domingo, 30 de julho de 2017

Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 1 Coríntios 15:22



Observando os acontecimentos atuais, quando a corrupção e a violência estampam os noticiários e as ideias hedonistas que pregam que as criaturas são livres para decidir o que fazer consigo sem considerar os propósitos do Criador, temos a certeza de que o mundo está morto porque é fruto da semente de Adão. Porque escolheu, assim como Adão, a desobediência. Mas aqueles aceitaram o sacrifício de Cristo estão vivos porque são frutos da semente de Cristo, pois por meio Dele fomos vivificados. Sendo da descendência de Adão, estávamos mortos, mas a partir do momento em que aceitamos Cristo como Senhor, tornamo-nos filhos de Cristo. Por isso o Novo Testamento enfatiza a necessidade de nascermos de novo. Sem opção de escolha, todos recebemos a morte como consequência do pecado de Adão, todavia, com a morte de Jesus, obtivemos o direito de escolher a vida. Paulo deixa claro que a humanidade não redimida está morta desde Adão e nos mostra que Jesus é o segundo Adão, ou o Homem que veio para resgatar a humanidade, suscitando a descendência daquele que morreu. Adão morreu porque pecou e Cristo morreu porque se manteve fiel e, assim, se a morte entrou na humanidade por um homem, cuja descendência recebe a sua herança, o segundo Adão, Cristo, trouxe consigo a ressurreição, a remissão e aqueles que Nele creem serão vivificados. O salmista nos lembra de que nenhum outro homem pode nos remir, ou dar a Deus o resgate dele, mas Jesus já o fez

(Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre),
Salmos 49:-8

sábado, 29 de julho de 2017

Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos. 1 Coríntios 14:33



O apóstolo está declarando que aquele que usa o nome de Deus, na congregação ou mesmo na vida secular, deve estar ciente de que deve falar segundo a Palavra de Deus, porque seus irmãos julgarão o que ele fala. Portanto, não deve falar sem um fundamento bíblico, para que suas palavras não provoquem dissensões ou gerem heresias. A Bíblia deixa claro que nosso Deus é de paz e Dele não procede confusão ou incoerências. Paulo nos ensina que devemos ter domínio de nossas ações e expressões e nos diz que ao ministrarmos a Palavra, ainda que usados por Deus para levar uma profecia a alguém que tenhamos domínio sobre nossos atos. O profeta de Deus fala com consciência daquilo que profere e não incorporado por um ente que não é ele. Ao ser usado pelo Espírito Santo, não entra em transe, nem cede seu corpo como ocorre em religiões diversas, mas tem o total controle e entendimento daquilo que fala, por isso o apóstolo afirma em 1 Coríntios 14:15 Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento; cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento. Por isso Jó nos diz


Com Ele estão domínio e temor; ele faz paz nas suas alturas. Jó 25:2




sexta-feira, 28 de julho de 2017

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 1 Coríntios 13:4-7



Nesse texto bastante conhecido Paulo nos apresenta o amor como fruto do Espírito e nos mostra as características importantes dele que fazem com que seja um dom sobremodo excelente. Aquele que exerce o dom do amor tolera pessoas difíceis de quem é fácil desistir, ou ignorar; não retribui da mesma forma quem os trata mal; não é invejoso; não trata com leviandade, nem se ensoberbece. O amor não age de um modo injusto ou impróprio. Aquele que ama, como ensina o apóstolo, se dispõe a pôr de lado seus próprios interesses ou direitos pelo bem do outro. Não se exaspera, nem se ira facilmente. Não suspeita mal; não tem prazer no mal, não se alegra diante da queda do próximo. Nesse sentido, tudo sofre, crê, espera, suporta... O amor, conforme nos ensina Paulo, fundamentado na sua própria experiência com o Evangelho de Cristo, é o fundamento de todos os atos que agradam a Deus. Assim, o amor suporta qualquer dificuldade ou rejeição, e, a despeito de qualquer adversidade, simplesmente persiste e nunca falha. O amor, sobre o qual nos fala Paulo, não é um sentimento, mas a essência do Criador que nos diz por meio do profeta Jeremias 31:3

Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. Jeremias 31:3


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil. 1 Coríntios 12:4-7




O apóstolo Paulo enfatiza que os dons individuais são concedidos pelo mesmo Espírito e estão ativos e disponíveis a Igreja do Senhor Jesus Cristo para edificação dos santos. São, portanto, dados a nós para que sejam usados segundo a vontade Daquele que distribui a cada um como quer e a quem quer. Fomos capacitados, cada um com um dom diferente, para um propósito único: servir à Igreja de Cristo, assim como Paulo e os demais apóstolos o fizeram a seu tempo. Cada um usando o dom que lhe fora concedido. Paulo exorta-nos para que não sejamos ignorantes em relação ao conhecimento das manifestações do Espírito e para que saibamos como, e onde usar aquilo com o qual fomos agraciados. O que temos não nos pertence, somos parte de um Corpo e mordomos a serviço de uma Obra, portanto, devemos prestar contas ao Senhor daquilo para o qual fomos comissionados. Não podemos ser vaidosos e imaginar que temos ou somos algo além do que nos permite o Senhor. Lembre-nos, pois, do que nos alerta Jó 35:13


Certo é que Deus não ouvirá a vaidade, nem atentará para ela o Todo-Poderoso. Jó 35:13


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Sede meus imitadores, como também eu de Cristo. 1 Coríntios 11:1


Uma das atitudes mais admiráveis em um cristão é a coerência e isso pode ser evidenciado na vida e na postura do apóstolo Paulo. Suas palavras não destoam de suas ações. Sua pregação tem ressonância em suas atitudes e, ao contrário do percebemos no mundo, Paulo exorta aos outros o que ele próprio antes de tudo faz. Porque ele demonstra coerência e equilíbrio entre palavras e ações, pode encorajar aqueles a quem evangelizava a seguirem o seu exemplo de vida. Antes de falar dos limites da liberdade cristã, Paulo demonstrou que a sua dedicação e sua renúncia são um modelo a ser seguido por todos nós. Em toda a sua missão, podemos perceber que o apóstolo é um modelo exemplar de líder que não se arvora no direito de ditar normas e regras de conduta, todavia, vai adiante dos liderados e não buscou o seu próprio bem, mas o bem dos outros, imitando o exemplo de Cristo. Paulo nos faz refletir sobre a importância que devemos dar ao fato de espelharmos a imagem de Deus, como nos é dito em Gênesis 1:27

E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou


terça-feira, 25 de julho de 2017

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam. 1 Coríntios 10:23



O versículo em epígrafe tem servido muitas vezes justificar ações que lhes convêm e que nem sempre são aprovadas por Deus. O apóstolo não está corroborando com as ilicitudes humanas, mas mostrando que mesmo dentro de uma legalidade instituída pelos homens que legislam de acordo com seus interesses e causas pessoais é preciso que o cristão tenha discernimento e paute suas ações de acordo com a Palavra de Deus e não conforme as leis humanas. Paulo mostra-se bastante crítico em relação ao que nos convêm fazer diante do que é legal e do que é moral, segundo a compreensão humana. Ele deixa claro que há limites que precisam ser considerados à luz das Escrituras. Assim, ensina que há limites para aqueles que desejam fazer a vontade de Deus, por isso devemos fazer o que nos diz o salmista


Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim.
Salmos 101:3


segunda-feira, 24 de julho de 2017

Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia. Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar. 1 Coríntios 10:12-13



O apóstolo Paulo nos alerta sobre a tentação que inevitavelmente todos estão sujeitos, mas também oferece um alento aos que se apegam à Palavra do Senhor. Todavia, precisamos entender a diferença entre tentação e provação. A tentação tem o objetivo de induzir ao pecado e vem de satanás, o pai da mentira. Mas Paulo deixa claro que ser tentado não é pecado, por isso nos diz que Deus nos dá a condição de resistirmos à tentação. Ela se torna pecaminosa quando cedemos a ela, pois quando tentado, temos opções de cairmos ou não. Já a provação é usada por Deus para desenvolver a nossa fé. Diferentemente da tentação, diante das provações, não temos opção. Elas vêm a nós se quisermos ou não. E, assim como na tentação, a nossa reação à provação depende em nós. Muitas vezes não sabemos distinguir se estamos sendo testados ou provados, por isso precisamos examinar os frutos para sabermos se uma determinada aflição vem de Deus ou não. Precisamos verificar se essa aflição faz com que o cristão se aproxime de Cristo, ou se contribui para a destruição do cristão ou da Obra, pois Deus sempre quero melhor para o Seu povo e não nos tenta para o mal, conforme nos diz Moisés em Êxodo: 20.20

“E disse Moisés ao povo: Não temais, Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja diante de vós, a fim de que não pequeis.”


domingo, 23 de julho de 2017

Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. 1 Coríntios 9:22



O apóstolo Paulo faz declarações importantes para que a Igreja compreenda o sentido de sua missão e como abriu mão de exercer direitos em prol da liberdade de evangelizar. Vemos que Paulo colocou seu ministério acima de seus desejos pessoais e se adaptou aos costumes e formas de viver daqueles a quem pregava o Evangelho para levá-los a Cristo. O livro de Atos narra alguns exemplos de como o apóstolo se comportava a fim de se relacionar com os judeus em Jerusalém. Entretanto, embora observasse a Lei e os costumes em respeito aos judeus, Paulo obedecia à lei de Deus, priorizando o cumprimento da vontade de Cristo. O texto em epígrafe ratifica os propósitos desse homem de Deus de levar o Evangelho na sua simplicidade, sem, contudo, desviar-se do caminho do Senhor. Ao afirmar que se fez fraco para os fracos, Paulo quer dizer que se fez flexível em relação aos costumes, sem contrariar a Palavra de Deus e não que se deixou corromper ou cair em fraqueza para se contaminar com as coisas do mundo, para se igualar aos fracos.

Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.  (Salmos 119:165)



sábado, 22 de julho de 2017

Por isso, se a comida escandalizar a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize. 1 Coríntios 8:13



A palavra escândalo no grego quer dizer armadilha, cilada, ou qualquer impedimento colocado no caminho e que faz alguém tropeçar ou cair. Escândalo, portanto, significa pedra de tropeço. No texto em epígrafe Paulo ensinar aos cristãos sobre a importância de se comportarem como crentes maduros em relação a Deus e aos seus irmãos em Cristo. O apóstolo cita comportamentos cotidianos para nos lembrar que muitas vezes, mesmo não cometendo pecado, agimos sem pensar no bem do próximo, quando causamos escândalos aos mais fracos e nos tornamos uma “pedra de tropeço” na vida de muitas pessoas. Quando não vigiamos nossas atitudes, podemos ser a pedra de tropeço na vida dos que estão afastados de Deus e até mesmo dos irmãos em Cristo. E para nos ensinar lições muito importantes, Paulo usa o exemplo do comer carne: àqueles que não comem carne, exorta a julgar o irmão que come e àqueles que comem carne e escandalizam o irmão, assevera que o melhor é não comer se vai prejudicar o irmão. A Bíblia nos ensina a não vivermos de forma egoísta e a buscarmos o bem e o salmista nos Salmos 119:165 nos garante se cuidarmos de nosso próximo

Muita paz têm os que amam a tua lei, e para eles não há tropeço.



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. 1 Coríntios 7:14




No texto em epígrafe Paulo trata de uma questão da Igreja em Corinto, mas ainda é motivo de dúvidas na Igreja atual. Mas, ao contrário do que algumas pessoas entendem para justificarem a escolha de um ímpio para se casar, o apóstolo não aconselha isso. O que ele faz é uma orientação aos que têm cônjuge não convertido para que não se separem dele por esse motivo. Ele afirma que o cônjuge cristão abençoa o não cristão e os filhos advindos dessa união. Entretanto, isso não dá garantia de salvação, pois a salvação é individual e intransferível. Paulo está dizendo que o cônjuge convertido e regenerado e por isso tem sua vida dirigida pelo Espírito Santo e assim o poder e a graça de Deus que se manifesta em sua vida é tão grande, que, pela graça que opera os frutos do Espírito, e o poder de Deus influencia a vida do não convertido. Assim, a luz resplandecerá sobre as trevas, e o lar será santificado, pois a relação com Deus e a benção que flui de uma vida separada para Deus terá um efeito positivo sobre o marido e os filhos. O sábio diz que o ambiente de criação saudável determina o futuro dos filhos, por isso ensina em Provérbios 22:6

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? 2 Coríntios 6:14





Ao escrever sobe a importância da busca pela santidade, o apóstolo Paulo faz um alerta para que os cristãos não se prendam a um jugo desigual com os infiéis. Isso não significa vivermos em uma redoma, isolado em uma bolha sem conviver com os infiéis. Ao contrário, Deus nos permite estar no mundo para sermos luz aos que permanecem nas trevas. Assim, o alerta de Paulo é para darmos testemunho de honestidade e fidelidade, apesar de vivermos em um mundo cheio de injustiça. Devemos nos comportar de modo que a luz do Senhor seja refletida sem nos corrompermos ou concordarmos com as coisas desonestas que o mundo nos oferece. Apesar de nos sentirmos deslocados no mundo, não somos nós que devemos nos afastar. Se andarmos conforme os ensinamentos do Senhor, sem transigir ou compactuarmos com as coisas erradas do mundo, certamente, aqueles que não desejam mudar de atitude e não se identificam com nosso comportamento se afastarão pois como pondera o profeta Amós 3:3


Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma. 1 Coríntios 6:12





A questão posta pelo apóstolo Paulo nos leva a refletir sobre o nosso cotidiano, quando nos deparamos com situações diante das quais nos perguntamos como agir. O cristão genuíno procura direcionar sua vida pautado pela Bíblia, como Palavra de Deus, mas nem sempre encontra respostas práticas ou diretas para o que é e o que não é permitido na igreja, sobre o que seria pecado ou não. Paulo não diz especificamente o que podemos ou não fazer, entretanto nos aponta o caminho para discernirmos a partir dos princípios de Deus e daquilo que para Ele é mais importante. Assim, diante de qualquer assunto se fizermos três perguntas básica teremos um indicativo de como agir: 1-Isso nos edifica? Se o que pretendemos fazer não nos acrescenta nada de bom a nós nem ao próximo, se não nos aproxima de Deus, tampouco nos deixará em paz, que proveito terá? 2- Isso convém? Ser conveniente é tão importante quanto saber o que fazer. Precisamos discernir o que deve fazer parte e o que não deve da nossa vida, em todos os aspectos: nosso comportamento social, nosso vocabulário em casa, no trabalho, nas redes sociais; nossa forma de vestir e de nos apresentar publicamente, no trabalho, nas ruas, na igreja... 3- Isso me domina? Quando Paulo diz: "mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas" ele está nos alertando sobre a importância que damos aos nossos atos. Somos livres para fazer ou deixar de fazer qualquer coisa que legalmente nos é permitido, mas fazemos algo porque não temos domínio sobre a nossa vontade, então isso não pode ser bom. Precisamos nos lembrar de que somos livres para escolher, mas escravos de nossas escolhas.
Qual é o homem que teme ao Senhor? Ele o ensinará no caminho que deve escolher. Salmos 25:12

Vejam o vídeo a seguir:

terça-feira, 18 de julho de 2017

Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais. 1 Coríntios 5:11



O que o apóstolo Paulo está no dizendo é para continuarmos onde Deus nos colocou, agindo com um testemunho fiel de Cristo neste mundo. Não precisamos sair de casa ou mudar de trabalho ou de escola para servirmos ao Senhor. O que Deus quer é que nos separemos do pecado e não que nos afastemos dos pecadores. Eles precisam de nosso testemunho evangelizador. Essa é a missão do cristão no mundo. Deus nos coloca em determinados lugares o propósito de sermos um testemunho vivo para Ele, por isso o apóstolo nos ensina que não devemos sair do mundo, mas sim nos separar de pessoas que negam a fé cristã, principalmente daquelas que se dizem irmãs em Cristo e agem contrariando o Evangelho. Se há entre os irmãos pessoas que se prostituem, que são avarentas, idólatras ou roubadoras, desses, sim, devemos nos afastar. Mas se nas nossas atividades seculares convivemos com pessoas que assim agem, a eles devemos dar testemunho de fé e de conduta sem nos afastarmos. Todavia, precisamos nos fortalecer no Senhor, buscando no Espírito o discernimento e a força para nos conduzir no caminho sem nos desviar ou nos corromper

Pois dou-vos boa doutrina; não deixeis a minha lei. Provérbios 4:2




segunda-feira, 17 de julho de 2017

Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder. 1 Coríntios 4:20



O que o apóstolo Paulo está afirmando é reino de Deus é mais do que palavras faladas que se perdem no tempo. Ele afirma que o Reino é estabelecido em poder. Real, tangível e disponível para todos aqueles que crerem. É um poder que não está no discurso, na eloquência, como vemos no mundo, quando pessoas que sabem manejar bem a palavra convencem o público, mas nem sempre fundamentadas na verdade. É um poder retórico e sem lastro. Contudo, o poder ao qual se refere Paulo é o que vence o diabo e suas tentações, que pode vencer o pecado e o mal. É o poder da verdade e do testemunho fiel que não está assentado nos discursos e sim na prática diária e vivida. O poder que se manifesta em nós, ainda que permaneçamos em silêncio. Não é pelo falar e sim pela nossa forma de agir que o mundo reconhece em nós o Reino de Deus, todavia, quando o Espírito se manifesta em nós temos o ímpeto de nos expressar como Daniel


Pareceu-me bem fazer conhecidos os sinais e maravilhas que Deus, o Altíssimo, tem feito para comigo. Daniel 4:2



domingo, 16 de julho de 2017

Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? 1 Coríntios 3:16



A Bíblia nos mostra que o Templo é um lugar de adoração, um local especial, consagrado a Deus, onde habita o Altíssimo e, por isso, um lugar santo. A ideia de Templo no Antigo Testamento remete-nos a lugar físico, mas no Novo Testamento a ideia de templo passa a ser as próprias pessoas, ou os servos de Deus, por isso o apóstolo Paulo faz o questionamento aos coríntios e, por extensão a nós para que venhamos a refletir sobre a responsabilidade de sermos o templo do Espírito Santo. Isso significa que a presença viva de Deus está em nós de forma especial, porque somos consagrados a Deus, santos, separados para andarmos nos caminhos do Senhor. E se Deus ‘habita’ o templo, isso quer dizer que o templo ‘pertence’ a Deus. Então, não há como ser templo de Deus se Deus não habitar o homem, assim como é impossível Deus habitar o homem se o homem não for templo do Altíssimo. E Deus não habita onde há imundícia. Assim nos diz o profeta Isaías 57:15

“Porque assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos”




sábado, 15 de julho de 2017

Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. 1 Coríntios 3:9



Depois de demonstrar aos coríntios que é o Senhor quem dá o crescimento a obra o apóstolo Paulo nos faz refletir sobre qual tem sido a nossa contribuição para que a Igreja cumpra seu papel nos propósitos de Deus. Ele nos mostra que somos parte do Corpo e que cada um de nós tem a sua função na Obra e a compara com uma lavoura e um edifício, conforme o versículo em epígrafe. Ao usar a metáfora da lavoura ele nos fala sobre o cultivo de um campo. Nesse campo está a seara de Deus que, para frutificar, precisa ser cuidado com zelo, por diversos trabalhadores preparando a terra para o cultivo. Assim como no campo se for deixado sem cuidado, crescerá o mato, virão os animais e destruirão a lavoura, na Obra, se descuidarmos, virão as ervas daninhas, as falsas doutrinas, costumes estranhos e o mundanismo a sufocar a Palavra de Deus. Como edifício, a Igreja é construída tijolo a tijolo e é um local onde o esforço conjunto dos cooperadores do reino tornarão a edificação forte, para que ela sobreviva as intempéries e permaneça de pé. É papel de todo cristão cuidar da lavoura de Deus para que ela frutifique no tempo certo, e do edifício de Deus para que ele resista às intempéries e tribulações, até que volte o Senhor, certo de que

O Senhor vosso Deus que vai adiante de vós, ele pelejará por vós, conforme a tudo o que fez convosco, diante de vossos olhos, no Egito; Deuteronômio 1:30
                    

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. 1 Coríntios 2:12



O apóstolo Paulo nos lembra de que desejo que temos de conhecer mais de Deus e a sensação de que somos estranhos no mundo do Senhor por ter sido derramado em nós o espírito de sabedoria e de revelação. O apóstolo afirma que o entendimento que precisamos para sermos santos (separados) vivendo em um mundo cada vez mais corrompido e contaminado pelo mal é algo que está gratuitamente à disposição de todos os salvos por Cristo, como um manancial mas precisamos nos manter em comunhão com Deus para beber dessa fonte. Precisamos buscar o discernimento que o Espírito Santo nos dá para conhecermos melhor a Deus com a mesma sede com a qual buscamos a água da fonte no deserto. Quando bebemos dessa fonte e nos mantemos em comunhão com o Senhor, o Seu Espírito nos dá a conhecer os caminhos pelos quais devemos andar e nos separa da confusão do mundo. Esse espírito de sabedoria e revelação é concedido aos eleitos pelo Espírito Santo de Deus, conforme nos garante o sábio Salomão.


Atentai para a minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do meu espírito e vos farei saber as minhas palavras. Provérbios 1:23
                    


quinta-feira, 13 de julho de 2017

E a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam; 1 Coríntios 2:4-6



O apóstolo Paulo nos fala que a mensagem do Evangelho não requer palavras persuasivas de sabedoria humana, de nenhuma erudição para sua transmissão. Ele próprio limitou-se a anunciar o Messias crucificado, demonstrando que a fé dos que se converteram não se baseava em argumentos humanos, mas no poder de Deus, no Espírito Santo, que convence o pecador de seu pecado e o leva à fé em Cristo Jesus. A sabedoria do Evangelho é diferente da sabedoria dos homens, e não foi conhecida pelas autoridades deste mundo pois se a conhecessem não teriam crucificado o Senhor. Ela vem de Deus é dirigida aos maduros na fé, e contém o plano de Deus para salvação dos homens e é revelada pelo Espírito Santo, pois o homem por si próprio é incapaz de compreender o que Deus tem preparado para ele.  

Ó minha alma, espera somente em Deus, porque dele vem a minha esperança. Salmos 62:5
                    

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor. 1 Coríntios 1:31



O apóstolo Paulo nos fala sobre testemunho. Testemunhar é confirmar aos outros aquilo que vimos ou experimentamos. E mostra-nos, sobretudo, que nosso testemunho deve ter como foco o Senhor e o que tem feito por nós e não a nossa pessoa. A sabedoria humana leva à contendas e divisões, por isso devemos nos focar Naquele que tudo pode e não em nosso próprio saber. Quando tomamos a nós mesmos como referência de conduta e não a Deus, somos tentados a nos exaltar e a nos esquecer de que toda honra e toda glória deve ser dada ao Altíssimo. Os sábios e profetas nos ensinam a honrar a Deus e Nele depositar nossa confiança, fé e esperança, e jamais sermos sábios aos nossos olhos, pois sem o sopro do Criador nada somos
   ¶
Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra. Habacuque 2:20
                    


terça-feira, 11 de julho de 2017

E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples. Romanos 16:17-18




Em tempos de redes sociais e de estrema busca por notoriedade, as pessoas estão se perdendo em sua vaidade e nem mesmo as igrejas podem ser consideradas terrenos livres de escândalos e de paz entre os seus membros. A Bíblia, no entanto, nos ensina que devemos nos apegar à verdade e nos afastarmos de tudo que nos leve à dissensão e que fuja ao que dize a Palavra de Deus. Ela nos ensina que o correto é sempre falar a verdade, mesmo que ela incomode ou fira a todos, em vez falar a mentira, mesmo que ela agrade a todos. Não há mentira do bem, como querem alguns, para justificarem seus deslizes. E a Bíblia nos diz que é melhor ser odiado por falar verdade, do que ser amado por falar mentira ou por esconder verdade. O melhor é permanecermos de pé, por amor à verdade, ainda que contra todos, correndo o risco de ser desprezado e abandonado, do que ter o apoio de toda a multidão, mas não ter a verdade, e, consequentemente, dessagrando a Deus. Paulo nos alerta para que nos desviemos daqueles que nos ensinam o contrário e que, de forma lisonjeira nos levam a sair dos caminhos do Senhor, conforme nos ensina Moisés em Êxodo 23:1-2:  ¶
Não admitirás falso boato, e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa. Não seguirás a multidão para fazeres o mal; nem numa demanda falarás, tomando parte com a maioria para torcer o direito.
                    

Alimento para o espírito: segurança

Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. 1 Coríntios 15:57 É natural que o ser humano se preocupe com s...