Provérbios 11:14 “Quando não há sábia direção, o povo cai; mas na multidão de conselheiros há segurança.” E Provérbios 15: 22 “Onde não há conselho, frustram-se os projetos; mas com a multidão de conselheiros se estabelecem.”
Quem ouve conselhos se torna mais sábio, mas quem ignora a repreensão e prefere seguir seu próprio entendimento logo tropeçará, conforme ensina Salomão em Provérbios 13: 10 “Da soberba só provém a contenda; mas com os que se aconselham se acha a sabedoria” e em Provérbios 15: 12 “O escarnecedor não gosta daquele que o repreende; não irá ter com os sábios. 31 O ouvido que escuta a advertência da vida terá a sua morada entre os sábios.”
Quem ouve conselhos dá provas de maturidade Provérbios 12:1 1 O que ama a correção ama o conhecimento; mas o que aborrece a repreensão é insensato, pois o caminho do insensato é reto aos seus olhos; mas o que dá ouvidos ao conselho é sábio.
Quem escuta um conselho e põe em prática evita dor de cabeça, conforme diz Provérbios 19: 16 “Quem guarda o mandamento guarda a sua alma; mas aquele que não faz caso dos seus caminhos morrerá”.
Quem ouve conselhos prospera diz Provérbios 16: 20 “O que atenta prudentemente para a palavra prosperará; e feliz é aquele que confia no Senhor.”
Amado(a), o segredo para uma vida próspera em todos os sentidos é ouvir e obedecer. Isso é a essência da palavra de Deus. Jesus foi obediente até a morte. Os personagens bíblicos que seguiram os conselhos dos profetas também exemplificam essa afirmação. Por isso, em vez de colher os frutos da desobediência, seja inteligente: ouça e pratique os conselhos daqueles que têm a visão de Deus.
Graça e Paz!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010


“Não fales aos ouvidos do tolo; porque desprezará a sabedoria das tuas palavras.”. (Provérbios 23: 9)


Amado(a), hoje comemora-se o dia do professor, uma profissão dedicada ao ensino e, consequentemente, ao aconselhamento daqueles que estão em estado de aprendizagem. Mas devemos nos lembrar de que o maior professor do qual se tem notícia, a quem seus pupilos, feitos discípulos, chamavam “Mestre”, foi Jesus.
Não é preciso nenhum adjetivo para qualificar o ministério deste mestre, àqueles que conhecem a sua história, durante seu magistério terreno. Todos os seus ensinamentos foram baseados em prática vivida, e fundamentada na teoria que defendia, registrada na Bíblia. Isso ninguém pode contestar. Os Evangelhos registram inúmeros exemplos pedagógicos da atuação de Jesus e como Ele praticava o que ensinava. Mas podemos observar que, embora falasse a uma multidão, assim como muitos professores ensinam a turmas repletas de alunos, eram poucos os quais Ele chamava em “Seu gabinete” para aconselhar. Isso porque Ele conhecia e punha em prática a palavra ensinada pelo sábio em Provérbios 23:9. Jesus escolhia a quem dar conselhos, porque também sabia a inutilidade de dar pérolas aos porcos. Jesus sabia que não adianta repreender aquele que acha que tudo sabe, assim como um professor que tenta ensinar a um aluno que não quer aprender. Na verdade, o melhor e mais capacitado professor nada pode fazer diante de um aluno medíocre, que não se dispõe a aprender. Assim é também com os alunos da fé, muitos são os que se sentam nas cadeiras da igreja e entra ano e sai ano sem mudarem de nível: continuam na pré-escola. Não ouvem o pastor. Muitos são os que apenas frequentam algumas aulas, mas não passam pelas provas. Podemos verificar também que Jesus repreendeu severamente seus discípulos, dentre eles, Pedro, porque sabia que ali teria um aluno brilhante, um grande discípulo, depois que estivesse verdadeiramente disposto a aprender e a colocar em prática o que aprendeu. Entretanto, limitou-se a explicar a teoria a Judas, talvez porque soubesse que “esse aluno” era um daqueles que apenas estava matriculado na escola, fazia parte do grupo, mas não se comportava como quem deseja verdadeiramente aprender, porque aprender implica mudar de comportamento. Jesus colocava em prática a teoria de Salomão em Provérbios 9:8-9 "Não repreendas ao escarnecedor, para que não te odeie; repreende ao sábio, e amar-te-á. Instrui ao sábio, e ele se fará mais, sábio; ensina ao justo, e ele crescerá em entendimento".

Amado(a), se você está matriculado na escola cujo objetivo é capacitá-lo para a vida eterna com Jesus, que lhe concederá o diploma de acesso à eternidade celestial, verifique como tem sido o seu comportamento como aluno. Você tem ouvido o seus mestres, e, principalmente, você tem seguido o exemplo do Mestre?

Graça e Paz

quinta-feira, 14 de outubro de 2010


Vês um homem precipitado nas suas palavras? Maior esperança há para o tolo do que para ele. (Provérbios 29: 20)


Amado(a), quantos não têm perdido uma amizade, um emprego, uma promoção porque não sabem ficar calados, ou porque não pensam antes de falar!
O livro de provérbios está cheio de recomendações sobre como agir nesse sentido, mas muitos são os que se calam quando precisam falar e falam demais quando precisam ouvir. São os que falam intempestivamente e assim agem como um insensato do qual nos fala Salomão em Provérbios 17: 27 “Refreia as suas palavras aquele que possui o conhecimento; e o homem de entendimento é de espírito sereno”.
Não é sábio quem fala do irmão, sem dar a ele a oportunidade de defesa. É tolo quem toma partido e descobre ao outro as mazelas de do próximo, pois muito cedo se arrependerá do que disse e não poderá voltar atrás sua palavra. E não raras vezes se percebe que tomou o partido errado. A Bíblia ensina que se deve repreender o que está agindo errado, mas isso deve ser feito em particular, e dito de forma clara ao que deve ser admoestado. Nunca de forma indireta, com recados e intermediário e jamais deve ser dirigida a outra pessoa.
Amado(a), quantos não têm perdido bênçãos e a oportunidade de comunhão que edifica e abençoa porque não sabem refrear sua língua e a usam para atacar, não para aconselhar, desculpar, suavizar o agravo! Quantas vezes não gostamos do que ouvimos e em vez de respondermos com brandura, preferimos derramar hostilidade e incompreensão! O sábio nos diz em Provérbios 15:28 que “O coração do justo medita no que há de responder; mas a boca dos ímpios derrama coisas más.”
Graça e Paz!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010


“E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: sai dele e não entres mais nele”. (Marcos 9.25)


Amado(a), Jesus está falando de um mundo espiritual que, embora invisível aos olhos humanos, atua de forma real em nossas vidas. Entretanto, há os não acreditam na influência desse mundo e há que os têm sensibilidade aflorada para perceberem a sua dimensão na vida humana. Quando pecamos, fugimos do alvo e saímos da sintonia de Deus, abrindo brechas para que esses seres atuem em nossas vidas. Se não podem tocar na vida dos escolhidos, esses espíritos das trevas agem sob o comando de satanás oprimindo as pessoas e trazendo-lhes sofrimento, dores físicas e emocionais. Atualmente, os consultórios psiquiátricos estão abarrotados de pessoas que carregam o peso da ação demoníaca. O mundo espiritual é mais real do que podemos imaginar e muitos, porque não crêem, ou porque não dão ouvidos aos alertas, preferindo ignorar o que recomenda a palavra de Deus, não vigiam e abrem espaços para essa escravidão.
Quando Jesus manda que o espírito mudo e surdo saia da vida daquele menino trazido pelo pai, Ele não está simplesmente fazendo um milagre, mas nos ensinando a crer que podemos vencer o mundo espiritual, se nos apegarmos ao Senhor.
Jesus disse ao pai daquele adolescente que sofria com a possessão demoníaca desde a infância “Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade.” (Marcos 9: 23-24).
Observe que o pai reconheceu a sua limitação, mas pediu ajuda nessa sua fraqueza. Mais do que isso, ele pediu à pessoa certa.
Nós também somos limitados, fracos na fé, e diante de nossa incredulidade, em vez de pedirmos a Jesus que nos ajude e nos faça enxergar esse mundo de forma clara, para não sermos mais presas do inimigo, em geral, preferimos acreditar em nosso coração enganoso. Teimosamente, damos espaço para que o espírito surdo e mudo continue agindo em nossas vidas. Ficamos mudos, quando devemos falar e fechamos nossos ouvidos ao que nos é ensinado. E assim, como àquele menino, o diabo tem lançado pessoas no fogo e na água para destruí-las, fazendo repetidas vezes com que caia, até que um dia não mais se levante, se não ouvir, se não for verdadeiramente erguido pela mão de Jesus.

Graça e Paz!

terça-feira, 12 de outubro de 2010





Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. (Tiago 4:7)


Amado(a), muitos estão perecendo e impedindo Deus de entregar as bênçãos porque estão caindo nas ciladas do diabo, que não perde tempo. Isto acontece porque, simplesmente não dão crédito ao que aprenderam. A palavra de Deus é clara, simples e objetiva. Nela está registrado tudo o que precisamos saber para nos prepararmos para a guerra contra nosso inimigo. Sabemos que nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas insistimos em brigar com nosso semelhante, em vez de ficarmos atentos às estratégias de nosso verdadeiro adversário. O segredo para vencermos esse inimigo, que já está derrotado, mas ainda insiste em nos afrontar, usando nossa ignorância acerca da palavra, ou nossa desobediência ao que nos foi ensinado, é sujeitar-nos a Deus. Quem anda sob as asas do Altíssimo à sombra do Onipotente descansará, afirma o salmista.
Precisamos saber que a ação do inimigo sobre a nossa vida não acontece de forma imediata. Ela vem sutilmente de forma a nos envolver e se não reagimos, ou agimos em desobediência aos conselhos de Deus, aos poucos vamos nos enredando numa teia controlada pelo inimigo. Assim ele vai edificando fortalezas em nossas vidas e nos prendendo em nossa própria casa sorrateiramente. É assim que nos tornamos escravos. Primeiro ele nos ronda, para nos pegar no ponto fraco, depois atiça-nos para a desobediência, fazendo-nos acreditar que não há problema, que merecemos aquilo que vimos pedindo e nos faz crer que vem de Deus o que ele tem lançado como armadilha. Amado(a), se vem de Deus traz paz e contentamento perene. O que é passageiro e incomoda não vem de Deus. O que vem de Deus une e não acrescenta dores, ainda que venha com lutas. Ao nos desviarmos do alvo, entramos em desobediência e pecamos, assim damos a ele legalidade para nos aprisionar. Presos, distantes da comunhão com os irmãos e sem a proteção do pastor, somos apenas marionetes na mão do inimigo, que nos trata como prisioneiro de guerra roubando nossa dignidade e nossa honra.
Mas se resistimos e usamos o conhecimento da palavra para nos libertar, ele não pode nos vencer, pois toda arma forjada contra nós perecerá.
Graça e Paz!

Alimento para o espírito: segurança

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